I like it. What is it?

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ILikeItPor que nem sempre a gente entende por que gosta. Ou gosta sem mesmo saber o que é. Obra do artista plástico inglês Anthony Burrill.

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shoichi.simonde@gmail.com


Polo: pode usar por dentro da calça?

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Pode. Eu devo usar camisa polo por dentro da calça ou da bermuda desde que nasci. Mas no último ano, vivenciei três experiências — com pessoas mais jovens que eu, devo dizer — de quase bullying  por estar com uma calça, um cinto e uma camisa polo por dentro calça. Uma vez, cheguei a uma festa e um amigo na hora de me cumprimentar chegou a arrancar a minha camisa pra fora da calça! Pensei: “nossa, será que tem algum consultor de moda, tipo famoso, que decretou caça aos rapazes que usam camisa por dentro ou os vendedores das lojas têm dito isso aos clientes?

A polo como a usamos hoje foi “inventada” pelo tenista francês René Lacoste — um dos três grandes da Roland Garros dos anos 1930 —, que passou a produzir suas camisas com um algodão mais fino (piqué  de baixa gramagem, na linguagem técnica) que era perfeita para a prática do esporte: branca e leve. E ele usava suas camisas por dentro. As camisas de Monsieur Lacoste, por sua vez, foram inspiradas nas malhas que os jogadores de polo usavam, claro, também por dentro da calça e com cinto (óbvio que, no decorrer das partidas, com a movimentação dos braços e dos cavalos, as camisas saem pra fora).

A questão é: hoje existe uma variedade grande de modelos e tecidos de camisa polo. Penso que as mais informais, como aquelas de algodão mais grosso e de lavagem como as da Abercrombie, fiquem sim melhor por fora de bermudas e calças. As camisas mais tradicionais da Lacoste ou da Polo Ralph Lauren, que hoje são apresentadas em modelagens Classic (mais largas e mais compridas) e Slim Fit (mais justas e curtas), podem ser usadas tanto por fora quanto por dentro (apesar de que as Classic da Polo ficam um pouco compridas demais na parte de trás se usadas por fora). Já as polos com tecidos mais sofisticados, com algodão Pima ou egípcio, que são mais finas, ficam bem com calças de tecidos também mais nobres (linho ou algodão) e por dentro da calça amparada por cinto que pode ser de tecido ou couro (por fora, a aparência seria um pouco mais desleixada).

E, para os homens, a polo segue sendo uma ótima alternativa entre a camiseta e camisa para o dia a dia. Mas, a regra é o bom senso quanto à modelagem e ao gosto pessoal do freguês (pra mim, que sou nerdzinho, me sinto super confortável). Reducionismos e regras prontas nos dias de hoje sempre parecem falta de informação.

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Gunkanmaki

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Gunkan, em japonês, quer dizer encouraçado, navio de guerra. E é exatamente como se parece o gunkanmaki que é uma alternativa aos niguirizushi (ou como a maioria conhece, apenas sushi). Enquanto o nigirizushi  leva apenas o shari (o arroz de sushi) e uma fatia de peixe (ou de camarão ou de ovo), o gunkanmaki  é um bolinho de shari  envolto por nori  e que leva sobre ele geralmente uni (ouriço) ou ikura (ovas de salmão). Dizem que o formato gunkan  foi inventado no Ginza Kyubei, restaurante em Tóquio, nos anos 1930.

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EVITE: The View

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O The View, como o próprio nome já diz, vende sua vista do skyline  de São Paulo. Por isso, e talvez pelo piano-bar, é frequentado por muitos casais apaixonados. Mas, a vista nem é tão incrível assim… A não ser que, no terraço, você se sente num balcão com cadeiras altas próximas aos vidros (conforto zero), você não terá quase vista nenhuma. A decoração tampouco agrada: os móveis são bem de hotéis para viajantes de negócio, as mesas no terraço são grandes o suficiente para não deixar as pessoas próximas umas às outras, e a iluminação, que deveria criar uma “atmosfera” deixando o ambiente aconchegante e romântico (e olha que luz faz milagres em projetos quando a noite cai), só consegue iluminar mesmo.

