• CONTINENTE

  • PAÍS

  • REGIÃO | ESTADO

  • CIDADE

  • BAIRRO

  • ESTILO

  • CARACTERÍSTICAS

  • NÍVEL DE PREÇO

  • ÉPOCA

Bares


São Paulo do alto: Os bares e restaurantes em roo...

Cidades verticalizadas, com muitos prédios, para nós que estamos ali do chão, são bastante — e esteticamente — opressoras. No nível da rua, o horizonte deixa de existir, o céu é apenas um feixe quando temos tempo de olhar para cima e, talvez por isso, a sensação de se estar acima do mar de prédios seja tão prazerosa. Do alto, a feiura das cidades que se desenvolveram sem planejamento se dilui na grandeza da metrópole, os problemas são invisíveis, as individualidades se dissolvem, temos de volta o céu e o horizonte. E a sensação de grandeza, de poder, é inevitável. E São Paulo — que não tem belezas naturais (e, tirando alguns poucos exemplos, a arquitetura tampouco é seu forte) — parece que finalmente encontrou sua vocação de explorar a vista para o seu panorama urbano. Amando ou odiando essa que é uma das maiores cidades (e a quarta maior área metropolitana) do mundo, quem não se impressiona com a vista para o tapete de prédios ao sobrevoar a região central da cidade? Em São Paulo, tirando os hotéis e alguns Ver Mais →

VEJA MAIS

Frigobar Speakeasy: Um bar secreto que faz voltar ...

Não tem fachada nem nome na porta, que não é nada bonita. Você toca a campainha, fala uma senha, entra meio que sem conseguir ver quem está te recebendo, é levado por um corredor sinistro escada abaixo até um porão no subsolo de um bar onde você vai entrar por u… o resto é surpresa. A questão é: se os donos queriam imprimir no Frigobar a atmosfera de um speakeasy, de um blind pig, como eram chamados os estabelecimentos que vendiam bebidas alcoólicas durante a Prohibition Era nos Estados Unidos (de 1920 a 1933), eles conseguiram.

Já não sendo o Frigobar um bar comum, o funcionamento é restrito e complexo: só abre às sextas e sábados, você só pode reservar para até quatro pessoas, precisa pagar o ingresso antecipadamente (não pode alterar a data ou número de pessoas depois do pagamento), a senha (pessoal e intransferível) só vai chegar no seu email  no dia da sua reserva, que deverá Ver Mais →

VEJA MAIS

Veloso, coxinhas e caipirinhas incríveis

É como voltar no tempo. Um boteco num tranquilo largo da Vila Mariana, com ruas de paralelepípedo, ao lado do reservatório de água do bairro construído nos anos 1910 (em processo de tombamento), luz amarelada, pertinho da agitada Rua Vergueiro, que só perde a tranquilidade quando o Bar Veloso abre e começa a aglomeração. Gente que lota o bar, gente que bebe de pé na área demarcada na calçada (servida pelos garçons), gente na calçada da rua Conceição Veloso que espera uma hora por uma mesa ou um lugar no balcão. O nome do bar inaugurado em 2005 e que já é um clássico da cidade não tem nada a ver com o nome da rua — uma coincidência —, mas sim em sua inspiração: o Bar Veloso, da Ipanema dos anos 1960, frequentado por Tom Jobim e Vinicius de Moraes (no Leblon tem também um bar com mesmo nome que homenageia o mesmo Veloso).

Por isso, chegue cedo (o bar fecha cedo por estar numa região residencial), sem pressa, porque a espera vale a pena. As mais de quinze receitas de caipirinhas, servidas em copos altos, são excepcionais. Todos os ingredientes se equilibram em precisas medidas, de Ver Mais →

VEJA MAIS

Festa Heineken de verão volta no topo do Martinelli

O Heineken Up On The Roof, vulgo #HUOTR no Instagram, que ocupou o topo do Edifício Planalto em janeiro de 2014, foi uma das festas mais concorridas da cidade. Era impossível de ir com vários amigos, já que pra conseguir entrar na lista era preciso preencher um cadastro na página oficial do evento no Facebook e a concorrência era enorme: São Paulo INTEIRA queria participar da festa.

A concorrência este ano será ainda mais feroz, mas vamos ter de tentar. Se a edição anterior já tinha sido incrível, ocupando um prédio que é uma das joias arquitetônicas da cidade (mas desconhecida do grande público), como vai ser agora que a festa vai ocupar, a partir do dia 18 de janeiro, sempre às sextas, sábados e domingos, O TOPO DO MARTINELLI, a Casa do Comendador, que fica num dos edifícios mais emblemáticos, o Ver Mais →

VEJA MAIS

Mandíbula

As comidinhas do Ramona, os livros da Biblioteca Mário de Andrade, as festas no Grand Metrópole, a cervejinha na praça no Paribar, os drinques-com-vista no Terraço Itália e, agora, o Mandíbula, colocam definitivamente esse quarteirão da Avenida São Luís — e, particularmente a Praça Dom José Gaspar — no nosso mapa. No segundo andar da Galeria Metrópole, o Mandíbula (adoro esse nome) é um espaço que mistura café (sempre filtrado ou na prensa #noespresso), bar (cervejas e drinques) e uma bela coleção de vinis, à venda (com preços que variam de R$ 20 a R$ 300; os discos mais raros levam simpáticos post-its  explicando por que aquele vinil é especial).

