O algoritmo da máquina de sonhos

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Tem algo de muito mágico e fantástico nos diálogos que ocorrem nos sonhos. As pessoas aparecem, falam, se comportam e reagem às situações de uma maneira muito e incrivelmente real. É como se a “máquina produtora de sonhos” tivesse um algoritmo que escrevesse todos os roteiros com base nos inputs que temos no dia a dia. E esse algoritmo é capaz de escrever roteiros infinitamente.

SonhosAlgoritmos

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Um Estranho no Lago

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Atenção: esse texto contém spoilers. Um Estranho no Lago poderia se chamar La “pégation” sur l’herbe, uma alusão ao quadro O Almoço na Relva de Édouard Manet que deu início ao colorido movimento impressionista. Mas, em alguns minutos de filme, a leveza da pegação descompromissada, o naturismo sob a luz do verão e a tranquilidade da água do lago — onde homens gays  passam seus dias a nadar, tomar Sol e passear pelo bosque atrás de sexo casual —, dá lugar à tensão da perigosa atração que Franck (lindinho), o protagonista, passa a sentir por Michel, depois de vê-lo matar por afogamento um garoto com quem saía. Em alguns grupos sociais, é comum que mulheres e homens gays  se apaixonem por homens perigosos, que, muitas vezes, colocam sua vida em risco. Ainda mais quando o homem perigoso é lindo e atraente, como no caso de Michel. E, assim como uma namorada de traficante, Franck passa a ser cúmplice do crime, seja mentindo para o Ver Mais →

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Roupas no futuro

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Quero muito que chegue esse dia, o futuro. Roupas ajustáveis ao toque, autolimpantes, que não amassam e respiram. Que se adaptem automaticamente à temperatura: que refresquem no calor, que esquentem no inverno, sem acréscimo de peso. Bolsos que sejam fontes de energia e carreguem nossos gadgets, apenas por aproximação. Malas, mochilas e bolsas que anulem peso da carga e que a gente consiga carregar quantas revistas, livros e máquinas quiser, sem precisar sofrer com as costas e andar o dia todo sem cansar.

The Polo of the Future from Lacoste on Vimeo.

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São Paulo em Hi-Fi

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Festas nababescas. Em 1976, Wilza Carla chegou à Festa da Broadway na Medieval vestida de odalisca sobre uma elefoa. Repito: a atriz Wilza Carla, vestida de odalisca, desceu a Rua Augusta — não de carro ou ônibus ou carruagem ou cavalo, mas — em cima de um ELEFANTE para chegar a uma festa. Darby Daniel, fantasiado de Branca de Neve, era carregado por sete anões dentro de um caixão de vidro enquanto um príncipe sobre um cavalo branco o aguardava na porta da boate. Já Kaká di Polly não precisava de grandes eventos para suas chegadas triunfais. Num carro conversível tomando champagne, jogando seu casaco de pele branco sobre uma poça de água para pisar no chão e não molhar seu sapato ou dentro do baú de um caminhão da Granero vestida de borboleta, o importante era chamar a atenção. Não havia limites para os excessos, estamos na era Disco. E era assim que as bichas chegavam à boate. Bicha poderosa era aquela que parava tudo.

Muito mudou na noite gay  de lá pra cá. Na Medieval, garçons usavam luvas e candelabros decoravam as mesas. Foi a primeira grande boate gay de São Paulo, inaugurada em 1971. Os shows, inspirados nos cabarés parisienses e na Broadway, atraía a alta sociedade paulistana e gente famosa. Diferentemente dos shows do Lido e do Moulin Rouge, as estrelas do palco da Medieval não eram mulheres, mas travestis e transformistas. No Village, os copos eram de cristal e o café da manhã era servido, às 6h da manhã, em bandejas de prata. Os gays se vestiam pra sair à noite: camisas, relógios e sapatos que “deslizavam” na pista eram o look du jour. Tudo acontecia no Centro da cidade. E numa era pré-internet, essas casas tinham um significado muito maior na vida de gays e lésbicas: eram local de identificação, de socialização, de segurança e, principalmente, de liberdade (O Brasil estava sob a ditadura e sair à noite para um lugar abertamente gay era um gesto muito mais transgressor do que hoje: prisões arbitrárias de gays eram comuns; transformistas não podiam andar com perucas na rua para não serem presas, tinham de carregá-las na mão).

