About Shoichi Iwashita

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Posts by Shoichi Iwashita:

Factorio: Misto de bar, café e restaurante onde você pode tomar café da manhã delicioso o dia todo

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Sendo um notívago que não consegue comer comida ao acordar tarde (preciso do pão-queijo-fruta-café; mesmo às duas da tarde), quando descubro um desses raros lugares que servem bom café da manhã o dia todo, ele já ganha meu coração (com pessoas cruzando fusos horários com cada vez mais frequência, não vejo com simpatia tantos hotéis ainda servindo o café da manhã só até às 10h30, sem oferecer opções para o hóspede depois desse horário, que acaba tendo de ir para a rua). Se o lugar ainda for confortável; servir café bem tirado e com ótimos grãos (nem Nespresso nem Três Corações por aqui); produzir seus próprios pães e sorvetes e granolas; tiver wi-fi, água gratuita (com ou sem gás!), manobrista na porta e várias opções veganas e vegetarianas; e ainda tiver como dono o mais belo e estiloso restaurateur  da cidade (o nome dele é Renato Calixto), é quase um coup de coeur. O Factorio (fala-se “Factório”), esse misto de café, restaurante e bar (sim, dá também para tomar um gin tônica às 8h), e sempre aberto o dia todo (incluindo feriados), ocupa o espaço do que era Ver Mais →

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Baden Baden: Banhos termais – vestido ou nu -, natureza, bolos divinos, música clássica e cassino

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Apesar da distância (uma na Inglaterra, outra na Alemanha), Bath e Baden-Baden levam, em seus respectivos idiomas, “banho”  como nome e possuem histórias bastante parecidas. Ambas as cidades foram fundadas pelos romanos (Bath era Aquae Sulis; Baden-Baden, Aquae Aureliae)  e esquecidas por séculos depois da queda do império; as duas renasceram no século 18 com as visitas de duas nobres que procuravam nas fontes termais a cura de suas doenças, e, por conta disso, se transformaram em destinos aristocráticos que passaram a atrair ricos-e-nobres-e-intelectuais-e-arrivistas  de todas as partes, em busca de bem-estar — e verem e serem vistos). Baden-Baden era o destino número um da alta sociedade nos verões europeus do século 19. Mas se Bath só recentemente começou a recuperar seu status de balneário de águas termais {clique aqui para ver a única terma de Bath, com uma piscina cinematográfica}, em Baden-Baden você vai ter essa experiência em todo o esplendor: são 12 fontes que jorram 540 litros por minuto, de uma água que Ver Mais →

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Trancoso, comidinhas: Do espresso ao sanduíche passando pela típica tapioca no Quadrado


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Duas dicas para evitar stress não só em Trancoso, mas em toda a Bahia: 1. Saia do ritmo mental e de exigência do típico paulistano workaholic  sempre apressado, pois o ritmo de serviço aqui é diferente; 2. Tenha sempre dinheiro — e dinheiro trocado — para as contas, pois as máquinas de cartão nem sempre têm sinal para funcionar e troco pode ser raro (pode ser do tipo “peraí, que eu vô ali trocar”  e demorar meia hora; ah, os caixas eletrônicos podem estar fora de serviço também, fique atento). De resto, calce seus chinelos e aproveite este que é um dos destinos mais charmosos do mundo, com cada vez mais lugares ótimos para se comer bem e até tomar um espresso bem tirado. Confira abaixo os nossos lugares favoritos:

ACARAJÉ E TAPIOCA: SEMPRE NA ENTRADA DO QUADRADO
Pra se sentir na Bahia de verdade, você pode substituir o snack  da tarde por um acarajé ou uma tapioca fresquinhos nas barracas ali na entrada do Quadrado. É bom, é barato, é Bahia.

LÁ NO DOM: SANDUÍCHES E BEIRUTES HÁ MAIS DE 15 ANOS
O Dom (uma versão Trancoso do Frevo paulistano e parte da história do vilarejo) fez fama numa barraquinha muito simples em frente à casa de shows  São Brás, mas hoje ocupa uma esquina bem mais arrumada e confortável na estradinha que leva ao Quadrado e fica aberta até altas horas da madrugada durante a temporada.  Tem sanduíches e beirutes bem servidos que acompanham uma deliciosa pasta de berinjela, e de sobremesa, crêpes  fininhas e crocantes recheadas com nutella ou doce de leite. Só abre às 17h. Rua do Telégrafo, 10.

