Poucos ou muitos?

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A Single Man

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Robes de cashmere, casas ao melhor estilo Wallpaper* (já a de Charlie lembra a casa de Frances Brody, também em Los Angeles), taças de cristal Saint Louis, guarda-roupa Tom Ford men’s wear, cigarros rosa Ben Sherman, linda papelaria. A Single Man  é tudo o que a gente poderia esperar de um filme assinado por um dos grandes nomes da moda comercial dos últimos quinze anos (e hoje uma das coisas mais interessantes na moda masculina).

A história (baseada no livro homônino escrito por Christopher Isherwood, um dos primeiros romances do movimento de liberação gay  da década de 1960) pode parecer um pouco panfletária, datada, em tempos de superexposição gay  (apesar de muitos gays  ainda enfrentarem os mesmos tipos de medos e problemas), e não tem como pensar, em alguns trechos, que estamos assistindo a um comercial de perfume (a gente fica esperando aparecer “The new fragrance by…” a qualquer momento). Mas Tom Ford (por ele mesmo), Colin Firth (em interpretação sutil e intensa à la fois ), Julianne Moore (linda e cada vez mais expert  em interpretar histéricas; sua risada nervosa é sempre imperdível), a lindíssima trilha sonora (vale a pena comprar) e o clima sexy  de muitas cenas fazem de A Single Man  um filme especial e um favorito (como Gosford Park  do Altman). Ver Mais →

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Teatro Colón


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O Colón é considerado um dos mais importantes teatros líricos do mundo e sua acústica é um benchmark  difícil de superar. Tem capacidade para 3500 pessoas e já recebeu as principais figuras da música do século 20 (Caruso, Callas, Stravinsky, Richard Strauss, Nijinsky entre outros).

O teatro, desenhado por Francesco Tamburini e Víctor Meano, foi inaugurado em 1908, com a ópera Aida  de Verdi, e a sua construção — que mistura elementos da renascença italiana e do barroco francês — levou 20 anos para ser terminada. Além de servir como palco, o Colón é sede de escolas de dança, canto e atuação; mantém um corpo estável de balé, orquestra e oficinas; e além de tudo isso, tem um museu. Ver Mais →


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O café e as fezes de animais

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Parece que o futuro do café gourmet  está mesmo nas fezes dos animais. Até hoje, o café mais caro do mundo vinha da Indonésia, o Kopi Luwak (US$ 500, o quilo), com os grãos ingeridos e defecados pela civeta, um animalzinho bonitinho, bonitinho. No Espírito Santo, temos o café extraído das fezes do Jacu (US$ 265, o quilo), uma ave que também só come os melhores grãos, e que eu já tive a oportunidade de provar. Agora, na Tailândia, surge o Ivoire Noire, um café colhido das fezes de elefantes. Assim como acontece com a civeta e o jacu, as enzimas existentes no processo de digestão dos elefantes reduzem as proteínas responsáveis pelo amargor do café, deixando a bebida ainda mais saborosa. E, assim, chegamos ao preço de US$ 1100 por quilo do café, ou algo como, US$ 25 por uma xícara. Lá na Tailândia.

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