As Bodas de Fígaro

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As duas primeiras peças que compõem a trilogia de Pierre Beaumarchais, 1. O Barbeiro de Sevilha e 2. O Matrimônio de Fígaro, se transformariam em óperas conhecidas mundialmente: O Barbeiro de Sevilha duas vezes, primeiro por Giovanni Paisiello e depois por Gioachino Rossini (que é a versão mais famosa), e O Matrimônio, que recebeu o título de As Bodas de Fígaro e seria uma das obras-primas do repertório operístico de Mozart (a terceira, La Mère Coupable, também viraria ópera de Darius Milhaud). Apesar da censura ao texto de Beaumarchais em Viena (a cidade ainda fazia parte do Sacro Império Romano-Germânico, antes mesmo do Império Austríaco e do Império Austro-Húngaro), o bem articulado libretista italiano Lorenzo da Ponte retiraria as partes ofensivas à monarquia, à religião e à ordem pública e conseguiria a aprovação do libretto com o Imperador José II antes mesmo de Mozart começar a trabalhar a música desta opera buffa (ópera cômica), — apesar dos esforços de sabotagem de Antonio Salieri, o arqui-inimigo de Mozart na corte. Com sua estreia em Viena, Ver Mais →

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Sala São Paulo

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Assim como o Orsay, museu parisiense dedicado ao Impressionismo, a Sala São Paulo ocupa uma estação de trem, a Júlio Prestes, que era a estação central da Estrada de Ferro Sorocabana, por onde safras de algodão e café do interior paulista chegavam à capital até os anos 1920. A única diferença com relação ao Orsay, no entanto, é que a Júlio Prestes ainda segue operando como uma estação da CPTM, o que torna a Sala ainda mais especial: essa dupla-ocupação do edifício neoclássico — do auge da música erudita ao transporte popular, dos notas puras da música ao barulho dos trens nos trilhos — aconteceu na década de 1990, quando o jardim interno da estação se converteu na mais incrível sala para concertos (construída exclusivamente para esse fim) da América Latina, que hoje é a sede da OSESP, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, e também do Cultura Ver Mais →

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Todos os cogumelos são comestíveis

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A diferença entre portenhos e bonaerenses

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Assim como ocorre com São Paulo e com o Rio de Janeiro (as cidade e os Estados, homônimos), na Argentina, existem a Província de Buenos Aires e a Cidade de Buenos Aires. Mas, diferentemente do que ocorre com São Paulo e Rio (São Paulo é capital de São Paulo, Rio é capital do Rio), a cidade de Buenos Aires NÃO FAZ parte da Província de Buenos Aires. Isso porque a Cidade de Buenos Aires, assim como nossa Brasília, é um distrito federal, logo, é autônoma (o nosso Distrito Federal também: apesar de estar “dentro” do estado de Goiás, também não pertence ao estado, e é tão autônomo que conta até com um governador próprio mas não tem prefeito).

O problema é que a área metropolitana que envolve a cidade de Buenos Aires, que é a capital da Argentina mas NÃO É a capital da Província de Buenos Aires (que é La Plata, a 56 km de Buenos Aires), é muito maior que a cidade. Uma pessoa pode nascer na mesma área metropolitana e não ser portenho, mas sim bonaerense. E a regra é essa: quem nasce no restrito espaço da Ciudad Autónoma de Buenos Aires é portenho (“a pessoa do porto”), quem nasce fora dela, mas ainda dentro da região metropolitana e na Provínicia de Buenos Aires, é bonaerense. Só não chame um portenho de bonaerense, é quase um insulto.

Outra curiosidade: enquanto no Brasil os gaúchos têm orgulho do seu Estado e a palavra gaúcho tem uma conotação positiva, para os portenhos, gaúcho (afinal de contas, os gaúchos estão presentes nos pampas brasileiro, uruguaio e argentino) é sinônimo de gente simples e ignorante.

