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Estilo homem


Armani Hotel Milano, uma autêntica experiência m...

Giorgio Armani nasceu em Piacenza, cidade a uma hora ao sul de Milão, mas foi na capital da Lombardia que começou sua carreira como vitrinista da loja de departamentos Rinascente (ao lado da Duomo) e se transformou no mais bem sucedido — e rico — estilista não só da Itália mas do mundo (em segundo lugar, vem Ralph Lauren). E se a colaboração entre nomes da moda e a hotelaria não é nova (de quartos assinados por marcas e estilistas — como as suítes Dior e Tiffany no St. Regis, em Nova York, à suíte Diane von Furstenberg no Claridge’s, em Londres — aos hotéis Bulgari, Versace, Moschino e Ferragamo, com a rede de hotéis da família, a Lungarno Collection), hospedar-se no Armani Hotel, em Milão, uma das capitais mundiais da moda e do design  (Giorgio Armani além de criar roupas e acessóris também possui sua linha Casa, com móveis, tecidos, cristais, porcelanas, luminárias), e onde o estilista construiu sua história, não poderia ser maior reflexo da alma Ver Mais →

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Sprezzatura

Sempre foi vulgar parecer que você está se esforçando para ser chique. Nas cortes do século 16, não bastava ser hábil nas armas, nos esportes, na música e na dança, sendo a sprezzatura uma habilidade essencial do cortesão ideal. Essa era a opinião de Baldassare Castiglione — ele mesmo um cortesão da corte da duquesa virgem de Urbino —, que ele descreve em seu livro Il Cortegiano (O Cortesão, em italiano), publicado em 1528, quando as intrigas palacianas eram rotina (e resultavam em mortes e envenenamentos), a justiça um conceito quase abstrato (a vontade do soberano era imperativa) e as aparências, ah, como elas eram cultivadas. (Opa, mas algo mudou? )

Sprezzatura é dominar completa e perfeitamente a arte de se relacionar com as pessoas, de decorar a casa ou de vestir-se bem, de forma que essas difíceis tarefas pareçam completamente sem esforço, planejamento ou preocupação (o que faz com que o Ver Mais →

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Pode levar bebidas alcoólicas no avião?

Em voos internacionais, não tem jeito. Se estiver levando ou trazendo bebidas alcoólicas, tem de despachar dentro da mala (e rezar para que as garrafas — e suas roupas — cheguem intactas no destino). Mas, nos voos dentro do Brasil, você pode levar na bagagem de mão até cinco garrafas de vinho, uísque ou de cerveja (ou qualquer outra bebida com menos de 70% de álcool), desde que cada garrafa não ultrapasse um litro.

Quando você está levando preciosas garrafas para alguém, a última coisa que você quer é lidar com a frustração de não conseguir presentear seu amigo ou anfitrião. Por isso, despachar as garrafas — sabendo como os funcionários das companhias aéreas tratam as nossas malas — pode se tornar uma Ver Mais →

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A barba, o lumber e a Gilette

Nos anos 1990, num mundo cada vez mais minimal, tecnológico e clean, parecia que a tendência entre os homens era caminhar para a ausência total de pelos, no corpo e no rosto. Mas repare — caso você ainda não tenha percebido —: grande parte dos homens hoje parece que simplesmente desistiram de se barbear ou se barbeiam com uma frequência menor. E isso trouxe más notícias para a Gilette, pois desde sua fundação, em 1901, a marca que pertence à poderosa Procter & Gambble NUNCA havia observado queda nas vendas de seus aparelhos descartáveis de barbear. O investimento é pesado e contínuo em desenvolvimento de produtos, marketing e as campanhas, milionárias.

Desde 1971, quando foi acrescentada a segunda lâmina nos aparelhos de barbear até as 5 lâminas dos últimos lançamentos, parece que essa tecnologia encontrou seu limite (pra que mesmo cinco lâminas afiadíssimas para aparar pelos quase indefesos?) ao mesmo tempo que surge na evolução comportamental masculina essa figura que a imprensa Ver Mais →

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A beleza da juventude masculina no olhar de Didio

O Brasil é um país de homens lindos. E, felizmente, temos um fotógrafo especialista em descobrir, explorar e espalhar essa beleza para o mundo. Reconhecido internacionalmente, faminto por uma boa foto e apaixonado pela juventude masculina, há mais de 20 anos Didio nos inspira com imagens — naturalistas, sem artificialismos, masculinas e que captam a essência — dos modelos mais lindos do Brasil. Apesar de ser um fotógrafo de moda, a roupa tem um papel completamente secundário em seu trabalho. O foco é sempre o modelo, sua personalidade, atitude e espontaneidade.

