Livre para escolher minha prisão

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Desh, de Akram Khan

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Um palco mal iluminado, sem música. O bailarino veste uma calça saruel, carrega uma lanterna, e passando a mão na parede e no chão — como se quisesse ver a poeira impregnada nesta viagem de reflexão sobre a sua relação com o pai já morto —, ele logo pega uma marreta e, com toda a força, bate no solo que representa suas origens bengalesas. Seja através das marretadas, das relações que o bailarino mantém com os objetos de cena ou dos movimentos ágeis e bruscos, existe uma agressividade latente em Desh, o primeiro solo de Akram Khan, coreógrado britânico de pais bengaleses, que é um dos mais geniais de sua geração. Agressividade essa sempre tão presente — e tão natural — entre pais e filhos, como na impaciência típica em diferentes fases da vida (dos pais quando os filhos são crianças e cheias de perguntas, dos filhos conforme os pais vão envelhecendo e Ver Mais →

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Tappo Trattoria

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A foto ao lado representa bem a nova fase do Tappo com a chegada do competente jovem chef  italiano-naturalizado-brasileiro — e lindo — Rodolfo de Santis (antes do de Santis, o Tappo não era um restaurante que se sobressaía). Os pratos antigos do pequeno (com apenas 28 lugares, por isso, reservas são fundamentais), aconchegante e bem frequentado restaurante de Benny Novak (conhecido pelo excelente francês Ici Bistrô) ainda estão no cardápio, mas, aos poucos, Rodolfo, que chegou ao Tappo em novembro de 2013, vem incorporando seu estilo (assim como no letreiro ao lado) neste restaurante que se chama “rolha” em italiano e que te faz sentir comendo dentro de um charmoso vagão de trem no palco da Broadway dos anos 1930 (ok, viajei).

Como um belíssimo exemplar de trattoria (“tavernas”, simples estabelecimentos na Itália que servem massas), o Tappo tem massas simples, clássicas e perfeitamente executadas. Pode ser o gnocchi de ricota, espinafre e parmesão, pode ser uma massa (você pode escolher entre penne, spaghetti, rigatoni, fettuccine, linguini, bucatini) al pesto, alla matriciana, alle vongole, alla carbonara (que ficou famoso em São Paulo por ser servido com uma gema crua e que, misturada com a massa, “cozinha” com o seu calor colaborando para a textura perfeita do prato). E tem também o cacio e pepe, receita típica da Roma, que não está no cardápio, mas que você pode pedir como prato ou como uma entradinha (sempre faço isso). O cacio e pepe leva pimenta preta “atiçada” no azeite de oliva quente e Pecorino, um queijo de ovelha típico do Lazio, região onde está Roma, só! #PraQueMais?

Mas também tem extravagâncias que merecem MUITA atenção do nosso paladar e do nosso estômago, como o linguine com lagosta e tomates frescos, o ravioli de camarão com molho de foie gras e espinafre e o riso del pescatore: um arroz com lagosta mais lulas, camarões, vieiras, mexilhões, minipolvos, muito tomate, manjericão; tudo no cozimento exato (e um dos meus pratos favoritos na cidade), ou ainda um nhoque IMPECÁVEL de funghi fresco com trufas negras e pinoli puxado no creme de leite (só de escrever isso, me dá vontade de ir lá comer).

De sobremesa, se você gosta de cannollo siciliano, vá de cannollo (eu não sou muito fã), que tem uma massinha crocante e é recheado com ricota de búfala, pistache, frutas caramelizadas e chocolate belga. Eu prefiro sempre ir de pannacotta com caramelo de vin santo (delicioso, impecável), tiramisù (o meu preferido ainda é o “molinho” servido nos restaurantes do Grupo Fasano, mas esse também é muito bom) ou o suave cheesecake de queijo de cabra com calda de amora.

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Manufacture des Gobelins


Ver Paris num mapa maior
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Numa vila intacta do 13éme arrondissement (com capela, museu, casinhas, ruas de pedra e prédios modernos), o Estado francês mantém vivo um dos símbolos de excelência das artes decorativas francesas, a tapeçaria, sendo a França (apesar das crises) o único Estado NO MUNDO a financiar uma atividade decorativa em nome da tradição. E apesar da longa história de Gobelins — que remonta aos anos de 1440, com o tintureiro Jean Gobelin, famoso por seu vermelho escarlate —, a técnica com que são feitos os tapetes e as tapeçarias permanece intacta: artesãos com iPod nos ouvidos produzem peças que podem levar de dois a 10 anos para serem concluídas, há mais de 400 anos (a técnica, não o iPod).

Na Manufacture des Gobelins, a gente volta aos tempos do rei Henri 4 (Henrique 4), que, em 1601, instalou dois tapeceiros flamengos no local (os artesãos de Flandres eram disputadíssimos pelas cortes europeias), que foram sucedidos por seus filhos, até que, em 1660, Louis 14, o rei absoluto mais esplendoroso e ensolarado de todos os tempos, junto com seu Ministro das Finanças e o criador da indústria de luxo francesa, Jean-Baptiste Colbert, “importam” um holandês com um novo método de tingimento do escarlate (naquela época as cores não eram nada fáceis, imagine só) e assumem Gobelins. Nessa mesma época, Colbert convence o Rei-Sol da importância das artes decorativas como forma Ver Mais →


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Shinkansen, 50 anos, nenhum acidente

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Lançado em outubro de 1964, o Shinkansen, o trem-bala japonês, comemora, em outubro de 2014, 50 anos, 5,5 bilhões de passageiros transportados e NENHUM acidente fatal. Média de atraso de todas as viagens dos trens em TODA a sua história: menos de um minuto. O primeiro serviço ligava Tóquio à Osaka, quando o Japão ainda não era nada da maravilha que é hoje; mas prometia, e o Shinkansen, a 320 quilômetros por hora, se transformaria num símbolo das transformações do país (os trens de alta velocidade para as massas só entrariam em operação na Europa dez anos depois) e reduziria para três horas a viagem entre as duas cidades (essa era uma região altamente povoada e o Japão não queria depender da importação de petróleo para transportar as pessoas).

Hoje, o Shinkansen liga o Japão do extremo norte de Honshu (ilha maior onde fica Tóquio e Osaka) até o extremo sul de Kyushu (ilha ao Sul, onde fica Kumamoto, a cidade onde meu pai nasceu); só não cobre ainda Hokkaido (linha em construção). Apesar de não haver mais Ver Mais →

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Bar da Dona Onça


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Acompanhando a linha curva e sensual do edifício mais emblemático de São Paulo, no térreo do Copan (projeto de Oscar Niemeyer,  e ao lado do Edifício Itália), o Bar da Dona Onça é um bar-mais-pra-restaurante que é o bem sucedido fruto do relacionamento entre os chefs  Janaína e Jefferson Rueda (este do excelente Attimo; hoje eles são casados e têm dois filhos). A inspiração da cozinha — assim como no Attimo — é o interior de São Paulo, a cozinha caipira. Frango com quiabo e polenta, picadinho de filé com ovo frito e tartare  de banana, cuscuz de galinha caipira e camarão com chuchu são alguns dos pratos emblemáticos e bastante saborosos (a comida aqui é muito bem temperada).

Pra começar, adoro pedir a deliciosa panelinha de frutos do mar com curry e o couve-flor à milanesa pra comer tudo junto. Depois o ravióli de cebola caramelizada com um creme de queijo da Serra da Canastra (R$ 52) vai bem se dividido para duas pessoas (é a quantidade perfeita para degustá-lo; mais pode se tornar um pouco enjoativo). Pra finalizar, Ver Mais →


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