Bulgari Milano


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O legal do hotel Bulgari de Milão é que, assim como o Costes em Paris, ele sobreviveu bem àquele período inicial de buzz — ambos já não são mais novidades — e segue ainda sendo frequentado por viajantes sofisticados quando querem um endereço na cidade e pelos locais para tomar um drink (os fins de tarde no jardim são famosos), um chá ou fazer reuniões de negócios curtindo a atmosfera contemporânea e verde do hotel (muitos outros hotéis de luxo pequenos são privés demais para o nosso gosto). O Bulgari se destaca ainda mais na cena hoteleira milanesa quando o Four Seasons e o Principe di Savoia, dois grandes hotéis sempre sinônimos de luxo, ficam para trás com quartos de decoração datada e cobrando preços semelhantes (a competição fica ainda mais acirrada com a chegada do Mandarin Oriental em julho de 2015).

O selo, que leva a marca da centenária empresa famosa por suas joias (hoje parte do Grupo LVMH) e já tem três filiais (Milão, Londres e Bali), é administrado pela Marriott (sendo o Bulgari e o Ritz-Carlton os selos mais sofisticados do grupo). Tem ótima localização (fica Ver Mais →


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Só fale para aperfeiçoar o silêncio

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Quem morou no Museu do Ipiranga?

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Ao visitar palácios históricos, é quase automático tentar imaginar a vida daqueles que ali habitavam: a vida nos corredores, nos aposentos, nos jardins, o que vestiam, o que falavam. Uma vez passeando pelo Museu Paulista, conhecido pelos paulistanos como Museu do Ipiranga (quando ele ainda estava aberto e operante), parei por alguns segundos e fiquei pensando: “ok, Dom Pedro I deu o grito da Independência logo ali, mas todos os membros da família imperial e os governantes da República sempre habitaram o Rio de Janeiro, nunca São Paulo”. O que fazia aquele palácio imponente do século 19 — quando São Paulo tinha apenas 70 mil habitantes — no bairro do Ipiranga?

Ninguém NUNCA morou no edifício eclético-neo-renascentista que abriga o Museu Paulista. O edifício com ares de palácio, desde o início, fora construído como um monumento para Ver Mais →

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Chá da tarde no Palm Court do Ritz


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No lindo, barroco e antiquado Palm Court do Hotel Ritz, no coração de Piccadilly, a gente esperaria encontrar ladies com espartilhos, chapéus grandes e enfeitados, e elaborados vestidos Worth; homens de casaca e cartola; e a fina flor da aristocracia britânica do começo do século 20, quando o hotel foi inaugurado (alguns anos depois de César Ritz ter aberto o hotel de mesmo nome na Place Vendôme). Mas, o que se vê são turistas de outras partes da Inglaterra (que tem o afternoon tea do Ritz como um dos programas obrigatórios quando na cidade) e americanos hospedados no hotel. Turistas e mais turistas. Mas, nem por TUDO isso, a tarde para o chá no Ritz deixa de ser delicioso, chique e agradável.

Com todos os quitutes impecavelmente montados (os insossos sanduíches de pepino de sempre, os de ovo, com mature cheddar e ainda de frango – estes dois últimos deliciosos –; scones com creme e geleia; e pâtisserie), o chá da tarde no Palm Court – assim como em outros tradicionais hotéis na cidade – equivalem a uma boa refeição (se tiver reservas para Ver Mais →


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Marina Abramović

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O artista faz uma performance. O público, que geralmente é apenas espectador, interage com o artista e se torna, junto com o criador, a própria obra, que é filmada, editada, transformada numa instalação-nova-obra e exibida para outros públicos. “Performance vira vida e vida vira arte”. Essa é uma das fórmulas de exposição utilizadas pela artista sérvia — parte da ex-Iugoslávia — Marina Abramović, uma das precursoras do gênero performance art, que já registrava em vídeo suas primeiras apresentações na década de 1970, quando submetia seu corpo a condições extremas, com direito a cortes e sangue, quase morrer no meio de uma estrela de fogo (o fogo consumia o oxigênio e Marina desmaiou) e quase ser baleada quando colocou seu corpo completamente à disposição dos espectadores.

