About Shoichi Iwashita

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Posts by Shoichi Iwashita:

Qual a diferença entre sidra e cidra? E o que a erva-cidreira tem a ver com elas?

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Sidra e cidra são coisas completamente diferentes. Sidra-com-s é a bebida alcoólica produzida a partir do suco fermentado da maçã, a Malus domestica (mas não dessa maçã docinha que a gente come, e sim de uma mais bem amarga, ácida e tânica, ou seja, nada  agradável na boca; lembre-se de que são centenas as variedades de maçã no mundo, já que elas têm um DNA mais complexo que o nosso: são 57 mil genes contra os nossos 25 mil…). Já a cidra-com-c é o fruto da cidreira (Citrus medica), um ancestral grande e ácido do limão (Citrus limonum), proveniente do Sudeste Asiático, que tem uma entrecasca (aquela parte branca entre a casca e a polpa) bastante espessa, que é utilizada para fazer compotas (como a polpa da cidra é pequena, ressecada e não tem muito sabor, ela é descartada).

SIDRA, CIDER, CIDRE

Mas a confusão é compreensível, já que tanto em inglês quanto em francês, o nome da bebida é escrito com “c”: hard cider*, em inglês, e cidre, no idioma dos Luíses. Já a fruta Ver Mais →

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Sidra sueca Your Sin chega ao Brasil e é ótima nos drinques de verão #publi

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A sidra pode ser seca e espumante como o champagne  e, com teor alcoólico baixo (por volta de 4,5%), tão gelada e refrescante quanto a cerveja (algumas ainda podem ser tomadas com gelo!). Mas, apesar de popular nos países anglófonos, tanto no atual Reino Unido quanto nos países da Commonwealth (antigo Império Britânico, do Canadá à Índia passando pela Austrália), nos Estados Unidos (levada pelos colonizadores ingleses no século 17; era mais fácil cultivar maçãs que cevada na Nova Inglaterra) e no norte da França (nas regiões da Normandia e da Bretanha; os normandos tomam o trono inglês no século 11), ela ainda não é facilmente encontrada no Brasil (detalhe: quando os romanos invadiram a Inglaterra em 55 a.C., eles encontraram um povo que já apreciava essa bebida alcoólica produzida através do suco fermentado de maçã; eles levam a sidra para todo o Império e sua fama ainda ultrapassa as fronteiras de Roma conquistando o paladar dos germânicos).

SIDRA TROPICAL OU BERGMANIANA?

your-sin-1200-2E acaba de chegar ao Brasil (por enquanto só na cidade de São Paulo) a Your Sin, uma sidra sueca produzida com as frutas da região de Österlen, mais conhecida como “Costa da Maçã” (utilizando as variedades Cox Orange e Belle de Bookshop); água puríssima da mina de Ver Mais →

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Whitney Museum: Quando artistas norte-americanos discutem os problemas e os valores da América

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O poder econômico de um país sempre atrai a atenção do mundo para sua produção artística. Assim como já há alguns anos existe um interesse do mercado por obras de árabes e chineses, o mesmo ocorreu com os Estados Unidos ao longo do século 20, desde quando eles passaram a integrar o panteão das potências globais após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918; é preciso lembrar que os novos milionários americanos já compravam o melhor da arte europeia a preços exorbitantes na virada do século 19 para o 20). Mas, apesar da importante coleção formada exclusivamente por arte contemporânea do país que segue sendo a maior potência econômica e militar do mundo — nenhuma outra instituição de arte possui tantas obras de Edward Hopper, o pintor que é para os EUA o que Picasso é para a Espanha —, o Whitney foi durante décadas o patinho feio dos Big Four dos grandes museus nova-iorquinos (Metropolitan, MoMA e Guggenheim). Fundado em 1931 pela escultora, herdeira e colecionadora de arte Gertrude Vanderbilt Whitney, originalmente Ver Mais →

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Restaurantes vegetarianos e vegetarian-friendly em São Paulo

