Wimbledon

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A grama é a superfície original do tênis quando esse esporte de raquete com influências francesas surgiu na Inglaterra dos anos 1860. E é sobre ela que ainda se joga em Wimbledon, o mais antigo (a primeira competição aconteceu em 1877), o mais tradicional, o mais rigoroso — e o mais elegantetorneio de tênis dos quatro Grand Slams do nosso calendário (os outros são, por ordem de antiguidade, o US Open, de 1881, em Nova York, sobre quadra dura; Roland Garros, de 1891, em Paris, sobre saibro; e o Open da Austrália, de 1905, jogado em Melbourne, sobre uma quadra sintética dura); e Wimbledon permanece o único torneio que ainda acontece sobre grama. Mas não é qualquer grama (tipo aqueles quadrados de grama que são replantados nos jardins). A grama sagrada, como é chamada por tenistas como Martina Navratilova, John McEnroe, Pete Sampras, Steffi Graf e Roger Federer, 100% Lolium perenne, é, em cada quadra, semeada (são 9 toneladas de sementes usadas a cada ano), germinada, Ver Mais →

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Miniatur Wunderland: O mundo em miniatura na atração que mais atrai turistas em toda a Alemanha

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Você vai subir dois andares das escadas de um edifício histórico — um dos armazéns do Speicherstadt — e quando passar da bilheteria (agende o seu horário com antecedência porque você pode pegar fila ou mesmo não conseguir entrar), você vai entrar no sótão de sonhos dos irmãos Gerrit e Frederik Braun. Depois de dez anos e dez milhões de euros, os gêmeos transformaram um projeto desacreditado pela cidade e pelos investidores na atração mais visitada de Hamburgo. E da Alemanha. São 1,6 milhão de visitantes por ano; mais que o Castelo de Neuschwanstein, símbolo da Alemanha, e com mais de 100 anos de idade.

E o clima do Miniatur Wunderland é exatamente esse. O de jovens que criaram um — mega — negócio na garagem (não espere um prédio e ambientes com beleza e organização à la Disney). Mas eles impressionam mesmo é com o trabalho minucioso, aquele que apenas pessoas apaixonadas conseguem realizar, e os números superlativos: em 1300 metros Ver Mais →

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Hamburgo, uma introdução

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Diferentemente da católica Munique — uma vez capital de um reino, a Baviera — ou Berlim — capital de outro reino, a Prússia, e hoje da Alemanha —, Hamburgo nunca foi capital de um império, de um reino ou de um país; nunca foi regida por um monarca. Você não encontrará palácios que pertenceram à nobreza. O edifício mais imponente desta Stadtstaat (cidade-estado, uma das três da Alemanha, junto com Berlim e Bremen) com o maior PIB do país (e um dos maiores da Europa) não é nenhuma residência real, mas sim o parlamento, o Rathaus, um símbolo da democracia e da independência experimentada ao longo dos séculos por essa cidade onde a liberdade comercial e as regras do mercado sempre reinaram. Cidade onde o dinheiro — e não a religião ou a nobreza — sempre falou mais alto.

O comércio marítimo moldou o mundo como conhecemos hoje. Diferentemente dos trens (século 19) e dos aviões (século 20), a história do mar como meio de transporte pode ter começado há 45 mil anos (antes de Cristo, já existiam rotas de comércio marítimo no Egito Ver Mais →

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Pomodori

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Ontem voltei ao Pomodori, que é-era-não-sei-mais  um dos meus restaurantes favoritos na cidade para conferir a nova decoração e o novo cardápio. Mas, apesar de o ambiente ter ficado exatamente do jeito que a gente gosta (a decoração antiga era um dos pontos desfavoráveis), com muita madeira e — que combina lindamente com — tons escuros de cinza nas paredes e estofados, pagar R$ 200 por pessoa, pedindo couvert, entrada, prato principal, sobremesa e café (sem vinho + R$ 20 de manobrista) e sair com fome de um restaurante não é a minha ideia de jantar perfeito.

