Passo a passo: Como tirar o visto americano

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Antes de qualquer coisa: primeiro tire o visto, depois compre a passagem e reserve o hotel. Se o seu visto for negado — apesar de que a taxa de brasileiros rejeitados é cada vez menor (hoje em torno de 6%) —, eles não reembolsam nem os US$ 160 (quase R$ 500) que você vai gastar para tirar o visto nem qualquer prejuízo que você tenha por não conseguir realizar a viagem. Os brasileiros gastam TANTO nos Estados Unidos que o sonho dos órgãos de promoção do turismo norte-americanos é acabar com o visto para brasileiros, mas por questões políticas (inclusive do governo brasileiro que não quer que ainda mais brasileiros optem por gastar seu dinheiro lá em vez de aqui, movimentando a economia americana) é bem improvável que isso aconteça. Ver Mais →

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Byblo’s

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Quando em um restaurante de comida étnica — seja italiana, japonesa ou árabe —, ver estrangeiros “de origem” ou descendentes em busca da “comida da família” entre os frequentadores é sempre um sinal muito bem vindo de que o estabelecimento 1. é fiel às tradições e, principalmente, 2. tem comida boa (por isso sempre levo meu pai a restaurantes japoneses; ele tem uma sensibilidade para o sabor e a textura do arroz que eu não tenho). E no Byblo’s, restaurante de comida libanesa situada nesta ruazinha em Campo Belo que, num único quarteirão, possui uma oferta bastante interessante de comidas e doces, eu conheci a Meme, uma senhora que frequenta sozinha o restaurante porque no Byblo’s ela come a comida de sua avó.

Não espere por sofisticação no ambiente ou no atendimento (quando a Nohad, dona e chef, desce de sua cozinha para o salão, você a verá constantemente interferindo no serviço). Mas, Ver Mais →

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Festival Música em Trancoso

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Se há 45 anos Campos do Jordão tem seu impecável festival de música clássica que atrai pessoas para a cidade apenas para aproveitar a programação de Arthur Nestrovski / Marin Alsop num clima de montanha, Trancoso segue a mesma direção, sob as mãos de Sabine Lovatelli, da Mozarteum, com um festival de música à altura, mas que mistura do erudito ao popular, que tem tudo a ver com a Bahia. 

O Festival Música em Trancoso — o MeT —, já em sua quarta edição acontece este ano de 7 a 14 de março (de sábado a sábado), no belo Teatro L’Occitane, que fica no complexo Terravista (tem de ir de carro até lá porque é bem longinho do Quadrado).

Na programação, que conta com nomes importantes da música, como a soprano búlgara Vesselina Kasarova, o tenor argentino Enrique Folger, os maestros Roberto Minczuk, Carlos Moreno e Benoît Fromanger, o música Cesar Camargo Mariano e o sambista Paulinho da Viola, entre outros, cada dia é dedicado a um estilo de música: na abertura, no sábado dia 7, From America to France  faz uma viagem de Gershwin a Saint-Säens; no dia 8, Tango Meets Samba traz Piazzola e Caymmi no mesmo programa. Ainda tem um dia dedicado à bossa nova e outro à ópera. Para conhecer a programação completa, é só clicar aqui.

Os ingressos estão sendo vendidos a R$ 100 por noite pelo site ingressorapido (clique aqui, apesar de alguns dias já estarem com ingressos esgotados). Para a comunidade, eles custam R$ 10 (muito legal isso).teatro loccitane musica em trancoso terravistaOs dois teatros, cada um com capacidade para 1000 pessoas, sendo o da direita a céu aberto. :- )
teatro loccitane musica em trancoso terravista
E CONFIRA O NOSSO GUIA COMPLETO  DE TRANCOSO:
Trancoso: Informações Práticas
Trancoso: O Quadrado
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Trancoso: Restaurantes
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Buenos Aires, uma introdução

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buenos-aires-640Buenos Aires é daquelas cidades que combinam elementos irresistivelmente charmosos: agitada cena cultural, pessoas bonitas, tango (clássico e contemporâneo), bons restaurantes, jogos de polo (os atletas argentinos estão entre os melhores do mundo) e a arquitetura dos tempos áureos muito bem preservada e aproveitada no cotidiano portenho. Além dessas características — que fazem parte da cidade há décadas —, Buenos Aires ainda passa por grandes e bem-vindas transformações em bairros como Puerto Madero (numa surpreendente reurbanização com o melhor do design mundial) e Palermo Viejo (com seus bares, restaurantes e lojas hip), apesar de todos os problemas políticos e econômicos.

Muito influenciada pela Europa, numa mistura hispano-ítalo-francesa, Bs.As. (como eles escrevem abreviadamente o nome da cidade) mantém sua herança viva, seja no hábito dos argentinos de frequentar cafés lendo seus jornais, na arquitetura francesa belle époque das mansões aristocráticas em Recoleta ou nas baladas noturnas que começam às 2 h e vai até a hora que Deus quiser.

O melhor de tudo isso é que Buenos Aires está a menos de duas horas de viagem de São Paulo, o que torna a cidade um destino perfeito para qualquer fim de semana.

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El Ateneo Grand Splendid

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A Ateneo Gran Splendid é uma livraria única. Ocupa um edifício que já foi um híbrido de teatro, cabaré, cinema (um dos primeiros cinemas de Buenos Aires a exibirem filmes sonorizados) e estúdio para as gravações de Carlos Gardel, o maior representante do tango argentino. No térreo de um edifício residencial, o Grand Splendid era “uma catedral das artes cênicas”, como diria seu idealizador austríaco, Max Glücksmann, que a fundou em 1919.

