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Comidinhas


Esther Rooftop: Comida de bistrô e terraço com v...

A grande questão seria saber como conseguir se sentar sempre  em uma daquelas três mesas para duas pessoas que ficam coladas no vidro do terraço com vista. Mas não tem jeito, tem de chegar cedo e tentar a sorte, já que no Esther Rooftop, eles não fazem reservas. Mas, mesmo se sentando no salão interno (não deixe de frequentar o espaço para fumantes, no terraço, aberto e com vista), só pela arquitetura e pela história já valeria a viagem: inaugurado em 1938 (!) e ocupando o décimo primeiro e último andar do primeiro edifício moderno-racional-funcional-corbusiano  da cidade de São Paulo — e do Brasil —, projetado pelo arquiteto paulistano Álvaro Vital Brasil, o Edifício Esther (que tem lojas, escritórios e unidades residenciais, onde moraram Di Cavalcanti e Marcelino de Carvalho; tinha até uma boate no subsolo frequentada por intelectuais e Ver Mais →

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Três restaurantes biô em Paris – aqui, sin...

A oferta não é tão grande quanto em San Francisco ou Berlim, mas Paris, uma das capitais da gastronomia do mundo onde a tradição impera, aderiu à onda que, em francês, eles chamam de “biô” (em francês não se usa o circunflexo; é só para mostrar como eles falam :-): produtos — não só alimentos, mas também tecidos, cosméticos e produtos de limpeza — cujo processo de produção é natural, sem pesticidas, hormônios ou fertilizantes artificiais (ou seja, sem os chamados produits chimiques de synthèse, químicas desenvolvidas para sintetizar substâncias naturais com o objetivo de reduzir custos e aumentar produtividade, essas coisas que vão do agrotóxico ao plástico; e já são mais de 11 milhões de produtos químicos de síntese catalogados). No que se refere aos restaurantes, a denominação bio  indica não só que o estabelecimento possui uma preocupação em utilizar ingredientes locais, sazonais, orgânicos e frescos, mas também se preocupa com o Ver Mais →

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S Simplesmente: Tudo sem glúten, tudo sem carne, ...

Porque como muito fora por causa do trabalho, o lema da minha vida sempre foi comer saudável e correto em casa — zero-carne-zero-sal-zero-açúcar-zero-gordura-pouca-farinha-branca — porque é impossível saber como são preparados os alimentos na maioria dos restaurantes: se vai muita gordura, se os ingredientes e matérias-primas são os melhores (porque eles são mais caros; e nesse mundo obcecado por lucros, o que tem de storytelling-mentira por aí… já saí de padaria que me disse só usar farinha francesa vendo um caminhão descarregar sacos e sacos de farinha Renata… Feio, né?). E se antes essa experiência só era acessível em cidades como San Francisco, Nova York e Berlim, que já possuem uma cultura de alimentação sustentável, ou possível em grandes e caros restaurantes, como o Alain Ducasse e o Arpège em Paris, o Eleven Madison Park em Nova York, o Sukiyabashi Jiro em Tóquio, ou mesmo o Soeta em Vitória, restaurantes Ver Mais →

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Ritz Jardins, ambiente aconchegante, comidinhas va...

Eu nunca entendi por que quando você compra peito de peru nos supermercados de Nova York, a carne é branca como se fosse o do peito do peru de Natal, assado e fatiado, e aqui no Brasil, o único peito de peru que a gente encontra é esse embutido (como salsicha) e rosa (ou seja, nada natural, e ainda por cima cheio de sódio). Por isso eu adorava a Salada do Chefe do restaurante Ritz — opção perfeita para quem quer uma salada com proteína — que vinha sempre com o peito de peru assado e desfiado na salada, junto com a muçarela de búfala, o tomate, o ovo cozido, a maçã verde, as folhas e as azeitonas. Por um tempo, eles substituíram pelo peito de peru rosa industrializado e, agora, pela falta constante de peito de peru de verdade no mercado, o que completa a Salada do Chefe é um peito de frango marinado, feito na casa…

…Que também é a base de um clássico do serviço de quarto dos hotéis de todo o mundo: o ótimo Club Sandwich, molhadinho e bem montado (dá para comer com as mãos confortavelmente), com pancetta, alface romana, tomate e maionese feita in-da-house. E aí, você pode pedir com um acompanhamento, que pode ser fresh salad, batata Ver Mais →

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As padarias parisienses e o não café da manhã

Você leva a sua listinha com as melhores padarias de Paris — a maioria nos arrondissements  mais periféricos —, acorda e, achando que pão rima perfeitamente com café da manhã, em vez de tomá-lo no hotel, vai até um dos endereços premiados para sua primeira refeição do dia, atrás do melhor pão do mundo. O resultado? Decepção. Não por causa dos pães (porque realmente não tem igual), mas por que as boulangeries  em Paris — e quase em todo o mundo, na verdade — em nada  lembram as instituições onipresentes que são as nossas maravilhosas padarias, que fazem e vendem de tudo, até pão. Porque padaria em Paris — a não ser que seja uma boulangerie-pâtisseriesó vende pão. Nada mais. Com raríssimas exceções, não vai ter mesa, cadeira ou balcão para se sentar; não vai ter aquele chapeiro amigo que vai pegar aquele pão delicioso e fazer o sanduíche com os ingredientes e do jeitinho que você gosta; não vai ter suco de todas as frutas preparados na hora; não vai ter café, nem queijo, nem uma manteiguinha; e não vai estar aberta todos os dias, de Ver Mais →

