Onde jazem os reis de França

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Em Reims, cidade da região de Champagne-Ardenne, foram coroados todos os reis da França, de 1027 a 1825 (com exceção de apenas dois). De Henri 1º a Charles 10, passando por todos os Luíses: nove no total, de Luís 7 a Luís 16. Mas, se eles todos foram coroados em Reims, foi no subúrbio de Paris, na Basilique Saint-Denis, que eles foram enterrados. Hoje, todos os ossos dos homens e mulheres mais poderosos da França ao longo de mil anos de monarquia (de Clóvis, o responsável pela derrota dos romanos e pela  introdução do cristianismo na França, a Luís 14, o Rei-Sol-o-Estado-sou-eu, passando por Carlos Magno, o “Pai da Europa”) estão jogados e misturados em duas caixas de pedra. Durante a Revolução Francesa, a turba enlouquecida invadiu a Basílica, saqueou os túmulos e jogou todos os ossos num terreno baldio nas redondezas. E lá eles ficariam, jogados ao relento, por quase 25 anos até a restauração da monarquia em 1817, quando eles foram recolhidos e quando já era impossível identificar que fêmur era de quem. Ver Mais →

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Anna Wintour boicota o Meurice

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Depois que o sultão de Brunei, um dos homens mais ricos do mundo, implementou a sharia* no seu minúsculo estado do sudeste asiático encravado na Malásia (a lei entrou em vigor no dia 1 de maio de 2014), grandes nomes da moda e dos negócios decidiram boicotar alguns dos hotéis mais incríveis de Paris, Londres e Milão (Le Meurice, Plaza Athénée, The Dorchester, Principe di Savoia), que fazem parte da Dorchester Collection, da qual Hassanal Bolkiah, the sultan, é dono. E, depois de François Pinault (dono da Kering, aka Gucci, Balenciaga etc.), Hedi Slimane (diretor criativo da Saint Laurent) e Richard Branson (dono da Virgin), chegou a vez de Anna Wintour e toda a Condé Nast engrossar o coro. Até que o sultão desista da sharia, a toda-poderosa da Vogue America não se hospedará mais — nem ela nem qualquer outro funcionário da editora — em sua demeure parisiense, o Meurice.  * A sharia é lei religiosa islâmica baseada no Alcorão (não há separação entre religião e direito), que prevê pena de morte por apedrejamento para adultério (quase sempre mulheres) e homossexuais, amputações para crimes de roubo e chibatadas.

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Etiqueta em concertos

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PONTUALIDADE
— Chegue com antecedência para tomar um café e apreciar a arquitetura, as pessoas, antes de o concerto começar. Nada pior que chegar na sala atrasado, correndo, esbaforido. Você mal consegue sentir a música quando ela começa. Ah, aproveite para fazer xixi. Sair da sala no meio do concerto não é uma opção.
— Concertos não têm a regra dos “três sinais” comum no teatro, que sempre nos dá aqueles quinze minutinhos de tempo extra. Se o concerto está marcado para começar às 21h, ele vai começar às 21h.

PROIBIDA QUALQUER TIPO DE DISTRAÇÃO
SILÊNCIO TOTAL enquanto se ouve a música. Se precisar tossir ou espirrar, use um lenço para diminuir o barulho; se tiver uma crise de tosse, saia da sala da maneira mais discreta possível, ciente de que você não vai mais poder retornar ao seu assento.
— Se é proibido filmar, gravar ou fotografar o espetáculo, simplesmente não o faça.
— Telefones celulares, tablets etc. devem permanecer DESLIGADOS durante o concerto, não só no modo silencioso. A luz que as telas emitem também incomodam, distraem. Assim, se você quiser levar seu filho pequeno — que não tem paciência para permanecer no concerto — e acha que pode deixá-lo com um smartphone  jogando para ele se distrair, não o leve. É horrível ir ao concerto e ver uma tela colorida e eletrizante emitindo luzes coloridas ao seu lado ou na fileira da frente.
— Brincos e pulseiras podem fazer barulho. Atenção na escolha dos acessórios.
— Abrir balar durante o concerto? NÃO. A acústica das salas de concerto é tão perfeita que é capaz de o maestro ouvir e querer uma bala. Você não vai querer dividir, né?
— Última regra  de ouro do silêncio absoluto: NÃO comente sobre o concerto durante o concerto. Espere o intervalo ou o fim para dividir suas impressões. Se o seu acompanhante não tem o hábito de frequentar concertos e quer informações sobre a música, oriente-o antes e não durante o concerto.

