Três restaurantes biô em Paris – aqui, sinônimo de saudável, orgânico e sexy – para frequentar

Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 305 Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 398

A oferta não é tão grande quanto em San Francisco ou Berlim, mas Paris, uma das capitais da gastronomia do mundo onde a tradição impera, aderiu à onda que, em francês, eles chamam de “biô” (em francês não se usa o circunflexo; é só para mostrar como eles falam :-): produtos — não só alimentos, mas também tecidos, cosméticos e produtos de limpeza — cujo processo de produção é natural, sem pesticidas, hormônios ou fertilizantes artificiais (ou seja, sem os chamados produits chimiques de synthèse, químicas desenvolvidas para sintetizar substâncias naturais com o objetivo de reduzir custos e aumentar produtividade, essas coisas que vão do agrotóxico ao plástico; e já são mais de 11 milhões de produtos químicos de síntese catalogados). No que se refere aos restaurantes, a denominação bio  indica não só que o estabelecimento possui uma preocupação em utilizar ingredientes locais, sazonais, orgânicos e frescos, mas também se preocupa com o Ver Mais →

VEJA MAIS


shoichi.simonde@gmail.com


Galápagos: Como conhecer as ilhas que inspiraram uma das ideias mais revolucionárias da história

Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 305 Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 398

Uma viagem que durou cinco anos e passou pelas ilhas Galápagos (e duas vezes pelo Brasil) fez com que um jovem naturalista inglês, bem nascido mas nada brilhante na juventude (tentou a medicina e o sacerdócio, ambos sem sucesso), chegasse, a partir da observação, a uma das ideias mais brilhantes — e revolucionárias — de toda a história: a de que as características dos indivíduos de uma determinada espécie mais bem adaptados ao ambiente passariam para as futuras gerações, moldando o que somos e o percurso da evolução (assim, isso é apenas um dos pontos escrito de uma maneira bem  resumida), respondendo assim a uma das questões fundamentais da ciência, que na época acreditava que as espécies eram imutáveis (sem falar nas profundas  implicações religiosas — que dava ao acaso das mutações genéticas o poder que antes era de Deus — e filosóficas, discutidas até hoje).

E se, de 1831 a 1836 (passando por Galápagos em 1835), Charles Darwin fez a viagem no HMS Beagle, uma embarcação a vela com dois mastros, nada  confortável e numa época quando as pessoas partiam para as viagens sem saber se voltariam vivas (ou se voltariam), hoje é possível conhecer essas que são uma das paisagens mais inóspitas, únicas e protegidas Ver Mais →

VEJA MAIS


shoichi.simonde@gmail.com


O Uruguai visto através de seu brasão: O sol, a justiça, o Fuerte del Cerro, o cavalo e a vaca

Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 305 Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 398

Cada país tem sua bandeira e seu brasão de armas (escudo de armas, em espanhol), com os emblemas e os símbolos representativos da nação. No caso do Uruguai, o brasão que faz referência à balança da justiça, ao forte del Cerro  em Montevideo, à força dos cavalos e à abundância do gado, tudo sob a proteção calorosa do sol, não poderia ser melhor retrato da realidade do país.

A balança da justiça e da igualdade ficou evidente nas ruas. Apesar da riqueza ostentada em Punta del Este, o Uruguai não é um país riquíssimo nem paupérrimo. Vale dizer, não há essa discrepância social que costumeiramente vemos no Brasil. Ouvi o dono de uma das estâncias reclamar do ensino e da saúde pública, mas fui prontamente atendido no hospital de uma pequena cidade, inaugurando a viagem com dois pontos no dedo e Ver Mais →

VEJA MAIS


shoichi.simonde@gmail.com


Seychelles, ilha La Digue: A praia que é um dos grandes motivos da sua viagem ao arquipélago está aqui

Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 305 Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 398

A primeiríssima coisa a fazer ao chegar de balsa (que aqui eles chamam de jetty ) nesta ilha que só recentemente passou a ter carros é alugar sua bicicleta, que será o seu meio de transporte na ilha (há vinte anos, os únicos meios de transporte eram a bicicleta e as charretes puxadas por bois, que existem até hoje, mas que eu não gosto nem de ver por pena dos bois, ali, puxando aqueles turistas debaixo do sol). E a conversa que eu tive com a atendente da locadora de bicicletas reflete bem o espírito de La Digue. “Quanto custa o aluguel?” “150 rupees para um dia todo ou 100  rupees por dia se você alugar mais de um dia.” “Ó, aqui o meu passaporte.” “Ah, não precisa não.”… (Escolho a bicicleta.) “Onde fica o cadeado?” “Não tem não.” “Mas e se alguém levar a bicicleta?” “Você avisa e a gente encontra, não tem problema.” #ComoNãoAmar? La Digue é a ilha mais charmosa e mais low-profile  das Seychelles — das ilhas habitadas é a mais difícil de se chegar — e também abriga a praia que, por si só, vale todo o esforço: a Anse Source d’Argent (foto acima), com seus granitos Ver Mais →

VEJA MAIS


shoichi.simonde@gmail.com


Seychelles, ilha Praslin: Palmeiras jurássicas com cocos gigantes e uma das praias mais lindas do mundo

Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 305 Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 398