É uma rotina incansável: semanalmente, Antônio Bezerra, seu nome de batismo, casado há 18 anos com o booker  Alex Dugacsek e pai do Baco (um schnauzer de 17 aninhos que adora ser fotografado; ele posa!), conhece, conversa — muito, já que, pra ele, conhecer a pessoa, Ver Mais →

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Monograma LV não é couro

Já me peguei várias vezes explicando — para amigos, para agentes da polícia federal e até para vendedores da Daslu — que a mítica toile  Monogram ou Damier da Louis Vuitton não é couro. Mas fiquei impressionado num jantar em Paris, uma vez, quando uma elegante francesa me disse que, sim, era couro (e até me fez tocar sua bolsa Speedy para sentir a “textura”; e olha que eles crescem vendo bolsas LV em tudo o que é canto, na rua, no metrô…). Toquei, tentei explicar, mas quando ela começou a se sentir ofendida, acabei respondendo n’importe quoi  e mudando de assunto.

Uma das razões pelas quais as pessoas pensam que as bolsas em lona (isso mesmo, lona!) são de couro é o alto preço dos produtos da marca. Mas, se você comparar os modelos são produzidas em toiles (que podem ser Monogram ou Damier) com as peças produzidas com couro (Epi, Taïga, Nomade, ou qualquer outra nova invenção de Nicolas Ghesquière), verá que os modelos em couro custam de 30% a 200% a mais do que as peças em lona.

POR QUE AS PEÇAS COM LONA SÃO CARAS?
Além das malas rígidas (que eram práticas, já que podiam ser empilhadas), a grande invenção de Monsieur Louis Vuitton, lá nos idos de 1850, foi essa lona, feita de algodão, com um acabamento resistente e impermeável. Um material muito mais adequado para a dura vida das bagagens durante as viagens. E patenteado pela maison.

Mas, a toile  não era essa que conhecemos tão bem hoje. A primeira versão era cinza, a segunda era listrada em duas cores, depois, em 1888, veio a Damier (um quadriculado bicolor que a Louis Vuitton relançou em 1996), e foi só em 1896, mais de 40 anos depois da fundação da maison, que Georges Vuitton, filho de Louis, criou a emblemática toile Monogram… que não podia ser utilizada nas bolsas mais moles (como a Keepal, lançada em 1924), já que era muito dura e pensada apenas para as malas rígidas.

E é com Gaston-Louis, representante da terceira geração da família e um amante das novas tecnologias, que a maison  investe em pesquisa e finalmente consegue imprimir o monograma da marca em um novo material adequado para bolsas maleáveis e fáceis de transportar (isso só se tornaria viável em 1959, já na quarta geração, com o filho de Gaston-Louis, Claude-Louis).

É por toda essa história, essa tradição, aliada ao trabalho especializado e artesanal, utilizando apenas materiais de qualidade, que faz com que qualquer peça que ostente a marca Louis Vuitton tenha um valor alto para a maioria das pessoas (essa é a parte “oficial”… no preço das bolsas, assim como acontece com qualquer outro produto de luxo que investe em comunicação de massa, ao comprar uma bolsa LV, você também está pagando pelas campanhas nas principais revistas de moda, pelo cachê da Scarlett Johanson, pelo salário de Nicolas Ghesquière, pelo luxo das lojas nas avenidas mais caras do planeta, pelas lindas sacolas, e pelo décor, champagne e comida de todas as festas e desfiles promovidos pela marca)…

E ONDE VAI COURO?
A grande maioria dos produtos Louis Vuitton (com exceção de algumas pequenas peças) levam couro, ou melhor, tem uma parte em couro de vaca. Nas bolsas Monogram, o couro pode ser reconhecido pela cor clara que, por serem naturais, sem tingimento, escurecem com o tempo. Já na Damier, o couro utilizado é tingido de marrom e não sofre alterações de cor com o tempo (a não ser na linha Damier Azur, que leva couro natural).

