#SomosTodosRacistas

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Posta foto comendo banana com a hashtag #SomosTodosMacacos (não vou NEM comentar a #VergonhaAlheia do oportunismo do tal apresentador da Globo), mas acha que a empregada é uma folgada e não entende como empregadas podem ficar doentes no dia em que ela organizou um jantar (tampouco entende por que um pobre pode querer uma TV de LED em casa e querer se divertir: QUANTA ousadia). Se o filho aparece namorando uma negra, então… = #SuicídioSocial). Fala mal do Brasil, que quer ir embora deste país de m***a, mas, ah, detesta política. É tudo culpa do PT, do Lula, do mensalão, da Dilma, da Copa — mas sonega imposto de renda, falsifica carteira de estudante pra pagar meia e só pensa em aproveitar a vida —, como se a pobreza e a desigualdade social existissem no Brasil há apenas 12 anos (just for the record, esses DOIS ÍNDICES pelo menos melhoraram BASTANTE nos últimos anos). Vou morar em Paris, em Nova York, Londres, Copenhague (claro, por que eu iria querer viver em Quito, Vienciana ou Luanda? que o Brasil se exploda! vou para um país que me merece! *vulgo países que já passaram por esses processos, dificuldades, revoluções, quando seus CIDADÃOS NÃO FUGIRAM para um país “melhor”*), mas nunca saiu do circuito turístico e não conhece a realidade dos banlieues  e dos outskirts nem se lembra que há apenas vinte anos Nova York era tão perigosa quanto São Paulo (ninguém tinha coragem de andar à noite na rua, nem na Times Square); e que TODOS os países do mundo têm seus problemas. Comuns para quem lá nasceu; difíceis para a nossa adaptação. Vou adorar ver você, como Ver Mais →

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Trancoso: o Quadrado

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Uma das praças mais lindas e charmosas e mágicas e únicas do mundo. O turista comum que anda pelo Quadrado não pode imaginar os jardins, as piscinas e as charmosas construções que ficam escondidas por trás da vegetação e das discretas passagens da praça que, com 320 metros de comprimento e 60 m de largura, nada tem de quadrada. Fundado em 1586 pelos jesuítas que chegaram com os “descobridores” do Brasil para ser uma comunidade em que os índios viveriam em harmonia com Deus e a natureza (harmonia à maneira portuguesa-cristã, claro), a intacta e bem preservada Praça São João (seu nome oficial), com suas casinhas coloridas construídas há mais de quatrocentos anos, é o coração, a alma e o exemplo máximo das contradições de Trancoso: rusticidade máxima e oferta de produtos e serviços com padrão — e preços — de São Paulo. Fica num plateau  sobre uma falésia (principal característica geológica da região) e se você for ao mirante que fica atrás da icônica igrejinha branca de São João Batista (construída em 1650) você terá uma bela vista para os coqueiros, o riozinho Trancoso, o mar e os mangues da Praia dos Nativos. Mas o Quadrado, esta charmosa e ampla praça, sem trânsito de carros, sem iluminação pública, sem asfalto (chinelos ou tênis, sempre; tudo bem que eu já vi paulistanas andando por lá de salto alto), tem hora pra ir: ou você vai no raiar do dia pra ver de camarote o nascer do Sol ou no fim da tarde estendendo até à noite num dos ótimos restaurantes (a maioria dos estabelecimentos permanece fechada durante a manhã e começo da tarde, só um ou dois restaurantes abrem para almoço e a coisa só começa a esquentar mesmo a partir das 16h, 17h). Por isso, em Trancoso, o programa é praia de manhã e Quadrado no finzinho da tarde para a noite.

