A Simonde está em viagem: Paris e Provence

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Hoje estou embarcando na Premium Economy do Boeing 777-300 da Air France para a Provence, atrás da luz, dos aromas e das cores que encantaram os pintores impressionistas Van Gogh, Picasso e Cézanne; do lilás dos campos de lavanda, do ocre da argila colorida pelo óxido de ferro, do rosé  típico dos vinhos da região. No roteiro, muito sol, hotéis Relais & Châteaux, cidades com heranças medievais, festival de música lírica e uma escala em Paris num hotel-palácio para as comidinhas, os pães e os doces de sempre. Para acompanhar pílulas da viagem em tempo real (antes de elas se transformarem em matérias completas no Simonde.com.br), é só seguir @iwashitashoichi no Instagram e iwashitashoichi no Snapchat. Alors, tu viens avec moi?

Arte-Divulgacao-Snap-Instagram-Provence-3Fotos: Jerôme Chauvin e Jan Marna

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Teatro Kabuki, luxo e drama para o povo há 400 anos

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“O povão gosta de luxo, quem gosta de miséria é intelectual.” Essa frase do maranhense que fez história no carnaval carioca, Joãosinho Trinta, não poderia descrever melhor a diferença entre os teatros clássicos japoneses, o no e o kabuki. Enquanto o no — que vem praticamente inalterado desde o século 14 — é sóbrio, filosófico, sutil e sempre serviu de entretenimento para a aristocracia (a família imperial, os shogun — os governantes de facto  do Japão do século 12 ao século 19 — e os daimyo, os senhores feudais), o kabuki conquistou o demi-monde  de Edo (atual Tóquio) e entretém as massas desde o século 17 com suas narrativas mega dramáticas e cenários, maquiagens e figurinos exuberantes e coloridíssimos (tem até bate-cabelo com enormes perucas — uma vermelha e a outra branquíssima — entre leão pai e leão filho, uma das cenas clássicas) deste teatro em que apenas homens tocam, cantam e interpretam os papéis masculinos e Ver Mais →

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Saint-Martin: O que fazer e os passeios – e as praias! – essenciais

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Saint-Martin não é uma ilha pequena: são 35 praias, uma reserva natural e DOIS PAÍSES neste pedaço de terra entre o Mar do Caribe e o Oceano Atlântico que, tendo o turismo como principal atividade econômica, conta com ótima infraestrutura: aeroporto internacional com voos diretos de e para os Estados Unidos e a Europa, ótimos restaurantes, lojas de vinhos excelentes (duty free ) e atividades variadas. Só poderia ter mais opções de bons hotéis: em toda a ilha, só tem um cinco estrelas, o La Samanna {leia a crítica completa do hotel, clicando aqui}. De qualquer forma, dá tranquilamente para passar sete dias sem repetir praia, passeio ou restaurante (e ainda, não conhecer tudo). A seguir, você confere as nossas dicas vividas e aprovadas!

MERCADO DE MARIGOT [Marigot] Sabores, cores e temperos

saint-martin-o-que-fazer-passeios-dicas-1200-1Visitar mercados locais é uma atividade favorita na Simonde. E a primeira parada é este mercado que fica em Marigot (“pântano”, em francês; eram muitos aqui na região), a capital do coletivo ultramarino de Saint-Martin (ou seja, capital da parte francesa), aberto todos os dias, das 7h às 15h. Quase em frente à Gare Maritime, você vai encontrar peixes fresquíssimos (às quartas e sábados), frutas e legumes, temperos, runs de todos os Ver Mais →

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O amar que torna feliz

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Porque é o meu  amor que enche meu coração. Quando dois se amam, cada coração se enche com seu próprio amor, um pelo outro. É impossível saber, é impossível sentir o que o outro sente. Um pode demonstrar amor, sem sentir, mentir. E amar sem nunca demonstrar, te amar.amar-que-torna-feliz-640

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As instituições culturais de SP que você precisa conhecer e frequentar

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São Paulo, assim como outras importantes cidades do Hemisfério Sul, não tem grandes museus ou uma programação cultural à altura de cidades como Nova York, Paris e Londres. E é provável que muitas das coisas que você veja aqui, você já tenha visto lá fora, e em escala bem menor. Mas, muito foi feito nos últimos vinte e cinco anos para fomentar a cultura na cidade. Desde maiores investimentos para o cinema e teatro, reformas de museus e prédios antigos e a brava tentativa de trazer para o país companhias de dança, orquestras e exposições de todo o mundo (geralmente de artistas com maior apelo popular). E posso dizer que, hoje, nossa programação anual de música e dança é bem boa… A seguir, você confere os lugares que a gente mais ama — e frequenta — em São Paulo.

