Não seja um idiota no trânsito

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Quem é rico – de verdade – é generoso. Porque não há elegância sem generosidade e porque ela nos faz sentir bem. E um ótimo lugar para praticar a generosidade (é fácil ser generoso com nossos queridos amigos) é no trânsito. Abaixo, seguem algumas observações (sinta-se livre em nos mandar sua contribuição):

O SEU CARRO
— Regra de ouro: não é por que você tem um Bentley ou uma Ferrari, e por que você vive num país de miseráveis e se acha o máximo porque tem dinheiro, que você não precisa respeitar as leis de trânsito ou os outros motoristas e pedestres. Valores, educação e bom senso, ainda mais por parte da elite, são sempre bem-vindos.

NO ESTACIONAMENTO
— Em estacionamentos concorridos, nunca peça para alguém descer no carro para segurar uma vaga, ali, de pé, impedindo que um carro que esteja mais próximo – ou pior, esperando – estacione. Não importa se você viu a vaga primeiro da outra fileira. A vaga é sempre do carro que estiver mais próximo da vaga a ser desocupada com a seta ligada.

SINAL AMARELO
— Nunca é demais lembrar: sinal amarelo é pra parar o carro, não pra acelerar.

MUDANDO DE FAIXA
— A não ser que seja um motorista folgado tentando furar fila, sempre dê passagem para um motorista que queria trocar de faixa. Nada mais patético que um motorista acelerar seu carro só para impedir outro carro de mudar de faixa.

— Motoboys e bicicletas são cada vez mais (oni)presentes na cidade. Dê passagem, permaneça a uma distância segura, tome cuidado, preste atenção (nada de whatsapp, facebook, instagram). As motos, por andarem entre os carros, estão sempre a uma velocidade maior e um segundo de distração pode ocasionar um acidente.

RELAÇÃO COM PEDESTRES
Faixa de pedestre sem sinal e pedestre na calçada querendo atravessar, é MANDATÓRIO: pare o carro (só veja se não tem nenhum doido correndo atrás de você) e dê passagem para o pedestre. Precisamos nos acostumar a respeitá-los. Deveria ser óbvio, mas não é.

AO ENTRAR EM UMA RUA
— Dê seta sempre que entrar em uma rua à direita ou esquerda, mesmo que não haja carros atrás de você. É importante sinalizar também para ciclistas e pedestres que você vai virar naquela rua.

VELOCIDADE MÁXIMA
— Sempre dirija na velocidade permitida. Não acelere acima da velocidade permitida apenas por que a pista está livre, por que não tem nenhum carro à frente.

— Se você estiver dirigindo na velocidade máxima permitida e houver algum idiota atrás querendo ultrapassar – já que naquele trecho o sabichão sabe que não tem radar (porque, claro, só precisamos respeitar as leis quando estamos sendo fiscalizados) – não se desespere. Você não é obrigado a mudar de faixa, já que está na velocidade máxima permitida. Calmamente, mude de faixa (SE QUISER) por mais que o idiota fique acendendo o farol alto ou acelerando ou dando seta e acenando com o intuito de te pressionar para sair da frente.

TOLERÂNCIA
— Você é jovem, ágil, tem ótimos reflexos e está com pressa. Mas é importante ter tolerância com os motoristas que não são tão bons quanto você. Pessoas idosas, novos motoristas ainda inseguros, alguém que não está se sentindo bem, que está num dia ruim.

PONTUALIDADE = PLANEJAMENTO
Chegar atrasado em um compromisso é MUITA falta de respeito com os outros. Calcule o horário para sair de casa. Considere uma margem para imprevistos (numa cidade como São Paulo, o trânsito sempre sofre com situações pontuais como um farol quebrado, um acidente etc. E, infelizmente, elas são diárias).

Nada mais elegante que a tranquilidade das pessoas programadas e responsáveis com seus horários e compromissos. Estão sempre em paz.

São Paulo, 30 de agosto de 2013.

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I Want A Little Sugar In My Bowl

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I Want A Little Sugar In My Bowl fez parte do álbum Sing The Blues, lançado em 1967, por Nina Simone, baseada em uma música de Bessie Smith. Uma das minhas músicas prediletas.