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Borough Market, mercado milenar renascido nos anos 1990

Londres é dividida em 33 boroughs  e, traduzindo literalmente, Borough Market seria o “mercado do distrito”  de Southwark, onde está instalado há mil anos, quando Londres só estava do outro lado  do Tâmisa e a única forma de acesso “à City”  era pela London Bridge (não só da cidade de Southwark para Londres, mas como de todo o sul da Inglaterra para lá e para o norte). Mas o que a gente vê deste imperdível mercado — o mais antigo da Swingin’ London — instalado debaixo dos trilhos suspensos do metrô — também o mais antigo, mas do mundo — é bem mais recente. Depois de muitas idas e vindas ao longo de todo esse tempo — proibições, incêndios, a chegada dos supermercados —, foi nos anos 1990, quando duas lojas gastronômicas — a Neal’s Yard Dairy com seus queijos ingleses de origem e a Brindisa com seus jamóns ibéricos — se instalaram nos galpões vazios do local que se iniciou um festival que reunia 50 dos melhores produtores do Reino Unido. O que era esporádico virou fixo, o que acontecia num sábado por mês virou semanal, e, com Ver Mais →

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Princi Londres, o espírito de Milão – com ...

A Princi do SoHo londrino (única filial da rede fora de Milão) segue a mesma identidade da Princi da Piazza XXV Aprile antes da reforma de 2014, assinada pelo arquiteto Claudio Silvestrin (que projetou dezenas de lojas Giorgio Armani pelo mundo e é colaborador da Boffi), e que fez a fama da padaria mais saborosa, contemporânea e elegante da Itália: pedras em tons de bege e cinza não polidas, a disposição dos pães em aberturas retangulares na parede, os totens de pedra para apoio, poltronas de couro, o staff  todo italiano (simpático ou lindo, ou ambos), fornos à mostra, uma fonte de 15 metros de comprimento numa das paredes.

Misto de panetteria, pasticceria, caffè, pizzeria e bar para o aperitivo  tão milanese, o melhor da Princi londrina — além do horário de funcionamento, aberto das 8h à meia-noite de segunda a sábado (perfeito para aquele dia em que você não tem reservas para restaurantes e quer chegar e comer) —, é que você tem a opção do serviço self-service (pagar no balcão, se servir e sentar-se na mesa comunitária, como em Milão), mas também pode ser atendido Ver Mais →

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Princi XXV Aprile, padaria chic num dos lugares ma...

Na recém-revitalizada e gastronômica Piazza XXV Aprile (piazza venticinque aprile ), onde ficam de forma simétrica o arco neoclássico Porta Garibaldi e a Eataly de Milão (a praça ficou anos em reforma para a construção de um estacionamento subterrâneo), e também a alguns passos da 10 Corso Como (loja que a gente ama), está a Princi, a padaria elegante e italianíssima, com cinco lojas em Milão e uma no SoHo londrino, que todo mundo gostaria de ter como vizinho de casa (assim como a praça, a Princi da Piazza também foi repaginada em 2014 e ganhou mesas, cadeiras e poltronas; antes só se podia comer em pé apoiado no balcão). O serviço segue self  (sem atendimento na mesa) e sem frescuras (a pizza a trancio, em pedaço, que vem quadrada é cortada com uma tesoura e servida num prato de papel com garfinho plástico). Ao entrar, você vai ver o balcão de drinques e de café — onde você pode tomar seu aperitivo  ou espresso  em pé mesmo — e seguindo em frente vai se deparar Ver Mais →

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Boxes do Instituto Atá no Mercado de Pinheiros: i...

O ótimo do Mercado de Pinheiros, um dos quinze mercados municipais de São Paulo, é que além de servir como ponto de abastecimento para quem mora na região, ele também está acessível para turistas  de outras partes da cidade, já que está a uma quadra da estação de metrô Faria Lima. Ou seja, perfeito para quem quiser provar os excelentes cebiches  e empanadas da Comedoria Gonzales, os dadinhos de tapioca ou o sorvete de rapadura do Mocotó Café (ir à Vila Medeiros, só quando quiser a experiência completa), ou comprar os brasileiríssimos ingredientes de origem que o Instituto Atá, ONG do chef  Alex Atala, junto com várias entidades, traz de inúmeros pequenos produtores Brasil afora, com quatro boxes no Mercado, representado os biomas brasileiros: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pampas. (No mercado, também dá para comprar frutas, legumes, cereais, Ver Mais →

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The Wolseley, imponência e comidinhas: do English...

