Cafe Sabarsky, um pedacinho de Viena no Museum Mile


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Na Quinta Avenida, no Museum Mile, entre o Metropolitan Museum e o Guggenheim (a três quadras de cada um) está um dos museus mais elegantes e únicos do mundo: a Neue Galerie, com uma coleção focada nas artes e design  alemão e austríaco do início do século 20, que pertence ao herdeiro da Estée Lauder, Ronald Lauder. Dentro da Neue Galerie, e inspirado nos grandes cafés de Viena, está o Cafe Sabarsky, o lugar perfeito para um café da manhã, almoço, chá da tarde com bolo ou early dinner, pré ou pós-peregrinação nos museus.

Com grandes janelas com vista para o Central Park, tudo o que está no cardápio do Cafe Sabarsky – idealizado pelo chef  Kurt Gutenbrunner, também dono do Blaue Gans – é saboroso e bem preparado (o nome vem do marchand  Serge Sabarsky, especialista em arte expressionista alemã e austríaca que teve uma galeria em Nova York e parceiro de Ronald Lauder em sua coleção). Das entradinhas aos spätzle (uma espécie de nhoque alemão), das salsichas aos schnitzels (fatia fina de carne de vitela ou porco à milanesas), dos cafés aos bolos e tortas impecáveis (se tem uma coisa que os germânicos sabem fazer é bolo, nossa). Tudo elegantemente servido (os pretzels  vêm sempre ardendo de quente) apesar de o serviço não ser muito atencioso. Não vá com pressa.

Como não poderia deixar tudo exala Germania do início do século 20: dos pequenos lustres de Josef Hoffmann nas paredes, dos estofados com padronagem de Otto Wagner de 1912, as cadeiras Thonet, à seleção de vinhos e sekt  (vinhos espumantes) alemães e austríacos servidos em taça ou garrafas.

Se for para almoçar ou nos fins de semana, sempre tem uma filinha. Mas ela anda rápido e logo você estará sentado. Aproveite a atmosfera e as comidinhas. E não deixe de visitar a também elegantíssima livraria no interior do edifício.


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A diferença entre sake e shochu

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Em todos os países ocidentais que acolheram a gastronomia japonesa, o sake acabou por ser considerado “A” bebida oficial do País do Sol Nascente. Mas, no Japão, outra bebida (também à base de arroz) é muito mais consumida que o sake, e se chama shoochuu. (Curiosamente o mesmo acontece com o salmão: no Ocidente, o salmão cru é um dos peixes preferidos pelos amantes da culinária nipônica, mas no Japão os japoneses têm verdadeiro horror ao salmão cru, só comendo o peixe na forma grelhada).

A diferença entre o sake e o shoochuu é simples: apesar de ambas terem como matéria-prima o arroz, o sake é fermentado (assim como o vinho) e com uma concentração de álcool entre 10% e 20%, e o shoochuu é destilado (assim como a vodca e o uísque), com uma concentração de álcool que varia de 35% a 45%, e pode ser feito não só de arroz, mas também de batata e de soba (o trigo Ver Mais →

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The Noguchi Museum


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O Noguchi Museum é uma das pérolas de Nova York. Fundado em 1985, em Long Island, Queens (a localização não é central e tem de ir de carro ou táxi), para celebrar a vida e a obra de um dos artistas mais produtivos e influentes do século 20, o espaço é perfeito para fugir da agitação de Manhattan (onde várias de suas obras ocupam alguns dos mais importantes prédios comerciais da ilha) e contemplar esculturas, móveis e objetos, além de um jardim pequeno, tranquilo, mas impecável (que é a minha ideia de paraíso).

O escultor e designer  nipo-americano, que passou sua infância e adolescência viajando e aprendendo seu ofício pelo mundo (entre França, Itália e Japão, se estabelecendo em Nova York), trabalhou com outros grandes artistas de sua época, entre escultores, arquitetos e coreógrafos, onde elaborava o que chamava de ‘escultura do espaço’. Ver Mais →


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Pode levar bebidas alcoólicas no avião?

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Em voos internacionais, não tem jeito. Se estiver levando ou trazendo bebidas alcoólicas, tem de despachar dentro da mala (e rezar para que as garrafas — e suas roupas — cheguem intactas no destino). Mas, nos voos dentro do Brasil, você pode levar na bagagem de mão até cinco garrafas de vinho, uísque ou de cerveja (ou qualquer outra bebida com menos de 70% de álcool), desde que cada garrafa não ultrapasse um litro.

Quando você está levando preciosas garrafas para alguém, a última coisa que você quer é lidar com a frustração de não conseguir presentear seu amigo ou anfitrião. Por isso, despachar as garrafas — sabendo como os funcionários das companhias aéreas tratam as nossas malas — pode se tornar uma Ver Mais →

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The Nomad Restaurant


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Quando entrei no Nomad, foi paixão à primeira vista. O hotel-e-restaurante que leva o nome do bairro onde está situado (NOrth of MADison Square Park) é aconchegante e faz a gente se sentir em casa – e no Costes (até saber que a decoração elegante em clima de boudoir – sooo French – era assinada pelo mesmo Jacques Garcia, que também decorou o Costes lá no comecinho dos anos 1990; explicado). Tanto o Costes como o Nomad são hotéis AND restaurantes de único nome. Mas, enquanto o Costes está numa localização incrível em Paris (na Saint-Honoré com a Place Vendôme) e o Nomad meio isolado entre downtown  e uptown, entre o leste e o oeste da ilha, o Nomad ganha de longe em outro quesito: comida. Quem comanda o restaurante é o chef  suíço Daniel Humm, do Eleven Madison Park (a três quadras daqui), um três macarons  Michelin que é um dos melhores restaurantes da cidade.

