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Cinemas


Cine Caixa Belas Artes reabre

É com muita alegria que a gente anuncia aqui que está de volta a antiga dobradinha Cine Belas Artes e Riviera — que teve seu auge nas décadas de 1960 e 1970 — na esquina da Avenida Paulista com a Consolação. O Cine Belas Artes fechou em março de 2011. Em janeiro de 2014 foi anunciada a reabertura do cinema (saiba como foi o processo, clicando aqui), que seria em maio. E no sábado, dia 19 de julho de 2014, dois meses após a previsão, finalmente o cinema dedicado a filmes de artes reabre como Cine Caixa Belas Artes, com seis salas, todas com projeção digital e três delas com projetores de película 35 mm  (#ComoNãoAmar?).

E a programação do fim de semana de reabertura está recheada de clássicos como Morte em Veneza (grande filme de Luchino Visconti), Quanto Mais Quente Melhor (de Billy Wilder com Marilyn Monroe), Morangos Silvestres (de Ingmar Bergman), La Notte (de Michelangelo Antonioni com Marcello Mastroiani, Jeanne Moreau e Monica Vitti), entre outros.

No sábado, às 15h30, duas faixas da Rua da Consolação serão fechadas para a cerimônia de devolução do cinema à cidade. Às 16h30, abre a bilheteria (não estão sendo vendidos ingressos pela internet  para esse fim de semana; só presencialmente). Neste fim de semana, estarão em operação  três salas (Portinari, Niemeyer e Aleijadinho), três filmes diferentes em cada um delas, tanto no sábado como no domingo. E as primeiras sessões começam às 17h. Para ver a programação completa, clique aqui.

No dia 15 de agosto, volta o Noitão, maratona de filmes que começa à meia-noite e vai até às 6h da manhã — com direito a café da manhã para os corujas —, que acontecerá todas as terceiras sextas-feiras de cada mês.

O Cine Caixa Belas Artes fica na Rua da Consolação, 2423, quase esquina com a Paulista, ao lado do metrô Consolação (linhas verde e amarela), e o telefone é 55 11 /2894-5781. O site é o caixabelasartes.com.br

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Cinemas em Paris

Paris, junto com Nova York, é a cidade mais cinéfila do mundo. Mas também foi o berço do cinema. Foi aqui que os irmãos Lumière inventaram o projetor de filmes; foi aqui que o ilusionista Georges Méliès – inspirado depois de assistir à primeira exibição pública dos Lumière – gravou cenas cheias de efeitos especiais usando a novíssima tecnologia; foi aqui que aconteceu a primeira exibição paga de um filme em um cinema, em 1895; foi aqui que a arte de contar histórias através do cinema sofreu a revolução da nouvelle vague, com nomes que viriam a fazer parte da história do cinema.  Essa combinação de fatores faz com que os parisienses cultivem um carinho especial e considerem o cinema como uma verdadeira forma de arte.

Por isso, ir ao cinema em Paris é uma experiência essencial para aqueles que desejam vivenciar o estilo de vida parisiense de ser (aliás, em qualquer lugar do mundo sempre acho interessante ir ao cinema – especialmente em cinemas de bairro –: você dificilmente Ver Mais →

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La Pagode

Fechou em novembro de 2015, por causa de uma briga judicial entre a rede de cinemas Étoile e a dona do edifício, mas a gente ainda tem esperanças de que o Pagode reabra como cinema… Atualmente a fachada e o prédio são cobertos por vegetação, mas onde hoje é o La Pagode já foi o salão de festas do casal M. e Mme. Morin, um dos donos da loja de departamentos Bon Marché – o primeiro grand magasin  de Paris. A construção em si, que data de 1895 (coincidentemente o mesmo ano em que aconteceu a primeira exibição pública de um filme na cidade – e no mundo) e imita um pagode à la orientale  de maneira rica e ornamentada, foi encomendada por M. Morin para presentear sua esposa.  (E não, Morin não comprou o pagode inteiro no Oriente, trouxe todas as peças de navio e as montou, uma a uma, na rue de Babylone ). E tornou-se um cinema quando da separação do casal, no começo dos anos 1930. Ver Mais →

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Cine Caixa Belas Artes abre em maio

O mais legal da cerimônia de anúncio ontem (28 de janeiro) foi ver que, se não fosse a mobilização dos ativistas do Movimento Cine Belas Artes, o cinema teria sido apenas mais um espaço emblemático da cidade fechado para dar lugar a uma igreja ou a uma loja (bem mais lucrativos que um cinema que se dedica a filmes não blockbusters). A galera incomodou BASTANTE todos os atores do processo durante esse tempo, promovendo a abertura do processo de tombamento, CPI, audiências, abaixo-assinados. Mas, depois de três anos (fechou em março de 2011), o Cine Caixa Belas Artes reabre em maio. Além da parceria com o Riviera (o Sturm já está conversando com o Facundo), o cinema vai ter ingressos 20% mais baratos que os cinemas da Paulista (pipoca e doces também mais baratos), meia entrada para todos os trabalhadores às segundas-feiras, acesso das escolas públicas ao cinema (com custos de transporte e alimentação garantidos pelo programador), além de ter uma sala só dedicada aos filmes brasileiros, que têm conseguido financiamento para produção mas não têm onde exibir os filmes, olha só. E voltam os “noitões”, com exibição de filmes durante toda a madrugada nos fins de semana com direito a café da manhã no final. No mais, os “valores de fundação” do Cine Ritz (primeiro nome do Belas Artes), aberto em 1943, seguem os mesmos: “Espetáculo, polêmica e cultura”, cinema que provoca debate e reflexão. Tem como não amar?

São Paulo, 29 de janeiro de 2014. 

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