Crepes e galettes: qual a diferença?

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Em português, crepe é masculino. Em francês, é la crêpe. Galette, como a palavra não existe em português, vamos no francês mesmo, no feminino: la galette. Essas panquecas de massa fina (diferentes das pancakes  americanas), leve e de fácil preparo, cuja receita tem mais de 8 mil anos, podem ser feitas com dois tipos de farinha: de trigo (o branco, clássico) e de trigo sarraceno (escuro, o soba  japonês), uma espécie de trigo de origem asiática que chegou à França com as Cruzadas, na Idade Média.

Na França, os crepes e as galettes  são pratos típicos da Bretagne, região do Noroeste do país, onde eles são consumidos desde o século 13. São também a refeição típica da Chandeleur (Candelária; “candela” é luz), também conhecida como a festa dos crepes, uma festa católica que celebra a apresentação do bebê Cristo (que era “a Luz”) ao templo e que é comemorada todo dia 2 de fevereiro Ver Mais →

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Breizh Café Paris

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Apesar de serem consumidas há mais de 8 mil anos, em diversas formas, as crêpes  — e as galettes (saiba a diferença entre elas, clicando aqui) — fazem parte da identidade gastronômica da Bretanha, região do Norte que só foi anexada ao Reino de França no século 15. E, com filiais na França e no Japão, engana-se quem pensa que o Breizh Café (“breizh” quer dizer “Bretanha” em bretão), que tem lojas em Saint-Malo e Cancale (ambas à beira mar), em Paris (uma no Marais) e no Japão (dez lojas!), nasceu na região dos crepes. O percurso foi completamente o contrário.

Casado com uma japonesa, o bretão Bertrand Larcher foi morar com sua esposa no Japão em 1995. E foi em Tóquio, em 1996, que abriram a primeira crêperie, lugar que se transformaria no bastião da tradição bretã no país do Sol Nascente. Só onze anos depois, em 2007, e cinco crêperies  no Japão que Bertrand abriria a filial do Breizh Café no coração do Marais, do Ver Mais →

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Rizzoli Nova York

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A Rizzoli, aberta em Nova York em 1964 pelo magnata da comunicação italiano Angelo Rizzoli lui même, era considerada uma das mais bonitas livrarias do mundo, mas foi fechada 2014 para que o prédio da 57th Street  fosse demolido. Mas uma das minhas duas livrarias preferidas da Big Apple reabriu (a outra é a McNally & Jackson, no SoHo; saiba tudo, clicando aqui), agora em Nomad (entre a Eataly e o Nomad), e acredite: é bem provável que a nova e única loja da Rizzoli nos Estados Unidos (eles também têm corners  no Eataly e na Saks) recupere seu título de beleza.

O térreo do edifício do começo do século 19 recebeu a belíssima marcenaria de arcos serlianos, vieiras douradas incrustadas e boiseries  da loja antiga — junto com os icônicos lustres de ferro da 57 — que foi restaurada e veio para o novo endereço, que agora tem 450 Ver Mais →

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A Dama Dourada

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Não há quadro com história mais incrível no — difícil e muitas vezes obscuro — mundo das artes que Goldene Adele ou Woman in Gold, da fase dourada do pintor austríaco Gustav Klimt, cuja história é retratada no filme A Dama Dourada. Esse é o nome que o quadro recebeu quando foi roubado pelos nazistas para esconder o fato de que a retratada, a grande dame  da sociedade vienense Frau Adele Bloch-Bauer, era judia. São quase 100 anos entre a pintura do quadro em 1907, a morte repentina de Adele em 1925, o roubo do quadro pelos nazistas (junto com outras 67 grandes obras de arte da coleção de Ferdinand Bloch-Bauer, marido de Adele) em 1938, o começo do processo em 2000 e a restituição pela Justiça e venda para o colecionador Ronald Lauder, herdeiro do império de cosméticos Estée Lauder, em 2006, por 135 milhões de dólares; o maior preço pago por um quadro na história até então. O processo judicial complexo e inédito — com desfecho Ver Mais →

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A gastronomia do Norte da Itália

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Não há dúvidas de que a Itália é um país de tradições culinárias muito fortes. Mas, apesar de todas as inovações propostas por chefs  franceses, espanhóis e escandinavos nas últimas décadas, a base da gastronomia italiana continua sendo a cozinha simples da mamma, da nonna, que, sempre juntas na cozinha, passam suas receitas para as sortudas próximas gerações: completamente antiexperimental, mas saborosa, aconchegante, com aquele gostinho de casa e de família em volta da mesa. E apesar de não ser um país grande, cada região da bota  possui sua personalidade, com tradições próprias e bem definidas (talvez por que a Itália só tenha se formado como país no século 19 sendo um retalho de reinos em conflito político uns com os outros até então).