AS LINHAS 100% COURO
Para as coleções masculinas, são seis os tipos e estilos de couro que a Louis Vuitton utiliza em suas coleções: as bem antigas e lindas Taïga (em cores sóbrias usadas exclusivamente nas coleções masculinas) e Épi (couro prensado em várias cores; mais colorida que a Taïga), e as mais recentes Taurillon, Nomade, Damier Infini (couro super macio de bezerro com a aplicação do geometrismo Damier) e Utah (a mais despojada). As que a gente mais gosta em ordem de amor são: Taurillon, Nomade e Taïga. 

Já nas coleções femininas, além do tradicional Épi, o céu é limite para a criatividade: desde couro de bezerro até cobras, lagartos, avestruz, crocodilos; sozinhos ou tudo-junto-e-misturado.

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Como pagar bem mais barato por suplementos

Basta planejamento. Quando você abrir o seu último pote de whey, já faça o pedido no site Bodybuilding.com (que já está todo em português), pois o prazo de entrega na modalidade SuperSaver  é de 10 a 25 dias úteis (na minha primeira compra o pedido demorou 43 dias pra chegar; na segunda, 30 dias corridos; na terceira, 29). Mas, vale muito a pena, mesmo — na maioria das vezes — pagando uma alíquota de 60% sobre os produtos quando eles chegam ao Brasil.

Você vai entrar no site, fazer seu cadastro e escolher seus suplementos. Uma vez processado o pagamento, você vai ter o número do seu pedido e com ele você consegue ver se ele já saiu dos EUA, se já chegou na alfândega brasileira e quando ele está disponível.

E aí, tem duas formas de receber as suas coisas. Na mais comum, você vai receber uma notificação dos Correios, informando que o seu pedido já está à disposição numa agência próxima do seu endereço. Na notificação vai constar o valor dos impostos a serem pagos na retiradas das mercadorias (eles só aceitam dinheiro). Basta ir lá, pagar e retirar. Massss, se você tiver sorte (só me aconteceu isso uma vez), a sua caixa vai chegar direto em casa sem a necessidade de pagar os impostos, o que deixa a sua compra ainda mais barata.

DOIS EXEMPLOS DE DIFERENÇA DE PREÇOS
BCAA 1000 com 400 cápsulas da Optimum
: Na loja Corpo & Vida paguei em julho de 2013, R$ 239 e no site da Netshoes custa R$ 220 (com frete grátis). Comprando na Bodybuilding.com você vai pagar US$ 24,87 + US$ 1,59 de IOF (6,38%) x R$ 2,36 do dólar = R$ 62,44 + 60% de imposto sobre US$ 24,87 (o IOF não entra nesta conta e a taxa de câmbio da Receita é diferente da cobrada pela empresa de cartão de crédito, que dá R$ 34,30) = R$ 96,64. Diferença de R$ 142,26 por unidade.

Isopure Zero Carb 1,36 quilos, sabor Banana Cream: Nas lojas  e sites de sites de suplementos no Brasil custa em média R$ 350 a unidade. Comprando na Bodybuilding.com você vai pagar US$ 42,18 + US$ 2,69 de IOF x R$ 2,36 do dólar = R$ 105,89 + 60% de imposto sobre US$ 42,18 (sem IOF, que dá R$ 58,17)  = R$ 164,06. Diferença de R$ 185,94. Observação: não sei se é por alguma lei brasileira, mas o Isopure que vem de fora já vem com BCAA e Glutamina, enquanto o vendido no Brasil só proteína do soro do leite mesmo.

O RESULTADO DE UMA COMPRA INTEIRA
Mas aí tem o frete. De uma compra de US$ 262,67 com oito quilos de produtos (dois Isopure Zero Carb de 1,3 kg, dois BCAA 100 com 400 cápsulas da Optimum, dois L-Glutamine da Nature’s Best com 600 gramas, um A2 Pump da Labrada com 120 cápsulas, um Endurox R4 de 4,63 lbs), paguei de frete R$ 199,34 (US$ 79,40 do frete + US$ 5,06 de IOF x R$ 2,36 do dólar cobrado pelo cartão de crédito).

