É muito “amor” nas redes sociais

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Pessoas que postam foto com amigo legendando “amigo que eu tanto amo” — mal conhece — ou “saudades” — mentira — só por que saiu bem na foto. E o amigo nem tanto. Nas redes sociais, o único amor que existe é o amor a si mesmo.

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Nomofobia

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Angústia causada quando você está impossibilitado de postar ou se comunicar através de algum gadget (telefone celular, tablet ou computador); é a fobia de se ficar sem um aparelho de comunicação móvel, sem poder checar a cada minuto quem está curtindo seu post ou sua foto. O termo vem do inglês, no-mo (no-mobile). Falta de sinal 3G no celular também pode causar nomofobia, especialmente quando você quer muito postar uma foto no Instagram e o upload  nunca carrega e termina em “failed”.

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London Grammar

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London Grammar é uma banda inglesa que lançou seu primeiro álbum em 2013 e já conquistou milhares de corações — ou os destruiu — all over the world. As músicas tristes e melancólicas — perfeitas para momentos de desilusão amorosa — são interpretadas pela voz potente de Hannah Reid (a primeira vez que escutei achei que era uma voz masculina). Strong, Nightcall, Wasting My Young Years já são favoritas. Se você curte Florence, Feist ou mesmo Lana del Rey, vai gostar. É só clicar abaixo e escutar. Ver Mais →

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PicNic


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Mesas, ar condicionado, comidinhas frescas e saudáveis (incluindo frutas e saladas), tomadas, wi-fi, espresso. O que a gente pode querer mais? O PicNic, no lado centro da Rua Augusta, a dois quarteirões da Paulista, é uma ótima opção às padarias, lanchonetes e cafés da região para os always-connected-workaholic-urban-dwellers como nós.

O ambiente pode lembrar demais as salinhas para crianças de livrarias e academias, com seus troncos estilizados de madeira ou o enorme painel que lembra as ilustrações dos livros didáticos infantis antigos. Mas, se o ambiente poderia ser mais sóbrio ou mais aconchegante com luz e cores menos vibrantes, o PicNic entrega o “conteúdo” que a gente quer: um ambiente bem pensado para comprar algo rápido, saudável e saboroso, e levar pra comer na rua, em casa ou na mesa do trabalho, ou então, para comprar e sentar-se enquanto se conversa, Ver Mais →


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Il quadrilatero del gelato nos Jardins

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Acho que já podemos dizer que temos, assim como Milão tem seu Quadrilatero d’Oro com todo o comércio de luxo concentrado em algumas poucas ruas, o Quadrilatero del Gelato nos Jardins. Na Oscar Freire próxima à Peixoto Gomide, temos a Bacio di Latte. Na mesma Oscar, na esquina com a Padre João Manuel, temos a PuroGusto, que fica a 50 metros da DriDri, também na Padre João subindo para a Lorena, onde fica a nova loja da Cuordicrema ao lado do supermercado Santa Luzia. Subindo mais uma rua, na Alameda Tietê quase esquina com a Augusta, tem ainda a Casa Elli. Só sorvete bom. O difícil é escolher onde comer. Confira no mapa da Simonde de São Paulo, abaixo:

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Japão, uma introdução

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Terra do Sol Nascente. A cultura japonesa tem uma fixação pelo Sol e por todos os outros elementos da natureza. Na música, na literatura, nas artes — geralmente utilitárias (nas porcelanas, nos kimonos, nos objetos de uso pessoal) e não apenas “plásticas” —, flores, montanhas, rios e ventos são constantes (entre as flores, a mais famosa é a das cerejeiras, em japonês sakura). Mesmo a família imperial, que é a linhagem imperial mais antiga do mundo (começou com Jinmu Tennoo no ano 660 e segue sem interrupções até hoje, apesar de sua influência política ter sido maior ou menos ao longo dos séculos) acredita-se que eles são descendentes da deusa Sol Amaterasu Omikami (uma coisa como Meroveu, no território que viria a se tornar a França, que se dizia descendente do deus do mar, sabe?). Bom, talvez por isso, os japoneses sempre se consideraram uma raça superior a todas as outras até recentemente, quando o Japão perdeu a Segunda Guerra Mundial. Bom, se não fosse pelo Imperador declarando em rede nacional que o Japão tinha perdido a guerra (mesmo em desvantagem, eles tinham plena confiança de que os deuses não os deixariam para trás), talvez nenhum japonês acreditasse. Foi um choque. (A obra Corações Sujos de Fernando de Morais — em livro e em filme — retrata como foi a repercussão desse momento histórico entre os japoneses que haviam imigrado para o Brasil. Quem acreditasse que o Japão havia perdido era assassinado, por ser um “coração sujo”. Foram dezenas de mortos, centenas de feridos e mais de 10 mil japoneses presos no Brasil, depois anistiados). Até então, eles se acreditavam invencíveis. E, pra mim, um dos mistérios do Japão de hoje é tentar entender como um povo tão orgulhoso, que foi tão humilhado pelos americanos há apenas 70 anos pode hoje tê-los como ídolos. Uma das minhas professoras de japonês me disse que os japoneses quando encontram alguém melhor que eles, abaixam a cabeça e passam a venerar os seus senhores. Essa resposta pode ser um começo para tentar entender a dinâmica dos valores dos japoneses que segue uma lógica nem sempre compreensível pra gente.