Num belíssimo e grandioso edifício art déco  construído em 1921 para ser o showroom  dos carros Wolseley Motors Limited (sim, os carros ficavam estacionados sobre esse magnífico mármore florentino preto e branco), o The Wolseley é um grand–café–brasserie, aberto o dia todo, das 7h da manhã à meia-noite (o que a gente adora), sempre cheio (é bom sempre reservar, mesmo que seja para o dia seguinte às 15h30), numa das melhores localizações de Londres: ao lado do hotel Ritz, a uma quadra da Jermyn Street, da Royal Academy of Arts, da Fortnum & Mason e da Dover Street Market.

Com pé-direito alto, mezanino, teto abobadado, colunas e decoração em preto e dourado com toques de chinoiserie, assinado por um dos mais famosos decoradores birtânicos, o David Collins, o cardápio do Wolseley atende a todos os gostos: você pode tomar um café da manhã típico britânico, com ovos, bacon, salsicha, feijão, tomate, cogumelos e black Ver Mais →

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Restaurantes vegetarianos e vegetarian-friendly em...

Com tantas denúncias sobre as origens dos alimentos e os impactos extremamente negativos da pecuária no mundo (ou mesmo por consideração aos animais), existe uma tendência grande nos países desenvolvidos ocidentais de priorizar ingredientes orgânicos e reduzir — ou mesmo abolir — o consumo de carne e outros produtos derivados de animais. Do Burger King, que lançou um sanduíche vegetariano, a grandes restaurantes do mundo que já propõem menus 100% livres de carne (Per Se e Daniel, em Nova York; Lucknam, em Bath; L’Arpège e Alain Ducasse, em Paris; e o DOM em São Paulo), nós também estamos cada vez mais procurando entender os impactos que nossos hábitos de consumo causam no mundo e descobrindo os sabores vegetais (confira as nossas considerações sobre o tema no link  a seguir, Comer carne: é preciso reconsiderar?). Em São Paulo já são muitos os restaurantes vegetarianos, mas nesta lista, você conhece os restaurantes vegetarianos e vegetarian-friendly  que a gente conheceu, gostou, voltou e frequenta. Uma característica comum a todos eles é que mesmo carnívoros não sentirão falta da carne.

APFEL [Jardins] Buffet vegetariano, só almoço, preço fixo

restaurante-apfel-jardins-1200-5restaurante-apfel-jardins-vegetariano-sao-paulo-1200Há 15 anos numa casa simples e aconchegante a uma quadra e meia da Avenida Paulista (e do metrô Consolação), o Apfel Jardins é um restaurante vegetariano com buffet self service  que, assim como outros restaurantes naturais e saudáveis, só abre para almoço e paga-se um valor fixo (R$ 30, de segunda a sexta, R$ 35, nos fins de semana) para comer à Ver Mais →

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O guia definitivo dos melhores cafés de São Paulo

São Paulo não seria a maior e mais rica cidade da América do Sul se não fosse por essa bebida nossa cada dia: o café. Foram os lucros com a plantação e exportação dos grãos de café cru para o mundo que financiaram as estradas de ferro, a imigração, a industrialização e a fortuna de muitas famílias.

E assim como os sorvetes {para conferir o nosso guia com os melhores sorvetes da cidade, clique aqui}, enfim, na cidade de São Paulo podemos provar os melhores grãos de café — todos brasileiros; todos 100% arábica: Bourbon ou Catuaí, amarelos ou vermelhos — nos endereços que frequentamos e que figuram nesta lista. Apesar de a maioria deles oferecerem mais de uma opção de grão (geralmente de microlotes), a regra é a mesma: para provar os cafés especiais você terá de pedir pelos métodos coado, aeropress ou prensa francesa, entre outros. Para espresso, a escolha é limitada: só tiram usando o grão do dia ou o blend da casa. Mas cada um dos cafés a seguir — alguns são ótimos lugares para ler ou trabalhar — possui história, cardápio e identidade bem próprios (tirando o Little Coffee Shop, todos têm mesas, cadeiras — alguns, poltronas — e wi-fi ). Confira a nossa seleção e não deixe de conhecê-los e frequentá-los: Ver Mais →

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Breizh Café Paris

Apesar de serem consumidas há mais de 8 mil anos, em diversas formas, as crêpes  — e as galettes (saiba a diferença entre elas, clicando aqui) — fazem parte da identidade gastronômica da Bretanha, região do Norte que só foi anexada ao Reino de França no século 15. E, com filiais na França e no Japão, engana-se quem pensa que o Breizh Café (“breizh” quer dizer “Bretanha” em bretão), que tem lojas em Saint-Malo e Cancale (ambas à beira mar), em Paris (uma no Marais) e no Japão (dez lojas!), nasceu na região dos crepes. O percurso foi completamente o contrário.

