The Windsor chair

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No mundo da criação existem obras que resumem de maneira brilhante o espírito de uma época. Na música, na literatura e nas artes plásticas, as chamamos de obras-primas; no mundo do design, podemos chamá-las de clássicas ou atemporais. Muitos designers  nos brindaram com tais clássicos ao longo de todo o século 20 (Charles & Ray Eames, Gerrit Rietveld, Le Corbusier, Verner Panton, Ludwig Mies van der Rohe, apenas para citar os mais óbvios); época em que ideias individuais sobressaíam (com exceção do coletivo-escola Bauhaus). Nos séculos anteriores, ateliers  de artesãos criavam novos estilos para a nobreza e a burguesia em busca de beleza e harmonia (e também para demarcar o estilo de cada novo monarca), em peças de artes decorativas trabalhadas à mão, uma a uma. Ainda fazem sucesso hoje o estilo dos Luíses (os reis franceses Luís 14, 15 e 16), o estilo Império (com seu luxo napoleônico), o estilo Biedermeier (com suas linhas mais limpas, mas não menos elegantes), o Regency, o Art Nouveau, o Art Déco. Sem falar nas antigas tradições orientais.

Mas, o que falar de uma cadeira, criada nos anos 1700, que reflete o estilo colonial norte-americano? Apesar de criada na Inglaterra, a cadeira Windsor é um desses clássicos do design – e símbolo dos valores protestantes e provincianos dessa época – que mobilia até hoje as casas de sofisticados norte-americanos.

Com um desenho delicado, leve, toda vazada e usando diferentes madeiras (umas mais flexíveis como o bordo – ou maple, em inglês – que são utilizadas para confeccionar as parte mais finas, e outras mais duras, como o pinheiro e o carvalho, madeiras de clima temperado utilizadas para confeccionar o assento), a Windsor, apesar da aparência frágil, é resistente e possui desenho e tecnologia inovadores para a época; e continua sendo muito agradável ao olhar. Ganhou diversas variantes ao longo dos tempos (com e sem apoio para os braços, com espaldar alto ou baixo e em diferentes formatos), mas sempre com suas finas madeiras servindo de apoio para as costas.

Você não consegue imaginar o casal abaixo sentado em cadeiras Windsor?

Grant_Wood_-_American_Gothic_-_Google_Art_Project

Grant Wood, American Gothic (1930), uma das mais famosas pinturas feitas nos Estados Unidos, exposta no Art Institute of Chicago.

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O mercado de arte e os curadores

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I am thinking of course of that awful art world species: the curator. When I started writing about art, there were no curators. Now they are everywhere. They go to the same biennales; speak the same meaningless art language; and control the art world from within by privileging their creativity ahead of the artist’s. For 5,000 years art survived perfectly well without curators. Now they are its gate keepers. What we need is a revolution, akin to the impressionist revolution in 19th-century France. Just as the impressionists overthrew the salon and put artists back at the centre of the art world, so someone out there needs to overthrow the Tate empire. Come on Hackney. Rise up.Waldemar Januszczak, em uma carta para o jornal britânico The Guardian.

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Os ícones do Guia Simonde

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A designer Dani Andreucci criou para a Simonde os lindos ícones que ilustrarão os nossos mapas para facilitar a identificação dos lugares que você procura. São inicialmente 28 categorias. E para quem quiser ver como ficará a aplicação dos ícones no mapa, é só clicar aqui, no mapa de Paris, que já está atualizado. Confira as categorias e seus respectivos ícones abaixo:

LegendasIcones

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Drogas, drogas

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Drogas para se divertir. Drogas para dormir. Drogas para se manter acordado e aumentar o foco no trabalho (a mesma que se usa para deixar as crianças focadas – e obedientes). Drogas para ficar bonito, sarado e desejado. Drogas para transar (e não estou falando só de Viagra). Drogas para viver. Temos usado drogas nos momentos mais cotidianos e naturais da vida. Produza, divirta-se, conquiste, consuma, seduza, aumente o seu poder sobre os outros, that’s the motto. Ou essa “evolução” é como tudo deveria ser no século 21 ou tudo está muito errado, sei lá. Ver Mais →

