Passeio imperdível de um dia na Provence: Roussillon, Gordes e a Abadia

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Vilarejos empoleirados (em francês, villages perchés ): é assim que é conhecida a maioria dos vilarejos fortificados típicos da Provence que cresceu no alto das montanhas — e que sempre rendem vistas incríveis da estrada — para se proteger das constantes invasões ao longo dos séculos, principalmente durante a Idade Média e o Renascimento (por causa da Guerra das Religiões no século 16, entre católicos e protestantes). E Gordes e Roussillon, os dois vilarejos medievais e únicos que vamos conhecer hoje, dois “empoleirados” com identidades — e cores — bastante distintas (igualmente surpreendentes, no entanto), já eram habitados durante a época galo-romana (quando a Gália, atual França, foi ocupada pelos romanos no século 1 a.C.), e hoje fazem parte da lista dos Mais Belos Vilarejos da França (Les Plus Beaux Villages de France). E ficam a apenas uma hora de carro de Avignon, nossa cidade-base para a região. Vamos para a primeira parada do dia:

GORDES

gordes-provence-1200-1gordes-provence-1200-2 gordes-provence-1200-3A vista da chegada a Gordes pela Route de Cavaillon, que fica a apenas 38 quilômetros de distância de Avignon, é daquelas que fazem a gente parar o carro em algum canto e sair para contemplar a visão quase fantástica deste vilarejo que cresceu em volta de uma rocha e foi construído de rocha (dizem que são 600 toneladas de pedra por habitante). Mas como a Ver Mais →

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Como saber que o seu iPhone vai funcionar com o chip no exterior

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A primeira coisa que faço quando chego a uma cidade no exterior é passar na loja de uma operadora de celular — na própria estação de trem ou aeroporto — e comprar um chip  local para ter acesso ao telefone (ótimo para confirmar as reservas dos restaurantes) e à rede de dados 4G (para usar os aplicativos de viagem, o imprescindível Google Maps ou para postar no Instagram ou no Snapchat). (Tem bancas e quiosques que vendem os SIM cards, mas eu prefiro uma loja que tenha atendentes que entendam sobre o assunto caso haja algum problema; eles mesmo instalam, configuram se necessário, e eu já saio com o telefone funcionando; nas bancas, os caras não entendem nada e só sabem te dar o chip  e pegar o dinheiro).

E a questão é que nem todos aparelhos da Apple estão habilitados para funcionar no mundo todo. Eu tenho um iPhone 6 que comprei “desbloqueado” e que sempre havia funcionado com chips no exterior e fiquei surpreso quando cheguei em Milão em abril deste ano, comprei o chip e ele não funcionou. Achei que era erro do atendente, fui a outra loja e nada. Só depois me lembrei de que eu Ver Mais →

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Avignon: o melhor jeito de chegar, quando ir, onde ficar, como se locomover

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Avignon até tem um pequeno aeroporto, mas dele só chegam e partem voos — não diários — de e para a Inglaterra e Córsega. Assim, o jeito mais fácil e rápido de se chegar à Cidade dos Papas  é pelo TGV (o Train à Grande Vitesse, o trem-bala francês) que faz o trajeto entre a Gare de Lyon, em Paris, e Avignon TGV em apenas 2h40. Mas atenção! Avignon tem duas estações de trem: a Avignon Centre e a Avignon TGV, que fica um pouco mais afastada da cidade e é para lá que deve ser comprada a sua passagem (é importante ter isso em mente também para a hora em que você for fazer a reserva do seu carro!). São mais de dez partidas diárias saindo da Gare de Lyon, entre as 6h e as 20h, e chegue cedo para aproveitar o belo salão do Train Bleu, o imponente café-bar-restaurante belle époque  inaugurado nesta estação de trem no sudeste de Paris em 1901 (só viaje leve pois o Train Bleu fica acima do piso térreo e não tem elevador, tem de subir uma escadaria carregando a mala). Tome Ver Mais →

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Avignon: A cidade-base perfeita para explorar esta bela e gastronômica região da Provence