Casado com uma japonesa, o bretão Bertrand Larcher foi morar com sua esposa no Japão em 1995. E foi em Tóquio, em 1996, que abriram a primeira crêperie, lugar que se transformaria no bastião da tradição bretã no país do Sol Nascente. Só onze anos depois, em 2007, e cinco crêperies  no Japão que Bertrand abriria a filial do Breizh Café no coração do Marais, do Ver Mais →

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Marie-Madeleine, autênticos croissants e viennoiseries

Acho muito coisa de paulistano dizer que um lugar tem “o melhor  sorvete”, “o melhor macaron”, “o melhor café”,  que algo é “de comer de joelhos” (e quase nunca é). Mas no caso da Marie-Madeleine (apesar de estarmos a anos-luz da oferta de bons pães, viennoiseries  e doces da Cidade-Luz), posso afirmar que, sim, eles fazem O MELHOR CROISSANT de São Paulo. Se os croissants  da Julice e do Le Vin ficam melhor quando são aquecidos, o croissant  da Marie-Madeleine pode ser comido frio, puro, ou melhor, acompanhado de uma bela manteiga. Sem medo de ser feliz. Aparência, textura e sabor perfeitos.

Mas as delícias não param por aí. Além dos pães, feitos artesanalmente, sem fermento químico, como baguette, pain sur levain, ciabatta, focaccia, você tem ótimos doces e viennoiseries (prove tudo: o pain au chocolat, o croissant de amêndoas, o palmier, o delicioso e lindo — por fora e por dentro — chausson aux pommes, uma massa folhada recheada com compota de maçã e baunilha, um dos meus preferidos). Eles produzem uma variedade grande de pães mas nem sempre tudo está à disposição, principalmente, nas Ver Mais →

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Padoca do Maní

Com apenas 24 lugares sentados, simplesmente NÃO VÁ nos finais de semana, a não ser que você não  acorde com fome e não  se importe em ficar esperando uma hora por uma mesa, em pé, na calçada, sem lista de espera (e quando conseguir se sentar, ainda ter um menu mais restrito). Durante a semana, se você quiser tomar café de manhã, de manhã  (quando os restaurantes da Joaquim Antunes ainda estão fechados para almoço e seus manobristas ainda não estão trabalhando), também vai ter sérios problemas para parar o carro: não tem serviço de manobrista, não tem estacionamento na região, a estação de metrô mais próxima é a Fradique Coutinho (a 700 metros), é proibido parar o carro na movimentada rua e, nas ruas adjacentes, as vagas são concorridas (você vai precisar dar voltas e mais voltas). Parar o carro é um motivo de estresse já na chegada (e Ver Mais →

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Música, cerveja e comidinhas no Manioca

A chef  gaúcha Helena Rizzo, do Maní, vai cozinhar, neste próximo domingo, um menu com pratos de inspiração chinesa a pedido do cantor capixaba Silva, que se apresenta no mesmo dia que o cantor paulistano — que também canta em inglês — Thiago Pethit. Tudo regado à cerveja de origem mexicana Sol (mas hoje também fabricada no Brasil). #ILoveSaoPaulo

Em clima de fim de tarde de domingo com amigos (são apenas 200 lugares), com música brasileira, comidinhas, cerveja e michelada  (a cerveza preparada  com molhos inglês e de pimenta, chilli, suco de limão e sal) e num cenário que a gente adora, o Manioca (ali, de paredes coladas com o Maní), a segunda edição do Sol Sunday Sessions acontece neste domingo, dia 26 de julho, das 16h às 22h, com o show  do Pethit às 18h e o do Silva às 19h. Antes, depois e entre os Ver Mais →

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Lafayette Gourmet

Uma geladeira, grande, só com manteigas — Boudier, Échiré, Beillevaire, incluindo um corner  da Bordier em que eles “batem” a manteiga na sua frente (le tapage du beurre) — já seria motivo suficiente para visitar a Lafayette Gourmet, que desde 2014 passou a ocupar o prédio da seção Maison das Galeries Lafayette (numa união bastante inteligente e que é bastante prática para quem ama receber, comida e casa). Acrescente azeites especialíssimos, jamón  Pata Negra, a Bordeauxthèque (lugar imperdível, veja a nossa matéria, clicando aqui), e ainda a possibilidade de provar in loco  as carnes, os queijos, o jamón (cada departamento possui um balcão com 20, 30 cadeiras). No Steak Point, por exemplo, você pode pedir o corte de uma das carnes no açougue (provenientes da Normandia, da Escócia, do Japão), do tamanho que você quiser, e eles grelham na hora, com alguns acompanhamentos, para que você deguste lá mesmo. O mesmo com o jamón Ver Mais →

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Byblo’s

Quando em um restaurante de comida étnica — seja italiana, japonesa ou árabe —, ver estrangeiros “de origem” ou descendentes em busca da “comida da família” entre os frequentadores é sempre um sinal muito bem vindo de que o estabelecimento 1. é fiel às tradições e, principalmente, 2. tem comida boa (por isso sempre levo meu pai a restaurantes japoneses; ele tem uma sensibilidade para o sabor e a textura do arroz que eu não tenho). E no Byblo’s, restaurante de comida libanesa situada nesta ruazinha em Campo Belo que, num único quarteirão, possui uma oferta bastante interessante de comidas e doces, eu conheci a Meme, uma senhora que frequenta sozinha o restaurante porque no Byblo’s ela come a comida de sua avó.