Outra coisa que me fascina na cultura japonesa é que ao andar pelas ruas e ter contato com os japoneses, a gente se espanta com a delicadeza dos mínimos gestos, com a distância e com sua placidez, mas no seu interior, não há povo mais dramático (desde as peças kabuki  às novelas do dia a dia), mais pervertido (não há limites no sexo, já que o budismo e o xintoísmo não impõem a moralidade cristã na condenação ao sexo) e capaz das maiores atrocidades (vide a guerra com os chineses – incluindo a Batalha de Nanquim – e a relação entre chefes e subordinados nas empresas contemporâneas) do que os descendentes de Amaterasu.

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Alain Ducasse, a matriz


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Apesar de não resultar em uma refeição empolgante, uma visita à matriz do império Alain Ducasse no mundo vale — para quem leva comida a sério — pela altíssima qualidade dos ingredientes. Do caviar à lagosta, passando pelas vieiras — nunca as tinha comido tão grandes e tão suculentas — ao frango de Bresse (até a carne do peito é úmida e macia, além de ser uma das especialidades do chef gascão), tudo é o melhor e da melhor procedência. E, talvez, seja esse o maior mérito de Ducasse e de seu chef executivo, Christophe Saintagne: o de preparar ingredientes muitíssimo bem selecionados de maneira que se possa sentir seu gosto verdadeiro, no seu melhor estado, sem malabarismos (o que me lembra um pouco o purismo e a sutileza da gastronomia fria japonesa; se o peixe não estiver bom, não há tempero ou cozimento que disfarce a textura ou o sabor). O menu todo — incluindo as sobremesas — cabe em uma única folha; só frente. É o essencial, no sabor e na oferta, Ver Mais →


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Zaz no Brasil

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Atenção, atenção! Uma de nossas divas francesas vivas, a cantora de voz grave, rouca, com ares — e letras — de pura liberdade e uma certa rebeldia, Isabelle Geoffroy, aka ZAZ, fará shows em Belo Horizonte (19 de março), no Rio (20 de março, no Circo Voador) e em São Paulo (nos dias 22 e 23 no Sesc Pompeia). Em São Paulo, os ingressos vão custar R$ 40 e começam a ser vendidos pela internet  apenas no dia 10 de março. Coloque a data na agenda. No sábado dia 22, o show é às 21h30, e, no domingo dia 23, às 19h30. Can’t wait. Confira abaixo algumas de nossas músicas prediletas para entrar no clima. Os ingressos para o Rio já estão à venda, clicando aqui.

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Espelho, espelho meu

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Pessoas que estão falando com você, mas quando veem um espelho, continuam a falar com você, mas olhando apenas e somente sua imagem — falando — refletida e, de repente, começam a articular melhor as palavras, sorrir de um jeito diferente, virar o rosto para, talvez, encontrar o melhor ângulo na visão dela. Sim, eu passei por isso. E senti medo. 8513869_1_620

Quadro Mirror, de Roy Lichtenstein, 1972

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Delírio Tropical


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Fast-food saudável e saboroso (quem disse que saladas precisam ser monótonas?), perfeito e delicioso para uma refeição pós-praia ou early dinner  em Ipanema, já que fica a uma quadra da areia (bem próximo do Coqueirão), na esquina da Prudente de Morais com a Garcia d’Ávila. Mas, para os “iniciantes”, entender o funcionamento da Delírio Tropical exige um pouco de paciência. O menu fica disponível na porta e são os atendentes que servem o prato numa porção pré-definida pela casa (você pode optar por duas ou três opções; e não pense que você pode pedir para colocar o feijão sobre o arroz, ele tem de vir na cumbuca; regras da casa), portanto, não pense que você poderá pegar um tiquinho daquela salada vistosa só para experimentar. Por isso, apesar da fila, vale a pena dar uma passeada pelo balcão para ver as opções ou ler pacientemente o cardápio na entrada para fazer a melhor combinação (o único senão de só ler o cardápio é que na hora da fome o apelo visual de um prato pesa mais que sua descrição).

Além do mix de saladas (simples, dupla ou tri-mix; e são três ou quatro opções por dia), você pode escolher extras cobrados à parte: grelhados (frango, salmão, filé mignon), empadas e quiches, crepes, sopas (a de batata-baroa/mandioquinha é uma delícia) e sanduíches (montados na hora) e sobremesas. Mas prefira os pratos que estão no balcão. Apesar da possibilidade de pedir um grelhado na hora, geralmente ele vem seco e/ou insosso, o que pode prejudicar aquele arrozinho delicioso que você já tem no prato. Ao fim do percurso pelo balcão, a atendente lhe dará um papel com o valor do seu pedido, que deverá ser pago no caixa, na saída.

Pegue sua bandeja e encontre um lugar para sentar em um dos quatro níveis da Delírio de Ipanema. No salão, tem disponível copos descartáveis, temperos e ainda uma caixa térmica com gelo (sempre muito útil).

No Centro da cidade, que foi onde a Delírio começou em 1983, são três unidades incluindo a da Rua Santa Luzia, do ladinho do Metrô Cinelândia, do Cine Odeon, do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, do Museu Nacional de Belas Artes. Mas só abre de segunda a sexta, das 7h30 às 16h45. Tem ainda na Gávea, na Barra e no Shopping Rio Sul. ;- )


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