Link: Trancoso: informações práticas

A Igreja de São João Batista, ícone do Quadrado, iluminada à noite

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Trancoso: Informações Práticas
Trancoso: O Quadrado
Trancoso: Praias
Trancoso: Hospedagem
Trancoso: Restaurantes
Trancoso: Comidinhas

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Trancoso: informações práticas

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A opção para a maioria das pessoas é ir de avião até Porto Seguro (BPS), onde já vale sair do aeroporto com o seu carro alugado e ir direto visitar a bem preservada e charmosa Cidade Histórica — do ladinho do aeroporto —, onde está o Marco do Descobrimento (uma coluna de mármore trazida pelos portugueses em 1503 que eles usavam para demarcar suas terras), uma das primeiras igrejas cristãs do Brasil (a igrejinha de São João Bendito, construída em 1549 pelos jesuítas) e o primeiro “conjunto habitacional” do nosso país. Da Cidade Histórica, você deverá “descer” para a cidade, em direção ao Sul, onde ficam as balsas que cruzam o Rio Buranhém (as balsas saem de 30 em 30 minutos, o dia todo). Atravessou o rio você já está em Arraial d’Ajuda. De Arraial até Trancoso, são 37 quilômetros de estrada em pista simples. Entre balsa (você sempre acaba esperando um pouquinho) e percurso até Trancoso, calcule 1h45 e de R$ 13 a R$ 20 pela balsa (o preço varia de acordo com a quantidade de passageiros no carro). Se você estiver indo com avião próprio ou helicóptero, você pode aterrissar direto no aeroporto do condomínio Terravista, que fica a 10 km de distância de carro do Centro de Trancoso (de Porto Seguro são 43 km).

TRANSPORTE LÁ
A maior parte das boas pousadas ficam no próprio Quadrado ou próximas a ele. E do Centro/Quadrado para as praias a caminhada é boa… A volta a pé (uma subida em estrada de terra) é ainda mais difícil depois do cansaço do Sol e do mar, da barriga cheia, das caipirinhas. Por isso, para maior liberdade, para poder transitar entre praias próximas e mais distantes, alugue um carro. Existem táxis e mototáxis em Trancoso, mas não é sempre que o celular pega (mesmo marcando com o motorista vocês podem ficar sem conseguir se comunicar caso haja algum imprevisto); não é sempre que eles estão disponíveis (principalmente na alta temporada e nas praias); encontrar um telefone fixo pode ser uma aventura; e à noite e de madrugada tudo fica ainda mais complicado. Mais fácil e simples ter transporte próprio; até pra deixar algumas coisas no carro e pode passar o dia inteiro na rua (prático também caso você tenha de fazer checkout ao meio-dia e queira ainda curtir a praia). Já alugue um carro no aeroporto em Porto Seguro. Ah, os caminhos para se chegar às praias em Trancoso são de terra. Chuva-pós-chuva-com-lama  é tenso. Por isso, é sempre bom ter em mente que, devido à péssima situação das estradinhas (e dos buracos que aparecem do nada na estrada que liga Arraial à Trancoso), o carro pode sofrer uma pequena avaria ou outra, e você vai ter de pagar por isso quando devolver o carro na locadora. E não adianta GPS. Não adianta Google Maps, que não tem nem os nomes das ruas e quando você busca por algum lugar ele mostra um lugar completamente diferente (até no site Booking.com, que puxa as informações do mapa do Google as localizações estão erradas). Só confie no mapa de Trancoso da Simonde — checado e marcado in loco — que você confere na aba Mapa.

QUANDO IR
A não ser que você vá com uma turma com a proposta de curtir as festas e os amigos e encontrar conhecidos como se Trancoso fosse um quintal de São Paulo, evite os meses de dezembro (Réveillon principalmente) e janeiro. A melhor época para se aproveitar a região é março e abril, já baixa temporada, quando a cidade fica tranquila (menos aos fins de semana) e o clima continua bem agradável. Mas, de qualquer forma, como a temperatura (do ar e do mar) ao longo do ano não varia muito e chuvas podem acontecer em qualquer época do ano (não confie no site da Climatempo, mas sim nos pescadores; eles NUNCA erram), qualquer fim de semana ensolarado pode ser uma boa desculpa para descansar, curtir uma praia e boa comida no Sul da Bahia.