Não espere por sofisticação no ambiente ou no atendimento (quando a Nohad, dona e chef, desce de sua cozinha para o salão, você a verá constantemente interferindo no serviço). Mas, Ver Mais →

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Cafe Sabarsky, um pedacinho de Viena no Museum Mile

Na Quinta Avenida, no Museum Mile, entre o Metropolitan Museum e o Guggenheim (a três quadras de cada um) está um dos museus mais elegantes e únicos do mundo: a Neue Galerie, com uma coleção focada nas artes e design  alemão e austríaco do início do século 20, que pertence ao herdeiro da Estée Lauder, Ronald Lauder. Dentro da Neue Galerie, e inspirado nos grandes cafés de Viena, está o Cafe Sabarsky, o lugar perfeito para um café da manhã, almoço, chá da tarde com bolo ou early dinner, pré ou pós-peregrinação nos museus.

Com grandes janelas com vista para o Central Park, tudo o que está no cardápio do Cafe Sabarsky – idealizado pelo chef  Kurt Gutenbrunner, também dono do Blaue Gans – é saboroso e bem preparado (o nome vem do marchand  Serge Sabarsky, especialista em arte expressionista alemã e austríaca que teve uma galeria em Nova York e parceiro de Ronald Lauder em sua coleção). Das entradinhas aos spätzle (uma espécie de nhoque alemão), das salsichas aos schnitzels (fatia fina de carne de vitela ou porco à milanesas), dos cafés aos bolos e tortas impecáveis (se tem uma coisa que os germânicos sabem fazer é bolo, nossa). Tudo elegantemente servido (os pretzels  vêm sempre ardendo de quente) apesar de o serviço não ser muito atencioso. Não vá com pressa.

Como não poderia deixar tudo exala Germania do início do século 20: dos pequenos lustres de Josef Hoffmann nas paredes, dos estofados com padronagem de Otto Wagner de 1912, as cadeiras Thonet, à seleção de vinhos e sekt  (vinhos espumantes) alemães e austríacos servidos em taça ou garrafas.

Se for para almoçar ou nos fins de semana, sempre tem uma filinha. Mas ela anda rápido e logo você estará sentado. Aproveite a atmosfera e as comidinhas. E não deixe de visitar a também elegantíssima livraria no interior do edifício.

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Z Deli

São 16 lugares, apenas seis em cadeiras, o resto em bancos em três pequenos balcões. Antes, não tinha banheiro. Depois da reforma de 2014, a gente consegue usar o banheiro dos funcionários no fundo da cozinha, pelo menos. O Z Deli não é pequeno, é micro (por isso, só vá durante a semana em horários alternativos — ou muito tarde ou muito cedo, se não quiser ficar esperando por um bom tempo). Mas, essa característica junto com as comidinhas saborosas e bem montadas é o que faz do Z Deli especial.

O cardápio, total New York, é enxuto (duas opções de salada, duas de sobremesa, 10 opções principais, o que a gente sempre gosta) e 80% das opções são de carne vermelha: hambúrguer, pastrami, roast beef, cordeiro. Frango só na salada Caesar. Pra quem não come carne bovina (eu) a opção fica sendo o ótimo Lox and Bagel: generosas fatias de salmão defumado, tomate, cebola e cream cheese. O bagel  vem quentinho, e o sanduíche é bem montado e saboroso. Mas o que atrai mesmo as pessoas para o Z Deli são os hambúrgueres, sempre fresquíssimos (são produzidos diariamente) e que são montados com ingredientes como jalapeños, pickles, cebola roxa, camembert  e foie gras. (Tanto é que no Prêmio Veja Comer & Beber 2013, a casa levou o 2º lugar na categoria Hambúrguer Gourmet e não na Sanduíche).

Pra acompanhar tem as Fat Fries, batatas fritas com casca acompanhadas de alho e alecrim. Apesar de muito bem temperadas, a maioria vem murcha com exceção dos palitos com casca (só esses que eu como). De sobremesa, vale pedir o delicioso and monster cheesecake, cremosíssimo e enorme. Dá pra dividir entre duas ou três pessoas. E você pode escolher a calda de frutas vermelhas ou morango azedo.

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Bar da Dona Onça

Acompanhando a linha curva e sensual do edifício mais emblemático de São Paulo, no térreo do Copan (projeto de Oscar Niemeyer,  e ao lado do Edifício Itália), o Bar da Dona Onça é um bar-mais-pra-restaurante que é o bem sucedido fruto do relacionamento entre os chefs  Janaína e Jefferson Rueda (este do excelente Attimo; hoje eles são casados e têm dois filhos). A inspiração da cozinha — assim como no Attimo — é o interior de São Paulo, a cozinha caipira. Frango com quiabo e polenta, picadinho de filé com ovo frito e tartare  de banana, cuscuz de galinha caipira e camarão com chuchu são alguns dos pratos emblemáticos e bastante saborosos (a comida aqui é muito bem temperada).