THE COFFEE BAR: CAFÉ NATIVO E ABERTO DESDE A MANHÃ!
trancoso-comidinhas-sanduiches-cafes-le-marche-coffee-bar-tapioca-1100-9 trancoso-comidinhas-sanduiches-cafes-le-marche-coffee-bar-tapioca-1100-7 trancoso-comidinhas-sanduiches-cafes-le-marche-coffee-bar-tapioca-1100-8 Bem no começo do Quadrado, o pequeno e charmoso Coffee Bar pertence a uma nativa que nasceu ali mesmo, no Quadrado, mas trabalhou como barista na Austrália (e ela é sobrinha da Silvana, que faz a melhor moqueca de Trancoso, também no Quadrado). Além do ótimo café, servido como na Itália (o espresso  vem como ristretto, com 15 ml; por isso peça o doppio  se você está acostumado com mais bebida na xícara), utilizando grãos Rigno, de Piatã, a região da Chapada Diamantina da Bahia que produz o melhor café do Ver Mais →


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Navios com lounges debaixo da água com vidros para observação é a novidade da Ponant #publi

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Séculos atrás, explorar as paisagens mais inóspitas do planeta era só para aventureiros com a coragem de partir com grandes chances de não voltar. Até há pouco tempo, era viajar sem grandes riscos, mas abdicando de qualquer conforto ou sabor. Já hoje é estar na Antártica, o continente mais frio e seco da Terra, no conforto de um hotel cinco estrelas flutuante, em sua cabine com varanda elegantemente decorada, a poucos passos de um spa  Sothys (uma das marcas de cosméticos que mais amo), restaurantes que servem o melhor da gastronomia francesa — que levam a consultoria de Alain Ducasse, o mais estrelado dos chefs  franceses —, palestras com biólogos, sem deixar de se aventurar nos Zodiacs, pequenas lanchas que levam para a terra, ter contato com os animais — a uma temperatura de 40º C negativos — e se deslumbrar com icebergs  gigantescos e o silêncio absoluto — e quase ensurdecedor — daquelas paisagens. Ou seja, o melhor dos Ver Mais →

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Nolinski: O hotel vintage-chic recém-aberto e com metrô na porta, entre a ópera, o teatro e o Louvre

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Existe um certo prazer em se hospedar em uma área extremamente central e movimentada, a alguns passos das maiores e melhores atrações e lojas de Paris — Opéra Garnier, Louvre, Commédie Française, Palais Royal, Musée des Arts Décoratifs, Jardin des Tuileries e a rue Saint-Honoré —, exatamente em frente à saída do metrô Pyramides (não tem maior luxo urbano), e observar os carros, os ônibus e as multidões da Avenue de l’Opéra  como se fossem uma cena de filme mudo em meio ao conforto de um quarto absolutamente silencioso e elegante, repleto de luz natural, num edifício do período haussmmaniano. Aberto em 2016 na avenida que liga o Opéra Garnier à Commédie Française, o Hôtel Nolinski traz todas as comodidades de que precisa o viajante contemporâneo, incluindo uma relaxante piscina indoor  anexa ao spa (ela é bem escura como no Costes e no Mandarin Oriental, mas lembre-se de que piscinas são raridades nos hotéis parisienses), na melhor localização da Ver Mais →

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Meissen: Quando os alemães decifraram a fórmula secreta da porcelana chinesa depois de séculos de paixão pelo “ouro branco”

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Se a cerâmica surgiu no período neolítico em várias partes do mundo quase que simultaneamente — da Amazônia brasileira ao que foi a Tchecoeslováquia, passando pelo Japão do ano 25.000 a.C. —, a porcelana foi um caso único, uma invenção chinesa. E, por séculos desde sua criação (por volta da época de Jesus), a China deteve o savoir-faire  dessa variação de cerâmica que podia ser elegantemente moldada, esmaltada e pintada, e cujo resultado eram utensílios branquíssimos e brilhantes, duros, resistentes e impermeáveis. O “ouro branco” — um belo upgrade  da fosca, terrosa e frágil cerâmica — logo conquistaria o mundo: dos vizinhos coreanos e japoneses, a muçulmanos e europeus, para quem a porcelana era símbolo de poder, bom gosto e status (desde o começo do século 13, todas as casas reais importavam porcelanas da China). E uma vez que eram caríssimas — até para os imperadores chineses, as peças faziam uma longa viagem para chegar Ver Mais →

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Lasai: Cozinha de ingredientes – e excelente serviço de café – em um dos melhores restaurantes do Rio de Janeiro

