A nova configuração dos Jardins

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Fechou a Haägen-Dasz e abriu a Kopenhagen. Saiu Giorgio Armani e no lugar chegou Ricardo Almeida. Fecharam Cartier, Ferragamo e Dior e chega a Riachuelo no começo de 2014. Esse é o novo desenho de marcas presentes nos Jardins, em São Paulo: saem as marcas de alto luxo – que estão todas em shoppings como o Cidade Jardim, Iguatemi e JK Iguatemi, e que só voltam para a região com a inauguração do Cidade Jardim Shops no Hotel Fasano em 2015 – e chegam marcas de apelo mais pop. Das marcas de moda internacionais haut de gamme, só permanecem Louis Vuitton, Gianni Versace e Roberto Cavalli Ver Mais →

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Virgin America apresenta novo e incrível vídeo de segurança

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Uma vida vale mais que outra?

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É engraçada a “hierarquização” do valor da vida que existe entre nós, seres humanos. Achamos que a nossa vida vale mais que a de um cachorro; que a de um cachorro vale mais que a de uma vaca (porque essa é uma delícia, não é mesmo?); que a de uma vaca vale mais que a de um frango; que a vida de uma ave vale mais que a de um rato, que vale mais que a de uma mosca; e que as baratas… Bem, essas não merecem viver de jeito nenhum.

timthumb (1)A arte crítica de Paul Kuczynski

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Riviera Bar


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Assim como o Spot, o Riviera Bar renasce um clássico por conta de sua história e localização. No fim da avenida-símbolo da cidade, no cruzamento da Avenida Paulista com a Rua da Consolação (super acessível pelo metrô), no térreo do Edifício Anchieta (projetado pela MMM Roberto em 1941, o mesmo escritório que projetou o Aeroporto Santos Dumont no Rio), com vista para o grafite dos robôs e monstros amarelos de Rui Amaral no túnel da Paulista, e agora sob o comando dos “reis” da gastronomia e da noite, Alex Atala e Facundo Guerra respectivamente, o Riviera tem uma proposta bem definida, bem adequada ao gosto contemporâneo, qualidade nos comes e bebes e preços muito honestos.

No térreo, o tradicional bar vermelho, apenas com poucos bancos (o lance é beber, petiscar e conversar em pé), ocupa o centro do hall. Acompanhando a curva da original parede de tijolos de vidro – símbolo do lugar – está a cenográfica escada (mulheres, cuidado com as saias) que te leva ao mezanino, espaço bem maior, onde ficam as mesas, outro bar e onde ocorrem os shows  de jazz e MPB de quarta a sábado (quartas e quintas, às 21h30, e sextas e sábados, às 22h e às 23h). A programação, com a curadoria do próprio Facundo, é bem interessante e a acústica do espaço foi um dos principais pontos de atenção do projeto do arquiteto Marcio Kogan, o que faz do Riviera uma opção mais casual — e mais barata —, ao Baretto, mas ainda assim elegante. (A qualidade do som é ótima, mas não espere conseguir conversar enquanto o show está rolando; é bem alto.)

Nas comidinhas e nos drinques, a alma é flashback meets Brasil-gourmet-do-século-21: o sanduíche Royal  (com queijo, rosbife, tomate e picles), herança do antigo Riviera, contrasta com a bruschetta  com queijo de cabra, escarola, cebola roxa e passas; no quesito sobremesas, o creme de papaia com cassis e a vaca preta contrastam com a panna cotta  e morangos frescos; na carta de drinques, o Cuba Libre está lado a lado com o Terra da Garoa (cachaça orgânica envelhecida, mel de laranjeiras, gengibre, hortelã, capim santo, vinagre de cana de açúcar (!) e limão Taiti). Sem falar nos porta-guardanapos bem típicos das nossas padarias e lanchonetes desde sempre. A única coisa que me incomoda é que, à noite, à la  Chez MIS, o mezanino fica muito escuro e não se consegue ver direito a comida.

O Riviera, aberto em 1949 e que fica(va) em frente ao Cine Belas Artes, foi frequentado por intelectuais, estudantes e militantes políticos durante a ditadura militar no Brasil. Seu auge foi nos anos 1960 e 1970, ficava aberto até o último cliente (que nunca saía antes de o dia amanhecer), e muitas discussões, criações e confusões aconteceram por ali. O público que frequenta a casa hoje não poderia ser mais diferente.

De qualquer forma, o mix  localização + ambiente + qualidade (só o serviço ainda que está se ajeitando) + boa música + preço bom faz com que o renascimento do Riviera Bar seja novamente muito bem-vindo à cena paulistana.