Pra começar, adoro pedir a deliciosa panelinha de frutos do mar com curry e o couve-flor à milanesa pra comer tudo junto. Depois o ravióli de cebola caramelizada com um creme de queijo da Serra da Canastra (R$ 52) vai bem se dividido para duas pessoas (é a quantidade perfeita para degustá-lo; mais pode se tornar um pouco enjoativo). Pra finalizar, Ver Mais →

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Pé no Parque

O Pé no Parque está a 800 m do Portão 6 do Ibirapuera (o portão ao lado da Praça do Porquinho; dá super pra ir de bike, que você pode parar na entrada) e, tirando as cadeiras de madeira não muito confortáveis e o banheiro (sempre com um cheirinho e uma pia com aparência não muito higiênica), oferece pratos bem servidos, saudáveis e MUITO baratos para o padrão São Paulo (e tem wi-fi); o que é perfeito para ir após o parque (ou a qualquer hora, já que abre todos os dias das 11h da manhã à meia-noite).

O frango Korin (orgânico) grelhado (com dois pedações de peito) com dois acompanhamentos à escolher (eu sempre peço arroz integral com cenoura e purê de mandioquinha) sai, com serviço, por R$ 32 (R$ 26, se for com frango comum). E é super bem preparado, saboroso e eu nunca consigo comer tudo. Considerando que, no Ritz, o frango grelhado com legumes custa R$ 50 e na Frutaria São Ver Mais →

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Trancoso: Comidinhas

ACARAJÉ E TAPIOCA: Pra se sentir na Bahia de verdade, você pode substituir o snack  da tarde por um acarajé ou uma tapioca numa das barracas na entrada do Quadrado. É bom, é barato, é Bahia.

LE MARCHÉ: sanduíches em pães deliciosos e ótima seleção de cervejas e vinhos:  Um pequeno empório super charmoso e recém-inaugurado, o Marché é o lugar para comprar cervejas e vinhos importados ou comer um sanduichinho muitíssimo bem preparado com deliciosos pães numa pequena mesa comunitária. Aqui você encontra picolés Diletto, água San Pellegrino, pasta De Cecco; é praticamente um Emporio Santa Maria num vilarejo de pescadores, com preços bem mais salgados que São Paulo. Rua Itabela, 3. Na baixa temporada, abre de segunda a sábado, das 10h30 às 19h30; na alta, todos os dias, das Ver Mais →

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Bella Paulista, a padaria 24 horas que a gente que...

A Bella Paulista é a padaria que todos nós gostaríamos de ter ao lado de casa. A comida é cara e ruim. Mas os sanduíches, os sucos e a torta de frango (deliciosa, não consigo pensar em uma melhor e ainda tem a torta inteira pra levar pra casa) são AS comidinhas — SÓ essas (os doces*, apesar de aparentemente gostosos, não valem as calorias, as sopas do buffet  também não valem nada a pena) — que você deve considerar em sua ida à barulhenta e sempre lotada padaria 24 horas  (com as mais diferentes tribos dependendo do horário que você for) que a gente ama na Paulista (para ser perfeita só precisava ter wi-fi; não sei por quê, mas o sinal de 4G não é muito bom lá dentro; talvez sejam as muitas antenas na região). As outras opções 24 horas, o Fran’s Café da Haddock Lobo (juste à côté) não tem NADA de bom (nem os doces que eles devem comprar prontos) e a Galeria dos Pães é pequena, bagunçada (tem até cartaz divulgando gado) e não raro escuto histórias de gente que passou mal ao comer lá (este que vos escreve incluso).

O staff  é simpático, embora quase sempre seja difícil atrair sua atenção, mas é uma padaria com um layout  bem pensado, bem localizada, e que tem várias opções saudáveis de comidinhas. Dá pra pedir os sanduíches com pão integral (tanto de forma quanto francês); quando você pede peito de peru e queijo branco, o recheio é farto (é horrível quando você quer garantir sua dose de proteína em outros lugares e o sanduíche vem com DUAS fatias fininhas de peito de peru), tem açaí, tem aveia para colocar na vitamina (que você pode pedir com leite desnatado), e uma gostosa bebida proteica zero-açúcar-zero-gordura (Choco Protein); coisas de que eu sinto falta quando eu vou a outras padarias.

Em dias de não preocupação com calorias, a minha sugestão é o sanduíche Moema (presunto, queijo prato, ovo, bacon, alface, tomate e maionese da casa) adaptado ao meu gosto: em vez de presunto, peito de peru (eles adicionam R$ 5 na conta); em vez de queijo prato, queijo muçarela; e numa ciabata. Sério, é muito bom e dá pra duas pessoas porque é bem grande.

Só tem um detalhe: apesar de ser 24 horas, a Bella Paulista fecha todas as segundas, entre a 1h da manhã e as 5h da manhã, para uma limpeza geral.

* Se você quiser um doce, pode ir de brownie, pedido no balcão dos pães. O que está no cardápio das sobremesas (R$ 23), servido com sorvete, vem com muita calda de chocolate e acaba ficando extremamente doce. 

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Temakeria e Cia.