Se antes Marina chocava o público com suas apresentações nuas e/ou arriscadas, hoje, a artista é uma guru do tempo, uma xamã da observação e da paciência. Com nossa atenção Ver Mais →

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The Morgan Library


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Reaberta em 2006, após uma extensa e bem-sucedida reforma e ampliação por Renzo Piano, a Morgan Library & Museum é uma atração imperdível. The Morgan Library & Museum é o resultado da paixão pelo colecionismo – seu hobby  quando não estava controlando a economia mundial – de John Pierpont Morgan, um dos homens mais ricos e poderosos que a América já conheceu. Grande entendido de arte (sabia mais sobre valor e autenticidade que muitos especialistas), J.P. Morgan, como ficou conhecido, além de ter amealhado durante sua vida uma grande quantidade de importantes quadros, tapeçarias, moedas, tecidos, armaduras e objetos decorativos, começou sua jornada no mundo das artes colecionando livros, manuscritos e cartas, que são o destaque e a raison d’être  da Morgan Library.

Para abrigar a coleção cada vez maior e mais importante de livros, Morgan, que morava no número 219 da Madison Avenue  desde os anos 1880, encomendou, em 1902, a construção de uma biblioteca particular no mesmo terreno de sua casa, mas com entrada pela Rua 36. E é nesse prédio, desenhado por Charles McKim e símbolo clássico da arquitetura norte-americana do início do século 20, que Morgan recebia amigos, marchands, parceiros de negócio e intelectuais.

O prédio McKim é um dos grandes destaques do Morgan Library (além do calendário de exposições e atividades sempre superinteressantes). Inteiramente preservada desde os tempos em que Morgan himself  utilizava os salões, o prédio é formado por um hall de entrada de tirar o fôlego (a Rotunda), uma belíssima biblioteca (East Room, com três andares de livros em que não se vê as escadas de acesso – escondidas por trás das prateleiras), o austero escritório de Morgan (West Room) e o aconchegante escritório do bibliotecário (North Room).

Ricamente decorado com madeiras nobres, moisacos belíssimos, mármores, tapeçarias, afrescos e quadros de mestres renascentistas da coleção original de J.P. Morgan, o prédio McKim também abriga a importante coleção de livros (já ia quase me esquecendo deles…) incluindo três Bíblias de Gutenberg (uma à mostra), partituras originais de grandes compositores da música dos séculos 17, 18 e 19, além de centenas de primeiras edições das principais obras da literatura mundial.

Além da casa de Morgan e do prédio McKim, o Morgan Library conta ainda com o Anexo, outro prédio construído em 1928 (cada prédio possui um estilo diferente), quando o filho de J.P., Jack, já tinha transformado a biblioteca em uma instituição cultural (em 1924). Hoje, os três prédios são interligados pela contemporânea obra de ampliação da Morgan Library capitaneada por Renzo Piano, concluída em 2006; elegante, aconchegante e repleta de luz natural.

Abaixo, uma excelente explicação pela Kahn Academy sobre um dos maiores tesouros da coleção Morgan: a capa do Evangelho de Lindau, circa 880, do Império Carolíngio.

Obs.: Não deixe de almoçar no Morgan Dining Room, que era a sala de jantar da Morgan Mansion, e visitar a linda loja da instituição, com uma ótima seleção de livros e objetos


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Pan Am Club, vista 360º do skyline no topo do hotel mais icônico de SP