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Vom Fass


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O logo e a fachada lembram uma lavanderia. Mas aí, quando você olha para o interior da loja, o que se vê são dezenas de filtros de barro — que parecem ser filtros de água, daqueles tão típicos do interior do Brasil. O nome germânico tampouco nos remete ao comércio de óleos e azeites, tão associado no nosso inconsciente ao calor dos povos mediterrâneos ao longo dos últimos 2500 anos. Mas uma vez ultrapassada a porta de entrada, a Vom Fass é loja obrigatória para chefs — profissionais ou amadores — e gourmets.

O grande diferencial da loja é a experiência. Ao ser recebido por uma das simpaticíssimas vendedoras (quem nos atendeu foi a Fátima), deixe-se levar pela viagem gustativa proposta por elas: muitos azeites, óleos, vinagres — aromatizados ou não, e elas dão ótimas sugestões de harmonização com saladas, queijos e até chás (!) —, sem falar nos licores, nos brandies, nas grappe, nos whiskies.

E o sistema de venda é perfeito também para aqueles que não cozinham muito em casa: você prova, decide o que quer, escolhe uma garrafinha de vidro (de vários tamanhos e formatos, que será cobrada à parte; por isso, traga a garrafinha de volta numa nova compra para que apenas o óleo seja cobrado), eles enchem a quantidade que você quiser. Uma vez fechada, a vendedora escreve com uma caneta especial no vidro o conteúdo do frasco. Apesar de eles não encorajarem, também dá pra fazer misturas: o azeite saborizado de laranja com o vinagre balsâmico de maçã fica uma delícia, tanto para acompanhar saladas quanto queijos. E NÃO DEIXE de levar um pouco do vinagre balsâmico Modena Di Famiglia (R$ 45,90 por 100 ml), intenso, cremoso; prazer puro.

Confira no site a enorme gama de produtos que a Vom Fass oferece.


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Ter é cuidar; tenha menos e viva mais

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Entendo cada vez menos pessoas que desejam comprar ou compram casas de praia ou de campo, fazendas, barcos, aviões, ou mesmo carros muito caros (até obras de arte). Entendo cada vez menos pessoas que precisam comprar roupas a cada coleção, redecorar a casa todos os anos. Ter é ter de cuidar, manter, se preocupar, se dedicar, ter carinho, limpar (já vi gente muito legal com celulares, computadores e cabos nojentinhos de sujo). Não importa se é um jardim, um cachorro, sapatos ou uma coleção de selos. Tem o tempo que envelhece, a umidade que apodrece, o ladrão que rouba, agride e invade. Cada material — da prata ao cashmere  passando pelo couro — exige cuidados diferentes. E dá trabalho até para se desfazer delas quando não as queremos mais, pois elas ficam, ali, ocupando espaço e tempo. Pra que comprar uma casa que você não vai ter tempo de usar — e vai te prender — com tantos hotéis e destinos incríveis? Barcos, carros, helicópteros, aviões podem ser alugados (já com staff  e catering) — e tem classe executiva, first class, A380, Singapore Airlines — sem precisar gastar fortunas com manutenção, impostos, salários, taxas, guarda, e, muito importante, sem precisar se estressar — essa é a pior parte — com a administração de problemas de funcionários: contratação, demissão, faltas, doenças, dia a dia. Em tempos em que os estilos são tantos — a reflexão para encontrar o seu é importante; esse é um tempo bem gasto — e as barreiras sociais desmoronam, quem fica reparando se você está na moda ou não? Quem fica reparando se você está com a mesma roupa da balada da semana passada? Sem falar no tempo que se gasta pesquisando, comprando, experimentando, trocando, encomendando… Pra mim, já basta ter de administrar-cuidar-bem — e estar sempre aprendendo como extrair o melhor de cada “ferramenta” — o celular, o iPad, as músicas no iTunes, o carro, os dois computadores, todos os softwares e aplicativos (SEMPRE com atualizações), meu emails, meus relacionamentos nas redes sociais e meu enxuto guarda-roupa. O resto do tempo (e do dinheiro)? Quero gastar lendo, viajando, praticando esportes, estudando, comendo, bebendo, experimentando, conversando e sendo generoso com as pessoas que amo, enquanto eu tiver saúde. E quer saber? E eu já acho MUITA coisa.