É nesta ilha que fica a Anse Lazio, a praia que é considerada uma das mais lindas do mundo. Aqui também está o Vallée de Mai, uma floresta de palmeiras gigantescas — que dão o famoso coco de mer, uns cocos também gigantes —, intacta há milhões de anos, com espécies endêmicas que você não encontra nem nas ilhas vizinhas (a sensação é a de que se está no cenário do filme Jurassic Park ). Mas a não ser que você venha jogar golfe no hotel-resort Constance Lémuria (e apesar de ter um hotel de luxo da rede Raffles), Praslin — fala-se “prálin” ou “pralã” — é perfeita para se passar apenas o dia, pois além da praia e da floresta, não há muito mais o que ver ou fazer. Ou melhor, não tem nada — natureza, praias, atividades — de que você já não irá desfrutar bastante nas outras ilhas.

COMO CHEGAR A PRASLIN?

Segunda maior ilha da República das Seychelles  (entre Mahé, a maior, e Silhouette, a terceira), Praslin tem apenas sete mil habitantes e você pode vir para cá tanto de catamarã (que eles chamam de “jetty” ), de Mahé ou La Digue, quanto de avião, de Mahé, num voo que dura 15 minutos (a Air Seychelles faz 32 voos diários entre as ilhas de Mahé [SEZ] Ver Mais →

VEJA MAIS


shoichi.simonde@gmail.com


Alitalia: Testamos a Premium Economy da companhia; vale a pena?

Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 305 Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 398

Eu amo o colorido do verde, branco e vermelho da bandeira italiana — da pizza napoletana (manjericão, muçarela branquinha e tomate) — e dos novos uniformes de tripulação {veja clicando aquie dos aviões da Alitalia. Em qual outra companhia aérea você tem um cinto de segurança em couro rosso ? Mas essas mudanças são recentes e começaram quando a Etihad, a companhia aérea do rico emirado de Abu Dhabi {saiba mais sobre as três companhias emirati  que estão dominando o mundo, clicando aqui}, comprou 49% da Alitalia, em 2014, num processo que incluiu uma recapitalização de € 76 BILHÕES (acabando com a dívida que quase faliu a empresa) e um investimento no valor de  560 milhões, sendo que € 400 milhões foram injetados só em 2016. Até então, a Alitalia era considerada uma péssima opção para os viajantes (eu mesmo tinha tido péssimas experiências com a companhia).

Com essa reestruturação, que incluiu novas rotas, novo logo (uma evolução discreta aos olhos leigos), novos aviões, novos lounges  em Roma e Milão, novas pinturas das aeronaves, novos interiores e novo serviço de bordo, em que o conjunto das ações têm o objetivo Ver Mais →

VEJA MAIS


shoichi.simonde@gmail.com


Etiqueta em restaurantes japoneses: O guia definitivo do shooyu

Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 305 Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 398

O shooyu [しょうゆ、ou em kanji  醬油] é o já famoso molho de soja fermentada criado na China há mais de vinte e dois séculos, de uma cor e brilho que nos lembra a laca e sabor complexo e intenso (#umami em sua máxima potência), presente na gastronomia da maioria dos países asiáticos. Com a proliferação dos restaurantes japoneses pelo mundo, os ocidentais já aprenderam a comer de hashi (e deixam os japoneses impressionados), mas, em compensação, quando o assunto é o uso do shooyu

USE O SHOOYU  COM MODERAÇÃO, SEMPRE

— Coloque pouco shooyu  no recipiente para o molho, não o encha; e vá se servindo conforme for comendo. O ideal é que, terminada a refeição, não sobre uma gota sequer no pratinho.
— O Japão é um país que, assim como outros países que passaram por racionamento de comida durante as guerras, abomina o desperdício. O shooyu  é um alimento que leva Ver Mais →

VEJA MAIS


shoichi.simonde@gmail.com


Seychelles, ilha Silhouette: A ilha do resort Hilton Labriz, com natureza exuberante e vilarejo autêntico

Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 305 Notice: Undefined variable: site in /var/www/wp-content/plugins/adrotate-pro/adrotate-output.php on line 398

Confesso que, ao planejar uma viagem para qualquer praia (ainda mais um destino considerado paradisíaco como as Seychelles), a minha última opção de hospedagem seria uma propriedade dessas grandes cadeias internacionais voltadas para o mercado corporativo, que seguem aquela identidade única estando você em Xangai, em Paris ou no Rio de Janeiro. Mas o que me encantou no Hilton Seychelles Labriz Resort & Spa, além do fato de ele ocupar sozinho a Silhouette Island, a terceira maior ilha das Seychelles, plantation  no século 18 e hoje parque nacional e marítimo, é que na ilha existe um vilarejo com apenas 135 nativos, com escola maternal (no momento sem alunos porque as poucas crianças da ilha — eram cinco em 2015 — prosseguem hoje o ensino fundamental em Mahé), hospital (onde um médico alemão é mantido pelo hotel), capela, centro comunitário; e o mais bonito é que, em vez de escondê-los, o hotel integrou Ver Mais →

VEJA MAIS


shoichi.simonde@gmail.com


SIGA A SIMONDE

Interaktiv
Wordpress SEO Plugin by SEOPressor