Taormina: A cidade siciliana com paisagens improváveis onde a máfia nunca esteve presente

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Assim como o cannolo  e a retórica, a máfia foi inventada na Sicília. A maior ilha do Mediterrâneo, a “bola chutada pela bota” que é a península itálica, a Sicília pagou um preço alto por sua localização estratégica no Mar Mediterrâneo, nos quase dois mil anos em que a região foi considerada o centro do mundo. E quando perdeu a importância, na transição entre o feudalismo e uma tentativa de Estado moderno (a Sicília desde o Império Romano foi totalmente desflorestada para ser o celeiro da Itália continental graças ao seu solo vulcânico, logo, rico), a ilha viu o surgimento da Cosa Nostra, não só uma instituição criminosa que ultrapassou continentes, mas também uma organização social cujas origens explicam muito a história, a geografia, a alma — e o atraso — dessa ilha. Mas as “famílias” (a famiglia, nem sempre consanguínea, é a unidade básica da máfia) nunca estiveram presentes no nordeste siciliano, onde fica Taormina, apesar de sua presença influente até hoje no lado oeste, onde estão Palermo e Corleone. Talvez por isso, apesar de ter atraído viajantes das Ver Mais →

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Saint-Barth: O melhor jeito de chegar, quando ir, quanto tempo ficar; TUDO o que você precisa saber

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Chegar não é muito fácil. Espremida entre uma colina e o mar (a linda Baía de Saint-Jean, uma das principais praias da ilha), a pista de pouso do aeroporto de Saint-Barth [SBH] tem apenas 650 metros de comprimento (veja foto abaixo; para efeitos de comparação, um Boeing 737-300 precisa de 2000 metros de pista para pousar; um Boeing 777, de 2700 metros de pista…). Ou seja, só aviões bem pequenos com capacidade para, no máximo, dez passageiros conseguem pousar aqui. E sendo quase toda a pequena ilha de Saint-Barthélemy uma reserva natural, não existe a menor possibilidade de se aumentar o porto de Gustavia (os grandes iates ficam todos no mar, fora da marina, e os grandes navios não têm permissão para aportar) ou de se aumentar a pista de pouso — que não tem como ser expandida, por conta das barreiras naturais — ou construir um novo aeroporto, o que torna o turismo de massa uma realidade improvável neste pedaço de primeiro mundo no Caribe.

DO BRASIL PARA SAINT-BARTH: DUAS ESCALAS, NO MÍNIMO

A opção mais rápida — e mais fácil para quem não tem visto americano — é ir de Copa Airlines com escala de apenas 45 minutos no Panamá (em 11 horas você estará pousando no Princess Juliana, em Sint-Maarten, a ilha vizinha mais próxima de Saint-Barth). Mas, apesar de a Copa oferecer uma classe executiva (não muito boa), eu acho desconfortável fazer um voo de sete horas, Guarulhos-Panamá, num Boeing 737, que é narrow-body  (só tem um corredor e é o avião com que a Gol, que Ver Mais →

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Dá mesmo para comprar day-use para passar o dia na piscina do hotel Fasano Rio?

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Ela está fechada no momento para uma reforma e só reabre em setembro para as comemorações do aniversário de dez anos da abertura do hotel (os quartos também começam a passar por atualizações necessárias começando pela tecnologia; aguarde mais informações em breve :-). E desde 2007 o hotel Fasano Rio tem a piscina-com-vista  mais cobiçada não só do Rio de Janeiro, mas uma das mais do mundo (o Emiliano Rio, inaugurado no fim de 2016, bem que poderia conquistar o posto — também com uma bela piscina no topo do hotel, com vista para o Pão de Açúcar e borda infinita; confira a nossa crítica do hotel clicando aqui —, mas em Copacabana infelizmente não tem pôr do sol…). No entanto, diferentemente de outros hotéis no Rio, o Fasano — assim como o Emiliano — não oferece o serviço de day-use, que é a prática de se pagar um valor para se usar a estrutura de piscina ou praia de um hotel (e que sempre é uma ótima oportunidade de se Ver Mais →

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