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Roberta Sudbrack


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Roberta Sudbrack é um restaurante difícil, de sensações mistas. Não dá pra não valorizar o seu trabalho de resgate de ingredientes brasileiros pouco admirados pela gastronomia como jiló, quiabo, chuchu, inhame, fruta pão, abóbora, ou a técnica apurada que aplica sobre os ingredientes (o peixe estará no ponto perfeito, a gema caipira virá impecável no prato, o pãozinho é delicioso e vem fumegando de quente, a sobremesa é sempre um dos pontos altos…), ou ainda sua criatividade na combinação dos sabores. Mas, a experiência em geral, pelo preço que se cobra, deixa bastante a desejar.

A começar pelo ambiente. O restaurante fica instalado numa casa bem pouco charmosa numa agitada rua do Jardim Botânico (às vezes, bastante barulhenta); a decoração é rústica (rústica, não rústica-cool) com madeiras de demolição, pedras aparentes, mesas sem Ver Mais →


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Maria Callas who?

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Uma senhora, no início dos anos 2000, entra numa loja de CDs e pede a uma jovem vendedora para ver os álbuns de Maria Callas. A jovem prontamente responde: “Vem cá, eu vou te mostrar, mas a pronúncia não é essa… É Maráia Kérry.” #HistóriasVerídicas

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A vida de mademoiselle numa belíssima apresentação

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Ok, esse é um vídeo institucional da Chanel – parte da série Inside Chanel – para contar a história de Mademoiselle, portanto, não há os trechos polêmicos de sua história (vulgo seu envolvimento com Hans Günther von Dincklage, oficial nazista, ou com a contraespionagem aliada num complô para matar Hitler). Mas, não deixa de ser um belo vídeo. Coco se tornou quem foi graças a todas as importantes conexões que estabeleceu, com a elite criativa e mundial da época, que a inspiraram durante sua vida, bem animada vida.

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Universo adolescente com a batida perfeita

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Sua aparência e voz potente não são de uma garota de 16 anos. A neozelandesa Lorde lançou esse ano seu primeiro álbum The Love Club, e a música Royals já conquistou corações na Oceania, na Europa e nos Estados Unidos. Trata com fidelidade o tédio do universo adolescente: “(…) a verdade é, metade do tempo não estamos fazendo nada além de brincar com isqueiros ou esperar numa estação. Por isso, isso tinha de ser real. E eu estou nessa estação toda semana. Esses garotos são meus amigos…”.

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Décadence avec élégance

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Nos idiomas latinos, como francês e português, a palavra decadência só tem como significado declínio, degradação, caminho para a ruína. É só em inglês mesmo que decadence, além de significar algo negativo, também significa excessiva e irrestrita auto-indulgência e satisfação sem limites de seus próprios desejos e caprichos, que, convenhamos, pode levar à ruína? Ver Mais →

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Doces em Paris

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Pâtisseries antigas e tradicionais como a Stohrer (1730), Debauve & Gallais (1800), Dalloyau (1802), Boissier (1827), La Durée (1862), Lenôtre (1947) e La Maison du Chocolat (1977), a infinita criatividade dos novos chefs pâtissiers  como Pierre Hermé, Sadaharu Aoki e Jean-Paul Hévin, e ainda as casas de café e chá (Verlet, Mariage Frères) e as épiceries de luxe  (Fauchon, Hédiard) que também oferecem ótimos e bem confeccionados doces, fazem de Paris a capital mundial dessa deliciosa arte... E todos esses consagrados nomes acabam sendo prazerosas e interativas atrações turísticas na cidade-luz para os amantes da gastronomia e da arte patissière.

Uma das unanimidades e um dos símbolos dessa arte em Paris é o macaron, um doce que teve sua origem provavelmente em Veneza, à base de farinha de amêndoas, que consiste em duas partes de uma massa leve e crocante recheadas com creme, e pode ser feita nos sabores mais variados: de baunilha (o do La Durée é o meu preferido) a trufas brancas e azeite balsâmico, que o Pierre Hermé oferece quando na temporada. Você poderá encontrar deliciosos macarons  em todos os estabelecimentos citados acima.

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