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Passeios


Vinícola Guaspari: Visitando, em São Paulo!, um ...

Da mesma maneira que um dia me surpreendi quando conheci o café baiano de Piatã, considerado há anos o melhor do Brasil, foi um choque depois de algumas taças me dar conta de que um dos melhores vinhos brasileiros — brancos e tintos — é um vinho PAULISTA cujos vinhedos estão a duas horas de carro da cidade de São Paulo (!!!), na Serra da Mantiqueira, região conhecida pela produção de café desde o século 19. Por isso hoje é dia de superar o seu preconceito com os vinhos brasileiros; e hora de passar por cima do seu preconceito — que nem existia — com os vinhos paulistas.

Na propriedade de uma família antiga e muito rica que comprou em 2001 duas centenárias — e belíssimas — fazendas de café que somam 800 hectares em Espírito Santo do Pinhal, bem na divisa com Minas Gerais, não foram medidos esforços em conhecimento e tecnologia para a produção de vinhos de variedades francesas como sauvignon blanc, chardonnay, Ver Mais →

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Seychelles, ilha La Digue: A praia que é um dos g...

A primeiríssima coisa a fazer ao chegar de balsa (que aqui eles chamam de jetty ) nesta ilha que só recentemente passou a ter carros é alugar sua bicicleta, que será o seu meio de transporte na ilha (há vinte anos, os únicos meios de transporte eram a bicicleta e as charretes puxadas por bois, que existem até hoje, mas que eu não gosto nem de ver por pena dos bois, ali, puxando aqueles turistas debaixo do sol). E a conversa que eu tive com a atendente da locadora de bicicletas reflete bem o espírito de La Digue. “Quanto custa o aluguel?” “150 rupees para um dia todo ou 100  rupees por dia se você alugar mais de um dia.” “Ó, aqui o meu passaporte.” “Ah, não precisa não.”… (Escolho a bicicleta.) “Onde fica o cadeado?” “Não tem não.” “Mas e se alguém levar a bicicleta?” “Você avisa e a gente encontra, não tem problema.” #ComoNãoAmar? La Digue é a ilha mais charmosa e mais low-profile  das Seychelles — das ilhas habitadas é a mais difícil de se chegar — e também abriga a praia que, por si só, vale todo o esforço: a Anse Source d’Argent (foto acima), com seus granitos Ver Mais →

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Seychelles, ilha Praslin: Palmeiras jurássicas co...

É nesta ilha que fica a Anse Lazio, a praia que é considerada uma das mais lindas do mundo. Aqui também está o Vallée de Mai, uma floresta de palmeiras gigantescas — que dão o famoso coco de mer, uns cocos também gigantes —, intacta há milhões de anos, com espécies endêmicas que você não encontra nem nas ilhas vizinhas (a sensação é a de que se está no cenário do filme Jurassic Park ). Mas a não ser que você venha jogar golfe no hotel-resort Constance Lémuria (e apesar de ter um hotel de luxo da rede Raffles), Praslin — fala-se “prálin” ou “pralã” — é perfeita para se passar apenas o dia, pois além da praia e da floresta, não há muito mais o que ver ou fazer. Ou melhor, não tem nada — natureza, praias, atividades — de que você já não irá desfrutar bastante nas outras ilhas.

COMO CHEGAR A PRASLIN?

Segunda maior ilha da República das Seychelles  (entre Mahé, a maior, e Silhouette, a terceira), Praslin tem apenas sete mil habitantes e você pode vir para cá tanto de catamarã (que eles chamam de “jetty” ), de Mahé ou La Digue, quanto de avião, de Mahé, num voo que dura 15 minutos (a Air Seychelles faz 32 voos diários entre as ilhas de Mahé [SEZ] Ver Mais →

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Hidroavião: a emoção de ver dos céus as obras ...

Se uma das experiências mais legais em Nova York, São Paulo ou Paris é fazer um passeio aéreo para se ter uma perspectiva diferente da cidade (ou situar os lugares num “Google Map mental”), em Dubai essa experiência é ESSENCIAL. Porque aqui as construções são tão grandes que elas não cabem nas fotos. A ilha artifical The Palm, por exemplo, é muito maior do que eu imaginava (e olha que a próxima ilha-palmeira a ficar pronta, a Palm Deira, será oito vezes maior que a The Palm), e o Burj Khalifa, o prédio mais alto do mundo, mesmo se você estiver a 500 metros dele, só fazendo uma foto panorâmica vertical com o celular para conseguir pegá-lo todo.