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Com tantas denúncias sobre o excesso de agrotóxicos nos alimentos e os impactos extremamente negativos da pecuária no mundo (ou mesmo por consideração aos animais), existe uma tendência grande nos países desenvolvidos ocidentais de priorizar ingredientes orgânicos, locais, sazonais, e reduzir — ou mesmo abolir — o consumo de carne e outros produtos derivados de animais. Do Burger King, que lançou um sanduíche vegetariano, a grandes restaurantes do mundo que já propõem menus livres de carne (Per Se e Daniel, em Nova York; o Alvin Ailey e Greenhouse, em Londres; o Lucknam, em Bath; L’Arpège e Alain Ducasse, em Paris; e o DOM em São Paulo), nós também estamos cada vez mais procurando entender os impactos que nossos hábitos de consumo causam no mundo — e sobre a nossa saúde — e descobrindo os sabores vegetais {confira as nossas considerações na matéria Comer carne: é preciso reconsiderar?, clicando aqui}. Em São Paulo já são muitos os restaurantes vegetarianos, mas nesta lista, você conhece os restaurantes vegetarianos e vegetarian-friendly (ou seja, que até tem carne no cardápio mas conta ou com boas opções vegetarianas e até veganas) no estilo Simonde, que a gente conheceu, gostou, voltou e frequenta (porque, né, a gente também come com os olhos). Endereços tão deliciosos onde nem mesmo carnívoros sentirão falta da carne.

É só uma pena que quase todos os restaurantes 100% vegetarianos paulistanos só abram para almoço (é como se vegetarianos e veganos não jantassem) e que os restaurantes totalmente veganos tenham tanta fritura, o que deixa o almoço pesado. Espero que mude com o tempo…

{E para a próxima atualização, aguarde nossos comentários sobre a charmosa e impecável Enoteca Saint-Vin-Saint (acho que o único restaurante 100% orgânico de São Paulo) e também sobre a Urban Remedy, uma opção fast-food plant-based  de saladas prontas e sucos prensados a frio — com apenas três dias de validade — em vários endereços da cidade.}

S SIMPLESMENTE [Vila Madalena] Buffet vegano, só almoço e brunch, preço fixo

s-simplesmente-vila-madalena-pinheiros-organico-brunch-pao-sem-gluten-granola-1200-14 s-simplesmente-vila-madalena-pinheiros-organico-brunch-pao-sem-gluten-granola-1200-10 A S Simplesmente é desses lugares deliciosos onde você não precisa se preocupar se pode ou não comer algo (sabe quando nos restaurantes você fica aqueles 30 segundos mexendo a panela para ter a certeza de que não tem nenhum pedacinho de bacon  escondido ali?): tudo aqui é zero carne, zero glúten, zero lactose, ou seja, nenhum derivado de animais, logo, vegano; com mais de 80% de ingredientes orgânicos e tudo plant-based, para usar o termo que define esse movimento. A lojinha com opções de saladas, excelentes granolas e pães, mais sucos, geleias e sobremesas funciona de segunda a sábado das 8h às 16h (apesar de pode levar, dá para comer lá mesmo), mas para o almoço servido em estilo buffet, a apenas R$ 39 por pessoa Ver Mais →

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Taiti e suas ilhas: Por que o cruzeiro Paul Gauguin oferece a mais completa experiência da Polinésia Francesa #publi

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Se você tiver oito dias de viagem em solos taitianos (é preciso considerar que se passa um dia no avião para chegar lá e outro dia para voltar), fazer um cruzeiro pelo Taiti e suas ilhas é o jeito mais confortável, seguro (tem médico e enfermeiros sempre a bordo; sempre fico um pouco apreensivo quando estou nessas ilhas muito isoladas) e mágico de explorar suas águas turquesa, essas que são, junto com a cultura polinésia, os grandes motivos da viagem. Estando em uma embarcação, tudo o que você precisa fazer é acordar pela manhã e abrir as cortinas da cabine para ser surpreendido, a cada dia, por uma nova e diferente paisagem (ainda mais em um navio pequeno especialmente desenhado para as águas rasas do arquipélago, com capacidade de explorar cantos escondidos e impossíveis de serem acessados se você estiver parado em um hotel ou em navios maiores).