No cardápio, cervejas como Heineken e Sol, cervejas artesanais e drinques bem preparados, como o Negroni e duas já famosas versões de gin tônica: uma com Tanqueray e limão siciliano e outra com Hendrick’s e pepino. Pra comer, amendoins, azeitonas e burekas — uma rosquinha de massa folhada típica do Leste Europeu — com várias opções de recheio (batata com cebola, carne com beringela, espinafre com queijo) e servidas num filtro de café de papel. Basta chegar no balcão, abrir uma comanda com o seu nome (que fica no bar) ou pagar direto a cada pedido.

Com DJ ou sem DJ, a trilha sonora rock  é ótima. Dá pra se sentar no bar, em um sofázinho Chesterfield de dois lugares ou numa mesa coletiva que fica no corredor da galeria que dá para um belo terraço com vista para a Avenida São Luís, onde as pessoas fumam. Para ficar perfeito quando as lojas fecham (a Galeria fecha a última portinhola para entrada à meia-noite, mas os clientes podem ficar até altas horas no Mandíbula) a luz forte e branca dos corredores deveria ser diminuída. Mas os sócios já conversaram com o condomínio e não teve jeito. De qualquer forma, o Mandíbula é mais uma opção jovem de se aproveitar o centro da cidade do jeito que a gente gosta.

Parar o carro na região pode ser um problema. Um dos jeitos mais fáceis é deixar o carro com os manobristas do Ramona e atravessar a rua, que é logo em frente.

VEJA MAIS

EVITE: The View

O The View, como o próprio nome já diz, vende sua vista do skyline  de São Paulo. Por isso, e talvez pelo piano-bar, é frequentado por muitos casais apaixonados. Mas, a vista nem é tão incrível assim… A não ser que, no terraço, você se sente num balcão com cadeiras altas próximas aos vidros (conforto zero), você não terá quase vista nenhuma. A decoração tampouco agrada: os móveis são bem de hotéis para viajantes de negócio, as mesas no terraço são grandes o suficiente para não deixar as pessoas próximas umas às outras, e a iluminação, que deveria criar uma “atmosfera” deixando o ambiente aconchegante e romântico (e olha que luz faz milagres em projetos quando a noite cai), só consegue iluminar mesmo.

Se quiser vista da cidade, com comidinhas, drinques e conforto, vá para o deck do Skye ou, então, para o bar do Terraço Italia, esse sim, com uma vista incrível da cidade e ambiente clássico, aconchegante e confortável projetado por Jorge Elias.

VEJA MAIS

Baretto

Inicialmente na rua Amauri e depois transferido para o hotel Fasano quando de sua inauguração, o Baretto é daqueles bares de hotéis com ambiente sofisticado, ótimos drinks  e boa música que a gente só encontra em Nova York (como o incrível Bemelmans no hotel Carlyle). Intimista (mesmo quando apresenta shows  de cantores famosos como Ney Matogrosso, Vanessa da Mata, Marina Lima, Bebel Gilberto), elegantemente sóbrio e masculino (confortáveis cadeiras e sofás de couro alcaparra com almofadas, iluminação aconchegante, garçons de smoking), civilizado (sem muvucas de qualquer natureza, tão comuns na noite paulistana, e por isso atraindo um público acima dos 30) e saboroso (você pode provar alguns pratos – incluindo massas e risotti – e sobremesas que vêm da cozinha do Fasano, tomar drinks  muito bem preparados – da caipirinha com pinga ao equilibrado Cosmopolitan com Grey Goose ou o dry martini  com gim Hendrick’s – e ainda, ótimos champagnes, whiskies  e vinhos), o Baretto é perfeito para encontrar amigos, Ver Mais →

VEJA MAIS

Riviera Bar

Assim como o Spot, o Riviera Bar renasce um clássico por conta de sua história e localização. No fim da avenida-símbolo da cidade, no cruzamento da Avenida Paulista com a Rua da Consolação (super acessível pelo metrô), no térreo do Edifício Anchieta (projetado pela MMM Roberto em 1941, o mesmo escritório que projetou o Aeroporto Santos Dumont no Rio), com vista para o grafite dos robôs e monstros amarelos de Rui Amaral no túnel da Paulista, e agora sob o comando dos “reis” da gastronomia e da noite, Alex Atala e Facundo Guerra respectivamente, o Riviera tem uma proposta bem definida, bem adequada ao gosto contemporâneo, qualidade nos comes e bebes e preços muito honestos.

