Eleven Madison Park


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Assim como o Gordon Ramsay da Royal Hospital Road  em Londres, o Eleven Madison Park é a quinta-essência gastronômica de Nova York: fica em frente ao Madison Square Park (e no MEIO, entre uptown  e downtown, entre o oeste e o leste de Manhattan); o salão dramático tem pé-direito alto com grandes janelas (bem bonito na hora do almoço com a luz do dia); fica num prédio art-déco que parece ter saído de Gotham City; é fun and entertaining – talvez herança do showbiz  norte-americano -; e o serviço é mais solto, menos formal que em outros restaurantes gastronômicos na cidade (como Per Se, Jean-Georges ou Le Bernardin) mas ainda assim muitíssimo profissional (e como é sempre bom ser atendido por pessoas que entendem muito de comida e bebida).

Quanto à comida, não são todos os pratos que fazem você querer comer novamente (eles perguntam se você tem alguma restrição no início da refeição e preferem fazer surpresa sobre o que será servido no menu-degustação, ou seja, você não tem a menor noção do que será servido no dia). Mas considerando o cozimento perfeito de cada produto utilizando a técnica francesa (nunca comi um pato assado tão incrível na vida: carne macia e pele crocante, que o cozinheiro faz questão de, antes de servir, desfilar com ele ainda na panela pelas mesas do salão), o rigor na escolha e procedência dos ingredientes – Ver Mais →


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Novos pratos na Trattoria Fasano

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Os restaurantes do Grupo Fasano são sempre um porto seguro quando se quer ambiente elegante, comida clássica, bem feita e sem firulas, e bom serviço (infelizmente cada vez mais raro até mesmo em restaurantes caros em São Paulo). Para comemorar o primeiro ano da Trattoria Fasano (saiba tudo clicando aqui), restaurante no Itaim dedicado à cozinha aconchegante do centro e do Sul da Itália, novos pratos entraram no cardápio e experimentamos alguns deles (todos os pratos citados nesta matéria são novos):
trattoria-fasano-carpaccio-de-lula-1DSC01301-1000-1O carpaccio de lula defumada (R$ 52) com delicado molho vinagrete (que não leva cebola, vinagre, pimentão, ingredientes polêmicos para a harmonização com vinhos), lindamente cortado (em corte tradicional de qualquer parte da Itália), em tempos de onipresença de polvo, é leve e combina perfeitamente com o verão que se aproxima. Para acompanhar, o sommelier do Grupo Fasano, Massimo Leoncini, sugeriu um chardonnay da Sicília (Chardonnay La Fuga D.O.C, Donnafugata, de 2011), que, por ser um vinho de região marítima, possui um toque salgado que lembra a maresia, ótimo para acompanhar um ingrediente que vem do mar. Já os arancini alla siciliana (R$ 26), um bolinho frito de risotto com açafrão recheado de carne e ervilha, é pra compartilhar. Com os pãezinhos do couvert e os dois arancini que vêm na porção, dificilmente você terá fome pra qualquer outro prato; controle-se, coma apenas um.
trattoria-fasano-papardelle-ragu-de-pato Pra quem gosta de pato (um amigo que leva gastronomia a sério só come pato “porque os frangos da indústria crescem sem nunca ter pisado no chão, sem falar nos hormônios”), prove o papardelle al ragù d’anatra (R$ 68), saborosíssimo, com muito peito de pato desfiado entre as camadas dessa massa larga e fresca, de forma que não tem como não dar uma garfada sem pegar uma generosa quantidade de pato. (Uma das coisas que mais aprecio nos estabelecimentos Fasano é que os pratos são sempre “confortáveis” de comer). Como a carne do pato tem muito ferro na sua composição — o que a deixa amarga —, para harmonizar, a sugestão é um vinho da uva primitivo (Primitivo di Manduria “Sud” D.O.C – Feudi San Marzano, de 2010, da Puglia), que resulta num vinho levemente adocicado e que equilibra o amargor do pato.

Se você gosta de tomate, o novo menu ainda apresenta os comfort-dishes spaghetti alla chitarra con salsa papa pomodoro e ravioli di mozzarella di bufala al pomodoro e basilico. Pra quem gosta de carne, as novidades são uma tagliata di manzo (finas fatias de filé mignon com rúcula e parmesão) e portafoglio di manzo recheado de queijo taleggio e aspargos.

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O salão da Trattoria Fasano. Imagem: Divulgação

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Não fique triste, darling

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Tuju

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A arquitetura, a qualidade dos ingredientes e a apresentação dos pratos do Tuju — em belíssimas e variadas cerâmicas — são completamente ofuscadas pela iluminação que não valoriza as cores da comida (principalmente nas mesas ao fundo do salão), e, principalmente, pelo serviço lento, desatencioso e confuso. Você pede o couvert e trazem apenas um micropotinho de manteiga e um de sal para a mesa (de seis pessoas), esquecem entradas, trazem os pratos principais sem tirar os pratos das entradas (e lá se vai chamar alguém pra ajudar enquanto se segura os pratos), trazem pratos de outra mesa, não limpam a mesa (os jogos americanos em papel, que sujam, deixam o aspecto da mesa ainda pior), retiram os pratos colocando o corpo entre as pessoas interferindo na conversa (esse é o problema de se fazer mesas coladas nas paredes quando o garçom precisa por um só lado Ver Mais →