PINACOTECA DO ESTADO [Centro] Ótimo acervo, a melhor programação ao longo do ano

instituicoes-culturais-museus-sao-paulo-sp-1200-3-pinacoteca-do-estado instituicoes-culturais-museus-sao-paulo-sp-1200-4-pinacoteca-do-estadoFundado em 1905 como uma coleção de pinturas para estudantes de arte num edifício imponente de tijolos aparentes em estilo neoclássico italiano (projetado por Ramos de Azevedo, o mesmo arquiteto do Theatro Municipal, do Mercadão, da Casa das Rosas), a Pinacoteca do Estado é o museu mais antigo de São Paulo (outro gigante da arquitetura nacional seria responsável pela bem-sucedida reforma de 1998: Paulo Mendes da Rocha). E o acervo permanente, uma coleção de 9 mil obras — das quais 1000 permanentemente expostas no segundo andar — é uma importante viagem pela arte brasileira dos Ver Mais →

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Eurostar, um guia completo (e por que você deve chegar cedo à estação)

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Sair do centro  de Londres e chegar ao centro  de Paris em exatas duas horas e dezesseis minutos, sem ter de se deslocar um monte na ida e na chegada (os aeroportos ficam afastados das cidades); sem ter de lidar com todos os desafios dos aeroportos (segurança, longas caminhadas até o portão, esperar as malas na esteira); sem ter de se preocupar com o peso da mala (nos voos intra-europa a franquia de bagagem é de 1 mala com 23 kg e nos trens você pode levar até duas malas, sem limite de peso, desde que o lado maior não meça mais que 85 centímetros e que você consiga entrar e sair do trem carregando-as); poder levar garrafas de vinho consigo e ainda emitir 80% menos dióxido de carbono na natureza, já fazem com que, há mais de vinte anos, a melhor forma de se viajar entre Londres e Paris seja com o trem de alta velocidade Eurostar (a velocidade máxima de operação é de 320 km/h; o TGV, o trem francês de alta velocidade, é ainda mais rápido, atingindo 380 km/h nas Ver Mais →

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Borough Market, mercado milenar renascido nos anos 1990

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Londres é dividida em 33 boroughs  e, traduzindo literalmente, Borough Market seria o “mercado do distrito”  de Southwark, onde está instalado há mil anos, quando Londres só estava do outro lado  do Tâmisa e a única forma de acesso “à City”  era pela London Bridge (não só da cidade de Southwark para Londres, mas como de todo o sul da Inglaterra para lá e para o norte). Mas o que a gente vê deste imperdível mercado — o mais antigo da Swingin’ London — instalado debaixo dos trilhos suspensos do metrô — também o mais antigo, mas do mundo — é bem mais recente. Depois de muitas idas e vindas ao longo de todo esse tempo — proibições, incêndios, a chegada dos supermercados —, foi nos anos 1990, quando duas lojas gastronômicas — a Neal’s Yard Dairy com seus queijos ingleses de origem e a Brindisa com seus jamóns ibéricos — se instalaram nos galpões vazios do local que se iniciou um festival que reunia 50 dos melhores produtores do Reino Unido. O que era esporádico virou fixo, o que acontecia num sábado por mês virou semanal, e, com Ver Mais →

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Um Bonde Chamado Desejo; outro chamado Cemitérios

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Decadente e atormentada, sim. Mas Blanche DuBois não é uma patricinha bonita e surtada que vive no mundo fantasia. É uma menina bem nascida — era “meiga e confiante”, nas palavras da irmã — que não suportou o suicídio do marido, seu primeiro e único amor (“era como se uma luz ofuscante iluminasse o que sempre havia estado nas sombras”; “tudo o que eu sabia é que eu não consegui ajudá-lo com os problemas dos quais ele não conseguia falar” ), e que, após a tragédia, encontrou no sexo com muitos parceiros num hotelzinho barato para prostitutas uma maneira de preencher seu vazio existencial. E se perdeu. Se perdeu de si mesmo a ponto de só conseguir sobreviver na magia e não mais na realidade (“Magia! Sim, sim, magia! Eu tento dar isso para as pessoas.” ). Desprovida de sua honra, de sua propriedade — a fazenda Belle Rêve, que pertencia há gerações à sua família — e de seu emprego como professora de literatura depois de se envolver com um aluno menor Ver Mais →

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