No térreo, o tradicional bar vermelho, apenas com poucos bancos (o lance é beber, petiscar e conversar em pé), ocupa o centro do hall. Acompanhando a curva da original parede de tijolos de vidro – símbolo do lugar – está a cenográfica escada (mulheres, cuidado com as saias) que te leva ao mezanino, espaço bem maior, onde ficam as mesas, outro bar e onde ocorrem os shows  de jazz e MPB de quarta a sábado (quartas e quintas, às 21h30, e sextas e sábados, às 22h e às 23h). A programação, com a curadoria do próprio Facundo, é bem interessante e a acústica do espaço foi um dos principais pontos de atenção do projeto do arquiteto Marcio Kogan, o que faz do Riviera uma opção mais casual — e mais barata —, ao Baretto, mas ainda assim elegante. (A qualidade do som é ótima, mas não espere conseguir conversar enquanto o show está rolando; é bem alto.)

Nas comidinhas e nos drinques, a alma é flashback meets Brasil-gourmet-do-século-21: o sanduíche Royal  (com queijo, rosbife, tomate e picles), herança do antigo Riviera, contrasta com a bruschetta  com queijo de cabra, escarola, cebola roxa e passas; no quesito sobremesas, o creme de papaia com cassis e a vaca preta contrastam com a panna cotta  e morangos frescos; na carta de drinques, o Cuba Libre está lado a lado com o Terra da Garoa (cachaça orgânica envelhecida, mel de laranjeiras, gengibre, hortelã, capim santo, vinagre de cana de açúcar (!) e limão Taiti). Sem falar nos porta-guardanapos bem típicos das nossas padarias e lanchonetes desde sempre. A única coisa que me incomoda é que, à noite, à la  Chez MIS, o mezanino fica muito escuro e não se consegue ver direito a comida.

O Riviera, aberto em 1949 e que fica(va) em frente ao Cine Belas Artes, foi frequentado por intelectuais, estudantes e militantes políticos durante a ditadura militar no Brasil. Seu auge foi nos anos 1960 e 1970, ficava aberto até o último cliente (que nunca saía antes de o dia amanhecer), e muitas discussões, criações e confusões aconteceram por ali. O público que frequenta a casa hoje não poderia ser mais diferente.

De qualquer forma, o mix  localização + ambiente + qualidade (só o serviço ainda que está se ajeitando) + boa música + preço bom faz com que o renascimento do Riviera Bar seja novamente muito bem-vindo à cena paulistana.

VEJA MAIS

Festa com vista, por-do-Sol e cerveja no centrão de SP

De hoje, sexta-feira, dia 24 de janeiro, até o fim do mês de fevereiro, acontece no topo do Edifício Planalto o Heineken Up On The Roof, um projeto que une música curada por Facundo Guerra, bebidinhas (Heineken, claro) e vista incrível da cidade. Só de sexta a domingo, as festas de hoje e domingo já estão esgotadas, já que o terraço do prédio desenhado por João Artacho — nos seus projetos, os salões de festa sempre ficam no topo do prédio com vista para a cidade #DemocraticGenius #CoberturasPraQuê? — tem capacidade para apenas 120 pessoas. Mas, sempre às segundas-feiras, abrem as listas para os eventos do fim de semana seguinte. Tudo pela página do evento no Facebook, que você acessa clicando aqui (Em Listas, você inclui seu nome, e em Eventos, você confere a programação durante todo o período do Up On The Roof).

Para quem for à festa, a entrada do edifício é na esquina da Maria Paula com a Santo Amaro, rua onde fica o serviço de manobristas (entre na Santo Amaro à direita e faça um retorninho proibido para deixar o carro com eles), que cobra R$ 25 pagos antecipadamente. O segurança fica na entrada do edifício com a lista dos convidados. O prédio é residencial (é bem legal pegar o elevador com os moradores), só tem um elevador (não muito rápido) que leva ao vigésimo quinto andar do edifício; portanto, paciência, caso houver filas (e todo mundo sempre chega no mesmo horário). São dois andares, ambos com terraço, pistinha de dança e bar. E uma vista ótima da cidade.
1531920_801920723157056_1957587642_o_2

Heineken Up On The Roof
De 24 de janeiro a 28 de fevereiro
O Edifício Planalto fica na Rua Maria Paula 279, esquina com a rua Santo Amaro, na República
Sexta-feira: das 16h às 22h
Sábados e domingos: das 14h às 22h
Aceita cartões de crédito e débito e tem serviço de manobrista

CobogosOs cobogós do salão de festas no topo do Edifício Planalto

VEJA MAIS

SIGA A SIMONDE

Interaktiv
Wordpress SEO Plugin by SEOPressor