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Arte misândrica

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Misógino é aquele que sente ódio, aversão ou desprezo pelas mulheres. É um sentimento ainda bastante presente — na música, na literatura, nas opiniões — seja de forma explícita, seja de forma velada, no discurso machista de homens E mulheres, apesar da atração sexual que possa existir entre o interlocutor e o objeto de seu desejo-desprezo. Mas, talvez como uma forma de lutar contra séculos de opressão (ou mesmo se vingar de uma traição, do desprezo e da humilhação por um homem), cada vez mais artistas mulheres produzem obras misândricas, principalmente nos últimos vinte anos, seja através de músicas, como as cantoras Tori Amos, Nicki Minaj e Beyoncé-Who-Runs-The-World-Girls-Knowles, ou mesmo nas artes plásticas, como Sophie Calle (que, na obra intitulada Take Care of Yourself, expôs o email que o seu ex-namorado lhe escreveu para terminar o relacionamento Ver Mais →

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Exotique

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Os filmes noir de Hollywood das décadas de 1940 e 1950 reinventaram a posição da mulher e da moda feminina na cultura popular. Em 1947, dois anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, Christian Dior, faria uma ode à feminilidade com o seu New Look (nome dado pela redatora-chefe da Harper’s Bazaar norte-americana, Carmel Snow), dando poder às mulheres sobre os homens (mesmo que fosse apenas um statement fashionista). No cinema, femmes fatales como Rita Hayworth, Barbara Stanwyck e Jane Greer usavam roupas reveladoras e joias com o intuito de provocar e seduzir homens passíveis de serem dominados. A lingerie se tornaria mais complexa e interessante, aumentando a temperatura para quando chegasse a hora de se despir. E é nesse contexto que surgiu a Exotique, revista publicada entre 1951 e 1957, por Leonard Burtman, cientista que trabalhou para o governo norte-americano nos anos 1940 que, tornando-se estéril por causa Ver Mais →

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Saint Laurent, agora, por Bertrand Bonello

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Ambos os filmes têm o mesmo tema e foram lançados em 2014. Mas tudo é mais bonito no Saint Laurent de Bertrand Bonello em comparação com o Yves-Saint Laurent de Jalil Lespert: os atores (Gaspard Ulliel!!! — lindo, pelado e em nu frontal —, Louis Garrel!!!, Aymelide Valade!, e mesmo Jérémie Renier, que acompanho desde As Rosas Selvagens, tem seu charme), os enquadramentos, a composição das cenas, os móveis design  do apartamento de Jacques de Bascher (o amante de Yves), a bela fonte que dá forma ao título do filme e que informa os anos em que as cenas se passam (meio à la Tom Ford, preciso dizer).

Como cinema também agrada mais. O Saint Laurent de Bonello, que não teve a aprovação do parceiro-de-toda-a-vida de Yves, Pierre Bergé, mas que teve o apoio de Henri-François Pinault, CEO da Kering, holding de luxo que hoje é dona da marca do estilista que revolucionou a maneira da mulher se vestir, é mais sutil e menos didático (só faz uma alusão à Dior), mais emblemático e menos romantizado que a versão de Lespert, que se Ver Mais →

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Tributo Versace para a Client, por Didio

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Gianni Versace era um pioneiro: foi um dos primeiros estilistas que ficou MILIONÁRIO com a moda (sua fortuna sempre gerou rumores); foi um dos primeiros que transformou suas roupas em estilo de vida, criando móveis, roupas de cama, porcelanas, cristais com os melhores fabricantes do planeta; foi um dos primeiros que abriu loja no Brasil, quando as marcas de luxo ainda inexistiam nos Jardins paulistanos.

Eu era apaixonado pelos excessos, pela releitura coloridíssima do barroco e pelo sex appeal de sua moda (na época, diziam que as esposas vestiam Armani, as amantes, vulgares, Versace). Numa era pré-internet, sua paixão pelas artes plásticas e decorativas, sua coleção de arte, sua ousadia nos catálogos e livros fotografados pelos maiores fotógrafos de moda do mundo (ele não se privava de colocar homens nus com TUDO à mostra nos seus catálogos e eu sempre ficava observando Ver Mais →

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A beleza da juventude masculina no olhar de Didio

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O Brasil é um país de homens lindos. E, felizmente, temos um fotógrafo especialista em descobrir, explorar e espalhar essa beleza para o mundo. Reconhecido internacionalmente, faminto por uma boa foto e apaixonado pela juventude masculina, há mais de 20 anos Didio nos inspira com imagens — naturalistas, sem artificialismos, masculinas e que captam a essência — dos modelos mais lindos do Brasil. Apesar de ser um fotógrafo de moda, a roupa tem um papel completamente secundário em seu trabalho. O foco é sempre o modelo, sua personalidade, atitude e espontaneidade.

É uma rotina incansável: semanalmente, Antônio Bezerra, seu nome de batismo, casado há 18 anos com o booker  Alex Dugacsek e pai do Baco (um schnauzer de 17 aninhos que adora ser fotografado; ele posa!), conhece, conversa — muito, já que, pra ele, conhecer a pessoa, Ver Mais →

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As companhias aéreas emirati

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Enquanto Dubai em apenas trinta anos deixou de ser um deserto e se transformou num destino turístico superlativo (prédio com um quilômetro de altura, ilhas artificiais, pistas de esqui em shopping center), Abu Dhabi sempre foi a irmã mais velha, mais discreta, maior e RYKA. Simplesmente rica: 95% do petróleo e do gás natural existentes nos Emirados Árabes Unidos (a sexta maior reserva do mundo) estão no Emirado de Abu Dhabi, cuja capital é a cidade de Abu Dhabi, e que, por sua vez, é a capital dos Emirados Árabes (seguiu?).

Os Emirados Árabes Unidos são um país fundado em 1970 composto por sete — quase eram nove — emirados soberanos (o Bahrein e o Catar optaram por tornar-se independentes). Cada emirado é governado por uma família real, todos parentes, mas, especialmente os emirados de Abu Dhabi e Dubai são governados por duas famílias mais próximas, que descendem do clã Bani Yas: os Al Nahayan, que reinam Ver Mais →

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