Pasticceria Marchesi, tradição centenária em confeitaria agora vestida de Prada

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São duas experiências completamente  diferentes. Na tradicionalíssima Pasticceria Marchesi da Corso Magenta, fundada em 1824, já na quinta geração da mesma família e desde sempre uma das melhores confeitarias da cidade, volta-se no tempo com suas vitrines, balcões e paredes de madeira e mármore originais de quase duzentos anos de idade. E a experiência é bem milanese : você vai ao balcão da padaria/confeitaria de um lado ou ao balcão do café e drinques do outro, faz seu pedido, come e bebe em pé e passa no caixa — no meio, entre os dois balcões — parar acertar as contas (ainda pode pegar uma fatia do excelente e crocante panettone  na caixa de acrílico ao lado do caixa para levar e comer na rua). Mas, em 2014, a Prada comprou a Marchesi — seguindo os passos da LVMH que hoje é dona de outra tradicional e centenária confeitaria milanesa, a Cova e, aproveitando o fechamento da G. Lorenzi no número nove da Via Montenapoleone (quase em frente Ver Mais →

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Saint-Martin: A melhor região e os melhores hotéis para ficar

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Localização — estar próximo das experiências mais interessantes e autênticas, e poder fazer as coisas com o menor deslocamento possível, de forma fácil, se possível, a pé — é o fator MAIS importante na hora de escolher o hotel. Mas em Saint-Martin acontece algo inusitado: tirando a capital Marigot onde fica o Fort Louis, todos  os melhores e mais genuínos restaurantes de Grand Case, muitas belas praias (da badalada Orient Bay à charmosa Pinel, passando pela intocada Petites Cayes) e a Reserva Natural Nacional, tudo fica na parte norte da ilha. O que fazer, então, quando o melhor e único hotel cinco estrelas de toda Saint-Martin / Sint Maarten fica no extremo sudoeste, na direção completamente contrária, fazendo com que você leve um bom tempo de carro para ir e voltar das praias e jantares (no mínimo trinta minutos, sem trânsito, só para ir)? 1. Sendo o Belmond La Samanna um belíssimo hotel com ótima infra-estrutura (incluindo uma Ver Mais →

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Saint-Martin: Belmond La Samanna, hotel numa das mais belas praias da ilha

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Quase na divisa com a parte holandesa, em meio a 55 hectares de muito verde e ocupando praticamente metade da faixa de areia de uma das mais belas praias — e privativas — de Saint-Martin (tudo bem que em algumas partes é meio ruim entrar na água porque em vez de areia, você vai encontrar muitas pedras; é meio difícil e até perigoso andar sobre elas), o hotel resort  Belmond La Samanna é um vilarejo de casinhas brancas coloniais em meio a caminhos arborizados; e o único hotel cinco estrelas de toda a ilha. Tem duas lindas piscinas com serviço de bar (o que é perfeito: dá para pedir um drinque dentro da água; e uma delas é borda infinita pé-na-areia ), concierge, restaurantes com comida deliciosa, serviço de quarto 24 horas, quadras de tênis, academia bem equipada (com aparelhos novos, pesos livres e cardio), aulas de yoga e pilates, business center, spa  (mas não desses a que estamos acostumados; não tem vestiário, não tem sauna, são só salas Ver Mais →

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Saint-Martin: Quando ir, quanto tempo ficar, como chegar, que moeda levar, TUDO para planejar sua viagem

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Chegar a Saint-Martin faz parte da experiência da viagem. O aeroporto Princess Juliana, na parte holandesa da ilha, é um dos mais famosos do mundo porque sua pista está a 100 metros de uma belíssima e pequena praia, a Maho Beach, frequentada hoje não só por causa da areia branca e água turquesa, mas também por quem quer ver aviões pequenos e enormes — como o Boeing 747 da KLM — passando a poucos metros acima da cabeça.