E o passeio que a Seawings proporciona é incrível por vários motivos: 1. por que você vai voar num hidroavião (foi minha primeira vez) 2. decolando e aterrissando no Dubai Creek, o histórico riacho de água salgada onde nasceu o emirado, e 3. por que, em 40 minutos Ver Mais →

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Milão: As três igrejas imperdíveis além do Duomo

Duomo, a Catedral de Milão, é indiscutivelmente uma das mais belas igrejas do mundo. Mas a capital da Lombardia tem outras três igrejas, bem próximas umas das outras (elas formam um triângulo na Corso Magenta), com estilos e histórias bem diferentes e que valem muito a visita, seja por sua arte, por sua história ou pelo seu significado na vida da cidade (e ainda dá para dar uma passada na centenária Pasticceria Marchesi {para saber sobre as diferentes experiências nas duas lojas, clique aqui} ou na Biffi para um espresso  com panettone  depois ou entre as visitas). E são essas igrejas que eu convido você a conhecer hoje. Só é sempre bom lembrar que esses são lugares sagrados e, por mais que você seja ateu ou não-católico, é preciso respeitar as regras desses espaços (vale o mesmo para visitar sinagogas, mesquitas, templos xintoístas…). No dia da visita, homens não devem estar de bermudas, mas sim calças compridas; e mulheres devem estar com roupas que cubram os ombros e os joelhos. Se não for permitido tirar fotos, não tire, respeite. Ah, e não se paga nada para entrar nas igrejas.

SAN MAURIZIO AL MONASTERO MAGGIORE

igrejas-de-milao-a-visitar-dicas-o-que-fazer-em-milao-san-maurizio-al-monastero-maggiore-sant-ambrogio-santa-maria-delle-grazie-1200-1 igrejas-de-milao-a-visitar-dicas-o-que-fazer-em-milao-san-maurizio-al-monastero-maggiore-sant-ambrogio-santa-maria-delle-grazie-1200-2Quase ao lado da Pasticceria Marchesi original na Corso Magenta, é bem fácil passar batido em frente a esta igreja de fachada simples que esconde em seu interior quatro mil metros quadrados de afrescos renascentistas suntuosos ao estilo leonardesco, pintados principalemnte por Bernardino Luini (e outros artistas de seu atelier, incluindo seus filhos), um dos principais discípulos de Leonardo da Vinci no cinquecento  (século 16), recentemente restaurados (você também verá afrescos pintados pelo artista veneziano e mestre de Ver Mais →

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Saint-Martin: O que fazer e os passeios – e ...

Saint-Martin não é uma ilha pequena: são 35 praias, uma reserva natural e DOIS PAÍSES neste pedaço de terra entre o Mar do Caribe e o Oceano Atlântico que, tendo o turismo como principal atividade econômica, conta com ótima infraestrutura: aeroporto internacional com voos diretos de e para os Estados Unidos e a Europa, ótimos restaurantes, lojas de vinhos excelentes (duty free ) e atividades variadas. Só poderia ter mais opções de bons hotéis: em toda a ilha, só tem um cinco estrelas, o La Samanna {leia a crítica completa do hotel, clicando aqui}. De qualquer forma, dá tranquilamente para passar sete dias sem repetir praia, passeio ou restaurante (e ainda, não conhecer tudo). A seguir, você confere as nossas dicas vividas e aprovadas!

MERCADO DE MARIGOT [Marigot] Sabores, cores e temperos

saint-martin-o-que-fazer-passeios-dicas-1200-1Visitar mercados locais é uma atividade favorita na Simonde. E a primeira parada é este mercado que fica em Marigot (“pântano”, em francês; eram muitos aqui na região), a capital do coletivo ultramarino de Saint-Martin (ou seja, capital da parte francesa), aberto todos os dias, das 7h às 15h. Quase em frente à Gare Maritime, você vai encontrar peixes fresquíssimos (às quartas e sábados), frutas e legumes, temperos, runs de todos os Ver Mais →

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As instituições culturais de SP que você precis...