Temakeria e Cia. já tem várias filiais na cidade, mas tenho costume de ir às unidades da Oscar Freire (Jardins) e a da Joaquim Floriano (Itaim), esta última com ótimo horário de funcionamento de quarta a sábado, chegando a fechar às 5h da manhã de quinta a sábado, ótimo para comer algo leve e saudável pós-baladinha (leve = no hot rolls). É daqueles lugares populares que oferece qualidade na comida (o nori — que é a alga — e o arroz estão sempre bons) e consistência (não há diferença entre as unidades, os dias e quem os prepara). Os únicos problemas são o serviço nas mesas, principalmente quando a casa está cheia (demora e erros nos pedidos são frequentes; são três salões, e quanto mais longe do balcão pior é o serviço, que pode chegar a ser péssimo) e os banheiros nada limpos. Para serviço de fast food (a comida japonesa fria é fast food  “na veia”, e bem mais saudável que hambúrgueres, fritas etc.), sempre sente-se no balcão porque você já pede para quem vai Ver Mais →

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PicNic

Mesas, ar condicionado, comidinhas frescas e saudáveis (incluindo frutas e saladas), tomadas, wi-fi, espresso. O que a gente pode querer mais? O PicNic, no lado centro da Rua Augusta, a dois quarteirões da Paulista, é uma ótima opção às padarias, lanchonetes e cafés da região para os always-connected-workaholic-urban-dwellers como nós.

O ambiente pode lembrar demais as salinhas para crianças de livrarias e academias, com seus troncos estilizados de madeira ou o enorme painel que lembra as ilustrações dos livros didáticos infantis antigos. Mas, se o ambiente poderia ser mais sóbrio ou mais aconchegante com luz e cores menos vibrantes, o PicNic entrega o “conteúdo” que a gente quer: um ambiente bem pensado para comprar algo rápido, saudável e saboroso, e levar pra comer na rua, em casa ou na mesa do trabalho, ou então, para comprar e sentar-se enquanto se conversa, Ver Mais →

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Delírio Tropical

Fast-food saudável e saboroso (quem disse que saladas precisam ser monótonas?), perfeito e delicioso para uma refeição pós-praia ou early dinner  em Ipanema, já que fica a uma quadra da areia (bem próximo do Coqueirão), na esquina da Prudente de Morais com a Garcia d’Ávila. Mas, para os “iniciantes”, entender o funcionamento da Delírio Tropical exige um pouco de paciência. O menu fica disponível na porta e são os atendentes que servem o prato numa porção pré-definida pela casa (você pode optar por duas ou três opções; e não pense que você pode pedir para colocar o feijão sobre o arroz, ele tem de vir na cumbuca; regras da casa), portanto, não pense que você poderá pegar um tiquinho daquela salada vistosa só para experimentar. Por isso, apesar da fila, vale a pena dar uma passeada pelo balcão para ver as opções ou ler pacientemente o cardápio na entrada para fazer a melhor combinação (o único senão de só ler o cardápio é que na hora da fome o apelo visual de um prato pesa mais que sua descrição).

Além do mix de saladas (simples, dupla ou tri-mix; e são três ou quatro opções por dia), você pode escolher extras cobrados à parte: grelhados (frango, salmão, filé mignon), empadas e quiches, crepes, sopas (a de batata-baroa/mandioquinha é uma delícia) e sanduíches (montados na hora) e sobremesas. Mas prefira os pratos que estão no balcão. Apesar da possibilidade de pedir um grelhado na hora, geralmente ele vem seco e/ou insosso, o que pode prejudicar aquele arrozinho delicioso que você já tem no prato. Ao fim do percurso pelo balcão, a atendente lhe dará um papel com o valor do seu pedido, que deverá ser pago no caixa, na saída.

Pegue sua bandeja e encontre um lugar para sentar em um dos quatro níveis da Delírio de Ipanema. No salão, tem disponível copos descartáveis, temperos e ainda uma caixa térmica com gelo (sempre muito útil).

No Centro da cidade, que foi onde a Delírio começou em 1983, são três unidades incluindo a da Rua Santa Luzia, do ladinho do Metrô Cinelândia, do Cine Odeon, do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, do Museu Nacional de Belas Artes. Mas só abre de segunda a sexta, das 7h30 às 16h45. Tem ainda na Gávea, na Barra e no Shopping Rio Sul. ;- )

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Deliqatê

Fechou em dezembro de 2015. As chances de você chegar ao Deliqatê com vontade de comer bolo e tomar café e dar de cara com as portas fechadas são grandes. Segunda e terça a casa fecha às 15h45 (?!), nos outros dias da semana 17h45 (?!). Como um lugar tão bonito, agradável, com comidinhas boas — e famoso por seus red velvet, cheesecake, brownie e cookie —, tão bem localizado, e numa cidade como São Paulo, pode fechar tão cedo? Por isso, é bom ter em mente que o Deliqatê é um lugar ótimo e perfeito para tomar café da manhã tardio, entre as nove da manhã e as quatro da tarde. E vá com paciência — sem pressa para atrair a atendente para a mesa, cobrar o seu pedido, voltar o pedido que veio errado — porque o atendimento vai de regular a bem ruim. 