QUANDO IR

Como a temperatura no Caribe é constante (não faz sentido falar em inverno e verão, já que a temperatura não varia mais que 5 graus Celsius ao longo de todo o ano), quando ir  depende unicamente do estilo de viagem que você pretende ter. A alta temporada de Saint-Martin — cheia, mais cara e com menor probabilidade de chuva — vai de dezembro a março, e é perfeita para aqueles Ver Mais →

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Os belos – e italianíssimos – novos uniformes dos tripulantes da Alitalia

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Estou apaixonado pelos novos uniformes da tripulação da Alitalia: os chapéus que fazem referência aos terraços de Cinque Terre na Riviera Italiana; os vestidos vermelhos usados com meia-calça e acessórios verdes e os uniformes verdes usados com meias, sapatos e bolsas bordeaux; as luvas bicolores em couro; as muitas estampas em várias tonalidades de verde e vermelho misturadas, como só os italianos conseguem combinar e fazer dar certo. (Só não gostei do colete double-breasted com estilão de fraques antigos dos comissários masculinos.) E sobre a opinião de muita gente que não considera o uniforme elegante (“onde já se viu meia calça verde?”, escutei), eu penso que o uniforme da tripulação de uma companhia aérea pode, sim, ir além da elegância tradicional e arriscar, ser lúdico, um statement. Pois o que eu posso garantir hoje, depois de ver os funcionários da Alitalia andando pelos aeroportos do mundo, é que eles não passam despercebidos em nenhum lugar. Quer melhor branding ?

Depois de vinte anos usando os mesmos uniformes (lembrando que Mila Schön — em 1969 e 1972 — e Giorgio Armani — em 1991 — já assinaram os uniformes da Alitalia; os últimos eram da Mondrian, uma casa di moda  de Modena, de 1998), a coleção criada pelo estilista baseado em Milão Ettore Bilotta (o mesmo que desenhou os últimos uniformes da Etihad Ver Mais →

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Four Seasons Milano: um óasis monástico na melhor localização

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Um hotel na melhor localização da cinzenta Milão, numa ruazinha estreita e intimista, com um lindo, escondido (assim como todos os cortili  da cidade) e bem cuidado oásis verde, que ocupa o pátio interno do que foi por quase trezentos anos um convento (o Santa Elisabetta funcionou aqui até 1782), faz do Four Seasons Milano um dos mais especiais endereços para você chamar de seu na cidade (outro hotel com jardim de que a gente gosta é o Bulgari, em Brera). Aberto em 1993, depois de seis anos não só de construção e reforma mas também restauração de muitos elementos que foram sendo descobertos durante as obras — como os afrescos, os pilares e as abóbadas originais que estavam escondidos por trás de paredes de tijolos de uma reforma no século 18 (o que fez com que o projeto tivesse de ser inteiramente revisto) —, o Four Seasons combina respeito à história, serviço cortês, excelente e constante, uma elegância simples nos ambientes (uma herança monástica, talvez?; com exceção dos luxuosos banheiros) e integração com as novas tecnologias (tudo bem, faltam tomadas Ver Mais →

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Humor, glamour, arte e espiritualidade: dicas para este fim de semana em SP

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A Simonde foi convidada para assistir a um espetáculo que faz parte de uma interessantíssima programação promovida pela Embaixada da Austrália e a dois filmes que estrearam em circuito bem reduzido na última quinta-feira, dia 19. Experiências diferentes mas cheias de estética que se transformaram em nossas dicas para este fim de semana na cidade.