Embarcando sempre em Pape’ete, a capital da ilha do Taiti por onde chegam os voos internacionais, uma das opções de cruzeiro de sete noites da Paul Gauguin passa por Huahine, a Ilha Jardim, Taha’a, a Ilha da Baunilha, fica dois dias  em Bora Bora, a Joia dos Mares do Sul, e ainda dois em Mo’orea, a Ilha Mágica, sem precisar fazer check-in  e check-out  de hotel, sem precisar pegar voos, transfers  e enfrentar aeroportos (achei o Ver Mais →

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Mandarin Oriental, New York: Quando a relação entre a localização de um hotel e o destino consegue ser perfeita

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Se a principal preocupação — e o maior desafio — de toda rede internacional de hotéis de luxo é encontrar um lugar especial nos destinos mais disputados do mundo para instalar sua bandeira, é preciso dizer que o Mandarin Oriental de Nova York, exatamente na linha que separa Midtown do Upper West Side, em frente ao Columbus Circle (acho que a única rotatória da cidade!), está, sem qualquer dúvida, na melhor localização de Manhattan para o viajante; e é o mais bem localizado dos Mandarin que conheço (e, olha, que a localização de quase todos os outros é excelente). O hotel aberto em 2003 oferece tudo o que a gente pode esperar-precisar-desejar  (com algumas poucas ressalvas que você lê mais abaixo): 1. vista incrível para o Central Park, que custa geralmente US$ 200 (essa é a diferença no preço das diárias entre os quartos voltados para o parque e os com vista para o Rio Hudson), e vale toda a pena; se não fosse o Trump Tower atrapalhando  na frente, ela seria ainda mais absurda; 2. acessibilidade, a 100 metros planíssimos da estação de Ver Mais →

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Empório Frutaria: Ótimo vegetariano (com algumas opções orgânicas) e mercadinho saudável que nunca fecha

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Se depender dos restaurantes saudáveis de São Paulo, vegetarianos e veganos só almoçam, não jantam (das dezenas de restaurantes vegetarianos na cidade, só o Banana Verde abre para jantar; confira o guia Simonde de restaurantes vegetarianos e vegetarian-friendly  da capital paulista, clicando aqui). Mas o bom é que o Empório Frutaria, com muitas opções saudáveis e vegetarianas, fica aberto todos os dias, o dia todo, das 10h à meia-noite, e a gente não precisa ficar se preocupando com o horário para saber se está aberto ou fechado. E eu não consigo hoje pensar em salada mais saborosa, funcional — termo do momento para alimentos ricos em nutrientes que estão associados com a diminuição dos riscos de algumas doenças crônicas — e bem montada e agradável de comer. Feita com kale  (a irmã mais nutritiva da couve), alface, brócolis, grão-de-bico, couve-flor, mirtilo desidratado e pistaches torradas, tudo picadinho e misturado, a salada Detox é viciante (e cheia de vitamina A, B9, C, K, cálcio, magnésio, glicosinolato, Ver Mais →

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Taiti e suas ilhas: Quando ir, o melhor jeito de chegar (e de viajar entre ilhas), os hotéis e quanto custa viajar para um dos destinos mais fascinantes do mundo