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Nova York, uma introdução

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Junto com Paris, Nova York foi e continua sendo uma das cidades mais fotografadas, filmadas, escritas e cantadas do mundo. Símbolo-mor do progresso, terra-mãe dos arranha-céus (em 1902, a cidade já tinha 66 prédios com mais de 25 andares), – das portas pesadas que abrem para fora (ô confusão!) –, da pop art, dos musicais, e de grandes capitalistas que transformaram um país ainda na adolescência na maior potência do mundo (Morgan, Carnegie, Ford, Frick, Rockefeller entre muitos outros), a ilha de Manhattan (ponto de partida para o que viria a ser a megalópole Nova York), apesar de já ter sido capital dos Estados Unidos, continua a ser a cidade mais importante – e mais rica – das Américas.

Nova York também teve seus antagonistas. Gangs  bárbaras dominavam as ruas da ponta Sul da ilha no século 19 (lembra do filme do Scorsese Gangs of New York? O filme é praticamente um documentário); a máfia italiana estava infiltrada em todas as esferas da sociedade até recentemente; e não faltaram corruptos, ladrões, vândalos e todas as sortes de marginais assombrando a cidade por muito tempo, que até meados dos anos 1990 não era nada segura.

Mas hoje “a grande maçã” brilha. A cidade anda mais do que comportada depois da limpeza “física” e “moral” promovida pelo prefeito linha-dura Rudolph Giuliani (que governou até 2002) – puritano e intolerante como Peter Stuyvesant, o primeiro prefeito holandês que a cidade teve no século 17 – e mais interessante do que nunca: lojas e mais lojas, restaurantes estrelados, uma programação cultural infinita (de música erudita a galerias que ditam as regras no mercado internacional de arte), ocupando essa cidade prática e pragmática, onde o planejamento urbano se iniciou há duzentos anos (olha que exemplo) e que tem na ambição, no poder, no status e no sucesso as bases de sua existência.

Foto: @alifewortheating no Instagram

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Cara simplicidade em Nantucket

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Os VVRP (very, very rich people ) do nordeste americano (ou seja, os mais ricos da América) se dividem em duas facções quando o assunto é férias: há aqueles que preferem o agito dos Hamptons e tem aqueles que preferem a calma e a simplicidade de NantucketPraias desertas, chão de pedra, casas de telhas de madeira cinzas, bicicletas, vegetação rasteira, amplitude (soooo Ralph Lauren ): assim é Nantucket, uma ilha pertinho de Boston e Nova York, vizinha de Matha’s Vineyard, de apenas 123 quilômetros quadrados, e um dos metros quadrados mais caros do estado de Massachusetts.

Nantucket já atraía os abastados desde o século 18, quando os donos dos navios que caçavam baleias (atrás do seu caro óleo) moravam na ilha (o clássico Moby Dick começa aqui), e continua até os dias de hoje: os ricos dominam o lugar. Em Nantucket, a sensação de privacidade e a de que o turismo de massa não existe compensa a viagem.

O charmoso centro da cidade tem restaurantes – dos informais aos mais importantes; sempre com ingredientes fresquíssimos –, lojinhas, galerias de arte, floriculturas, livrarias e mercadinhos, que nos fazem sentir como se em uma cidade de bonecas. Aproveite para explorar a ilha de bicicleta.

Mas, não pense que as coisas são baratas. Em Nantucket, paga-se caro pela simplicidade.

Serviço

Para chegar lá, você pode tomar um vôo de 45 minutos saindo de Boston pela Cape Air (num aviãozinho pequenino, onde até você tem de informar seu peso, e não vale mentir!) ou então, se estiver de carro (o meio mais fácil de se chegar se você estiver em Nova York; meio contramão ir de avião), uma balsa que sai também de Hyannis para Nantucket.

O melhor hotel da ilha é o The Wauwinet, um hotel Relais & Châteux isolado num dos extremos da ilha com um ótimo restaurante.

Para mais informações sobre a ilha, visite o site nantucket.net.

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Vermeils de Otto Prutscher

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Otto_Krug_Prutscher_1930s_FotositeElswood_620São de Otto Prutscher (1880 – 1949), arquiteto austríaco, esses magníficos vermeils art déco.

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Le Meurice: sai Alléno, assume Ducasse

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TrocaDeChefs

À esquerda, Yannick Alléno; à direita, o onipresente, Alain Ducasse. 

A cena gastronômica parisiense ficou mais pobre. É uma pena que, depois de dez anos, o chef-galã Yannick Alléno tenha saído do Meurice; a meu ver, o restaurante mais deslumbrante – em todos os sentidos – de Paris até então (Monsieur  Alléno foi o responsável pela conquista do terceiro macarron  Michelin para o Meurice em 2007). O décor  histórico retocado por Philippe Starck combinava perfeitamente com a criatividade, a beleza e os pratos cheios de sabor do chef  (sem falar nas sobremesas mais impressionantes e deliciosas entre muitos restaurantes três estrelas; e, não, não são todos os grandes restaurantes que têm pratos cheios de sabor).

