Vivianne Wakuda Patissière, confeitaria ocidental com influência japonesa

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Os japoneses que vêm à São Paulo e provam das sobremesas da chef pâtissière  Vivianne Wakuda se sentem em casa. Especialista em yogashi 洋菓子 ], que é a versão japonesa da arte confeiteira ocidental (com influência principalmente francesa), em contraponto com o wagashi 和菓子 ], os doces tradicionais japoneses geralmente servidos na cerimônia do chá, Vivianne fica na cozinha do restaurante japonês Aizomê, nos Jardins, onde prepara as sobremesas da casa e atende por encomenda uma clientela cada vez maior de descendentes de japoneses em busca do shuukuriimu  perfeito (シュークリーム, é assim que os japoneses falam choux à la crème, ou ainda numa versão mi-français-half-American: choux cream), mas não só: suas receitas também tem agradado os paulistanos que buscam sobremesas mais leves e com doses mais equilibradas de açúcar. (Que também é a nossa definição de sobremesa perfeita: açúcar Ver Mais →

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O vinhedo de Leonardo da Vinci, um belíssimo passeio pela Milão renascentista

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A vigna  que dá nome ao lugar não passa de uns cotocos de caules de uva no fundo do jardim, que fica mais exuberante nos meses mais quentes (ainda, já que o vinhedo de Leonardo abriu faz pouco, durante a Expo 2015). Mas ela é o pretexto para um mergulho — inimaginável visto da fachada, assim como quase tudo em Milão — na história de Ludovico Sforza, Leonardo da Vinci, da família Atellani, de Ettore Conti e Piero Portaluppi. Uma viagem charmosa e imperdível para a Milão dos séculos 15 ao 20, bem em frente à Igreja Santa Maria delle Grazie, com a cúpula de Donato Bramante e em cujo refeitório está A Última Ceia, uma das obras-primas do maestro  renascentista. (E dá pra fazer tudo numa visita só, sem se cansar ;- )

Para se chegar ao pequeno vinhedo (hoje, por que originalmente tinha mais de 8 mil metros quadrados) que Leonardo da Vinci ganhou de Ludovico il Moro  Sforza enquanto pintava a Última Ceia (Da Vinci veio para a corte de Milão de Florença convidado pelo letrado e esclarecido duque em 1482 e vinha de uma família de vinicultores da Toscana), você precisará entrar pela Casa degli Atellani, a casa da família que foi uma das mais importantes Ver Mais →

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Courchevel: Como uma vila construída no nada se tornou uma das estações de esqui mais luxuosas do mundo

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Courchevel é uma estação de esqui nos Alpes franceses, coladinha com a Itália (quase no meio exato  do círculo que formam Lyon, na França, Genebra, na Suíça, e Turim, na Itália), a primeira a ser construída no meio do nada  pelo governo francês (imagina levar água e eletricidade para o meio de uma cadeia de montanhas a 1600 metros de altitude?), depois do fim da Segunda Guerra Mundial (em 1946), aproveitando uma das paisagens mais lindas do país para desenvolver o turismo na região (gerando empregos e fazendo com que os locais não emigrassem; a coisa não estava nada fácil para os franceses depois da Segunda Guerra) e ainda oferecer aos franceses mais uma opção de lazer nas montanhas. Não é um destino de esqui tão antigo quanto Saint Moritz ou Chamonix (St. Mortiz, na Suíça, começou com a prática de esportes de neve em 1871, e Chamonix, perto de Courchevel, nos pés do Mont Blanc — sim, esse que inspirou e fica também no topo da caneta —, em 1924 já havia sediado os primeiros Jogos Olímpicos de Inverno), mas é dos mais luxuosos e bem Ver Mais →

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A Simonde está em viagem: Courchevel e Milão

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Nesta terceira semana de março, a Simonde estará em Courchevel, uma dos destinos de esqui mais antigos e sofisticados do mundo, e Milão, cidade do Scala, e capital mundial do design  e uma das três mais importantes da moda. Se você quiser acompanhar pílulas da viagem, que está com uma programação incrível, em tempo real (antes que elas se transformem em matérias aqui no site), é só seguir @iwashitashoichi tanto no Instagram quanto no Snapchat. Até a volta!

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A rota das tapeçarias na França

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O luxo-ostentação como a gente conhece hoje foi criado na França de Luís 14 (rei de 1643 a 1715) e estimulado por seu visionário Ministro das Finanças, Jean-Baptiste Colbert, para quem a França deveria exportar para o mundo o estilo de vida da corte francesa — e, consequentemente, melhorar a balança comercial através do aumento das exportações e, de quebra, a imagem do rei. Assim, Paris se tornou a principal referência de estilo em todas as cortes europeias e em todas as áreas — moda, artes, etiqueta, gastronomia, vinhos, joias, e artes decorativas: floresceram nessa época as manufaturas de cristais (Saint-Louis, Baccarat), porcelanas (Sèvres, Limoges), pratarias (Christofle), rendas (Alençon, Puy), móveis e tapetes (Savonnerie) e tapeçarias (Gobelins, Aubusson e Beauvais).