Considerada a maior livraria da América Latina, a Grand Splendid possui mais de 120 mil títulos de livros, 10 mil CDs, o que a torna um ótimo lugar para encontrar TODOS os livros de seus autores espanhóis e latino-americanos preferidos em seu idioma original. Possui também grande quantidade e bons Ver Mais →

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Buenos Aires, um pouco de história

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As primeiras famílias espanholas chegaram à região do Rio da Prata em 1536 (antes, o território era habitado por índios nada amigáveis; os primeiros navegadores que chegaram lá foram assassinados e comidos!), onde ficaram pouco tempo, graças à falta de alimentos e aos índios hostis. Buenos Aires só seria fundada em 1580, mas permaneceu esquecida pelos espanhóis por mais de 200 anos por causa da escassez de metais preciosos na região.

Quando a região descobre seu potencial econômico — as imensas estâncias para a criação de gado nos Pampas e o porto de Buenos Aires entra na rota do comércio internacional —, a Espanha decide criar o Vice-Reino do Rio da Prata e declara, em 1776, Buenos Aires como sua capital (tirando os argentinos Ver Mais →

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Tastevin

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Se você for ao Bernardin, em Nova York, verá que os três sommeliers  da casa usam pendurados em seus pescoços pequenos pratos rasos de prata, parecidos com cinzeiros que, na verdade, são tastevins, objetos criados na Borgonha há mais de duzentos anos para que os produtores de vinhos pudessem conferir a cor e a claridade dos vinhos tintos nas escuras caves iluminadas por velas.

O tastevin é o ancestral da taça de vinho. A pronúncia correta é “tát-vã” (não se pronuncia nem o s do meio nem o s final), significa “provar vinho”, e apesar de não ter sido criado para os sommeliers e sim para os produtores (todo vigneron bourguignon carregava um no bolso), do advento da energia elétrica (a prata e as fendas ajudavam a refletir a pouca luz dos porões) e de não permitir que se agite o vinho para liberar os aromas Ver Mais →

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Museu da República: Onde Getúlio se matou, é um dos único palácios preservados do Rio

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A  simplicidade do banheiro e quarto presidenciais em contraponto com a belíssima e bem preservada opulência da decoração — toda importada, da escada aos mármores — do Palácio do Catete chama a atenção. Foi no quarto singelo do terceiro andar que o presidente Getúlio Vargas — o décimo terceiro presidente a ocupar o palácio neoclássico famoso por suas sete águias de bronze no topo do prédio que foi sede do Governo Federal de 1897 a 1960 — se matou com um tiro no coração, vestido com o pijama listrado bordado com suas iniciais, hoje em exposição ainda com a mancha de sangue, e com direito à arma e a bala que ele usou para sair “da vida para entrar na História”.

Além do suicídio de Getúlio em 1954, muitos outros fatos importantes aconteceram neste palácio-urbano-com-a-porta-para-a-rua que hoje dá de frente para a estação de metrô do Catete: a morte do presidente Afonso Pena em 1909, a assinatura da declaração de guerra Ver Mais →

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Trufas pretas de Norcia no Fasano

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Se comer ostra é como comer o “mar”, comer trufa é comer a “terra”. Das trufas pretas, as mais famosas são as do Périgord, região que faz parte da Aquitaine (mesma região de Bordeaux), no sudoeste da França, mas italianissimo como o Fasano é, são as trufas pretas da comuna de Norcia (na Perugia, no centro da Itália) que são servidas durante a curta temporada que acabou de começar e deve durar até o fim de fevereiro.

Diferentemente das trufas brancas, selvagens, que simplesmente surgem na terra, as trufas pretas são cultivadas — através de condições de vegetação (uma floresta, com carvalhos e aveleiras) e solo (calcário) propícios para o seu surgimento — e são colhidas sempre no inverno europeu. E são mais duras que as trufas brancas. No serviço do Fasano e de outros restaurantes, as trufas brancas são raladas em finíssimas fatias; já a trufa preta é ralada como o queijo parmesão, proporcionando efeitos diferentes no prato.

Quando a trufa é apresentada (o maître  deixou eu cheirar a trufa), o aroma é bem sutil. É quando ele começa a ralar e os pedacinhos de trufa começam a tocar o prato quente que é possível começar a sentir os aromas de forma mais intensa. O fato de estarmos acostumados com os óleos e azeites trufados, e as trufas em conserva, que têm aromas mais intensos (muitos aromatizados artificialmente), pode fazer com que esperemos mais do aroma da trufa in natura.

Na boca, os sabores da trufa preta são bem mais sutis e terrosos que os da trufa branca. É como se estivéssemos comendo terra com gosto de quase nada. Por isso, opte por pratos mais delicados como os perfeitos e al dente nhoque de batata e o talharim na manteiga (R$ 350,30, com serviço de 13%) a pratos com ingredientes mais pronunciados como o carpaccio de filé mignon com queijo Grana Padano (os pratos são os mesmos que o Fasano serve com as trufas brancas), para que você consiga sentir mais os aromas e sabores das trufas pretas de Norcia, que estão no panteão dos ingredientes gastronômicos mais raros — e caros — do mundo.

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