O cardápio é enxuto do jeito que a gente gosta – alguns snacks, oito opções e de entradas e oito opções de principais – e são temáticos: entre as entradas você tem “alho”, “atum”, “ovo”, “timo de cordeiro”, “foie gras”; entre os principais “cenoura”, “vieiras”, “lagosta”, “pato”. Apenas peça o que você tiver vontade de comer no dia e aproveite; tudo é impecável Ver Mais →


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O livre-arbítrio e o destino

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Quem diria. Livre-arbítrio vs. destino é daqueles temas que geram debates acalorados em casa. Sempre acreditei que na vida tudo está escrito, uma vez que cada decisão que a gente toma, por mais “livre” que ela seja, será sempre influenciada por toda a nossa história, a cultura do nosso país ou da religião, nossas experiências, nossos valores, nossa educação, nossos sonhos; as vivências passadas e os objetivos futuros. E não há como fugir deste acumulado-de-tudo-isso que somos nós. E uma vez que a vida é escrita sem o nosso consentimento (onde e com quem vamos nascer, o que vamos viver, as pessoas que vamos encontrar, as vontades que vão surgir), será que o livre-arbítrio é — e nós somos — tão “livre” assim? Mas foi a Victoria Beckham, estilista, ex-Spice Girl e esposa de David Beckham, que veio com essa interessante reflexão, no vídeo da ótima série 73 Questions With produzida pela revista Vogue America.
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A barba, o lumber e a Gilette

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Nos anos 1990, num mundo cada vez mais minimal, tecnológico e clean, parecia que a tendência entre os homens era caminhar para a ausência total de pelos, no corpo e no rosto. Mas repare — caso você ainda não tenha percebido —: grande parte dos homens hoje parece que simplesmente desistiram de se barbear ou se barbeiam com uma frequência menor. E isso trouxe más notícias para a Gilette, pois desde sua fundação, em 1901, a marca que pertence à poderosa Procter & Gambble NUNCA havia observado queda nas vendas de seus aparelhos descartáveis de barbear. O investimento é pesado e contínuo em desenvolvimento de produtos, marketing e as campanhas, milionárias.

Desde 1971, quando foi acrescentada a segunda lâmina nos aparelhos de barbear até as 5 lâminas dos últimos lançamentos, parece que essa tecnologia encontrou seu limite (pra que mesmo cinco lâminas afiadíssimas para aparar pelos quase indefesos?) ao mesmo tempo que surge na evolução comportamental masculina essa figura que a imprensa Ver Mais →

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Chou

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O Chou é um restaurante de comidinhas simples, bem preparadas com ingredientes frescos, não fotogênicas mas cheias de sabor, em uma charmosa casinha decorada com móveis rústicos e que tem um agradável quintal-jardim — nosso lugar preferido para jantar —, que no inverno ganha aquecedores e mantas, e no verão pernilongos (vá de calça comprida e repelente nos braços). O Chou poderia facilmente estar em Palermo Viejo.

Pra começar, peça o couvert e entradinhas para beliscar (adoro o chevrotin, as lulinhas na chapa com aioli e os lagostins grelhados). De prato principal, selecione a carne — impecavelmente — grelhada que tiver vontade no dia, só NÃO DEIXE de pedir como guarnições o risoni (uma massa no formato de arroz) cremoso com hortelã e pecans (não se preocupe, o sabor do hortelã é bem sutil, quase imperceptível) e as batatas rústicas amassadas com ovo, cebola, mostarda e manjerona Ver Mais →

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Likes get you high?

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Em 2014, eu tive dates com três caras que tinham mais de “10 k” (em inglês, um k equivale a “000”), ou seja, que tinham mais de 10 mil seguidores no Instagram. Até então (até 2013), o Instagram pra mim era uma rede social em que a gente postava fotos de que a gente gostava, sem nenhum compromisso de agradar a um venerável público. Mas tudo mudou. E confesso que escutar frases como “meus fãs gostam de ver fotos minhas”, “se uma foto tiver menos de 500 likes, eu deleto porque queima meu filme”, “meu ex-namorado não sabia administrar minha popularidade” — ditas sem NENHUM constrangimento —; a preocupação com o conteúdo — escolha do cenário, do figurino, dos acessórios, editar a foto com inúmeros aplicativos para melhorar a aparência —; e o hábito de postar em dias e horários específicos para “otimizar o número de likes e comentários” (ou não postar fotos demais com o mesmo objetivo; “floodar a timeline” é como isso se chama); e o pudor zero em fazer Ver Mais →

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Veloso, coxinhas e caipirinhas incríveis

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É como voltar no tempo. Um boteco num tranquilo largo da Vila Mariana, com ruas de paralelepípedo, ao lado do reservatório de água do bairro construído nos anos 1910 (em processo de tombamento), luz amarelada, pertinho da agitada Rua Vergueiro, que só perde a tranquilidade quando o Bar Veloso abre e começa a aglomeração. Gente que lota o bar, gente que bebe de pé na área demarcada na calçada (servida pelos garçons), gente na calçada da rua Conceição Veloso que espera uma hora por uma mesa ou um lugar no balcão. O nome do bar inaugurado em 2005 e que já é um clássico da cidade não tem nada a ver com o nome da rua — uma coincidência —, mas sim em sua inspiração: o Bar Veloso, da Ipanema dos anos 1960, frequentado por Tom Jobim e Vinicius de Moraes (no Leblon tem também um bar com mesmo nome que homenageia o mesmo Veloso).

Por isso, chegue cedo (o bar fecha cedo por estar numa região residencial), sem pressa, porque a espera vale a pena. As mais de quinze receitas de caipirinhas, servidas em copos altos, são excepcionais. Todos os ingredientes se equilibram em precisas medidas, de Ver Mais →

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