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Ron Mueck

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Lembro-me bem da repercussão que teve a primeira exposição de Ron Mueck na Fondation Cartier, que é a origem da exposição no Brasil este ano, em 2005. Recebia vários e-mails  com fotos da exposição (não existia Facebook para compartilhar na época), muitas vezes, de pessoas que não tinham o menor contato com o mundo das artes. Lembro-me também de como eu me senti quando vi uma obra sua na Royal Academy of Arts em Londres, back in 1997, na Sensation, uma das exposições mais polêmicas da história da arte, quando seu trabalho como artista foi exposto pela primeira vez.

A pronúncia correta de seu nome é Ron “Muick”. É australiano (nasceu em Melbourne, em 1958), não tem formação artística tradicional/acadêmica e faz pouco mais de 15 anos que Ver Mais →

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Z Deli


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São 16 lugares, apenas seis em cadeiras, o resto em bancos em três pequenos balcões. Antes, não tinha banheiro. Depois da reforma de 2014, a gente consegue usar o banheiro dos funcionários no fundo da cozinha, pelo menos. O Z Deli não é pequeno, é micro (por isso, só vá durante a semana em horários alternativos — ou muito tarde ou muito cedo, se não quiser ficar esperando por um bom tempo). Mas, essa característica junto com as comidinhas saborosas e bem montadas é o que faz do Z Deli especial.

O cardápio, total New York, é enxuto (duas opções de salada, duas de sobremesa, 10 opções principais, o que a gente sempre gosta) e 80% das opções são de carne vermelha: hambúrguer, pastrami, roast beef, cordeiro. Frango só na salada Caesar. Pra quem não come carne bovina (eu) a opção fica sendo o ótimo Lox and Bagel: generosas fatias de salmão defumado, tomate, cebola e cream cheese. O bagel  vem quentinho, e o sanduíche é bem montado e saboroso. Mas o que atrai mesmo as pessoas para o Z Deli são os hambúrgueres, sempre fresquíssimos (são produzidos diariamente) e que são montados com ingredientes como jalapeños, pickles, cebola roxa, camembert  e foie gras. (Tanto é que no Prêmio Veja Comer & Beber 2013, a casa levou o 2º lugar na categoria Hambúrguer Gourmet e não na Sanduíche).

Pra acompanhar tem as Fat Fries, batatas fritas com casca acompanhadas de alho e alecrim. Apesar de muito bem temperadas, a maioria vem murcha com exceção dos palitos com casca (só esses que eu como). De sobremesa, vale pedir o delicioso and monster cheesecake, cremosíssimo e enorme. Dá pra dividir entre duas ou três pessoas. E você pode escolher a calda de frutas vermelhas ou morango azedo.


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Villa GRU

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As salas “VIP” dos aeroportos internacionais de São Paulo e Rio estão cada vez mais lotadas (com todas parcerias, cartões de crédito, promoções), são antigas e/ou datadas, oferecem serviços limitados e apenas quem está viajando em business ou first têm acesso a elas. Inspirado no serviço de outros aeroportos do mundo, o GRU Airport — novo nome do Aeroporto Internacional de São Paulo — oferece agora a qualquer viajante que esteja voando para fora do Brasil (ou em conexão internacional) o Villa GRU: “a” sala VIP. A entrada fica na área de embarque bem no comecinho do Terminal 2 (veja fotos na galeria abaixo). Você sai do carro, tem suas malas levadas até a Ilha GRU (o nome da recepção) e uma pessoa encarregada pelo atendimento irá cuidar de tudo: fazer seu checkin — em qualquer companhia aérea, em qualquer classe, da econômica à primeira — e despachar suas bagagens, enquanto você toma um café, come uns belisquetes ou relaxa em uma elegante Ver Mais →

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Fasano, o único restaurante de luxo de São Paulo


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Mal sabe o paraíso que espera um desavisado visitante por trás de uma discretíssima porta no lobby  de um hotel, que poderia ser a de um banheiro. O Fasano é o único restaurante de luxo de São Paulo. Garçons de smoking, ingredientes tradicionais sempre disponíveis (caviar, foie gras, cortes nobres de carne, peixes e frutos do mar fresquíssimos), carta de vinhos importante (com preços que fazem do céu o limite), ambiente imponente, mármores, madeiras, pé-direito alto, teto retrátil, piano ao vivo. Mas não é aquele luxo old-style-com-cheiro-de-mofo. É o atendimento impecável mas caloroso, sem afetações; clássico no sentido de atemporal; e elegantemente atual (mantiveram o smoking, mas não usam mais cloches no serviço). O Fasano poderia estar em Nova York, Londres ou Milão e ainda assim seria incrível.