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É inadmissível ir a um restaurante gastronômico, pagar caro e sair com fome, já que é de total responsabilidade do chef  — um profissional — o exercício de lidar com os diferentes tamanhos de apetite dos clientes e planejar uma experiência perfeita para todos  (e, acredite, já passei por isso algumas vezes). E como eu tinha feito uma reserva para as 21h30 (por causa do cansaço do dia na praia, no Rio eu sempre gosto de tirar um cochilo antes do jantar), em vez de escolher o menu com 14 etapas-tapas, intitulado Festival  (R$ 386,40, já com o serviço de 12% que vem na conta), uma seleção-surpresa do chef  Rafael Costa e Silva (você apenas diz suas restrições para ele montar o cardápio), optei pelo menu menor, o Não me conte histórias… (R$ 330,40, com serviço), com quatro etapas: snacks, entrada, prato principal e sobremesa, em que você escolhe o que vai comer, entre três opções de entrada, mais três de prato principal e três de sobremesa (e todos os pratos com apenas três ingredientes principais); são apenas esses dois menus disponíveis. Mas, Ver Mais →

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Atômica, o filme: Lorraine Broughton é a nossa agente secreto do século 21

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Se, desde 1956, a bebida de James Bond é o dry martini — do “shaken, not stirred”  ao Vesper —, Lorraine Broughton (guarde esse nome), a agente lésbica do MI6, o Serviço Secreto de Inteligência Internacional do Reino Unido, só bebe vodca Stolichnaya on the rocks  e fuma (muito, o filme todo). E a Atomic Blonde (o filme em português ganhou o nome Atômica), interpretada pela belíssima atriz sul-africana Charlize Theron (que também é produtora do filme) e inspirada no graphic novel The Coldest City  de Sam Hart (que mora em São Paulo desde os 10 anos de idade!) e Antony Johnston, apesar de não ser personagem com a profundidade e complexidade da Femme Nikita, a assassina do filme de Luc Besson de 1990 (minha preferida até hoje), e o roteiro ser daqueles que a gente já viu inúmeras vezes nos filmes de espionagem (agente-morre-agente-tenta-resgatar-informação-que-pode-colocar-o-mundo-em-risco-e-“a-gente”-nunca-sabe- Ver Mais →

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Qual a diferença entre o Valpolicella e o amarone della Valpolicella (e por que o segundo é tão mais caro)?

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No Vêneto, a região do nordeste da Itália que é uma das maiores produtoras de vinhos do país (pense em 850 milhões de litros de vinho por ano), há todas as qualidades de suco de uva fermentada: dos mundialmente populares Soave, Valpolicella, Bardolino (vinhos leves e modestos; quase banais, produzidos em escala industrial), ao amarone della  Vapolicella, o grande vinho vêneto e um dos maiores vinhos da Itália (ah, não nos esqueçamos do prosecco de Veneza). Mas hoje nosso tema é especificamente a Valpolicella (Valpolexèla em vêneto), essa região de colinas na província de Verona (e ao norte da charmosíssima cidade de Romeu e Julieta; diferentemente de Soave e Bardolino, não existe uma cidade chamada Valpolicella), onde são produzidos não só o Valpolicella classico, mas também o amarone, o recioto e o ripasso; todos eles feitos na mesma região, pelos mesmos produtores e com exatamente  as mesmas castas de uva. Qual a diferença entre eles? Por que os Valpolicella têm teor alcoólico de 11% (e são mais baratos) e os Ver Mais →

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Bülow: O único hotel com restaurante estrelado da cidade, entre as regiões que a gente mais ama em Dresden

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Existe uma austeridade nos hotéis de luxo germânicos — seria a herança protestante? — que é bem diferente do que a gente encontra na França, no Japão, nos Estados Unidos; e tem pouco a ver com o que consideramos bom gosto (mas eu acabo gostando por ser o reflexo de uma cultura e, principalmente, porque ela vem sempre acompanhada da eficiência alemã). E, se se hospedar no Taschenbergpalais é estar praticamente dentro dos palácios de Dresden (o hotel ocupa um prédio que foi construído por Augusto, o Forte para a sua amante favorita), se hospedar no Bülow Palais, um hotel independente, de família, associado à Relais & Châteaux, é estar no bairro mais antigo da cidade — a Innere Neustadt, com construções barrocas originais do século 18, entre a bela Albertplatz e o Palácio Japonês, e em frente uma pracinha arborizada onde está a igreja Dreikönigskirche — entre as duas regiões que a gente ama e frequenta: a Altstadt, a região onde ficam Ver Mais →

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