São Paulo, assim como outras importantes cidades do Hemisfério Sul, não tem grandes museus ou uma programação cultural à altura de cidades como Nova York, Paris e Londres. E é provável que muitas das coisas que você veja aqui, você já tenha visto lá fora, e em escala bem menor. Mas, muito foi feito nos últimos vinte e cinco anos para fomentar a cultura na cidade. Desde maiores investimentos para o cinema e teatro, reformas de museus e prédios antigos e a brava tentativa de trazer para o país companhias de dança, orquestras e exposições de todo o mundo (geralmente de artistas com maior apelo popular). E posso dizer que, hoje, nossa programação anual de música e dança é bem boa… A seguir, você confere os lugares que a gente mais ama — e frequenta — em São Paulo.

PINACOTECA DO ESTADO [Centro] Ótimo acervo, a melhor programação ao longo do ano

instituicoes-culturais-museus-sao-paulo-sp-1200-3-pinacoteca-do-estado instituicoes-culturais-museus-sao-paulo-sp-1200-4-pinacoteca-do-estadoFundado em 1905 como uma coleção de pinturas para estudantes de arte num edifício imponente de tijolos aparentes em estilo neoclássico italiano (projetado por Ramos de Azevedo, o mesmo arquiteto do Theatro Municipal, do Mercadão, da Casa das Rosas), a Pinacoteca do Estado é o museu mais antigo de São Paulo (outro gigante da arquitetura nacional seria responsável pela bem-sucedida reforma de 1998: Paulo Mendes da Rocha). E o acervo permanente, uma coleção de 9 mil obras — das quais 1000 permanentemente expostas no segundo andar — é uma importante viagem pela arte brasileira dos Ver Mais →

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Passeio de lancha na represa: natureza e conforto ...

Se você não tem intimidade com o universo dos velejadores, é bem provável que fique desconfiado ao ser convidado para passar algumas horas na Represa do Guarapiranga, no meio da megalópole que é São Paulo. Mas o passeio de lancha pela represa proposto pela Vivant SP — que acomoda até dez pessoas, perfeito para ir com os amigos ou família — consegue proporcionar momentos de tranquilidade, contato com a natureza, stand up paddle  (em água limpa!), com todo o conforto: a embarcação de 29 pés (9 metros) é novinha, tem capota (hard top, que protege do Sol), ar condicionado, banheiro com pé direito de 1,90 m (e ducha quente), quarto de casal, cozinha completa, TV de 32 polegadas, e tem caixas de som em toda a lancha, inclusive na proa; e ouvir música enquanto se bronzeia ou aprecia a paisagem é sempre mais divertido. Sem falar que, por estar dentro de São Paulo, você vai se sentir no meio do mato e estará com o 4G do celular funcionando (perfeito Ver Mais →

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O vinhedo de Leonardo da Vinci, um belíssimo pass...

A vigna  que dá nome ao lugar não passa de uns cotocos de caules de uva no fundo do jardim, que fica mais exuberante nos meses mais quentes (ainda, já que o vinhedo de Leonardo abriu faz pouco, durante a Expo 2015). Mas ela é o pretexto para um mergulho — inimaginável visto da fachada, assim como quase tudo em Milão — na história de Ludovico Sforza, Leonardo da Vinci, da família Atellani, de Ettore Conti e Piero Portaluppi. Uma viagem charmosa e imperdível para a Milão dos séculos 15 ao 20, bem em frente à Igreja Santa Maria delle Grazie, com a cúpula de Donato Bramante e em cujo refeitório está A Última Ceia, uma das obras-primas do maestro  renascentista. (E dá pra fazer tudo numa visita só, sem se cansar ;- )

Para se chegar ao pequeno vinhedo (hoje, por que originalmente tinha mais de 8 mil metros quadrados) que Leonardo da Vinci ganhou de Ludovico il Moro  Sforza enquanto pintava a Última Ceia (Da Vinci veio para a corte de Milão de Florença convidado pelo letrado e esclarecido duque em 1482 e vinha de uma família de vinicultores da Toscana), você precisará entrar pela Casa degli Atellani, a casa da família que foi uma das mais importantes Ver Mais →

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The Shard, o edifício mais alto de Londres com um...

