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Lojas


Borough Market, mercado milenar renascido nos anos 1990

Londres é dividida em 33 boroughs  e, traduzindo literalmente, Borough Market seria o “mercado do distrito”  de Southwark, onde está instalado há mil anos, quando Londres só estava do outro lado  do Tâmisa e a única forma de acesso “à City”  era pela London Bridge (não só da cidade de Southwark para Londres, mas como de todo o sul da Inglaterra para lá e para o norte). Mas o que a gente vê deste imperdível mercado — o mais antigo da Swingin’ London — instalado debaixo dos trilhos suspensos do metrô — também o mais antigo, mas do mundo — é bem mais recente. Depois de muitas idas e vindas ao longo de todo esse tempo — proibições, incêndios, a chegada dos supermercados —, foi nos anos 1990, quando duas lojas gastronômicas — a Neal’s Yard Dairy com seus queijos ingleses de origem e a Brindisa com seus jamóns ibéricos — se instalaram nos galpões vazios do local que se iniciou um festival que reunia 50 dos melhores produtores do Reino Unido. O que era esporádico virou fixo, o que acontecia num sábado por mês virou semanal, e, com Ver Mais →

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Lafayette Gourmet

Uma geladeira, grande, só com manteigas — Boudier, Échiré, Beillevaire, incluindo um corner  da Bordier em que eles “batem” a manteiga na sua frente (le tapage du beurre) — já seria motivo suficiente para visitar a Lafayette Gourmet, que desde 2014 passou a ocupar o prédio da seção Maison das Galeries Lafayette (numa união bastante inteligente e que é bastante prática para quem ama receber, comida e casa). Acrescente azeites especialíssimos, jamón  Pata Negra, a Bordeauxthèque (lugar imperdível, veja a nossa matéria, clicando aqui), e ainda a possibilidade de provar in loco  as carnes, os queijos, o jamón (cada departamento possui um balcão com 20, 30 cadeiras). No Steak Point, por exemplo, você pode pedir o corte de uma das carnes no açougue (provenientes da Normandia, da Escócia, do Japão), do tamanho que você quiser, e eles grelham na hora, com alguns acompanhamentos, para que você deguste lá mesmo. O mesmo com o jamón Ver Mais →

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Vom Fass

O logo e a fachada lembram uma lavanderia. Mas aí, quando você olha para o interior da loja, o que se vê são dezenas de filtros de barro — que parecem ser filtros de água, daqueles tão típicos do interior do Brasil. O nome germânico tampouco nos remete ao comércio de óleos e azeites, tão associado no nosso inconsciente ao calor dos povos mediterrâneos ao longo dos últimos 2500 anos. Mas uma vez ultrapassada a porta de entrada, a Vom Fass é loja obrigatória para chefs — profissionais ou amadores — e gourmets.

O grande diferencial da loja é a experiência. Ao ser recebido por uma das simpaticíssimas vendedoras (quem nos atendeu foi a Fátima), deixe-se levar pela viagem gustativa proposta por elas: muitos azeites, óleos, vinagres — aromatizados ou não, e elas dão ótimas sugestões de harmonização com saladas, queijos e até chás (!) —, sem falar nos licores, nos brandies, nas grappe, nos whiskies.

E o sistema de venda é perfeito também para aqueles que não cozinham muito em casa: você prova, decide o que quer, escolhe uma garrafinha de vidro (de vários tamanhos e formatos, que será cobrada à parte; por isso, traga a garrafinha de volta numa nova compra para que apenas o óleo seja cobrado), eles enchem a quantidade que você quiser. Uma vez fechada, a vendedora escreve com uma caneta especial no vidro o conteúdo do frasco. Apesar de eles não encorajarem, também dá pra fazer misturas: o azeite saborizado de laranja com o vinagre balsâmico de maçã fica uma delícia, tanto para acompanhar saladas quanto queijos. E NÃO DEIXE de levar um pouco do vinagre balsâmico Modena Di Famiglia (R$ 45,90 por 100 ml), intenso, cremoso; prazer puro.

