Trattoria


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A não ser pelos pratos clássicos da Itália central e meridional (Lazio, Campania e Puglia), de trattoria (“taverna” ou estabelecimentos simples que servem massas na Itália), a Trattoria tem pouco. O mais recente empreendimento do Grupo Fasano fica num box  de concreto que lembra um diner  de estrada norte-americano — pé-direito não muito alto, amplo salão, grandes janelas-vitrine, cozinha aparente; elegante, claro, já que é assinado pelo arquiteto Isay Weinfeld, mas poderia estar num deserto do Texas, como a loja da Prada em Marfa by Emlgreen and Dragset. Anexo ao prédio Victor Malzoni, aquele-mais-caro-de-São-Paulo-onde-está-a-sede-do-Google-com-o-vão-gigantesco  da Faria Lima, a atmosfera da Trattoria, com a “caixa de concreto e vidro” anexo a prédio imponente, agradável área externa — cigarro e charuto permitidos — e jardins em volta lembra o Spot Ver Mais →


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Bacio di Latte


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Sorvete igual ao italiano não há. Numa era quando São Paulo ainda não tinha a Gelateria Parmalat, a Vipiteno ou a Bacio di Latte, me lembro de, na Itália, tomar dois, três gelati  por dia só pra aproveitar ao máximo a cremosidade e o superlativo sabor dos sorvetes. E da abertura da Bacio di Latte, na Oscar Freire, em 2011, para as sete filiais existentes! – e bem sucedidas – em dois anos, só mostra o quão carentes, nós, paulistanos, éramos de um bom gelato.

Os sorvetes são feitos diariamente, utilizando leite fresco, açúcar orgânico e os melhores ingredientes (a avelã Trilobata vem de Langhe, no Piemonte; o pistache vem de Bronte, na Sicília; as frutas estão sempre no seu melhor estado; sem falar nas diversas – e incríveis – opções de chocolate de origem – 13 opções! tudo bem, nem sempre todas disponíveis no mesmo dia, ao mesmo tempo) e você Ver Mais →


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High Line


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É impressionante a capacidade dos nova-iorquinos de transformarem lugares degradados em hype. E o Meatpacking District – junto com o Brooklyn – foram os últimos bairros revitalizados no melhor sentido possível. Além de todas as lojas sofisticadas (Jeffrey, Vitra, Lars Bolander), os restaurantes (Pastis, Spice Market) e hotéis modernosos (Gansevoort, The Standard – a High Line passa por debaixo do Standard, bem legal -, Soho House), o Meatpacking também tem um jardim suspenso de quase 2 km de comprimento, que ocupa uma antiga e abandonada trilha suspensa de trem (como a Promenade Plantée, em Paris) construída na década de 1930 para evitar os acidentes dos trens nas ruas de Manhattan e que funcionou até 1980. No West Side (sudoeste) da ilha de Manhattan, a High Line começa na Gansevoort e vai até a rua 30 (já no Chelsea), com projetos de Ver Mais →


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Por mais hortas e menos farmácias


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Por uma ocupação mais inteligente dos terrenos nas cidades. Chegar em uma linda e organizada horta orgânica com mais de 100 variedades de verduras, ervas e legumes utilizando transporte público (metrô e um ônibus) numa megalópole de concreto como São Paulo. O destino é São Mateus, na Zona Leste da cidade, uma das 21 hortas comunitárias do projeto Cidades Sem Fome, que ocupa terrenos públicos e privados, geralmente abandonados ou baldios, para produzir alimentos, abastecer os habitantes dos bairros (que sorte a deles) e gerar renda para as famílias que sobrevivem da atividade. Apesar de a prática ser cada vez mais comum em grandes cidades de países como Canadá e Suécia, por aqui, caminhamos a passos bem lentos.