Apesar de a tapeçaria ter tido grande tradição também em Flandres (atual Bélgica), essa particularidade histórica relacionada ao mercado do luxo — e até hoje um dos alicerces da economia e do soft power franceses — talvez explique por que a França hoje seja o único Ver Mais →

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É sempre bom lembrar que não sobra ninguém

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The Shard, o edifício mais alto de Londres com uma belíssima vista 360º

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Fazer xixi num banheiro com parede de vidro, a 240 metros de altura, exposto para os céus e com toda Londres a seus pés é uma experiência que só uma visita ao observatório The View from the Shard pode proporcionar (com 310 metros de altura, o Shard é o arranha-céu mais alto de Londres e o quarto maior da Europa). Numa das regiões mais antigas da cidade (e pertinho do Borough Market, que a gente ama), em Southwark, o starchitect  italiano Renzo Piano (Whitney Museum, Morgan Library, Aeroporto Kansai, The New York Times) imaginou um caco de vidro — “shard” quer dizer caco — na forma de um edifício-pirâmide que abriga: escritórios (do 2 ao 28º andar), bares e restaurantes (do 31º ao 33º), o hotel Shangri-La (do 34º ao 52º, com uma piscina no 52º), apartamentos! (do 53º ao 65º, que custaram entre £ 30.000.000 e £ 50.000.000, ou R$ 300 milhões) e o observatório, Ver Mais →

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Boxes do Instituto Atá no Mercado de Pinheiros: ingredientes especiais do Brasil agora acessíveis aos paulistanos

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O ótimo do Mercado de Pinheiros, um dos quinze mercados municipais de São Paulo, é que além de servir como ponto de abastecimento para quem mora na região, ele também está acessível para turistas  de outras partes da cidade, já que está a uma quadra da estação de metrô Faria Lima. Ou seja, perfeito para quem quiser provar os excelentes cebiches  e empanadas da Comedoria Gonzales, os dadinhos de tapioca ou o sorvete de rapadura do Mocotó Café (ir à Vila Medeiros, só quando quiser a experiência completa), ou comprar os brasileiríssimos ingredientes de origem que o Instituto Atá, ONG do chef  Alex Atala, junto com várias entidades, traz de inúmeros pequenos produtores Brasil afora, com quatro boxes no Mercado, representado os biomas brasileiros: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pampas. (No mercado, também dá para comprar frutas, legumes, cereais, Ver Mais →

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O guia definitivo do tiramisù em SP, como deve ser, onde comer e o que tomar junto

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A primeira vez que comi tiramisù  não foi na Itália, mas em Londres. Tinha lido em alguma revista que a princesa Diana adorava a sobremesa do San Lorenzo, uma tradicional osteria  em Knightsbridge, e foi lá que eu me apaixonei. Desde então, essa sobremesa de origens conflitantes se popularizou não só no Brasil, mas em todo o mundo. Uns dizem que essa receita de ingredientes comuns e sabores simples — só leva biscoito, gemas, açúcar, café, queijo mascarpone e chocolate — foi criada no século 17 em Siena, na Toscana, para o grão-duque Cosimo III de Médici. Outros, que nasceu no Vêneto: numa versão da história, para o famoso escritor-conquistador-libertino-colecionador-de-mulheres  Giacomo Casanova. E tem ainda a de que ela teria sido criada para as cortesãs dos bordéis vênetos que precisavam de um alimento rico em energia  para enfrentar as longas noites de trabalho (tiramisù quer dizer “levanta-me!”). Mas tem também os que acham que o tiramisù não é nem toscano nem vêneto, Ver Mais →

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The Wolseley, imponência e comidinhas: do English breakfast ao jantar, passando pelo afternoon tea

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Num belíssimo e grandioso edifício art déco  construído em 1921 para ser o showroom  dos carros Wolseley Motors Limited (sim, os carros ficavam estacionados sobre esse magnífico mármore florentino preto e branco), o The Wolseley é um grand–café–brasserie, aberto o dia todo, das 7h da manhã à meia-noite (o que a gente adora), sempre cheio (é bom sempre reservar, mesmo que seja para o dia seguinte às 15h30), numa das melhores localizações de Londres: ao lado do hotel Ritz, a uma quadra da Jermyn Street, da Royal Academy of Arts, da Fortnum & Mason e da Dover Street Market.

Com pé-direito alto, mezanino, teto abobadado, colunas e decoração em preto e dourado com toques de chinoiserie, assinado por um dos mais famosos decoradores birtânicos, o David Collins, o cardápio do Wolseley atende a todos os gostos: você pode tomar um café da manhã típico britânico, com ovos, bacon, salsicha, feijão, tomate, cogumelos e black Ver Mais →

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