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Arquitetura | Prédios


The Shard, o edifício mais alto de Londres com um...

Fazer xixi num banheiro com parede de vidro, a 240 metros de altura, exposto para os céus e com toda Londres a seus pés é uma experiência que só uma visita ao observatório The View from the Shard pode proporcionar (com 310 metros de altura, o Shard é o arranha-céu mais alto de Londres e o quarto maior da Europa). Numa das regiões mais antigas da cidade (e pertinho do Borough Market, que a gente ama), em Southwark, o starchitect  italiano Renzo Piano (Whitney Museum, Morgan Library, Aeroporto Kansai, The New York Times) imaginou um caco de vidro — “shard” quer dizer caco — na forma de um edifício-pirâmide que abriga: escritórios (do 2 ao 28º andar), bares e restaurantes (do 31º ao 33º), o hotel Shangri-La (do 34º ao 52º, com uma piscina no 52º), apartamentos! (do 53º ao 65º, que custaram entre £ 30.000.000 e £ 50.000.000, ou R$ 300 milhões) e o observatório, Ver Mais →

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Abadia de Westminster

Construída no século 11 e reconstruída em estilo gótico no século 13, a Abadia de Westminster não é católica nem protestante, é anglicana (mas foi católica até Henrique 8º, no século 16, romper com o Vaticano). Sua autoridade máxima não é papa, rabino ou pajé, mas uma mulher, Her Majesty The Queen of England, a rainha Elizabeth 2ª, que além de chefe de Estado é também a chefe da Igreja da Inglaterra. É o sítio religioso mais importante não só de Londres, mas do Reino Unido e também dos quinze domínios da Commonwealth (de 53) que ainda reconhecem a monarca britânica como chefe de Estado.

Assim como todos os reis franceses foram coroados na Catedral de Reims desde 1027, todos os reis ingleses foram coroados aqui, nesta abadia em Londres, desde 1066, desde o normando Guilherme, o Conquistador (William the Conqueror, em inglês), que assumiu o trono com a morte de Eduardo, o Confessor. E não vivia só de coroações: a abadia foi e continua sendo palco de casamentos reais (a Rainha Elizabeth 2ª e o Príncipe Philip Ver Mais →

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Quem morou no Museu do Ipiranga?

Ao visitar palácios históricos, é quase automático tentar imaginar a vida daqueles que ali habitavam: a vida nos corredores, nos aposentos, nos jardins, o que vestiam, o que falavam. Uma vez passeando pelo Museu Paulista, conhecido pelos paulistanos como Museu do Ipiranga (quando ele ainda estava aberto e operante), parei por alguns segundos e fiquei pensando: “ok, Dom Pedro I deu o grito da Independência logo ali, mas todos os membros da família imperial e os governantes da República sempre habitaram o Rio de Janeiro, nunca São Paulo”. O que fazia aquele palácio imponente do século 19 — quando São Paulo tinha apenas 70 mil habitantes — no bairro do Ipiranga?

Ninguém NUNCA morou no edifício eclético-neo-renascentista que abriga o Museu Paulista. O edifício com ares de palácio, desde o início, fora construído como um monumento para Ver Mais →

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Museu da República: Onde Getúlio se matou, é um...

A  simplicidade do banheiro e quarto presidenciais em contraponto com a belíssima e bem preservada opulência da decoração — toda importada, da escada aos mármores — do Palácio do Catete chama a atenção. Foi no quarto singelo do terceiro andar que o presidente Getúlio Vargas — o décimo terceiro presidente a ocupar o palácio neoclássico famoso por suas sete águias de bronze no topo do prédio que foi sede do Governo Federal de 1897 a 1960 — se matou com um tiro no coração, vestido com o pijama listrado bordado com suas iniciais, hoje em exposição ainda com a mancha de sangue, e com direito à arma e a bala que ele usou para sair “da vida para entrar na História”.

Além do suicídio de Getúlio em 1954, muitos outros fatos importantes aconteceram neste palácio-urbano-com-a-porta-para-a-rua que hoje dá de frente para a estação de metrô do Catete: a morte do presidente Afonso Pena em 1909, a assinatura da declaração de guerra Ver Mais →

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Torre Eiffel

Quanto mais você se aproxima, talvez assim como seria com a Margaret Thatcher, mais a primeira Dame de Fer (a “dama de ferro”) assombra. Numa cidade que conseguiu manter certa homogeneidade estilística ao longo de séculos de diferentes estilos arquitetônicos, a Torre Eiffel é brutal, monstruosa demais para ser bonita. O escritor Guy de Maupassant, que almoçava quase todos os dias no restaurante do primeiro andar da torre, quando perguntado por um jornalista “por quê?”, respondeu: “É o único lugar de Paris onde não a vejo”. Muitos foram os artistas que aderiram ao complô: Paul Verlaine, Émile Zola, Charles Garnier, Charles Gounod, Alexandre Dumas filho, que, em nome da beleza, não podiam aceitar que a cidade de Paris pudesse ceder “à imaginação mercantil de um construtor de máquinas” permitindo que ele profanasse a arquitetura da cidade com uma “torre vertiginosamente ridícula, dominando Paris, como uma chaminé de fábrica”. Hoje, a Ver Mais →

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Casa do Estevão, Paraisópolis

Uma casa que não tem sequer uma parede reta, um chão que não seja torto. Uma casa que não tem telhado, mas sim um jardim suspenso no teto — sem chão (veja na galeria de fotos) — e que, ainda assim, não tem o seu interior molhado quando chove. Uma casa que é construída no dia a dia, todos os dias por seu Estevão, até hoje, há 29 anos, em Paraisópolis, a segunda maior comunidade da cidade de São Paulo (a primeira é Heliópolis), ali, ao lado dos casarões do Morumbi. E, por motivos de segurança, é aconselhável ir até lá acompanhado de um guia.

Seu Estevão é jardineiro em um condomínio de luxo no Jardim Paulistano, e a sua casa — um castelinho mágico que lembra uma casa de árvore grandiosa — é formada por diversos arcos — centenas deles — de arame e cimento com objetos incrustados (pedras, pratos de porcelana, azulejos quebrados, celulares antigos, escovas de dentes, brinquedos, Ver Mais →

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