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Parece que São Paulo encontrou uma de suas vocações para a noite: já que não temos praias, paisagens naturais e a nossa arquitetura não é lá essas coisas, exploremos a vista urbana — à noite, os gatos são pardos — e o mar de prédios e luzes, a exemplo do Bar do Edifício Itália, do Skye, de passeios de helicóptero, e do projeto Heineken Up On The Roof, as experiências que fornecem as melhores vistas da monstruosa e gigantesca capital paulistana. E da mesma forma que a gente se encanta e se impressiona com a vista da cidade quando o avião se aproxima de Congonhas, surge o Pan Am, um clube sem programação fixa que leva o nome da empresa norte-americana que foi a maior e uma das mais incríveis companhias aéreas do mundo (a gente amava), que fica no topo do Maksoud Plaza, um hotel que é uma instituição da hotelaria paulistana (a gente segue amando) e que é uma criação do cordobés-criativo-mais-paulistano-que-muitos-de-nós Facundo Guerra Ver Mais →

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ENDOSSO: Máquinas de café Nespresso

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Comprei minha máquina de café Nespresso há mais de dois anos, no exterior. E fiquei impressionado com o atendimento da empresa, que é do Grupo Nestlé, quando a minha máquina quebrou recentemente (simplesmente parou de funcionar). O serviço é 24 horas, sete dias por semana. O telefone é 0800 e você pode ligar do seu celular (poxa, vamos aprender empresários!). A atendente é educada e bem-humorada (a impressão que tive é que ela deve ganhar bem). E mesmo a máquina estando fora da garantia e eu não a tendo comprado no Brasil, eles me deram uma máquina nova. Idêntica. Sem cobrar nada. Vieram buscá-la em casa e deixaram outra no lugar. Dentro do prazo que disseram. Só não me mandaram outra imediatamente porque eu a comprei na Europa (por isso trocaram até a voltagem da máquina). E ainda me deram um kit de cápsulas junto (juro, eu não imaginava Ver Mais →

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Sobrevivendo de táxi em Buenos Aires

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Num programa de TV a cabo sobre Buenos Aires, um jornalista munido de câmeras escondidas e notas de 50 pesos pega um táxi. Mas antes de embarcar, tira fotos dos números de série da cédula. Na hora de pagar a conta de 90 pesos, o tachero (taxista, em lunfardo, dialeto portenho) recebe a nota e começa um escândalo dizendo que o jornalista lhe passou uma nota falsa. Mas diante das “provas”, é obrigado a admitir que havia trocado as notas. Encenado ou não (confira o vídeo no Facebook, clicando aqui), o pior desse vídeo é saber que essa é uma realidade corrente em Buenos Aires. Por isso, siga esses passos para reduzir seu stress  com os famigerados tacheros:

— Sempre preste BASTANTE ATENÇÃO quando estiver pagando um taxista. Conte as notas lentamente e em voz alta na frente dele, peça para ele conferir também. Assim, você evita Ver Mais →

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Le Bernardin, o três estrelas clássico e sem erros


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Dos três macarrons  Michelin em Nova York, o Bernardin (1986) — junto com o Jean-Georges — talvez seja menos emocionante se comparado ao Per Se (2004) ou ao Eleven Madison Park (2006).  Mas de um restaurante que já nasceu clássico há trinta anos (quando foi transferido da Rive Gauche parisiense para a Big Apple), isso não é algo negativo. O Bernardin sempre esteve — e continua — no topo máximo das avaliações do Michelin, do New York Times (há mais de 20 anos consecutivos com quatro estrelas) e, em Nova York,é o restaurante com a maior pontuação no Zagat (na avaliação dos leitores). É um restaurante que está no coração dos nova-iorquinos. (Como diria Cher para suas concorrentes pop mais jovens, “Follow me, bit**es”). Além do elegante salão, que com a reforma completa — e bem-sucedida — em 2011 ganhou um lounge perfeito para drinques antes da refeição, o Bernardin tem na sua especialidade (os melhores) peixes e frutos do mar impecavelmente preparados em sabores familiares, fáceis de gostar (além de sobremesas incríveis). Como dizia o crítico do New York Times, Frank Bruni, “Le Bernadin envelheceu de forma surpreendentemente graciosa, mais Deneuve que Dunaway”. Ver Mais →


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