E, finalmente, o imposto. A taxa de câmbio da Receita para o cálculo da alíquota na época foi de R$ 2,2986.  Assim, da compra de US$ 262,67 (o frete e o IOF não entram nesta conta) me foram cobrados 60% de alíquota de importação sobre R$ 617,08 (US$ 262,67 x R$ 2,2986), que deu R$ 370,25. Mais R$ 12 de despacho postal nos Correios para retirar a mercadoria + frete SuperSaver, US$ 84,46 (R$ 199,34 com a taxa de câmbio do cartão de crédito a R$ 2,36 + o IOF do valor do frete) + os produtos com IOF por R$ 642,68, totalizou R$ 1.224,27, numa compra que iria me custar no Brasil, no mínimo, R$ 2.180, ou seja, uma economia de R$ 956, comprando as melhores marcas do mercado, com imposto, frete, IOF, taxas. Esse valor multiplicado por três, quatro compras ao ano paga vários jantares gostosos.

P.S. Este NÃO É um post  patrocinado. 

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Ter é cuidar; tenha menos e viva mais

Entendo cada vez menos pessoas que desejam comprar ou compram casas de praia ou de campo, fazendas, barcos, aviões, ou mesmo carros muito caros (até obras de arte). Entendo cada vez menos pessoas que precisam comprar roupas a cada coleção, redecorar a casa todos os anos. Ter é ter de cuidar, manter, se preocupar, se dedicar, ter carinho, limpar (já vi gente muito legal com celulares, computadores e cabos nojentinhos de sujo). Não importa se é um jardim, um cachorro, sapatos ou uma coleção de selos. Tem o tempo que envelhece, a umidade que apodrece, o ladrão que rouba, agride e invade. Cada material — da prata ao cashmere  passando pelo couro — exige cuidados diferentes. E dá trabalho até para se desfazer delas quando não as queremos mais, pois elas ficam, ali, ocupando espaço e tempo. Pra que comprar uma casa que você não vai ter tempo de usar — e vai te prender — com tantos hotéis e destinos incríveis? Barcos, carros, helicópteros, aviões podem ser alugados (já com staff  e catering) — e tem classe executiva, first class, A380, Singapore Airlines — sem precisar gastar fortunas com manutenção, impostos, salários, taxas, guarda, e, muito importante, sem precisar se estressar — essa é a pior parte — com a administração de problemas de funcionários: contratação, demissão, faltas, doenças, dia a dia. Em tempos em que os estilos são tantos — a reflexão para encontrar o seu é importante; esse é um tempo bem gasto — e as barreiras sociais desmoronam, quem fica reparando se você está na moda ou não? Quem fica reparando se você está com a mesma roupa da balada da semana passada? Sem falar no tempo que se gasta pesquisando, comprando, experimentando, trocando, encomendando… Pra mim, já basta ter de administrar-cuidar-bem — e estar sempre aprendendo como extrair o melhor de cada “ferramenta” — o celular, o iPad, as músicas no iTunes, o carro, os dois computadores, todos os softwares e aplicativos (SEMPRE com atualizações), meu emails, meus relacionamentos nas redes sociais e meu enxuto guarda-roupa. O resto do tempo (e do dinheiro)? Quero gastar lendo, viajando, praticando esportes, estudando, comendo, bebendo, experimentando, conversando e sendo generoso com as pessoas que amo, enquanto eu tiver saúde. E quer saber? E eu já acho MUITA coisa.

P.S. Eu sei que, no fim das contas, as pessoas com toda essa sede de consumo só estão querendo aprovação, só estão querendo ser percebidas e admiradas pelo mundo. Masss… as pessoas e os relacionamentos que realmente importam têm uma dinâmica bem diferente deste comportamento, não vão te amar mais ou menos por isso. Porque, se não for assim… Houston, we have a problem.

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Polo: pode usar por dentro da calça?

Pode. Eu devo usar camisa polo por dentro da calça ou da bermuda desde que nasci. Mas no último ano, vivenciei três experiências — com pessoas mais jovens que eu, devo dizer — de quase bullying  por estar com uma calça, um cinto e uma camisa polo por dentro calça. Uma vez, cheguei a uma festa e um amigo na hora de me cumprimentar chegou a arrancar a minha camisa pra fora da calça! Pensei: “nossa, será que tem algum consultor de moda, tipo famoso, que decretou caça aos rapazes que usam camisa por dentro ou os vendedores das lojas têm dito isso aos clientes?

