Dresden: Tudo o que você não pode deixar de visitar, ver e fazer em uma das cidades mais fascinantes da Alemanha

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Pare na praça Neumarkt em frente à estátua de Martinho Lutero e a icônica igreja luterano-barroca Frauenkirche. Observe em volta. A sensação é a de que você está, assim como em tantos destinos da Europa, numa linda cidade com séculos de história (o que é verdade: Dresden foi a capital do eleitorado e do reino saxão e ainda hoje é a capital da Saxônia — Sachsen, em alemão —, apesar de Leipzig ser a maior cidade do estado). Mas o edifício mais antigo — e o único original — desta praça não são  todos esses prédios que aparentam centenas de anos, mas sim o Kulturpalast, um prédio quadradão-modernista-socialista  construído na década de 1960, cuja belíssima nova sala de concertos acaba de ser inaugurada (Dresden tem uma longa ligação com a música clássica: além de possuir uma das orquestras mais antigas do mundo, óperas de grandes compositores como os Richards Wagner e Strauss estrearam aqui). Todo o resto da “Cidade Antiga”, a Altstadt — incluindo a maioria dos lugares citados nesta matéria, e ela, a imponente Frauenkirche — foi completamente destruído durante o bombardeio aliado, mais especificamente de ingleses e americanos, no Ver Mais →

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Paris para quem fala francês: Um roteiro além do básico para os apaixonados por cultura; teatro, cinema, literatura

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Não é preciso falar qualquer idioma perfeitamente para apreciar grande parte das experiências nas viagens: as paisagens, a arquitetura, a gastronomia, os concertos, espetáculos de dança, as exposições (a maioria dos museus tem placas e legendas versadas para o inglês), as vitrines. Mas para se aprofundar na cultura local e absorver a visão de mundo dos nativos (quase sempre muito diferente da nossa, e essa é uma das partes mais enriquecedoras das viagens), seja lendo os artigos de opinião dos jornais sobre os assuntos do momento, os debates na televisão (e na França, é o que você mais vai ver ao ligar a TV), assistir às peças dos dramaturgos que fizeram a história do país e ler o livros que não foram traduzidos para o inglês — e ainda mais raramente para o português —, a fluência no idioma é essencial. E não há governo que invista tanto em cultura quanto o governo francês (talvez até por entender que esse é um dos grandes atrativos que nos faz voltar para a França tantas Ver Mais →

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