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Viajantes: Renata Scarpa

A filha caçula de Patsy e Francisco, neta de Nicola Scarpa, e irmã de Chiquinho e Fátima, começou a explorar o mundo ainda criança quando viajar era uma experiência acessível para pouquíssimas pessoas; numa época em que não existia classe executiva nem econômica (“era apenas primeira classe e todo mundo se conhecia”) e destinos como Orlando e Dubai ainda não tinham sido inventados. Na primeira entrevista da série Viajantes do canal Gente da Simonde, a gente conhece as histórias (já passou por um acidente de avião junto com a Hebe) e os hábitos de viagem da bela Renata Scarpa, que nos recebeu em sua casa no Jardim Europa.

Simonde: Você começou a viajar muito cedo, né?
Renata Scarpa: É, mas por ser a caçula da família, eu comecei a viajar bem depois dos meus irmãos. Quando eu tinha seis meses de idade, minha mãe foi viajar com eles e passou cinco meses viajando (naquela época as viagens eram longas); e não tinha esse negócio de Miami Ver Mais →

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A Dama Dourada

Não há quadro com história mais incrível no — difícil e muitas vezes obscuro — mundo das artes que Goldene Adele ou Woman in Gold, da fase dourada do pintor austríaco Gustav Klimt, cuja história é retratada no filme A Dama Dourada. Esse é o nome que o quadro recebeu quando foi roubado pelos nazistas para esconder o fato de que a retratada, a grande dame  da sociedade vienense Frau Adele Bloch-Bauer, era judia. São quase 100 anos entre a pintura do quadro em 1907, a morte repentina de Adele em 1925, o roubo do quadro pelos nazistas (junto com outras 67 grandes obras de arte da coleção de Ferdinand Bloch-Bauer, marido de Adele) em 1938, o começo do processo em 2000 e a restituição pela Justiça e venda para o colecionador Ronald Lauder, herdeiro do império de cosméticos Estée Lauder, em 2006, por 135 milhões de dólares; o maior preço pago por um quadro na história até então. O processo judicial complexo e inédito — com desfecho Ver Mais →

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Não fique triste, darling

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Tributo Versace para a Client, por Didio

Gianni Versace era um pioneiro: foi um dos primeiros estilistas que ficou MILIONÁRIO com a moda (sua fortuna sempre gerou rumores); foi um dos primeiros que transformou suas roupas em estilo de vida, criando móveis, roupas de cama, porcelanas, cristais com os melhores fabricantes do planeta; foi um dos primeiros que abriu loja no Brasil, quando as marcas de luxo ainda inexistiam nos Jardins paulistanos.

Eu era apaixonado pelos excessos, pela releitura coloridíssima do barroco e pelo sex appeal de sua moda (na época, diziam que as esposas vestiam Armani, as amantes, vulgares, Versace). Numa era pré-internet, sua paixão pelas artes plásticas e decorativas, sua coleção de arte, sua ousadia nos catálogos e livros fotografados pelos maiores fotógrafos de moda do mundo (ele não se privava de colocar homens nus com TUDO à mostra nos seus catálogos e eu sempre ficava observando Ver Mais →

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A beleza da juventude masculina no olhar de Didio

O Brasil é um país de homens lindos. E, felizmente, temos um fotógrafo especialista em descobrir, explorar e espalhar essa beleza para o mundo. Reconhecido internacionalmente, faminto por uma boa foto e apaixonado pela juventude masculina, há mais de 20 anos Didio nos inspira com imagens — naturalistas, sem artificialismos, masculinas e que captam a essência — dos modelos mais lindos do Brasil. Apesar de ser um fotógrafo de moda, a roupa tem um papel completamente secundário em seu trabalho. O foco é sempre o modelo, sua personalidade, atitude e espontaneidade.

É uma rotina incansável: semanalmente, Antônio Bezerra, seu nome de batismo, casado há 18 anos com o booker  Alex Dugacsek e pai do Baco (um schnauzer de 17 aninhos que adora ser fotografado; ele posa!), conhece, conversa — muito, já que, pra ele, conhecer a pessoa, Ver Mais →

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Marilyn Monroe deslumbrante antes de sua morte

Esse é um dos últimos vídeos de Norma Jean Mortenson, aka Marilyn Monroe, num teste de cabelo, maquiagem e figurino para o filme que ela estava gravando Something’s Got To Give, em 1962, que ficou incompleto com sua morte. O filme que ia ser estrelado por Monroe, Dean Martin e Cyd Charisse (as pernas mais belas do cinema), teve vários problemas. Monroe faltava às gravações, foi demitida, Dean Martin disse que só contracenaria com ela (quase foi demitido também). O negócio foi parar na Justiça com multas milionárias, Monroe foi readmitida, as gravações do filme iriam recomeçar no outono de 1962, mas ela, aos 36 anos de idade, não estaria viva para as gravações e o filme nunca seria terminado. Se alguém, ainda nos dias de hoje, tem alguma dúvida sobre a beleza estonteante e o sex appeal dessa mulher, o vídeo abaixo simplesmente acaba com todas elas.
Obrigado ao Rodrigo Vieira por ter compartilhado este vídeo e ter me encantado à meia-noite de uma quarta-feira.