Fazer xixi num banheiro com parede de vidro, a 240 metros de altura, exposto para os céus e com toda Londres a seus pés é uma experiência que só uma visita ao observatório The View from the Shard pode proporcionar (com 310 metros de altura, o Shard é o arranha-céu mais alto de Londres e o quarto maior da Europa). Numa das regiões mais antigas da cidade (e pertinho do Borough Market, que a gente ama), em Southwark, o starchitect  italiano Renzo Piano (Whitney Museum, Morgan Library, Aeroporto Kansai, The New York Times) imaginou um caco de vidro — “shard” quer dizer caco — na forma de um edifício-pirâmide que abriga: escritórios (do 2 ao 28º andar), bares e restaurantes (do 31º ao 33º), o hotel Shangri-La (do 34º ao 52º, com uma piscina no 52º), apartamentos! (do 53º ao 65º, que custaram entre £ 30.000.000 e £ 50.000.000, ou R$ 300 milhões) e o observatório, Ver Mais →

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Abadia de Westminster

Construída no século 11 e reconstruída em estilo gótico no século 13, a Abadia de Westminster não é católica nem protestante, é anglicana (mas foi católica até Henrique 8º, no século 16, romper com o Vaticano). Sua autoridade máxima não é papa, rabino ou pajé, mas uma mulher, Her Majesty The Queen of England, a rainha Elizabeth 2ª, que além de chefe de Estado é também a chefe da Igreja da Inglaterra. É o sítio religioso mais importante não só de Londres, mas do Reino Unido e também dos quinze domínios da Commonwealth (de 53) que ainda reconhecem a monarca britânica como chefe de Estado.

Assim como todos os reis franceses foram coroados na Catedral de Reims desde 1027, todos os reis ingleses foram coroados aqui, nesta abadia em Londres, desde 1066, desde o normando Guilherme, o Conquistador (William the Conqueror, em inglês), que assumiu o trono com a morte de Eduardo, o Confessor. E não vivia só de coroações: a abadia foi e continua sendo palco de casamentos reais (a Rainha Elizabeth 2ª e o Príncipe Philip Ver Mais →

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Cozinha francesa (com vinhos!) em food park neste ...

O Piknik é o food park  que a gente adora: wi-fi, ótima localização (a 500 metros da Estação Faria Lima do metrô), ambiente agradável e confortável (banheiros usáveis, pias para lavar as mãos, mesas e cadeiras de madeira, toldos para proteger do Sol ou da chuva, cheio de plantas) e uma ótima seleção de comidinhas de food trucks  espalhados pelos dois mil metros quadrados do espaço, que tem entradas pela Avenida Rebouças e pela Rua Henrique Monteiro. E até domingo, dia 20 de setembro, o Piknik Faria Lima recebe a terceira edição do Apéritif à la française, evento organizado pelo Ministério da Agricultura e da Agroindústria da França e marcas francesas em várias cidades do mundo como Tóquio, Montréal, Copenhague, Nova York, Hong Kong e Dubai, com o objetivo — fácil — de encantar os terráqueos com os sabores, o savoir-faire  e o art de vivre à la française.

Além dos food trucks  que já ocupam o local desde a sua abertura, o Apéritif  traz para o Piknik nomes deliciosos e pratos tradicionalmente franceses: o Le Vin, que está fazendo um ótimo arroz de pato (R$ 26) servido em prato de plástico duro e transparente (você não Ver Mais →

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Hamburgo: Os 15 passeios essenciais

Para já ver o que a cidade tem de mais emblemático, a primeira coisa que você deve fazer ao chegar em Hamburgo (caso você não esteja hospedado no Vier Jahreszeiten) é ir para Jungfernstieg. Desça na estação de metrô (U-Bahn, em alemão) Rathaus, cruze a Rathausmarkt, que é a praça onde fica o Parlamento desta cidade-estado e onde acontece o mercado de Natal (não sem antes admirar sua arquitetura neorenascentista, sua fachada ricamente decorada), centro da Cidade Antiga de Hamburgo, e você já verá do outro lado um canal, com prédios de cinco andares onde ficam as charmosas arcadas do Alsterarkaden. Vire à direita, caminhe até a ponte e você já verá o Binnenalster, que é o lago-irmão do bem maior Alster (ou Aussenalster), e que serve de ligação entre o Alster e o canal que leva para o Rio Elba.rathaus-hamburg-hamburgo-alemanha

JUNGFERNSTIEG

A Jungfernstieg é o nome desta rua-promenade  de comércio elegante (é aqui, de frente para o lago, que fica a Alsterhaus, a loja de departamentos mais sofisticada de Hamburgo), onde no passado os pais traziam suas filhas solteiras (as “jungfern”) para apresentá-las para a sociedade. Foi a primeira rua da Alemanha a ser pavimentada, em 1838. Como na Ver Mais →