Da Medieval à Corintho, inaugurada em 1985, o filme São Paulo em Hi-Fi, do cineasta Lufe Steffen, é um emocionante testemunho da noite ou, mesmo, da vida gay paulistana das décadas de 1960 a 1980, período que foi marcado por fases tão distintas como o glamour, o exagero e a liberação sexual (personificadas em figuras como Ney Matogrosso, Dzi Croquettes, David Bowie), até a chegada da AIDS no fim dos anos 1980 que marginalizou a comunidade gay de uma maneira muito triste e cruel. “Só os gays tinham, só os gays transmitiam”, em um dos depoimentos do filme. O preconceito ressurgiria em nível máximo.

Tudo estava começando: além da primeira boate (na década de 1960 não existia boate gay em São Paulo, olha só) foi nesta época que surgiram os primeiros grupos organizados para discutir os direitos gays; foi também quando o Celso Curi começou sua Coluna do Meio (no jornal Última Hora, sem pseudônimo, o que lhe rendeu um processo do Ministério Público por “união de seres anormais” por causa do seu Correio Elegante, em que gays  mandavam cartas para conhecerem outros gays); quando surgiu o jornal O Lampião da Esquina, um jornal tabloide assumidamente homossexual, que era distribuído do Amapá ao Rio Grande do Sul...

Outro ponto interessante do filme é ver a imagem dos entrevistados hoje e nas fotos antigas, novinhos, se divertindo, quando vivemos em uma época em que — não apenas no mundo gay — a juventude, o corpo, a imagem são os principais valores que cultivamos. “Éramos jovens, sabíamos dançar, nos vestíamos bem e achávamos que não morreríamos nunca”, nas palavras do jornalista Mario Mendes.

São muitas as cenas de shows da época e fotos dos acervos dos personagens que deram seus depoimentos. Além de um importante registro histórico da comunidade LGBT paulistana, São Paulo em Hi-Fi é um interessante recorte da história da cidade. De uma época em que o glamour, o sonho e a fantasia, pelo menos no mundo gay, eram realidade.

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Deliqatê

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Fechou em dezembro de 2015. As chances de você chegar ao Deliqatê com vontade de comer bolo e tomar café e dar de cara com as portas fechadas são grandes. Segunda e terça a casa fecha às 15h45 (?!), nos outros dias da semana 17h45 (?!). Como um lugar tão bonito, agradável, com comidinhas boas — e famoso por seus red velvet, cheesecake, brownie e cookie —, tão bem localizado, e numa cidade como São Paulo, pode fechar tão cedo? Por isso, é bom ter em mente que o Deliqatê é um lugar ótimo e perfeito para tomar café da manhã tardio, entre as nove da manhã e as quatro da tarde. E vá com paciência — sem pressa para atrair a atendente para a mesa, cobrar o seu pedido, voltar o pedido que veio errado — porque o atendimento vai de regular a bem ruim. 

Mas vamos falar das coisas boas do Deliqatê que são o ambiente e o cardápio. A arquitetura moderna-urbana-industrial com um simples mas belo jardim à frente e um agradável quintal com mesas e sofá ao fundo fazem do Deliqatê um lugar ótimo para comer alguma coisa com Ver Mais →

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Radiant Orchid é a cor de 2014

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Radiant_Orchid_PANTONE_2014_Color_of_the_Year_01_gallery_620Em 2012 foi Tangerine Tango. 2013 foi a vez do Emerald Green, cor da Simonde, já que o site foi lançado no ano. A cor de 2014 será Radiant Ochid“An invitation to innovation, Radiant Orchid encourages expanded creativity and originality, which is increasingly valued in today’s society. (…) An enchanting harmony of fuchsia, purple and pink undertones, Radiant Orchid inspires confidence and emanates great joy, love and health. It is a captivating purple, one that draws you in with its beguiling charm.” Nas palavras da Pantone. 

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Nonchalance

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Desinteresse, indiferença, mas com certo charme. Alguém pode ter nonchalance, mas ser nonchalant, se for homem, e nonchalante, se for mulher.

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As muitas faces de todos nós