O Fasano (todos os outros estabelecimentos do grupo viriam depois) não é um restaurante de chef como o D.O.M, o Maní ou o Kinoshita; é um restaurante de restaurateur. Seu estilo reflete a identidade tradicional — conservadora até — e a obsessão por qualidade de Ver Mais →


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Cuordicrema


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Uma sorveteria para adultos. Com menos gordura (os sorvetes mais gordurosos – com 9,5% de gordura – são os que levam chocolate, mas sorbetti  como pera – fantástico -, acerola, banana, abacaxi e laranja, cenoura e beterraba são 0%), muito menos açúcar que os dos concorrentes como Bacio di Latte e Casa Elli (na minha opinião, os mais doces, incluindo os sorbetti e granite; doçura que chega a atrapalhar o sabor das frutas), e oferecendo sabores como chocolate Satongo com sal rosa do Himalaia (o Satongo é um blend  de chocolate 72% da Callebaut com cacau de São Tomé, da Tanzânia e de Gana); Crema Fiorentina, uma receita da Florença do século 16 que leva creme de leite fresco, mel, cascas de laranja e limão, baunilha e pedacinhos de maçã e canela; ou do limão que vem do Lago di Garda, azedinho, com raspinhas da casca e um toque amargo no final (como se estivéssemos tomando um suco da fruta in natura), a Cuordicrema (assim mesmo, escreve-se tudo junto) tende a agradar paladares mais educados, mais maduros. (Sem falar no Amaretto, o meu sorvete preferido de todos os tempos. São 89 receitas, 18 sabores Ver Mais →


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Mandíbula


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As comidinhas do Ramona, os livros da Biblioteca Mário de Andrade, as festas no Grand Metrópole, a cervejinha na praça no Paribar, os drinques-com-vista no Terraço Itália e, agora, o Mandíbula, colocam definitivamente esse quarteirão da Avenida São Luís — e, particularmente a Praça Dom José Gaspar — no nosso mapa. No segundo andar da Galeria Metrópole, o Mandíbula (adoro esse nome) é um espaço que mistura café (sempre filtrado ou na prensa #noespresso), bar (cervejas e drinques) e uma bela coleção de vinis, à venda (com preços que variam de R$ 20 a R$ 300; os discos mais raros levam simpáticos post-its  explicando por que aquele vinil é especial).

No cardápio, cervejas como Heineken e Sol, cervejas artesanais e drinques bem preparados, como o Negroni e duas já famosas versões de gin tônica: uma com Tanqueray e limão siciliano e outra com Hendrick’s e pepino. Pra comer, amendoins, azeitonas e burekas — uma rosquinha de massa folhada típica do Leste Europeu — com várias opções de recheio (batata com cebola, carne com beringela, espinafre com queijo) e servidas num filtro de café de papel. Basta chegar no balcão, abrir uma comanda com o seu nome (que fica no bar) ou pagar direto a cada pedido.

Com DJ ou sem DJ, a trilha sonora rock  é ótima. Dá pra se sentar no bar, em um sofázinho Chesterfield de dois lugares ou numa mesa coletiva que fica no corredor da galeria que dá para um belo terraço com vista para a Avenida São Luís, onde as pessoas fumam. Para ficar perfeito quando as lojas fecham (a Galeria fecha a última portinhola para entrada à meia-noite, mas os clientes podem ficar até altas horas no Mandíbula) a luz forte e branca dos corredores deveria ser diminuída. Mas os sócios já conversaram com o condomínio e não teve jeito. De qualquer forma, o Mandíbula é mais uma opção jovem de se aproveitar o centro da cidade do jeito que a gente gosta.

Parar o carro na região pode ser um problema. Um dos jeitos mais fáceis é deixar o carro com os manobristas do Ramona e atravessar a rua, que é logo em frente.


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