A região do Noroeste da Itália — formada principalmente pelas regiões do Piemonte, da Emilia-Romagna e da Lombardia (da qual Milão é a capital) — inspira e abastece chefs  e restaurantes de todo o mundo. Como uma de suas características principais está o predomínio da manteiga, em vez do azeite, no preparo dos pratos. Por causa do clima Ver Mais →

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Hopak, a viril dança ucraniana

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Uma das coisas que a Simonde ama: as performances masculinas da dança folclórica ucraniana, a colorida e enérgica Hopak (que se manteve firme mesmo com a anexação da Ucrânia à União Soviética por quase 70 anos), cujos movimentos são inspirados nas artes marciais dos cossacos e é uma representação dos ideais de uma sociedade agrária. Pule o vídeo para o 1:30 e deleite-se.

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McNally & Jackson

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Junto com a Rizzoli (que tinha fechado na 57 mas ACABA de reabrir a duas quadras do NoMad), a McNally & Jackson são as minhas duas livrarias prediletas em Manhattan. Enquanto a Rizzoli prima pela seleção de livros de arte, design, fotografia (e também por negociar livros antigos e raros), a McNally (entre o Mercer e o New Museum, e a uma quadra do Balthazar, ou seja, no meio do SoHo) é daqueles lugares que a gente adora amar e frequentar: única, independente, charmosa, com o melhor horário de funcionamento (de segunda a sábado fecha às 22h e aos domingos, às 21h) e do tamanho perfeito (nada mega como a Strand ou Barnes & Noble) para abrigar a excelente seleção de revistas (sim, elas ainda existem e tem uma mais incrível que a outra) e de livros de gastronomia, viagens, literatura e não-ficção. E o mesmo cuidado na curadoria dos títulos, você encontra nos eventos literários, que acontecem toda Ver Mais →

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Hamburgo: Os 15 passeios essenciais

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Para já ver o que a cidade tem de mais emblemático, a primeira coisa que você deve fazer ao chegar em Hamburgo (caso você não esteja hospedado no Vier Jahreszeiten) é ir para Jungfernstieg. Desça na estação de metrô (U-Bahn, em alemão) Rathaus, cruze a Rathausmarkt, que é a praça onde fica o Parlamento desta cidade-estado e onde acontece o mercado de Natal (não sem antes admirar sua arquitetura neorenascentista, sua fachada ricamente decorada), centro da Cidade Antiga de Hamburgo, e você já verá do outro lado um canal, com prédios de cinco andares onde ficam as charmosas arcadas do Alsterarkaden. Vire à direita, caminhe até a ponte e você já verá o Binnenalster, que é o lago-irmão do bem maior Alster (ou Aussenalster), e que serve de ligação entre o Alster e o canal que leva para o Rio Elba.rathaus-hamburg-hamburgo-alemanha

JUNGFERNSTIEG

A Jungfernstieg é o nome desta rua-promenade  de comércio elegante (é aqui, de frente para o lago, que fica a Alsterhaus, a loja de departamentos mais sofisticada de Hamburgo), onde no passado os pais traziam suas filhas solteiras (as “jungfern”) para apresentá-las para a sociedade. Foi a primeira rua da Alemanha a ser pavimentada, em 1838. Como na Ver Mais →

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LATAM: a nova marca da Lan e da Tam

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A LAN e a TAM anunciaram hoje a nova marca, única, nas cores índigo e coral, que será utilizada a partir de hoje, para o mercado e para o mundo. As mudanças na comunicação das empresas (que passa a ser uma, que será o maior grupo de companhias aéreas da América Latina), nos escritórios, nos sites, nos uniformes, nas aeronaves, começam a partir do primeiro semestre de 2016 e deve demorar três anos para que o processo seja completado. latam-nova-marca-lan-tam-alta

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Marie-Madeleine, autênticos croissants e viennoiseries

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Acho muito coisa de paulistano dizer que um lugar tem “o melhor  sorvete”, “o melhor macaron”, “o melhor café”,  que algo é “de comer de joelhos” (e quase nunca é). Mas no caso da Marie-Madeleine (apesar de estarmos a anos-luz da oferta de bons pães, viennoiseries  e doces da Cidade-Luz), posso afirmar que, sim, eles fazem O MELHOR CROISSANT de São Paulo. Se os croissants  da Julice e do Le Vin ficam melhor quando são aquecidos, o croissant  da Marie-Madeleine pode ser comido frio, puro, ou melhor, acompanhado de uma bela manteiga. Sem medo de ser feliz. Aparência, textura e sabor perfeitos.

Mas as delícias não param por aí. Além dos pães, feitos artesanalmente, sem fermento químico, como baguette, pain sur levain, ciabatta, focaccia, você tem ótimos doces e viennoiseries (prove tudo: o pain au chocolat, o croissant de amêndoas, o palmier, o delicioso e lindo — por fora e por dentro — chausson aux pommes, uma massa folhada recheada com compota de maçã e baunilha, um dos meus preferidos). Eles produzem uma variedade grande de pães mas nem sempre tudo está à disposição, principalmente, nas Ver Mais →

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