Apesar de os pratos continuarem saborosos e muito bem executados pela jovem chef  Tássia Magalhães, que está sempre na cozinha, e o serviço continuar bastante atencioso, do momento em que você liga ao pedido da conta, existe um problema de desequilíbrio nos tamanhos dos pratos servidos no novo Pomodori. No couvert, que custa R$ 16,50 (com Ver Mais →

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Lucknam Park Hotel & Spa

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Sempre sonhei chegar naquelas enormes propriedades aristocráticas em que você precisa andar de carro por uma estrada cercada por árvores frondosas para se chegar à mansão; como nos filmes. Tudo bem que seria mais apropriado usar como meio de transporte um New Phantom, um Rolls Royce dos anos 1920 com chauffeur, mas o táxi comum que nos trouxe de Bath para o Lucknam Park Hotel & Spa, num lindo percurso de 9 quilômetros entre cidade e o hotel, não fez com que meu encanto diminuísse quando os portões da propriedade se abriram e depois de alguns minutos nós avistamos a casa, lá no fundo, emoldurada pelo verde das quatrocentas limeiras e faias plantadas em 1827. E, do momento que chegamos à hora da partida, foi puro encanto.

Se Downtown Abbey  está mais para Cliveden (outro hotel Relais & Châteaux próximo de Heathrow), Lucknam está mais para Jane Austen; que tem tudo a ver com Bath  e é como estar indo a um dos bailes de Pride & Prejudice. A casa, construída ao longo de nove Ver Mais →

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Benditos defeitos

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E Mário Quintana continua: “Cultivemo-los pois, com o maior carinho — esses nossos benditos defeitos”. Não julgue os outros — e nunca se sinta de qualquer forma diminuído — por que “eles”, os outros, não compartilham da mesma opinião, jeito de vestir e nível cultural ou de sofisticação que você, independentemente do que seja considerado melhor ou pior. São infinitas as verdades e maneiras de ver, vestir, pensar e viver a vida. Só a diversidade e o contraste enriquecem o nosso olhar, e só o respeito e a aceitação incondicionais  do outro e de si mesmo  trazem paz. Seja gentil. Cultivemos.defeitos-e-diferencas

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Thermae Bath Spa, um spa superlativo

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Não tem o serviço de bar da piscina do Fasano Rio, a paisagem não é natural como nas piscinas infinitas com vistas cinematográficas das praias e ilhas mais lindas do mundo (e fotos e selfies não são permitidas; ai, que vontade que dá…), mas se banhar na piscina do topo do prédio principal do Thermae Bath Spa, em Bath, com vista para a Abadia da cidade (onde foi coroado o primeiro rei da Inglaterra) e para toda a arquitetura georgiana e as colinas que circundam a cidade é uma das experiências mais incríveis e essenciais de uma viagem à Inglaterra. E a água é quente — naturalmente quente —, enriquecida com 43 minerais (naturalmente, já que a água vem das profundezas do solo), e é o único lugar em Bath onde você pode ter a experiência que romanos e nobres ingleses tiveram, ao longo de dois mil anos, nesta cidade que foi fundada e ficou famosa por suas três fontes termais — as únicas hot springs de todo o Reino Unido — cujas águas chegam ao solo a uma Ver Mais →

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Bath: a água de 10.000 anos

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Se a maioria das grandes cidades da Europa surgiu em volta das águas frias (na verdade, mais para geladas) de um rio ou do mar, Bath foi fundada não por causa do rio Avon, que cruza a cidade, mas sim por causa das águas quentes que vêm do fundo do solo; mais precisamente, de 2700 a 4300 metros de profundidade. Só nas termas romanas (the Roman Baths ), uma das atrações históricas da cidade, 1 milhão 170 mil litros de água (!), a uma temperatura de 46º C, brotam da terra todos os dias. E em quase três mil anos, vêm oferecendo conforto e prazer — quando não curando, já que os povos antigos acreditavam que essas águas eram medicinais — para gerações e gerações de celtas, romanos, peregrinos medievais, socialites  georgianas e geriatras vitorianos e, hoje, viajantes de todo o mundo.