P.S. Eu sei que, no fim das contas, as pessoas com toda essa sede de consumo só estão querendo aprovação, só estão querendo ser percebidas e admiradas pelo mundo. Masss… as pessoas e os relacionamentos que realmente importam têm uma dinâmica bem diferente deste comportamento, não vão te amar mais ou menos por isso. Porque, se não for assim… Houston, we have a problem.

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Por que ir ao Japão em abril

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A floração das cerejeiras em Chidorigafuchi no Palácio Imperial Sakura Yozakura no Maruyama Koen, em Kyoto
Dura apenas uma semana. É aguardado ansiosamente por todos os japoneses, de Kyuushu a Hokkaido. É anunciado pela Agência Meteorológica do Japão e quando começa, só se fala disso em todas as emissoras de TV do país (tá bom, tô exagerando, mas é quase isso). Mas é um dos espetáculos urbanos — e naturais — mais lindos do mundo. E como o Japão é uma ilha comprida, que se estende “verticalmente”, a floração começa no Sul do país e vai “subindo” em direção ao Norte. Em Tóquio, um dos lugares mais procurados para o hanami  é o Parque Ueno (Ueno Koen), que tem quase 9 mil cerejeiras. Em Kyoto, o Maruyama Koen (koen é parque em japonês), que é decorado com lanternas de papel à noite para que os visitantes bebam sake, comam seus bento e celebrem a floração das cerejeiras é o lugar. Esse ano, o hanami  em Kyoto aconteceu de 31 de março a 10 de abril.

Hanami é formado pelos kanji  “flor” e “ver” e pode ser traduzido como “contemplar as flores”. Yozakura (yo para “noite” e zakura para “cerejeira”) é termo que se diz para a contemplação à noite. ;-)

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Por que os atores da Comédie Française usam o nome da companhia de teatro como “sobrenome” quando atuam no cinema?

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Por que a Comédie Française, esta instituição cultural francesa fundada por Luís 14 e Molière em 1680 e que ocupa o mesmo prédio desde 1799, é o único teatro do Estado francês, o único teatro que tem uma companhia permanente de 63 atores contratados exclusivamente, que apresentam uma média de 850 peças por temporada-ano, em três salas (Richelieu, a sala mais bonita, o Vieux-Colombier e o Studio-Théâtre), com um repertório com mais de 3 mil peças de teatro (só as peças de Molière foram encenadas 33.400 vezes, de 1680 a 2009). Assim, quando eles são convidados para atuar em algum filme (e parece que isto está virando uma tendência, já que quase todos os atores da trupe, quando nas telas, concorrem aos prêmios de melhores atores do César), eles são dispensados temporariamente, mas não perdem o vínculo com a Comédie Française. Por isso, no filme Yves Saint Laurent, por exemplo, o protagonista Pierre Niney é sempre apresentado como “Pierre Niney de la Comédie Française”.

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Yves Saint Laurent

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O roteiro — seja pela própria história do estilista seja por histórias próximas — a gente já conhece e se repete, se repete, se repete: talento genial lidando com as grandes pressões do mundo cercado por uma entourage  de colegas talentosos, lindos, ricos, michês e arrivistas, que curtem a vida adoidado (tudo bem, nem todo mundo tem Karl Lagerfeld na sua turma). E como se já não bastassem suas fragilidades, sofre ainda mais com os excessos de aditivos como drogas e álcool. Na narração de Pierre Bergé, companheiro mão firme que viveu por cinquenta anos com Yves Mathieu Saint-Laurent, o filme de Jalil Lespert começa com uma visita de Saint Laurent à sua família em sua Oran natal (Argélia francesa), logo que começa a despontar na carreira (já trabalhando na Maison Dior, onde foi contratado aos 19 anos). Logo em seguida, Pierre Bergé já idoso — e Saint-Laurent morto (ele faleceu em 2008) —, leiloa a belíssima coleção de arte que o casal amealhou ao longo da vida (repleta de obras compradas em pares, para os dois), no leilão da Christie’s que foi o grande destaque de 2009 e arrecadou quase 400 milhões de euros.