TWENTY SIXTEEN, circo contemporâneo cheio de poesia e humor

Twenty-Sixteen-Circus-OzEm sua primeiríssima edição no Brasil, é uma pena que o festival Australia Now, que está com uma programação incrível — de performances  aborígenes a espetáculos de dança e teatro, com o melhor da cultura australiana — não seja uma programação anual. O festival já passou pela Índia, Vietnã e Turquia, e nos próximos anos, são as vezes do Japão e da Alemanha. E a dica para este fim de semana é o espetáculo Twenty Sixteen (ou seja, 2016), da companhia de circo contemporâneo — sem animais! — de Melbourne, Circus Oz, que fica em cartaz no Sesc Vila Mariana até domingo, dia 22 de maio. Misturando números acrobáticos muito criativos com humor, poesia, trilha sonora impecável — ao vivo — e figurinos inusitados, é daqueles programas para todas as idades e que fazem com que você saia leve e feliz depois do espetáculo. E já aviso para quem for assistir: quando você achar que o que eles estão fazendo já está MUITO difícil, eles vão fazer as coisas ficarem ainda pior! :- ) Twenty Sixteen, do Circus Oz, em cartaz no Sesc Vila Mariana, que fica na Rua Pelotas, 141. Sexta-feira, dia 20, às 21h; sábado, dia 21, às 21h; e domingo, dia 22, às 12h e às 18h.

SÃO PAULO EM HI-FI, a pauliceia cheia de glamour dos anos 1970 e 1980

Sao-Paulo-Em-Hi-Fi-Lufe-SteffenA cidade de São Paulo tem a maior população LGBT da América do Sul. E os shows  de travestis em transformistas em boates cujos garçons usavam luvas atraíam muita gente famosa e alta sociedade paulistana na década de 1970. E é essa história de glamour  com o capítulo triste da chegada da AIDS nos anos 1980 que conta São Paulo em Hi-Fi, documentário do diretor Lufe Steffen. Com muitas cenas de shows  e entrevistas com pessoas importantes da cena cultural da época, o filme é IMPERDÍVEL para todos os gays, de todas as idades, e um interessante recorte da cidade de tempos que não voltam mais. Confira a nossa matéria exclusiva sobre filme, clicando aqui. O filme São Paulo em Hi-Fi está em cartaz no Cinesesc, que fica na Rua Augusta, 2075, e será exibido na sexta, dia 20, às 14h, às 16, às 19h30 e às 21h30; no sábado, dia 21, às 14h e às 16h; no domingo, dia 22, às 19h30 e às 21h30; e de segunda, dia 23, a quarta, dia 25, às 14h, às 16h, às 19h30 e às 21h30.

GRUPO SANTA HELENA, Bonadei, Volpi, Rebolo juntos mais uma vez

rebolo-2Formado de maneira espontânea nos anos 1930 nos ateliers  dos artistas Francisco Rebolo e Mario Zanini no Palacete Santa Helena, na Praça da Sé (o edifício foi demolido quando da construção da estação do metrô), o Grupo Santa Helena se transformou no celeiro de alguns dos mais importantes artistas plásticos brasileiros do século 20. E a Proarte — que está mudando um pouco o foco das atividades, de casa de leilões e galeria para um híbrido de galeria e museu, já que grande parte das obras não está à venda — reúne em seu espaço na Gabriel Monteiro da Silva, muitas — e lindas — obras de Aldo Bonadei, Alfredo Volpi, Clóvis Graciano, Francisco Rebolo, Fulvio Pennacchi, Manoel Martins e Mário Zanini. A exposição fica aberta ao público até o dia 10 de junho de 2016, na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 1644, de segunda a sexta, das 10h às 19h e sábados, das 10h às 16h. E é grátis. Na foto, Natureza Morta, óleo sobre madeira de Francisco Rebolo. Imagem: Reprodução.