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Refletindo sobre o bife alla parmigiana

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“De todos os pratos que não fazem sentido, o bife alla parmigiana é o campeão. Começa-se com um bife à milanesa (ou um schnitzel). A carne é envolvida em farinha de trigo, ovo e pão ralado, frita em óleo ou azeite, que resulta em uma casca quente e crocante. Então, despeja-se uma grande quantidade de molho de tomate e queijo no bife à milanesa, e leva-se ao forno para gratinar. Resultado: a casquinha crocante fica murcha e o prato fica insuportavelmente pesado. Acho que inventaram esse prato para reaproveitar o bife à milanesa que sobrou; só assim eu entenderia o bife alla parmigianaPor isso, Shoichi, estou pensando em desconstruir a receita parmigiana e proponho um bife à milanesa, acompanhado de bolinhos de queijo e molho de tomate (à parte). Assim fica tudo na textura certa, o que acha?” (Lucia B. Lamberti, no Facebook, em 26 de agosto de 2013)

Já desconstruíram a feijoada. Descontruir o bife alla parmigiana seria GENIAL. :-)

P.S. Um dos pratos tradicionais da Sicilia, a ilha no extremo Sul da Itália, é o melanzane alla parmigiana, que é a berinjela apenas frita (não empanada) e coberta com molho de tomate e queijo parmesão que vai ao forno para gratinar. O nosso bife alla parmigiana seria a cotoletta alla bolognese, um prato típico da Bologna, região no Norte da Itália, também um escalope de carne empanado com molho de tomate e queijo, que pode ser o parmesão, gratinado. Já o bife apenas empanado, ou Wiener Schnitzel (“escalope à moda de Viena”) é conhecida na Itália como cotoletta alla milanese (porque seria tradicional de Milão na Lombardia, Norte da Itália, região vizinha à Bologna), assim como nós usamos por aqui o termo à milanesa.

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Livrarias em Paris

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Num país onde filósofos são tratados como celebridades e podem ser vistos em debates em praticamente todos os canais de televisão, é natural que as livrarias de sua capital – e consequentemente o mercado editorial como um todo – seja um deleite para os amantes da literatura, da filosofia, das ciências e das artes impressas em papel. Paris tem várias ótimas livrarias: a mítica La Hune, a clássica Galignani, a variada Fnac e para os amantes de livros como objetos de arte – e de desejo – a Boutique Assouline.

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Português é muito mais divertido em Portugal

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Eu já tinha ouvido Amsterdão (para Amsterdam), Ilhas Caraíbas (para Caribe), mas hoje eu li Nova Jérsia (para New Jersey) e Bordéus (para Bordeaux)*. Os portugueses definitivamente se divertem muito mais com a língua portuguesa do que a gente.

new-jersey-gambling

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Hédiard


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O abacaxi, fruta típica das Américas e hoje tão comum e apreciado em todo o mundo, já foi uma fruta exótica e hype. Fascinava os europeus de tal maneira que Joséphine Bonaparte, então Imperatriz da França, mandou fazer um vestido todo bordado com desenhos de abacaxis (o que era uma maneira de afirmar seu distanciamento das massas, já que só os muito sofisticados conheciam a fruta; e eu que sou um apaixonado pelo estilo Império, fiquei chocado quando vi tal vestido numa exposição rs ).

A fina estampa parisiense do século 19 só conseguia ter acesso ao abacaxi e outras exóticas iguarias graças a Ferdinand Hédiard, que em 1853, abriu sua primeira mercearia e ficou obcecado em educar os parisienses para esses tipos de alimentos (a Hédiard foi a primeira empresa a importar caviar iraniano para a Europa, por exemplo). Tanto é que ainda hoje, mais de 150 anos depois, a Hédiard continua sendo sinônimo de mercearia de luxo (ou en français: épicerie de luxe ) em todo o mundo, Ver Mais →


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Novo clipe da Cher; e a música é boa

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Saiu hoje o novo clipe de nossa eterna queen  Cher, com a música Woman’s World. Can’t wait to listen to it on the dancefloor. Porque a batida me lembra o fim dos anos 1990. :-)

São Paulo, 21 de agosto de 2013. 