Saindo do metrô Carrão e pegando o ônibus Terminal São Mateus, descemos num ponto em uma grande avenida comercial. A pergunta que vem à mente é: onde poderia haver uma horta por aqui? (Imaginava um lugar mais pobre, bucólico; sempre aquela ideia romântica da exótica pobreza quando se fala de periferia.) E basta andar meio quarteirão para encontramos o portão da horta. Em frente, outro terreno tem uma barraquinha na calçada, onde vendem-se berinjelas, alface e outros verdes.

O terreno é estreito e comprido. Grandes torres de energia cortam o terreno, da Eletropaulo, que tem um contrato de comodato com o projeto com cessão de vinte anos. Antes da ocupação do terreno pelo Cidades Sem Fome, o terreno baldio era espaço para usuários de drogas. Seu Genival – apelidado de seu Genial por um casal que fazia parte do grupo – nos recebe e já começa a apresentar sua produção. Como não se usa nenhum agrotóxico, planta-se arruda e flores nas laterais dos corredores para espantar, atrair e distrair os insetos (os insetos não apreciam o cheiro da arruda e são seduzidas pelas flores). Simples, inteligente, funciona. Como a sabedoria de seu Genival.

Como o objetivo do projeto é geração de renda para as famílias (mais de uma família ocupa o mesmo terreno), o foco da produção são alimentos que possuem um ciclo curto, do plantio à venda. Por isso, frutas não são plantadas (possuem um ciclo maior: uma jabuticabeira, por exemplo, do momento que se planta a semente só começa a dar frutos depois de 30 anos); apenas ervas, folhas e legumes. E diferentemente do que eu imaginava (“ah, são os agrotóxicos que deixam as coisas bonitas e apetitosas”), nunca vi folhas de hortelã, alfaces, manjericão, almeirão, cenouras tão bonitas e saborosas (provamos tudo num brunch  preparado pelo chef  Raphael Despirite utilizando só ingredientes da horta).

Ter um planeta com recursos finitos e conseguir alimentar 7 bilhões de pessoas – still counting – é um dos maiores desafios do século 21 (e seguramente dos próximos). Segundo um estudo de 2007, daqui a 15 anos, 80% da população mundial estará vivendo em cidades. As grandes empresas alimentícias – e de agrotóxicos – tomarão conta do campo, “expulsando” os pequenos agricultores (a política de financiamento público favorece os grandes latifúndios). Apesar de mais presente em outras áreas metropolitanas dos países desenvolvidos, todas essas iniciativas ainda são tímidas (falta estrutura, falta incentivo do governo, principalmente no Brasil), mas vale conhecer, divulgar e refletir sempre sobre como vamos fazer para alimentar todo mundo com saúde e de forma sustentável.

E se você tiver um restaurante e quiser comprar a produção da horta do seu Genival, basta ligar para 11 2735-4842 e agendar uma conversa com o Hans Dieter Temp, o idealizador do Cidades Sem Fome.

Para saber mais:
O site do Cidades Sem Fome é: cidadessemfome.org.br.

O Mesa Para Todos, que foi o nome da experiência de visita à horta, é um projeto do artista plástico Todd Lester, criador do Lanchonete.org (que celebra a onipresença dos balcões de lanchonete e seu papel no centro de São Paulo), foi organizada em parceria com o Mesa & Cadeira e fez parte da Bienal de Arquitetura.

* O título deste post foi inspirado numa reflexão da chef Neka Mena Barreto, quando no ponto de ônibus para voltar para o metrô Carrão, observou a quantidade de farmácias que existiam na avenida em que estávamos.  Ver Mais →


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McNally dispensa assistentes dos banheiros do Balthazar

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_2Uma das experiências mais desagradáveis em alguns restaurantes e hotéis em Nova York e Londres é a presença de um “assistente” no banheiro, geralmente estrangeiros que mal falam o idioma local, para colocar sabonete líquido nas suas mãos e que fica ao seu lado esperando você enxaguá-las para lhe dar os papéis para secá-las – esperando uma gorjeta ao final do ritual. Confesso que já saí do banheiro sem lavar as mãos intimidado por não ter dinheiro (e todos sabem como americanos levam a gorjeta a sério).