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Na era maniqueísta em que vivemos, ou você é lindo, do bem, “incrível” ou você é do mal; ou você é PT ou você é PSDB; ou você é preto ou branco – cinquenta tons de cinza, parece, só em literatura de qualidade duvidosa. É como se não tivéssemos todas as qualidades e defeitos em potencial dentro de nós. Eu, por exemplo, me percebo ora generoso ora egoísta; posso ser um grande amigo, mas também um chato insuportável. Depende da situação, do contexto, com quem. Por que os grandes homens, mesmo eles, seriam diferentes? E é interessante como isso reverbera nos nossos “ídolos”, seja com Mandela, com Gandhi, ou com Jesus. Todos são idolatrados e considerados seres “iluminados”. Mas, Mandela foi adepto da luta armada contra o regime racista (foi condenado à prisão perpétua por planejar ações armadas) e próximo de líderes comunistas (Castro, Guevara, Khadafi, Arafat, líderes que as potências ocidentais – e muitos de nós – desprezam); Gandhi, que nunca abaixou a cabeça, era simpático à jihad; e Jesus foi um revolucionário com “R” maiúsculo (“bem aventurados os pobres de espírito pois é deles o reindo dos céus”, ou ainda: “quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas! Porque é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus.”). Todos eram obcecados com suas convicções e, talvez por isso, contribuíram imensamente com o curso da história. Mas fico pensando se a maioria das pessoas que hoje escrevem lindos textos sobre esses “mestres” inspiradores e imaculados gostariam de tê-los como empregados ou mesmo como amigos. Afinal, quem hoje em dia gostaria de pertencer à turma de um cara que anda com prostitutas e leprosos ou de outro que só vestia trapos?051256Na obra do artista italiano Marco Cianfanelli, construída em Howick, KwaZulu-Natal, na África, 50 colunas de aço de até 10 metros de altura espalhadas por 35 metros formam a imagem de Nelson Mandela quando observada de um ângulo específico. Para ver a escultura vista de outro ângulo, clique aqui.

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Racista, eu?

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Escravizamos os negros para o bem dos nossos lucros. Com a riqueza gerada com base na privação de direitos, vontade própria e liberdade de 5 milhões de negros sequestrados na África (os que chegaram vivos, já que quase 700 mil vidas se perderam nos navios negreiros, sendo que alguns historiadores calculam que pode ter sido o dobro o número de escravos trazidos), durante 388 anos, construímos o nosso Estado, o nosso Brasil. A escravidão foi a base da vida econômica do império português na África e na América. E como eles trabalharam. Crescemos e construímos Estados melhores graças a eles, que trabalhavam 16 horas por dia, sem qualquer direito ou regalia. O Brasil foi o último país do mundo a abolir a escravidão. E foi assunto tão relevante que foi uma das causas da queda da monarquia. Quando os libertamos, os deixamos completamente desassistidos, sem as qualificações ou ajuda necessárias para que alcançassem o mesmo padrão de vida dos brancos. “Olha, nós te escravizamos, você não teve educação ou saúde, mas agora você está livre para ser feliz! Boa sorte aí! Se vira!” O resultado: marginalização, preconceito, discriminação, racismo. Até hoje. 70% das vítimas de assassinato no Brasil são negros (e muitos são mortos por quem deveria proteger a todos nós, a Polícia Militar). Não vemos negros nos grandes restaurantes, em altos cargos nas corporações ou morando em bairros de classe média alta como Jardins, Higienópolis, Itaim (basta uma caminhada num fim de semana ensolarado pelas ruas dos bairros). Será por quê? E, ainda assim, quando o assunto são as cotas para negros nas universidades, ainda ouvimos: “nós, brancos, alcançamos o sucesso com nossos esforços” ou “os negros estão onde estão por falta de força de vontade: se eles estudassem mesmo, não precisariam de cotas para entrar na faculdade”. O ESTADO que ESCRAVIZOU por quase QUATROCENTOS ANOS, tem SIM de criar políticas públicas para diminuir a desigualdade racial e social. O sistema de cotas para negros nas universidades pode não ser a solução ideal, mas é um caminho. É preciso olhar com carinho para a nossa história. Assim como a história do mundo é uma história das migrações, a história do Brasil é uma história das relações raciais.Rugendas_620

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La Cave


Ver Paris num mapa maior
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Fazer compras nas Galeries Lafayette é para os corajosos. São milhares de pessoas por dia (imagine que uma quantidade superior à metade da população da França passeiam pelas Galeries a cada ano; só perde para a Torre Eiffel em número de visitantes). Muita gente, muito grande, muita informação, muito barulho. Mas, a partir de agora, uma visita às Galeries Lafayette é obrigatória. O seu destino, você amante da boa comida e dos bons vinhos, será a Cave du Lafayette Gourmet, seção de vinho das Galeries que tem a maior adega de Bordeauxs do mundo, no primeiro andar do edifício Lafayette Maison et Gourmet, todo dedicado às coisas de casa e à gastronomia (prédio mais tranquilo, que fica atravessando a rua a partir do prédio principal, o Lafayette Coupole).

Dos 450 m² da Cave das Galeries (que também tem grandes Bourgognes, grandes Champagnes), 250 m² são dedicados aos vinhos dessa região que tem um dos terroirs mais famosos do mundo, só possível através de uma parceria inédita com a família Moueix, dona Ver Mais →


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