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E falando em juventude vazia e perversa…

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Escrevendo sobre The Bling Ring, dessa juventude vazia de sentido, cínica e perversa, me lembrei de um livro que marcou meus 20 anos: Hell Paris 75016, da escritora francesa – que viveu elle même  as drogas, a noite, o consumismo desenfreado da jeunesse dorée parisienne, Lolita Pille. Pra reviver — porque Hell  é como Lolita  do Nabokov, o começo dá completamente o tom do livro — segue o primeiro parágrafo, em tradução livre:

“Eu sou uma vagabunda. Daquelas que você não suporta; da pior espécie, uma vagabunda do 16éme (bairro chique de Paris), mais bem vestida que a amante do seu chefe. Se você é garçom de um lugar ‘da moda’ ou vendedor de uma boutique de luxo, você, sem dúvida, me deseja a morte, a mim e aos meus amigos. Mas não se mata a galinha dos ovos de ouro. E minha espécie insolente perdura e se prolifera… (…) Eu sou um produto da geração Think Pink, meu credo: seja bela e consuma.”

São Paulo, 21 de agosto de 2013. 

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The Bling Ring

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Elas falam Balmain, Chanel, Birkin com a mesma intimidade com que elas falam de suas amigas mais próximas. The Bling Ring seria cômico se ele não fosse um filme que refletisse exatamente os valores invertidos da sociedade em que a gente vive. Principalmente da elite cool, sempre admiradora do dinheiro e do poder cujas procedências nunca são consideradas desde que a “imagem” dos poderosos du jour  e sua companhia renda boas fotos no Facebook e no Instagram, tragam influência entre os pares e sirvam aos seus interesses. (Aliás, nada importa a não ser o dinheiro: a pessoa pode ser mal educada, corrupta, insuportável; a entourage  será sempre fiel até o dinheiro acabar.)

Sofia Coppola em Bling Ring, nome dado à quadrilha de jovens de classe alta que invadem as mansões das celebridades que admiram para roubar-lhes as roupas e os acessórios que eles sempre sonharam em consumir, está menos “silenciosa”, mais rápida no ritmo do filme, mais didática Ver Mais →

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Compras em viagens

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Apesar de sabermos que pesquisar preços pode nos economizar MUITO dinheiro ao longo de um período de tempo, quando se está viajando fica difícil querer levar isso ao pé da letra, já que temos um fator restritivo importante: o tempo (ninguém mais fica meses viajando como era comum algumas décadas atrás). Em marcas globais e livrarias, por exemplo, se você encontrar exatamente aquilo o que você quer, no seu tamanho, compre: quando o seu roteiro inclui várias cidades, é preciso saber que nem todas as lojas, nem todas as livrarias possuem exatamente os mesmos produtos por mais que elas sejam da mesma empresa. Por isso, deixar para comprar no próximo destino é quase sempre uma aposta arriscada. No máximo, faça uma busca usando o celular, que, hoje, é a grande ferramenta para pesquisas in loco. Quando se gosta de um produto, melhor comprar onde estiver. Ou então, perceber depois que aquilo não era realmente tão necessário. ;-)

O melhor mesmo é fazer uma pesquisa ANTES de viajar. Por conta dos impostos, a diferença de preço entre países para os mesmos produtos pode ser grande.

Alguns exemplos:
— Eletrônicos e gadgets no Japão não custam barato (apesar de todo mundo pensar o contrário); o melhor lugar é Nova York ou Miami.
— Produtos Bose, apesar de ela ser uma marca alemã, são mais baratos em Nova York que na própria Alemanha.
— Ralph Lauren, compre em Nova York. Na Europa, o preço do mesmo sweater de cashmere  pode ser até 30% mais caro.
— Já as marcas de luxo francesas, compensa mais comprar na França do que nos Estados Unidos. Além de ser um pouquinho mais barato, você ainda recebe os impostos de volta (tax free, a partir de 10%) quando sai da Europa.
— E é sempre bom lembrar: buy local. Coma queijos e vinhos franceses em Paris (vinhos chilenos na França são caros), compre sabonetes, cosméticos e mimos locais. É sempre mais legal, principalmente, se eles não existirem no Brasil.

Se você tiver alguma dica ou experiência para compartilhar, utilize o box de comentários abaixo! ;-)

São Paulo, 14 de agosto de 2013.

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