Confira no site a enorme gama de produtos que a Vom Fass oferece.

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La Cave

Fazer compras nas Galeries Lafayette é para os corajosos. São milhares de pessoas por dia (imagine que uma quantidade superior à metade da população da França passeiam pelas Galeries a cada ano; só perde para a Torre Eiffel em número de visitantes). Muita gente, muito grande, muita informação, muito barulho. Mas, a partir de agora, uma visita às Galeries Lafayette é obrigatória. O seu destino, você amante da boa comida e dos bons vinhos, será a Cave du Lafayette Gourmet, seção de vinho das Galeries que tem a maior adega de Bordeauxs do mundo, no primeiro andar do edifício Lafayette Maison et Gourmet, todo dedicado às coisas de casa e à gastronomia (prédio mais tranquilo, que fica atravessando a rua a partir do prédio principal, o Lafayette Coupole).

Dos 450 m² da Cave das Galeries (que também tem grandes Bourgognes, grandes Champagnes), 250 m² são dedicados aos vinhos dessa região que tem um dos terroirs mais famosos do mundo, só possível através de uma parceria inédita com a família Moueix, dona Ver Mais →

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A nova configuração dos Jardins

Fechou a Haägen-Dasz e abriu a Kopenhagen. Saiu Giorgio Armani e no lugar chegou Ricardo Almeida. Fecharam Cartier, Ferragamo e Dior e chega a Riachuelo no começo de 2014. Esse é o novo desenho de marcas presentes nos Jardins, em São Paulo: saem as marcas de alto luxo – que estão todas em shoppings como o Cidade Jardim, Iguatemi e JK Iguatemi, e que só voltam para a região com a inauguração do Cidade Jardim Shops no Hotel Fasano em 2015 – e chegam marcas de apelo mais pop. Das marcas de moda internacionais haut de gamme, só permanecem Louis Vuitton, Gianni Versace e Roberto Cavalli Ver Mais →

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Hédiard

O abacaxi, fruta típica das Américas e hoje tão comum e apreciado em todo o mundo, já foi uma fruta exótica e hype. Fascinava os europeus de tal maneira que Joséphine Bonaparte, então Imperatriz da França, mandou fazer um vestido todo bordado com desenhos de abacaxis (o que era uma maneira de afirmar seu distanciamento das massas, já que só os muito sofisticados conheciam a fruta; e eu que sou um apaixonado pelo estilo Império, fiquei chocado quando vi tal vestido numa exposição rs ).

A fina estampa parisiense do século 19 só conseguia ter acesso ao abacaxi e outras exóticas iguarias graças a Ferdinand Hédiard, que em 1853, abriu sua primeira mercearia e ficou obcecado em educar os parisienses para esses tipos de alimentos (a Hédiard foi a primeira empresa a importar caviar iraniano para a Europa, por exemplo). Tanto é que ainda hoje, mais de 150 anos depois, a Hédiard continua sendo sinônimo de mercearia de luxo (ou en français: épicerie de luxe ) em todo o mundo, Ver Mais →

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G. Lorenzi Coltellinaio

A G.Lorenzi infelizment fechou suas portas em 15 de fevereiro de 2014. Tradicional cutelaria e primeira loja a se estabelecer na Via Montenapoleone (back in 1929, no que é hoje a rua e região que concentra todo o mercado de luxo em Milão), a G. Lorenzi nos oferece não só isqueiros para lareiras, raladores de trufas, escovas para cashmere, abridores de ostras, bolsas de chaves de fenda com trabalho em marfim e serviços de caviar em madrepérola; mas também todos os tipos e tamanhos de tesouras, facas (chefs  e gourmets  se apaixonam), canivetes, cachimbos, acessórios para o barbear, caixas de costura, umidificadores de charuto e escovas para todas as finalidades imagináveis, utilizando materiais como prata, madeira, bambu, marfim, aço, cerdas naturais, chifre de antílope, you name it ! Tudo incrivelmente trabalhado com base no savoir-faire  italiano, e sempre apresentando utensílios com um grau de especificidade Ver Mais →

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