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Quando eu morava em Londres no fim dos anos 1990, me sentia no centro do mundo. A duas horas e quinze minutos de Paris com o Eurostar, a três horas e meia de Nova York voando Concorde, a 12 horas de voo de Tóquio ou de São Paulo. Mas depois de ver ingleses e franceses reclamando da distância e do tempo de viagem (comum para nós, brasileiros, em qualquer viagem para a Ásia), percebi que a Polinésia Francesa está longe para todo mundo… E até entre os polinésios. As 118 minúsculas ilhas que formam esta coletividade ultramarina da França (o mesmo status têm as ilhas caribenhas Saint-Barth e Saint-Martin) estão espalhadas pelo Oceano Pacífico ocupando uma área maior que o continente europeu. Isso quer dizer que para ir do Taiti, a maior e principal ilha da Polinésia Francesa, onde fica a capital Pape’ete, para Nuku Hiva, no arquipélago das Marquesas, onde está a Polinésia em seu estado mais rústico, você vai passar quatro horas  no avião! (Já um voo entre Mangareva, uma das ilhas mais ao sul e com uma população de apenas 1.200 habitantes, e Ver Mais →

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Padoca do Maní: Café da manhã o dia todo, e pães e bolos e sucos e comidinhas do jeito que a gente gosta

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Com apenas 24 lugares sentados, é bem prudente evitar os fins de semana pela manhã, a não ser que você não  acorde com fome e não  se importe em ficar esperando trinta minutos ou uma hora por uma mesa, em pé, na calçada, sem lista de espera. Durante a semana, para tomar café da manhã de manhã  (quando os restaurantes da Joaquim Antunes ainda estão fechados para almoço e os manobristas ainda não estão trabalhando), também vai ter problema para parar o carro: a Padoca do Maní não tem serviço de manobrista, não tem estacionamento próximo, a estação de metrô mais próxima é a Fradique Coutinho (a 700 metros), é proibido parar o carro na movimentada rua e, nas ruas adjacentes, as vagas são concorridas (você vai precisar dar voltas e mais voltas). Parar o carro é um motivo de estresse já na chegada (e com fome, a irritação aumenta ainda mais). Por isso, o melhor jeito de chegar à Padoca do Maní é de táxi ou Uber. {Conheça o manifesto Simonde do café da manhã perfeito, clicando aqui.}

Mas uma vez lá, durante a semana e com uma mesa, é só se deixar apaixonar pelo ambiente, pelas comidinhas expostas no pequeno salão — bolos, salgados e pães, tudo feito na casa — e pelo café da manhã (ou da tarde) mais charmoso de São Paulo. No cardápio, Ver Mais →

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Promoção imperdível da Air France com possibilidade de visitar até três destinos pelo preço de um #publi

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Se você pretende viajar para algum destino na Europa este ano e voltar até 31 de dezembro de 2018 (com exceção das duas primeiras semanas de julho), não pode deixar de conferir a OH LALA Deals, a promoção de passagens da Air France que acabou de começar e vai até terça-feira, dia 6 de fevereiro; tanto para passagens em classe econômica e Premium Economy quanto para a executiva (infelizmente, a La Première, a primeira classe hors concours  da Air France ficou de fora da promoção). Além das saídas de São Paulo GRU e Rio de Janeiro GIG, onde a companhia aérea sinônimo da elegância francesa (qual outra companhia serve champagne  em todas as classes?) te leva para Paris duas vezes por dia — e tanto de São Paulo quanto do Rio em voos ótimos, que chegam ao aeroporto Charles de Gaulle às 8h da manhã, perfeitos para aproveitar o primeiro dia de viagem —, a Air France começa a voar também de Fortaleza FOR, direto para Paris, três vezes por semana, a partir de 3 de maio de 2018.

DO BRASIL PARA VENEZA, TEL AVIV, LISBOA, BARCELONA, BORDEAUX, GENEBRA EM QUATRO VEZES SEM JUROS

Italie_Rome_Forum_1200X627A melhor notícia é que, partindo de São Paulo e do Rio, viajar para os outros destinos custa ainda menos que o bilhete direto para Paris, e você tem direito de passar alguns dias na Cidade-Luz sem custo adicional (e não só, leia mais abaixo!). De Guarulhos ou do Galeão, calcule a partir de R$ 3.040* para Dublin (em torno de US$ 940, em câmbio oficial), R$ 3.070 para Barcelona ou R$ 3.120 para Roma, voando em classe econômica, já com Ver Mais →

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