APLAUSOS
— Talvez a parte mais “complicada”. É tradição aplaudir apenas ao final das obras. Geralmente, uma obra é composta por vários movimentos, e existem pausas entre eles. Se você não conhece a música completa, é difícil saber quando acabou (mesmo seguindo o programa, às vezes o maestro faz uma pausa maior entre movimentos; outras vezes, você mal percebe que um movimento acabou e outro começou). Conclusão: na dúvida, não aplauda até ter certeza que não tem mais nenhum movimento para ser tocado. E NÃO siga os outros porque aplauso é contagioso: quando alguém começa errado, vai um monte atrás.
Se a música te emocionar, aplauda, grite, levante. Sem vergonha.
— É fundamental que você se sinta confortável. Na Sala São Paulo, por exemplo, não é obrigatório o uso de trajes sociais, mas também não é permitida a entrada de pessoas usando bermudas, shorts e chinelos. Jeans, camiseta e tênis é ok.

DEU SONO?
— Se bater aquele soninho, pode cochilar (a não ser que você ronque). Nada mais luxuoso que ter a trilha sonora dos seus sonhos sendo executada ao vivo por uma competente orquestra em um templo de música.

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Cloche

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Cloche em francês quer dizer sino. Mas também é o nome desta tampa, geralmente de prata, que restaurantes tradicionais (cada vez menos na Europa e nas Américas, mas ainda comum na Ásia e no Oriente Médio) utilizam em seu serviço. Todos os pratos vêm à mesa cobertos pelo cloche, os garçons colocam os pratos em frente aos comensais e olham um para o outro para levantar o tampo ao mesmo tempo e levá-los embora. Hoje é até engraçado observar esse balé no serviço. :- ) Em São Paulo, o único restaurante de que me lembro usar os cloches era o Fasano, quando na Haddock Lobo. Mas eles deixaram de usar o utensílio. Na foto, uma cloche usada no serviço do Le Cinq, restaurante do hotel Four Seasons Georges V, em Paris.

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Her

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Nunca acreditei em livre-arbítrio. Sempre achei que nós também funcionamos por algoritmos, esse código-equação cheio de regras que determina o funcionamento de programas de computadores; apenas com variáveis mais complexas. Enquanto nos softwares as regras talvez sejam mais lógicas, o nosso algoritmo traz variáveis como a nossa personalidade, o ambiente no qual crescemos, a relação que tivemos com nossos pais, as pessoas que encontramos ao longo da vida, as experiências acumuladas, as alegrias, as tristezas, nossos desejos, talentos, traumas. A maneira como vemos, vivemos, agimos e reagimos na vida é SÓ o resultado dessa equação. E essa fórmula está sendo constantemente alimentada: em cada notícia que lemos, em cada conversa, em cada troca. E não há como fugirmos dela. Bom, essa também é Samantha, o sistema operacional que divide com Theodore (interpretado por Joaquin Phoenix) o protagonismo do filme Her, que trata da Ver Mais →

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Sua obra rende um bom selfie?

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Artistas plásticos obcecados pela fama já podem colocar mais uma variável em sua fórmula midiática: grau de interação com a obra que favorece selfies “criativas”, engraçadinhas e fotogênicas. Nas redes sociais, é mídia espontânea na certa. Por que tem gente indo às exposições não para conhecer a obra do artista mas para tirar fotos de si mesmo.

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Zero Gruppe

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Com o quase-total colapso do país após o fim da Segunda Guerra Mundial, quando a Alemanha foi dividida em duas e assim permaneceria pelos próximos quarenta anos, os alemães se referiam a 1945 como Stunde Null (a hora zero). Nove anos depois, em 1954, dois artistas de Düsseldorf quiseram recriar esse mesmo sentimento no campo das artes abandonando os materiais utilizados até então e preferindo os “não-artísticos”, como o tecido, o papelão, a madeira, o isopor, o plástico e, principalmente, a luz (e suas possibilidades de movimento); recusando a arte figurativa, a pincelada autoral; em exposições que duravam apenas uma noite: era a vernissage — em seus próprios ateliers — e nada mais… E fundaram um grupo não muito organizado que atraiu a atenção de outros grandes artistas da época, não só da Alemanha (Piero Manzoni, Yves Klein, Lucio Fontana, Jesús Rafael Soto, Almir Mavignier, Jean Tinguely etc.). Mais de 130 artistas participariam do projeto “Zero”.

O Zero Gruppe se transformaria em uma década num dos mais conceituados movimentos de vanguarda do século 20.  Assim como a Bauhaus (também alemã), escola que começou após o fim da Primeira Guerra Mundial, visava renovar a arte, a arquitetura, o design e o artesanato (e influenciar uma geração de artistas traumatizada pela guerra), e que foi fechada com a ascensão de Hitler ao poder (em 1933) porque a escola era muito “internacional”, o Zero Gruppe é um dos movimentos mais importantes da arte do século 20. Mas, diferentemente da Bauhaus que foi obrigada a ser fechada, o grupo programou seu fim com uma performance, em 1966, incendiando um carro e jogando-o no rio, numa festa com mais de mil convidados.