A polo como a usamos hoje foi “inventada” pelo tenista francês René Lacoste — um dos três grandes da Roland Garros dos anos 1930 —, que passou a produzir suas camisas com um algodão mais fino (piqué  de baixa gramagem, na linguagem técnica) que era perfeita para a prática do esporte: branca e leve. E ele usava suas camisas por dentro. As camisas de Monsieur Lacoste, por sua vez, foram inspiradas nas malhas que os jogadores de polo usavam, claro, também por dentro da calça e com cinto (óbvio que, no decorrer das partidas, com a movimentação dos braços e dos cavalos, as camisas saem pra fora).

A questão é: hoje existe uma variedade grande de modelos e tecidos de camisa polo. Penso que as mais informais, como aquelas de algodão mais grosso e de lavagem como as da Abercrombie, fiquem sim melhor por fora de bermudas e calças. As camisas mais tradicionais da Lacoste ou da Polo Ralph Lauren, que hoje são apresentadas em modelagens Classic (mais largas e mais compridas) e Slim Fit (mais justas e curtas), podem ser usadas tanto por fora quanto por dentro (apesar de que as Classic da Polo ficam um pouco compridas demais na parte de trás se usadas por fora). Já as polos com tecidos mais sofisticados, com algodão Pima ou egípcio, que são mais finas, ficam bem com calças de tecidos também mais nobres (linho ou algodão) e por dentro da calça amparada por cinto que pode ser de tecido ou couro (por fora, a aparência seria um pouco mais desleixada).

E, para os homens, a polo segue sendo uma ótima alternativa entre a camiseta e camisa para o dia a dia. Mas, a regra é o bom senso quanto à modelagem e ao gosto pessoal do freguês (pra mim, que sou nerdzinho, me sinto super confortável). Reducionismos e regras prontas nos dias de hoje sempre parecem falta de informação.

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Roupas no futuro

Quero muito que chegue esse dia, o futuro. Roupas ajustáveis ao toque, autolimpantes, que não amassam e respiram. Que se adaptem automaticamente à temperatura: que refresquem no calor, que esquentem no inverno, sem acréscimo de peso. Bolsos que sejam fontes de energia e carreguem nossos gadgets, apenas por aproximação. Malas, mochilas e bolsas que anulem peso da carga e que a gente consiga carregar quantas revistas, livros e máquinas quiser, sem precisar sofrer com as costas e andar o dia todo sem cansar.

The Polo of the Future from Lacoste on Vimeo.

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Radiant Orchid é a cor de 2014

Radiant_Orchid_PANTONE_2014_Color_of_the_Year_01_gallery_620Em 2012 foi Tangerine Tango. 2013 foi a vez do Emerald Green, cor da Simonde, já que o site foi lançado no ano. A cor de 2014 será Radiant Ochid“An invitation to innovation, Radiant Orchid encourages expanded creativity and originality, which is increasingly valued in today’s society. (…) An enchanting harmony of fuchsia, purple and pink undertones, Radiant Orchid inspires confidence and emanates great joy, love and health. It is a captivating purple, one that draws you in with its beguiling charm.” Nas palavras da Pantone. 

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Gucci Men’s Flagship

Em São Paulo já temos uma loja Gucci dedicada exclusivamente ao público masculino, no JK Iguatemi. Agora, aproveitando a Semana de Moda de Milão, Frida Giannini acaba de inaugurar a flagship  masculina na cidade, no charmoso bairro de Brera (cheio de galerias, restaurantezinhos), bem em frente à Pinacoteca. Assim como em São Paulo, a loja oferecerá os serviços de Made to Measure (para ternos) e Made to Order (para sapatos), ambos sob medida.

Mas, o destaque para a abertura da loja é a coleção cápsula que Frida criou com o dândi herdeiro da família Agnelli da Fiat, Lapo Elkann, intitulada Lapo’s Wardrobe  com 23 looks  para homens (veja alguns na galeria) e quatro para mulheres. Ver Mais →

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