Se quiser vista da cidade, com comidinhas, drinques e conforto, vá para o deck do Skye ou, então, para o bar do Terraço Italia, esse sim, com uma vista incrível da cidade e ambiente clássico, aconchegante e confortável projetado por Jorge Elias.

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O Lobo de Wall Street

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Assim como na vida real, não, o bad guy  não se ferra no final. Moralismos à parte (muitos dos familiares dos envolvidos e pessoas prejudicadas pediram boicote ao filme), os valores por trás do modo de vida de Jordan Belfort, o rapaz simples que se tornou milionário em pouco tempo vendendo ações de empresas de fundo de quintal para pessoas humildes e ignorantes prometendo um futuro — não cumprido — de riqueza e prosperidade, são a base do sistema capitalista. Dos operadores de Wall Street às letras do funk-ostentação, na evangelização do dinheiro o importante é tê-lo. E demais é um limite que não existe.

O Lobo de Wall Street, novo filme de Martin Scorsese, quinta parceria entre o diretor e Leonardo diCaprio, é um filme cheio de energia, drogas, dinheiro (milhares de Benjamins  na tela), mulheres nuas, grifes, boy toys, sexo, orgias (no escritório, em casa, em aviões fretados); sem nenhum pudor, assim como os personagens (reais, devemos nos esforçar para lembrar). Muito bem contada (o filme é baseado na autobiografia homônima de Belfort lançada em 2008), não se sente as três horas de filme passarem.

DiCaprio está excepcional e entregue (especialmente nas cenas em que ele discute com Naomi sobre “Venice” e abusa da expressão corporal tentando chegar à sua Lamborghini branca; ah, ele também aparece pelado várias vezes e tem até uma vela vermelha — e acesa — enfiada em suas nádegas, pela Venice); Margot Robbie interpretando sua esposa é belíssima; e ainda contamos com a participação mais que especial — e com frases ótimas — de Joanna Lumley, a eterna socialite-and-addicted  de Absolutely Fabulous. #WeLoveYouForeverPatsy No quesito glamour, também é ótimo ver o figurino de Naomi (a esposa de Belfort no filme, que na vida real se chama Nadine), seguindo a moda grifada da época: os modelos Versace (na época by  Gianni) e o look  camisa de seda e bota da primeira coleção de Tom Ford para Gucci (outono-inverno de 1995).

Nos anos 1990, as pessoas que investiram no mercado de ações através da empresa de Jordan Belfort perderam US$ 250 milhões de suas economias. Em 1998, ele foi indiciado por lavagem de dinheiro e fraude. Pagou uma multa de US$ 110 milhões e cumpriu 22 meses de prisão. Hoje, ele está fora do mercado e é um palestrante motivacional. Continua rico e influenciando um monte de gente com o seu sucesso (e que o filme, já indicado ao Oscar, corrobora). Numa sociedade que tem o dinheiro como objetivo principal de vida, pessoas que conseguem ganhar muito em pouco tempo, mesmo prejudicando milhares de pessoas são sempre respeitadas, não importa o quão repugnantes elas sejam. Ainda mais com suas roupas impecáveis e o discurso sempre afiado e confiante.

TheRealWolfThe Real Wolf: o bonitão Jordan Belfort no auge dos negócios. 

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EVITE: Revista Robb Report Brasil