ESPAÇO ALÉM, Marina explora espiritualidade do jeitinho brasileiro

Uma das precursoras da performance art, a artista sérvia — parte da ex-Iugoslávia — Marina Abramović, tem como foco atual de seu trabalho a discussão sobre o tempo e a espiritualidade (mas ela continua ainda testando os limites de seu corpo e mente em suas obras). Nessa busca, não haveria melhor país-laboratório que o Brasil e os rituais de tantas religiões, seitas e grupos esotéricos (ela começou a vir para cá em busca de pedras para suas obras nos anos 1970). Filmado no Brasil entre 2012 e 2015 — quando de sua exposição Terra Comunal, no Sesc Pompeia —, o documentário Espaço Além – Marina Abramović no Brasil, de Marco del Fiol, mostra a artista com o médium João de Deus, tomando chá de ayahuasca  e participando de rituais que vão do candomblé a processos xamânicos em Curitiba dos quais eu nunca tinha ouvido falar. Marina está completamente exposta no filme, tanto física como emocionalmente, e é uma interessante viagem por esse nosso país de tradições tão sincréticas. Confira nossa matéria exclusiva sobre Marina Abramovic, clicando aqui. O filme está Espaço Além está em cartaz no Cinemark do Shopping Iguatemi, no Espaço Itaú de Cinema (Frei Caneca e Pompeia) e no Reserva Cultural. Estreou em 19 de maio de 2016.

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Saint-Martin: A ilha dividida e plural, europeia e créole, com praias lindas, boa comida e aviões na cabeça

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São quatro os territórios franceses no Caribe: as vizinhas ilhas de Saint-MartinSaint-Barthélemy (Saint-Barth, para os íntimos), a Martinica, e as cinco ilhas que formam a Guadalupe. E, assim como existiam as Antilhas Holandesas, dissolvidas em 2010 (hoje Curaçao, Aruba e Sint Maarten têm status  de país), essas oito ilhas fazem parte das Antilhas Francesas (Antilhas é o nome dado ao conjunto de todas as ilhas do Mar do Caribe: das grandes como Cuba e Haiti / República Dominicana às pequeninas Santa Lúcia e Granada). Mas Saint-Martin tem algo de diferente. Apesar de uma importante guerra entre os países no século 17, parece que não é só na combinação das cores das bandeiras nacionais (até a sequência das cores é igual) e nos negócios que franceses e holandeses se dão bem — a KLM e a Air France, duas companhias aéreas cuja comunicação a gente adora cada vez mais, são hoje uma só empresa, apesar das identidades próprias —, mas também no Ver Mais →

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A Simonde está em viagem: Saint-Martin

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Hoje estou embarcando para Saint Martin, esta ilha no Caribe que é dividida entre a França e a Holanda desde 1648 e que tem um dos aeroportos mais famosos do mundo, o Princess Juliana (e eu estarei lá na praia vendo os aviões pousarem e decolarem!). Na foto, a minha casa nos próximos seis dias: o Belmond La Samanna, o único hotel cinco estrelas da parte francesa da ilha (do lado holandês, também só tem um outro hotel cinco estrelas). Se você quiser acompanhar pílulas da viagem, que está com uma programação incrível, em tempo real (antes que elas se transformem em matérias no site da Simonde), é só seguir @iwashitashoichi tanto no Instagram quanto no Snapchat. Até a volta!

Arte-Divulgacao-Snap-Instagram-SaintMartin

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Courchevel: Hôtel des 3 Vallées, hotel design bem no centrinho do vilarejo

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Com o fim da Segunda Guerra Mundial e a decisão do governo francês de construir a estação de esqui de Courchevel {saiba mais sobre a pequena história de Courchevel, clicando aqui}, eles tiveram de construir um prédio para abrigar a equipe que trabalharia no projeto (imagina levar todo o material de construção para uma montanha, a 1850 metros de altitude, quando ainda não havia estradas). E é nessa construção histórica, de 1947, o primeiro edifício de Courchevel, que está o Hôtel des 3 Vallées, um hotel design  de quatro estrelas, charmoso e aconchegante, e muitíssimo bem localizado (você vai estar a dez passos do Génepi, um dos meus restaurantes favoritos, de cozinha típica savoyarde; a 150 metros do Chabichou, restaurante dois macarons  Michelin, e do Pomme de Pin, lugar perfeito para um almoço com vista linda para a cidade e as montanhas; a três minutos a pé da Croisette e das lojas de aluguel de esquis; a cinco minutos do centrinho de Courchevel, com o escritório de Ver Mais →

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