NA PINACOTECA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Para quem quiser conhecer o trabalho deste movimento numa belíssima e bem curada exposição, está em cartaz na Pinacoteca, até o dia 15 de junho de 2014, a exposição Zero, que rende ótimas fotos para o Instagram. Ver Mais →

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Trancoso: Praias


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A Praia dos Nativos, a dos Coqueiros e a do Rio Verde são as três principais — e mais centrais — praias de Trancoso, todas as três com as cabanas-barracas-restaurantes, onde você tem estrutura para tomar Sol, sentar-se sob a sombra e almoçar. Escolher a “sua praia” vai depender do estilo de experiência que você quer ter. Para quem quiser curtir a praia ao som de música eletrônica com todo o conforto de cadeiras, mesas, camas, pufes e serviço de bar e comidinhas, na Praia dos Nativos fica a Fly Club (ex-Tostex), sempre com DJ. O clima é de festa durante o dia e, durante a alta temporada, à noite também {fique atento à programação, clicando aqui}. Além da Fly Club, a Praia dos Nativos possui mais outras quatro barracas, uma ao lado da outra.

Eu já prefiro a Praia dos Coqueiros. A areia é mais fina, o mar é tranquilo como em todas as praias de Trancoso (e do Sul da Bahia em geral), e é onde ficam as ótimas Barraca do Jonas e a Cabana da Lúcia do Espelho. Na Cabana da Lúcia do Espelho, eu sempre peço (com antecedência, porque demora), o peixe assado na telha. Os peixes são fresquíssimos, pescados no dia (e comprados dos pescadores ali mesmo na praia), você vai até a cozinha, escolhe e eles preparam e servem com arroz e farofa de banana. Enquanto você espera, aproveite a praia e a cabana, que oferece uma ótima estrutura (sempre te dão uma mesa com guarda-sol e cadeiras, mais duas espreguiçadeiras forradas com palha e almofadas; nada de plástico, tudo de madeira). Só atenção: sempre que pedir drinques, não só aqui mas em toda a Bahia, alerte o garçom par vir com pouco açúcar. Os baianos têm uma tendência a exagerar no dulçor. A Cabana da Lúcia também tem estacionamento próprio. Em vez de parar na entradinha que dá para a Praia dos Coqueiros, siga em frente mais um pouco e vá checando as plaquinhas. Quando vir a placa da Cabana da Lúcia, é só entrar, parar o carro, atravessar o mangue e já sair dentro da barraca.

Apesar de as Praias dos Coqueiros e a dos Nativos serem vizinhas, elas estão separadas pelo Rio Trancoso (só dá pra ir de uma praia a outra a pé pela areia quando a maré está baixa). Assim, saindo de carro do Quadrado, é preciso pegar estradinhas diferentes para chegar aos Coqueiros ou aos Nativos. Mas, caso você já esteja numa das duas praias e quiser ir à outra, não precisa subir de volta ao Quadrado para pegar a estradinha para a outra praia: tem um caminho que liga uma praia à outra. Se você tiver tempo e disposição para explorar praias lindas e mais desertas — mas sem muita da estrutura das cabanas das praias mais centrais — vá visitar a Praia do Espelho (20 km ao Sul de Trancoso) e a Ponta de Itaquena.

E CONFIRA O NOSSO GUIA COMPLETO  DE TRANCOSO:
Trancoso: Informações Práticas
Trancoso: O Quadrado
Trancoso: Praias
Trancoso: Hospedagem
Trancoso: Restaurantes
Trancoso: Comidinhas


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Trancoso: Hospedagem


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Na Simonde, a gente não gosta de resorts, sempre isolados do mundo: não se vive cotidianamente a parte histórica, a cidade, as pessoas que vivem ali. Por isso, a gente prefere não se hospedar no Club Med ou no Terravista que são longes do Quadrado e das praias. A melhor opção sempre é se hospedar no Quadrado, já que parar o carro por lá pode ser um problema em épocas concorridas (e os guias da cidade, em bandos, não vão te deixar em paz pra ganhar uma caixinha na hora de estacionar). Mas, sendo a área-a-curtir  em Trancoso não muito extensa (sendo que você vai ter um carro para transitar entre Centro-Quadrado-Praias), nossas hospedagens preferidas seguem abaixo. (CASO você opte por escolher algum outro lugar no Quadrado — o Capim, o Etnia e o Uxua são meio concorridos —, apenas certifique-se de que a pousada tenha acesso a carros pelos fundos do terreno; senão, você terá de carregar as malas na mão até à pousada à la  Ver Mais →


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