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É sempre uma tristeza “ler” a versão brasileira da revista-catálogo-de-produtos-milionários Robb Report. Na edição de dezembro, que custa R$ 20 (a The Economist, importada, com conteúdo para uma semana de leitura e análise, custa R$ 31,90), a depressão já começa no editorial (sim, eu sempre leio os editoriais) que trata do “sucesso” da editora que publica a revista no Brasil e inclui platitudes da política brasileira em 2013 tendo como ponto de partida as manifestações de junho, claro (por que os editoriais das revistas brasileiras não podem ser interessantes como as do Graydon Carter para a Vanity Fair norte-americana?). Depois de páginas e mais páginas de produtos de luxo de marcas óbvias, provavelmente anunciantes (Breitling, Moët & Chandon, Versace, Maseratti, Absolut, Mercedes-Benz, Conrad, you name it), escritas com base em releases  de imprensa (pelos textos, não parece que a redação tenha experimentado todos os produtos sobre os quais escreveu), vem a matéria de capa com experiências “premium” – esse é o título da matéria de capa, acompanhada da frase “o céu é o limite”. Um jato da Embraer decorado por US$ 83 milhões,  um relógio da marca suíça De Bethune por US$ 1,1 milhão (que inclui viagem em jato particular, visita à fábrica de helicóptero e uma viagem para um château  na Borgonha com direito a jantar e uma degustação de vinhos; oi?) e uma casa fictícia com elevador de água com seis andares que demanda “14 meses para ser projetada e construída” a um custo de US$ 62 milhões preenchem as páginas de gosto bem duvidoso. A única matéria sobre arte contemporânea da revista “premium” traz as “artistas brasileiras” (sem de forma alguma desmerecer o trabalho de nenhuma delas) Bia Doria, Sandra Simonsen, entre outras, que é encerrada com uma frase de Madame Simonsen: “Meu trabalho é voltado ao designer de interiores, muito apreciado por decoradores, que, por sua vez, remetem ao mercado de luxo”. A revista encerra com páginas de Eventos, no melhor estilo Amaury Jr.

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Ninfomaníaca Volume I

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A partir das cenas dos “próximos capítulos” que passa junto com os créditos finais da primeira parte (o filme tem cinco horas e meia de duração e foi dividido em duas partes, cinco capítulos na primeira, três, na segunda), Nymphomaniac Volume I não passa de uma introdução. Uma introdução profunda, repleta de interessantíssimas metáforas e paralelos sobre o sexo, em suas mais variadas etapas da vida e situações (além de inusitadas, até engraçadas, intervenções de números, gráficos e imagens que mais lembram apresentações em Powerpoint).

Joe é a narradora de sua própria história. Encontrada machucada e desacordada na rua, sob a neve (ainda não sabemos por quê), por um homem mais velho que a acolhe em sua casa, objetos como um anzol, um quadro, um livro, um tocador de fita cassetes ou um garfo de bolos junto com um rugelach (“que é um croissant e nunca deveria ser servido com garfos de bolo”, na opinião de Joe) despertam nela lembranças de sua infância e adolescência, que ela conta, sempre de forma autopunitiva, para Seligman, esse homem cultivado, com nome judeu mas não religioso, pragmático, e para quem a moral não tem muito peso (“If you have wings, why not fly?”).

Apesar de estar escrito no cartaz do filme a frase “Forget About Love”, sexo e amor estão sempre se cruzando, seja quando ela ainda adolescente cria com as amigas uma seita com regras claríssimas para se rebelar contra o amor romântico (só se pode sair uma vez com cada homem) cujo lema é mea vulva maxima vulva, seja quando ela passa a sentir um interesse além do sexual com Jerôme (Shia LaBeouf, que se consolida como o galã mais sexy e atrevido do cinema atual), ou ainda quando seu vício em sexo (em alguns momentos de sua vida ela transa com dez caras diferentes por noite) acaba por influenciar casamentos alheios, gerando problemas que acabam por render uma incrível cena com Mrs. H (interpretada por Uma Thurman).

Para Joe, sexo é prazer físico, é fonte de alívio para situações difíceis, é fuga, faz parte de um jogo de poder e sedução com o sexo oposto, é o preenchimento de um vazio existencial. E, apesar de, para ela (pelo menos até essa parte da história), o sexo ser algo que lhe traga mais angústia que felicidade, em diferentes proporções, não vejo muita diferença no papel que o sexo exerce em nossas vidas no mundo de hoje.

“Perhaps the only difference between me and other people is that I’ve always demanded more from the sunset. More spectacular colors when the sun hit the horizon. That’s perhaps my only sin.”

Aguardando ansiosamente o Volume II.

ShiaLaBeouf_Jerome_Nymphomaniac

Shia LaBeouf como Jerôme

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