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Onde jazem os reis de França

Em Reims, cidade da região de Champagne-Ardenne, foram coroados todos os reis da França, de 1027 a 1825 (com exceção de apenas dois). De Henri 1º a Charles 10, passando por todos os Luíses: nove no total, de Luís 7 a Luís 16. Mas, se eles todos foram coroados em Reims, foi no subúrbio de Paris, na Basilique Saint-Denis, que eles foram enterrados. Hoje, todos os ossos dos homens e mulheres mais poderosos da França ao longo de mil anos de monarquia (de Clóvis, o responsável pela derrota dos romanos e pela  introdução do cristianismo na França, a Luís 14, o Rei-Sol-o-Estado-sou-eu, passando por Carlos Magno, o “Pai da Europa”) estão jogados e misturados em duas caixas de pedra. Durante a Revolução Francesa, a turba enlouquecida invadiu a Basílica, saqueou os túmulos e jogou todos os ossos num terreno baldio nas redondezas. E lá eles ficariam, jogados ao relento, por quase 25 anos até a restauração da monarquia em 1817, quando eles foram recolhidos e quando já era impossível identificar que fêmur era de quem. Ver Mais →

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E falando em juventude vazia e perversa…

Escrevendo sobre The Bling Ring, dessa juventude vazia de sentido, cínica e perversa, me lembrei de um livro que marcou meus 20 anos: Hell Paris 75016, da escritora francesa – que viveu elle même  as drogas, a noite, o consumismo desenfreado da jeunesse dorée parisienne, Lolita Pille. Pra reviver — porque Hell  é como Lolita  do Nabokov, o começo dá completamente o tom do livro — segue o primeiro parágrafo, em tradução livre:

“Eu sou uma vagabunda. Daquelas que você não suporta; da pior espécie, uma vagabunda do 16éme (bairro chique de Paris), mais bem vestida que a amante do seu chefe. Se você é garçom de um lugar ‘da moda’ ou vendedor de uma boutique de luxo, você, sem dúvida, me deseja a morte, a mim e aos meus amigos. Mas não se mata a galinha dos ovos de ouro. E minha espécie insolente perdura e se prolifera… (…) Eu sou um produto da geração Think Pink, meu credo: seja bela e consuma.”

São Paulo, 21 de agosto de 2013. 

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The Bling Ring

Elas falam Balmain, Chanel, Birkin com a mesma intimidade com que elas falam de suas amigas mais próximas. The Bling Ring seria cômico se ele não fosse um filme que refletisse exatamente os valores invertidos da sociedade em que a gente vive. Principalmente da elite cool, sempre admiradora do dinheiro e do poder cujas procedências nunca são consideradas desde que a “imagem” dos poderosos du jour  e sua companhia renda boas fotos no Facebook e no Instagram, tragam influência entre os pares e sirvam aos seus interesses. (Aliás, nada importa a não ser o dinheiro: a pessoa pode ser mal educada, corrupta, insuportável; a entourage  será sempre fiel até o dinheiro acabar.)

Sofia Coppola em Bling Ring, nome dado à quadrilha de jovens de classe alta que invadem as mansões das celebridades que admiram para roubar-lhes as roupas e os acessórios que eles sempre sonharam em consumir, está menos “silenciosa”, mais rápida no ritmo do filme, mais didática Ver Mais →

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Sempre haverá novos ricos

Deu o que falar a crônica de Danuza Leão para a Revista RG Vogue de dezembro último. Intitulada Down no High Society, a escritora faz uma severa crítica aos endinheirados du jour, assumindo o mesmo radicalismo que critica no texto e ditando o que, na sua opinião, é verdadeiramente chic. É claro que ninguém discorda das suas precisas observações a respeito dessa nova tribo, os nouveaux-riches  afetados, arrogantes e sedentos por status. São pessoas que só se relacionam com os seus iguais, ignoram completamente pessoas “inferiores” (o que é constrangedor até para quem não está na situação) e sofrem de excesso de sofisticação: nas roupas e acessórios grifados, seguindo ao pé da letra “regras” dos manuais de gastronomia, etiqueta e viagens, ou em suas casas lindas e frias como um museu, sem personalidade (decorada por um arquiteto de nome que usa o mesmo “conceito” em todos os seus projetos) e sem história (como diz Danuza, “não há vestígio de um objeto afetivo demonstrando que eles tiveram pai, mãe, avós ou avôs; parece que nasceram de geração espontânea”).

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