Mas essa água não “brota” nas profundezas do solo, não é uma água vulcânica. A água quentinha em que você vai se banhar no Thermae Bath Spa tem 10 mil anos de idade. Caiu como chuva no período Neolítico (Idade da Pedra Polida), entrou por uma falha geológica, foi aquecida por rochas subterrâneas e, ninguém sabe como e por quê (por isso que os povos antigos atribuíam o feito à deusa celta Sulis; os romanos a chamaram de Sulis Minerva), sobem por quilômetros — através da pressão — para a superfície da Terra, ainda quente, enriquecida com 43 minerais e grandes concentrações de sódio, cálcio, sulfato, cloreto, bicabornato, magnésio, silício e ferro.

Apesar de existirem outras fontes com água quente na Inglaterra (Matlock, Droitwich), é em Bath que as águas são mais quentes: de todas as três fontes da cidade saem águas a uma temperatura superior a 40 graus Celsius e, por isso, a cidade é considerada, segundo os padrões técnicos, como a única região com fontes termais (hot-hot-hot, acima dos 37º C) do Reino Unido, e uma das mais quentes da Europa.

E CONFIRA O NOSSO GUIA COMPLETO DE BATH E DE STONEHENGE:
Bath, uma introdução
Bath: a água de 10.000 anos
Bath: Informações Práticas
Thermae Bath Spa, um spa superlativo
Lucknam Hotel Park & Spa
Stonehenge: (quase) tudo sobre esse círculo de pedras
Stonehenge: quando e como visitar

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Bath, uma introdução

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Não há melhor jeito continuar sua saga em busca da alma e tradição inglesas que pegar 1h30 de trem a partir da estação Paddington, em Londres, e ir curtir as fontes de água quente — as únicas do Reino Unido, riquíssima em minerais — desta que é uma das cidades mais sofisticadas, famosa nas artes e na literatura, e com uma das histórias mais fascinantes da Inglaterra. A aristocrática Bath, que é cercada por sete colinas, apesar do complexo de termas romanas que datam do século 1, entrou para o circuito de nobres, ricos e famosos durante o reinado dos quatro Georges, da Casa de Hanover, nos séculos 18 e 19. Por isso sua arquitetura georgiana (mas não qualquer  georgiana; uma georgiana neoclássica bem imponente, com inspirações palladianas), que lhe valeu o posto de único lugar do Reino Unido cuja cidade inteira é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

Foi um príncipe bretão leproso, Bladud (ele teria curado sua lepra ao ter contato com a água quente que brotava da terra), que fundou a cidade em 863 a.C. (pelo menos, conta-se a lenda); foi na Abadia de Bath que o primeiro rei oficial  da Inglaterra, o anglo-saxão Ver Mais →

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Bath: informações práticas

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Para ir à Bath, primeiro você terá de estar em Londres. Pegando um trem da First Great Western, saindo de Paddington, no centro de Londres, com destino a Bristol, você chega em Bath Spa (o nome da estação; você não vai achar um trem para apenas “Bath”), numa viagem que dura 1h30. (Tem também trens saindo de Waterloo, que são mais baratos porque são mais lentos, param mais e demoram mais para chegar; por volta de 2h30.) Ao chegar em Paddington, fique de olho nos letreiros, já que a plataforma em que o trem irá sair só é definida 20 minutos antes da partida do trem (no entanto, você verá o trem com destino a Bristol já nos letreiros, só que sem o número da plataforma). Se você estiver viajando em primeira classe, ela ocupa os primeiros carros, o que não é um problema, mas, se você estiver viajando em segunda classe, o seu carro por estar lá no fim Ver Mais →

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