Atômica, o filme: Lorraine Broughton é a nossa agente secreto do século 21

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Se, desde 1956, a bebida de James Bond é o dry martini — do “shaken, not stirred”  ao Vesper —, Lorraine Broughton (guarde esse nome), a agente lésbica do MI6, o Serviço Secreto de Inteligência Internacional do Reino Unido, só bebe vodca Stolichnaya on the rocks  e fuma (muito, o filme todo). E a Atomic Blonde (o filme em português ganhou o nome Atômica), interpretada pela belíssima atriz sul-africana Charlize Theron (que também é produtora do filme) e inspirada no graphic novel The Coldest City  de Sam Hart (que mora em São Paulo desde os 10 anos de idade!) e Antony Johnston, apesar de não ser personagem com a profundidade e complexidade da Femme Nikita, a assassina do filme de Luc Besson de 1990 (minha preferida até hoje), e o roteiro ser daqueles que a gente já viu inúmeras vezes nos filmes de espionagem (agente-morre-agente-tenta-resgatar-informação-que-pode-colocar-o-mundo-em-risco-e-“a-gente”-nunca-sabe- Ver Mais →

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Qual a diferença entre o Valpolicella e o amarone della Valpolicella (e por que o segundo é tão mais caro)?

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No Vêneto, a região do nordeste da Itália que é uma das maiores produtoras de vinhos do país (pense em 850 milhões de litros de vinho por ano), há todas as qualidades de suco de uva fermentada: dos mundialmente populares Soave, Valpolicella, Bardolino (vinhos leves e modestos; quase banais, produzidos em escala industrial), ao amarone della  Vapolicella, o grande vinho vêneto e um dos maiores vinhos da Itália (ah, não nos esqueçamos do prosecco de Veneza). Mas hoje nosso tema é especificamente a Valpolicella (Valpolexèla em vêneto), essa região de colinas na província de Verona (e ao norte da charmosíssima cidade de Romeu e Julieta; diferentemente de Soave e Bardolino, não existe uma cidade chamada Valpolicella), onde são produzidos não só o Valpolicella classico, mas também o amarone, o recioto e o ripasso; todos eles feitos na mesma região, pelos mesmos produtores e com exatamente  as mesmas castas de uva. Qual a diferença entre eles? Por que os Valpolicella têm teor alcoólico de 11% (e são mais baratos) e os Ver Mais →

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Bülow: O único hotel com restaurante estrelado da cidade, entre as regiões que a gente mais ama em Dresden

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Existe uma austeridade nos hotéis de luxo germânicos — seria a herança protestante? — que é bem diferente do que a gente encontra na França, no Japão, nos Estados Unidos; e tem pouco a ver com o que consideramos bom gosto (mas eu acabo gostando por ser o reflexo de uma cultura e, principalmente, porque ela vem sempre acompanhada da eficiência alemã). E, se se hospedar no Taschenbergpalais é estar praticamente dentro dos palácios de Dresden (o hotel ocupa um prédio que foi construído por Augusto, o Forte para a sua amante favorita), se hospedar no Bülow Palais, um hotel independente, de família, associado à Relais & Châteaux, é estar no bairro mais antigo da cidade — a Innere Neustadt, com construções barrocas originais do século 18, entre a bela Albertplatz e o Palácio Japonês, e em frente uma pracinha arborizada onde está a igreja Dreikönigskirche — entre as duas regiões que a gente ama e frequenta: a Altstadt, a região onde ficam Ver Mais →

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Zwinger e Residenzschloss em Dresden: O palácio dos príncipes saxões com uma das mais belas coleções do mundo

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Diferentemente de outros palácios, geralmente isolados, o Palácio Real do que foi de 1356 a 1806 o Eleitorado da Saxônia (um dos estados parte do Sacro Império Romano Germânico) e até 1918 o Reino da Saxônia, não tem quilômetros e quilômetros de jardins com altos muros em sua volta (palácios típicos do século 18), mas está interessantemente integrado ao contexto urbano, bem no centro da cidade de Dresden. E o mais impressionante — além da coleção absurda de joias, roupas, espadas e armaduras tão ricamente decoradas que mais lembram o carnaval que as guerras medievais; o Residenzschloss era um dos mais magníficos e importantes palácios na Europa do século 18 — é que, apesar de todas as reviravoltas da História (pense em feudalismo-monarquia, república, nazismo, Segunda Guerra Mundial, capitalismo, socialismo — Dresden era parte da Alemanha Oriental, subordinada à Moscou), as coleções de Augusto, o Forte, estão quase que inteiramente intactas e reunidas, sendo que as mais importantes peças ocupam hoje EXATAMENTE Ver Mais →

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Dresden: Tudo o que você não pode deixar de visitar, ver e fazer em uma das cidades mais fascinantes da Alemanha

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Pare na praça Neumarkt em frente à estátua de Martinho Lutero e a icônica igreja luterano-barroca Frauenkirche. Observe em volta. A sensação é a de que você está, assim como em tantos destinos da Europa, numa linda cidade com séculos de história (o que é verdade: Dresden foi a capital do eleitorado e do reino saxão e ainda hoje é a capital da Saxônia — Sachsen, em alemão —, apesar de Leipzig ser a maior cidade do estado). Mas o edifício mais antigo — e o único original — desta praça não são  todos esses prédios que aparentam centenas de anos, mas sim o Kulturpalast, um prédio quadradão-modernista-socialista  construído na década de 1960, cuja belíssima nova sala de concertos acaba de ser inaugurada (Dresden tem uma longa ligação com a música clássica: além de possuir uma das orquestras mais antigas do mundo, óperas de grandes compositores como os Richards Wagner e Strauss estrearam aqui). Todo o resto da “Cidade Antiga”, a Altstadt — incluindo a maioria dos lugares citados nesta matéria, e ela, a imponente Frauenkirche — foi completamente destruído durante o bombardeio aliado, mais especificamente de ingleses e americanos, no Ver Mais →

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Paris para quem fala francês: Um roteiro além do básico para os apaixonados por cultura; teatro, cinema, literatura

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Não é preciso falar qualquer idioma perfeitamente para apreciar grande parte das experiências nas viagens: as paisagens, a arquitetura, a gastronomia, os concertos, espetáculos de dança, as exposições (a maioria dos museus tem placas e legendas versadas para o inglês), as vitrines. Mas para se aprofundar na cultura local e absorver a visão de mundo dos nativos (quase sempre muito diferente da nossa, e essa é uma das partes mais enriquecedoras das viagens), seja lendo os artigos de opinião dos jornais sobre os assuntos do momento, os debates na televisão (e na França, é o que você mais vai ver ao ligar a TV), assistir às peças dos dramaturgos que fizeram a história do país e ler o livros que não foram traduzidos para o inglês — e ainda mais raramente para o português —, a fluência no idioma é essencial. E não há governo que invista tanto em cultura quanto o governo francês (talvez até por entender que esse é um dos grandes atrativos que nos faz voltar para a França tantas Ver Mais →

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