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Avignon, a cidade do vento violento (e acredite, mesmo no verão quando a temperatura chega a 30 graus no meio-dia, o vento que vem do norte, o famigerado mistral, pode ser bem fresco durante a manhã), é o ponto de partida para a nossa viagem pela Provence (fui pronto para me apaixonar de novo por Aix-en-Provence, mas desta vez foi Avignon que ganhou meu coração). Além de ter um hotel pelo qual eu me apaixonei {confira a matéria clicando aqui}, sendo a única opção de hospedagem Simonde na cidade (e dois restaurantes incríveis; você vai conferir nas próximas publicações), a “Cidade dos Papas” que abriga o mais importante festival de artes dramáticas do mundo fica a apenas 2h40 minutos de Paris pelo TGV (o trem rápido, saindo da Gare de Lyon) e é a base perfeita para você visitar dois dos mais belos vilarejos da França (com as paisagens do Lubéron e alguns campos de lavanda de brinde; confira a matéria clicando aqui), os vinhedos do sul do Ródano (uma das regiões vinícolas Ver Mais →

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As padarias parisienses e o não café da manhã

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Você leva a sua listinha com as melhores padarias de Paris — a maioria nos arrondissements  mais periféricos —, acorda e, achando que pão rima perfeitamente com café da manhã, em vez de tomá-lo no hotel, vai até um dos endereços premiados para sua primeira refeição do dia, atrás do melhor pão do mundo. O resultado? Decepção. Não por causa dos pães (porque realmente não tem igual), mas por que as boulangeries  em Paris — e quase em todo o mundo, na verdade — em nada  lembram as instituições onipresentes que são as nossas maravilhosas padarias, que fazem e vendem de tudo, até pão. Porque padaria em Paris — a não ser que seja uma boulangerie-pâtisseriesó vende pão. Nada mais. Com raríssimas exceções, não vai ter mesa, cadeira ou balcão para se sentar; não vai ter aquele chapeiro amigo que vai pegar aquele pão delicioso e fazer o sanduíche com os ingredientes e do jeitinho que você gosta; não vai ter suco de todas as frutas preparados na hora; não vai ter café, nem queijo, nem uma manteiguinha; e não vai estar aberta todos os dias, de Ver Mais →

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Como e onde comprar moeda estrangeira; cartão pré-pago e crédito: o guia definitivo

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Dinheiro, passaporte, saúde e, de novo, dinheiro: as coisas ESSENCIAIS de uma viagem. E a primeira lição do câmbio é: a não ser que você tenha comprado na baixa e esteja vendendo na alta, você SEMPRE vai perder dinheiro ao comprar ou vender moeda. Faz parte do custo-turista. As taxas de câmbio variam MUITO entre bancos e corretoras, de uma modalidade para outra (e de um minuto para o outro!), entre o valor oficial e o turismo, o que sempre exige um tempo de pesquisa e o da retirada ou entrega da moeda. Logo, o ideal é fazer o mínimo de operações possível. Compre dólar quando for para os Estados Unidos, libra quando viajar para os países do Reino Unido e euro para a Europa (mesmo se o país não fizer parte da zona do euro — apesar da quase onipresença do euro na nossa lembrança, ainda existem 28 moedas diferentes no continente europeu —, o euro vai ser a melhor moeda para trocar por moeda local, já que eles não aceitam real). Não vá comprar dólar Ver Mais →

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Cruzeiros de luxo: os megaiates franceses da Ponant #publi

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Esqueça a decoração over  ao estilo dos cassinos de Las Vegas, animadores de crianças (e de adultos) em piscinas lotadas, hora para jantar em lugares predeterminados e filas para pegar os tenders — as embarcações que nos levam dos grandes navios aos portos (por causa do tamanho eles não conseguem chegar próximo à terra). O primeiro — e já clássico — veleiro de três mastros da Ponant, única companhia de cruzeiros do mundo a portar a bandeira francesa, lançado ao mar em 1991, tem apenas 32 cabines (para 64 passageiros com o apoio de 32 tripulantes) e consegue aportar nos lugares mais secretos, acessíveis apenas a pequenas embarcações. Seus principais destinos? Os mares calmos do Mediterrâneo e do Caribe.

Mas, depois de quase vinte anos e com o objetivo de criar a embarcação ideal para viagens no mar — com todo o décor  e savoir-faire  francês —, veio o projeto do megaiate Le Boréal, que foi lançado em 2010, agora com capacidade para 264 passageiros (mantendo a Ver Mais →

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