Mas o restaurateur  que inventou o downtown nova-iorquino Keith McNally (aka  Balthazar, Pastis, Morandi, Odeon, Schiller’s) decidiu acabar com o cargo de serventes de banheiro de seus restaurantes depois de o colunista do Business Insider, Henry Blodget, escrever uma coluna sobre sua desagradável experiência no banheiro do Balthazar ao ter alguém “a um metro de mim me vendo fazer xixi”.

Apesar de aceitar e concordar com o polêmico colunista de economia (que já foi acusado de fraude pela US Securities and Exchange Commission), McNally não irá demitir os funcionários, mas sim redirecioná-los para outras funções. Ver Mais →

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EVITE: Restaurante Quattrino

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Eu frequentava o Quattrino quando era adolescente, lá nos anos 1990, quando a decoração by  João Armentano (na época, “o” decorador) incluía paredes com grandes rosas vermelhas pintadas sob uma pátina amarelinha. Saía da escola e ia lá almoçar com minha irmã. Ontem, domingo às 22h30, querendo comer uma massa e com a cozinha da maioria dos bons restaurantes já fechada, decidi voltar ao restaurante – que teria nas massas seu principal atrativo – depois de muitos e muitos anos.

Pois é, o Quattrino na Rua Oscar Freire, que já foi um restaurante da moda, hoje é um restaurante medíocre, apesar das celebridades que figuram no menu e na parede de fotos iluminadas em backlight  de gosto duvidoso. As únicas coisas que se salvaram foram as entradas: salada Caprese e salmão defumado com rúcula e palmito (que não têm como dar errado: qualquer pessoa é capaz de cortar um tomate, colocar uma fatia de muçarela de búfala e folhinhas de manjericão, ou comprar um salmão defumado de qualidade, umas folhinhas de rúcula e palmito; coloque na mesa pimenta, sal, azeite extra virgem e balsâmico e você será feliz).

Mas, quando o assunto são as massas aí a coisa pega. E feio. O fettuccine  Taluly estava muito cozido, camarões com gosto de peixaria e duros, e mal se sentia o gosto do limão e do gergelim (e olha que são dois ingredientes poderosos em sabor). O prato conseguia não ter sabor algum. Sem falar na péssima apresentação. Meu amigo pediu o penne  Leonardo (com camarão, alho poró, ao creme) e não conseguiu nem comer metade.

Apesar da localização simpática, a R$ 150 por pessoa sem vinho nem suco nem sobremesa, o Quattrino é um restaurante ao qual não pretendo voltar. Quando o assunto é massa, prefiro ir ao Gero ou ao Tappo, gastar R$ 200, mas ir pra casa contente por ter comido bem.

#ComerMalÉSempreCaro

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Baretto


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Inicialmente na rua Amauri e depois transferido para o hotel Fasano quando de sua inauguração, o Baretto é daqueles bares de hotéis com ambiente sofisticado, ótimos drinks  e boa música que a gente só encontra em Nova York (como o incrível Bemelmans no hotel Carlyle). Intimista (mesmo quando apresenta shows  de cantores famosos como Ney Matogrosso, Vanessa da Mata, Marina Lima, Bebel Gilberto), elegantemente sóbrio e masculino (confortáveis cadeiras e sofás de couro alcaparra com almofadas, iluminação aconchegante, garçons de smoking), civilizado (sem muvucas de qualquer natureza, tão comuns na noite paulistana, e por isso atraindo um público acima dos 30) e saboroso (você pode provar alguns pratos – incluindo massas e risotti – e sobremesas que vêm da cozinha do Fasano, tomar drinks  muito bem preparados – da caipirinha com pinga ao equilibrado Cosmopolitan com Grey Goose ou o dry martini  com gim Hendrick’s – e ainda, ótimos champagnes, whiskies  e vinhos), o Baretto é perfeito para encontrar amigos, Ver Mais →


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