Se você não curte moda, vai ser difícil gostar do filme, que é bem a vida do dia a dia, nessa história nada original, super cronológica (a contratação e demissão de Yves da Maison Dior; o lançamento de sua maison haute couture; o vestido Mondrian de 1965; o lançamento do prêt-à-porter), sem grandes clímax, sem grandes emoções, nada nada nada Saint Laurent. Só dá uma animada quando entra a trilha na poderosa voz de Maria Callas, num dos desfiles mais deslumbrantes do mestre, na coleção de alta costura mais cara de sua história, intitulada Les Ballets Russes, do outono-inverno 1976. A cena foi gravada no Westin Hotel, onde o desfile aconteceu originalmente e com as roupas do arquivo da Fundação Yves Saint-Laurent.

O que vale a pena no filme, no entanto, além da moda e do luxo da vida de Saint-Laurent e Bergé, são as atuações dos atores da Comédie Française, Pierre Niney (ainda mais bonito que o Yves original) e Guillaume Galienne.

Agora, a gente aguarda a estreia (prevista para o fim do ano) de Saint Laurent, dirigido por Bertrand Bonello, apoiado pelo todo-poderoso François Henri-Pinault, CEO da Kering, conglomerado que é dono hoje da marca Yves Saint Laurent, que autorizou o uso da logomarca e dos desenhos de Yves e que o Pierre Bergé queria vetar.

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O natural nem sempre é o mais gostoso

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O que você prefere: comida industrializada que mantém sempre o seu sabor perfeito, sem alterações entre um lote ou outro, ou uma comida que pode sofrer alterações de sabor, de textura, pode nem ser tão prazeroso, mas que não tenha nenhum tipo de aditivo químico ou ingredientes para “melhorar” o sabor? Esse é um questionamento que acabei de me fazer sobre essa discussão slow vs. chemical. Frutas sem tóxicos não são tão perfeitas e podem não ser tão doces. Um pão artesanal pode não ser tão macio. Iogurte grego feito na fazenda não é tão gostoso e a textura não é tão prazerosa quanto aquele Vigor que a gente compra no supermercado…

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Hou Yi e a origem do Sol

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De repente, dez sóis surgiram no céu. Os sóis tinham uma mãe, a deusa Yi He (que não era Sol), que escolhia apenas um dos dos dez filhos para, numa carruagem de ouro, dar uma volta pelo céu. Só voltavam à noite. O passeio-rodízio iluminava a nossa Terra diariamente e os homens viam apenas um Sol. Durante milhões e milhões de anos foi assim. Um dia, os filhinhos sóis entediados e sem entender por que só podiam passear sozinhos sem a companhia uns dos outros resolveram se reunir. Discutiram e decidiram que amanhã seria um grande dia: o dia em que passeariam juntos. Amanheceu. Os DEZ subiram na carruagem de ouro. A mãe, ao ver a cena, desesperada, tentou impedir que os filhos travessos saíssem. Mas sem sucesso, chorou.

Ao se aproximar da Terra, que foi ficando cada vez mais vermelha e começou a arder em chamas com o calor excessivo, os sóis se alegraram. Achavam que a movimentação dos homens e animais correndo de um lado para o outro era um sinal de boas vindas e ficaram ainda mais alegres. O povo, desesperado, procurou o imperador que resolveu escrever um comunicado Ver Mais →

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