Desde setembro, assumiu as caçarolas do mítico restaurante no hotel de mesmo nome o chef  mais estrelado do mundo, Alain Ducasse, cuja flagship  era no hotel Plaza Athénée, na Avenue  Montaigne, que, assim como o hotel Meurice, pertence à Dorchester Collection.

O Plaza Athénée fechou para uma reforma e só reabre em junho de 2014 e Alain Ducasse não deve perder o espaço que tem no hotel (a mudança de endereço foi bastante oportuna já que Alain Ducasse ficaria alguns meses sem seu principal restaurante aberto). Resta saber como ele diferenciará, com a reabertura do Plaza, os dois espaços (com personalidades bastante diferentes, a apenas 2 quilômetros de distância, ambos com três macarons  Michelin) para que os comensais tenham vontade de visitar ambos os endereços.

Para quem quiser saborear as criações de Alléno, que passa por uma reinvenção filosófica de sua cozinha (escreveu até um manifesto para a gastronomia contemporânea), só no 1947, restaurante de apenas 25 lugares, no hotel Cheval Blanc, em Courchevel, que pertence ao conglomerado de luxo LVMH. Ver Mais →

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Qual o verdadeiro significado de “família”?

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Família. Um homem e uma mulher que não puderam — ou quiseram — ter filhos, é uma família. Uma mulher viúva ou separada com um filho é família. Uma mulher solteira com um filho biológico ou adotivo é família. Um homem solteiro — hetero ou gay — com um filho biológico ou adotivo é família. Duas pessoas gay  com um filho biológico ou adotivo é família. Dois amigos idosos que não têm mais ninguém além de um ao outro é família. São dezenas as configurações possíveis de família. O que forma uma família está muito, mas muito longe de laços jurídicos, religiosos ou de sangue. Tem a ver com amor, com dedicação, com lar. E não somos animais para vivermos em função da procriaçãoPor isso, não me venham falar do valor sagrado dessa “família” que pessoas cheias de “integridade” pregam e que só existem em seu discurso. Achar que TODO casal formado por um homem  e uma mulher serve de exemplo para a sociedade pela perfeição dos laços heterossexuais é fantástico e ingênuo DEMAIS.

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Neue Galerie


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Assim como a Frick Collection e a Morgan Library, a Neue Galerie é o resultado do sonho de um colecionador apaixonado. A única diferença é que Ronald Lauder, herdeiro do império Estée Lauder, aos 80 anos, ainda está vivo. A coleção que forma a Neue Galerie (“Galeria Nova”, em alemão, inspirada na Neue Galerie de Viena) apresenta e retrata, com obras importantes (é o maior acervo dos incríveis Gustav Klimt e Egon Schiele fora de Viena), o dinamismo e o vanguardismo da arte e do design  germânico (principalmente alemão e austríaco) do início do século 20. 

Pense em quadros, esculturas, cartazes e móveis de Klimt, Schiele, Wiener Wersktätte (sem a qual a Bauhaus ou o Art Déco talvez não tivessem existido), Kandinsky, Klee, Bauhaus, Blaue Reiter, Breuer, Ludwig Kirchner, Mies van der Rohe, elegantemente organizados num château  de cinco andares, projetado por Carrère & Hastings (os mesmos arquitetos da New York Public Library), em plena Quinta Avenida. Pense nos artistas nos cafés em Viena; pense nos cabarés em Berlin. Imperdível.

Serge Sabarsky, austríaco de Viena, grande amigo de Ronald Lauder, veio para Nova York em 1939. Em 1950, Herr  Sabarsky começou a colecionar arte e, em 1968, abriu uma galeria na Madison com a 77 especializada na arte expressionista alemã e austríaca. A coleção da Neue Galerie surgiu a partir da amizade de 30 anos dos dois, que compraram o château  em 1994, inaugurando a instituição em 2001. E é aqui que está um dos quadros mais emblemáticos — e com uma das histórias mais fascinantes do mundo da arte (saiba tudo clicando aqui) — de Gustav Klimt: Adele Bloch-Bauer I, de 1907, pela qual Mr. Lauder pagou US$ 135 milhões em junho de 2006. Outro marco é Berliner Strassenszene, do Ernst Ludwig Kirchner, de 1913 (as duas obras estão na galeria aqui no post). A Neue Galerie fica na Quinta Avenida, entre o Metropolitan e o Guggenheim (a três quadras de cada uma das duas instituições) e possui um delicioso café, o Cafe Sabarsky, com deliciosos pratos, sanduíches e ainda mais deliciosas tortas típicas alemãs (só atenção porque os horários da galeria e do Cafe são diferentes), e uma livraria que é um charme só.


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