Mas vamos falar das coisas boas do Deliqatê que são o ambiente e o cardápio. A arquitetura moderna-urbana-industrial com um simples mas belo jardim à frente e um agradável quintal com mesas e sofá ao fundo fazem do Deliqatê um lugar ótimo para comer alguma coisa com Ver Mais →

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Frutaria São Paulo

Apesar do ambiente casa-de-sucos-à-beira-da-praia, a Frutaria São Paulo tem preços de restaurantes de cidade grande. Mas, a proximidade do Parque do Ibirapuera faz do lugar a parada perfeita para uma agradável refeição, açaí ou suco pós-atividade física no parque. Com um cardápio repleto de opções saudáveis (frango orgânico, arroz integral, quinoa, verdes, e muitas, muitas frutas), os pratos são saborosos e bem preparados. Minha única restrição é sobre a maneira como eles montam os pratos; tudo sempre vem separado e um pouco difícil de comer.

E acontece também com o açaí: na tigela, só vem o açaí (que você pode escolher entre o comum e o premium, o “tipo A”, com o menos guaraná). Se você pedir os acompanhamentos (eu sempre peço, por exemplo, banana, leite em pó e paçoca), eles vêm todos em tigelinhas separadas. Aí, preciso pedir uma tigela maior, pra misturar tudo e comer do jeito que gosto. E aí vem a questão do sabor e do valor do conjunto. Você vai pagar R$ 19,00 pelo açaí A médio com 400 ml, R$ 3,50 por um pouco de leite em pó, mais R$ 3,50 pela banana fatiada, mais R$ 3,50 pela paçoca, o que deixa o açaí caro e você acaba não comendo todos os acompanhamentos porque a quantidade dos complementos que vêm para um açaí pequeno, de 300 ml, é a mesma que para um grande, de 500 ml. Por isso, o ideal é que duas ou três pessoas peçam açaí e se compartilhe os caros complementos.

Mas, se gastar R$ 100 por pessoa numa refeição pós-parque numa “frutaria” não é problema, a Frutaria São Paulo é uma opção, digamos, sofisticada para a sua proposta: as comidinhas são saborosas, os sucos e os smoothies são deliciosos, o lugar é agradável e você pode estacionar sua bicicleta na entrada.

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Sobremesa com 46 calorias

O iogurte grego Zero lançado pela Vigor, com 46 calorias, foi a melhor coisa que aconteceu nas gôndolas dos supermercados nos últimos tempos. Além da textura cremosa, a embalagem é confortável pra comer e o iogurte acaba fazendo as vezes de sobremesa. E eles acabam de lançar a versão com calda de morango. Além de ser uma delícia, eles mantiveram o mesmo número de calorias: 46! E não tem adição de açúcar. A calda de morango com pedaços de fruta bem pequenininhos fica no fundo da embalagem e sua textura da calda – mais grossa, como o iogurte – também é ótima. Aprovadíssimo.

PREÇO
No Pão de Açúcar, onde comprei, está por R$ 1,99. E se você comprar mais de quatro unidades o preço cai para R$ 1,59 por unidade.

#EsseNãoÉUmPostPatrocinado

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Hédiard

O abacaxi, fruta típica das Américas e hoje tão comum e apreciado em todo o mundo, já foi uma fruta exótica e hype. Fascinava os europeus de tal maneira que Joséphine Bonaparte, então Imperatriz da França, mandou fazer um vestido todo bordado com desenhos de abacaxis (o que era uma maneira de afirmar seu distanciamento das massas, já que só os muito sofisticados conheciam a fruta; e eu que sou um apaixonado pelo estilo Império, fiquei chocado quando vi tal vestido numa exposição rs ).

A fina estampa parisiense do século 19 só conseguia ter acesso ao abacaxi e outras exóticas iguarias graças a Ferdinand Hédiard, que em 1853, abriu sua primeira mercearia e ficou obcecado em educar os parisienses para esses tipos de alimentos (a Hédiard foi a primeira empresa a importar caviar iraniano para a Europa, por exemplo). Tanto é que ainda hoje, mais de 150 anos depois, a Hédiard continua sendo sinônimo de mercearia de luxo (ou en français: épicerie de luxe ) em todo o mundo, Ver Mais →

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Bar Italia

Esse é um dos endereços essenciais de Londres, principalmente para aqueles que aproveitam a noite: o Bar Italia funciona 24 horas por dia. Não espere encontrar conforto (três ou quatro mesinhas na calçada – aquecidas durante o inverno – e um balcão no interior), mas ótimos e tradicionais panini, pizze, tiramisù e espresso.

Fundado em 1949, e em frente ao lendário jazz bar Ronnie Scott’s, o Bar Italia está situado no coração SoHo (bem no bochicho mesmo), e é aqui que senhores italianos vêm tomar seu café (misturando-se com jovens modernosos, drag queens e motards), e a comunidade italiana vem comemorar as vitórias da seleção de futebol de seu país – parando a rua, obviamente.

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