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Música, cerveja e comidinhas no Manioca

A chef  gaúcha Helena Rizzo, do Maní, vai cozinhar, neste próximo domingo, um menu com pratos de inspiração chinesa a pedido do cantor capixaba Silva, que se apresenta no mesmo dia que o cantor paulistano — que também canta em inglês — Thiago Pethit. Tudo regado à cerveja de origem mexicana Sol (mas hoje também fabricada no Brasil). #ILoveSaoPaulo

Em clima de fim de tarde de domingo com amigos (são apenas 200 lugares), com música brasileira, comidinhas, cerveja e michelada  (a cerveza preparada  com molhos inglês e de pimenta, chilli, suco de limão e sal) e num cenário que a gente adora, o Manioca (ali, de paredes coladas com o Maní), a segunda edição do Sol Sunday Sessions acontece neste domingo, dia 26 de julho, das 16h às 22h, com o show  do Pethit às 18h e o do Silva às 19h. Antes, depois e entre os Ver Mais →

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Fondation Louis Vuitton: A arquitetura eclipsa a a...

A concorrência é fortíssima. A construção é tão escultural que você não conseguirá apreciar a arte na primeira visita; precisará voltar outras vezes quando talvez a arquitetura ficar mais invisível  na sua cabeça. Com a água caindo por uma escada-cascata em direção ao edifício-caravela projetado por Frank Gehry — que deixa as “escamas” de titânio que marcou seus últimos projetos culturais e agora adota velas de vidro (que “escondem” a estrutura) —, é como se a Fondation Louis Vuitton fosse um barco futurista eternamente navegando pelos jardins do maior parque da cidade, “pulmão” de Paris, antigo terrain  de caça dos reis franceses, o Bois de Boulogne.

Um pouco distante do centro da cidade e no meio de uma floresta urbana, a Fondation tem uma localização inusitada, e o chegar lá faz parte da experiência. A cada quinze minutos e custando € 1 (R$ 4), saem navettes elétricas (um miniônibus que não polui) da avenue de Friedland, em frente a uma das saídas da estação de metrô Charles de Gaulle-Étoile, do Ver Mais →

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Wimbledon

A grama é a superfície original do tênis quando esse esporte de raquete com influências francesas surgiu na Inglaterra dos anos 1860. E é sobre ela que ainda se joga em Wimbledon, o mais antigo (a primeira competição aconteceu em 1877), o mais tradicional, o mais rigoroso — e o mais elegantetorneio de tênis dos quatro Grand Slams do nosso calendário (os outros são, por ordem de antiguidade, o US Open, de 1881, em Nova York, sobre quadra dura; Roland Garros, de 1891, em Paris, sobre saibro; e o Open da Austrália, de 1905, jogado em Melbourne, sobre uma quadra sintética dura); e Wimbledon permanece o único torneio que ainda acontece sobre grama. Mas não é qualquer grama (tipo aqueles quadrados de grama que são replantados nos jardins). A grama sagrada, como é chamada por tenistas como Martina Navratilova, John McEnroe, Pete Sampras, Steffi Graf e Roger Federer, 100% Lolium perenne, é, em cada quadra, semeada (são 9 toneladas de sementes usadas a cada ano), germinada, Ver Mais →

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Miniatur Wunderland

Você vai subir dois andares das escadas de um edifício histórico — um dos armazéns do Speicherstadt — e quando passar da bilheteria (agende o seu horário com antecedência porque você pode pegar fila ou mesmo não conseguir entrar), você vai entrar no sótão de sonhos dos irmãos Gerrit e Frederik Braun. Depois de dez anos e dez milhões de euros, os gêmeos transformaram um projeto desacreditado pela cidade e pelos investidores na atração mais visitada de Hamburgo. E da Alemanha. São 1,6 milhão de visitantes por ano; mais que o Castelo de Neuschwanstein, símbolo da Alemanha, e com mais de 100 anos de idade.

E o clima do Miniatur Wunderland é exatamente esse. O de jovens que criaram um — mega — negócio na garagem (não espere um prédio e ambientes com beleza e organização à la Disney). Mas eles impressionam mesmo é com o trabalho minucioso, aquele que apenas pessoas apaixonadas conseguem realizar, e os números superlativos: em 1300 metros Ver Mais →

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Thermae Bath Spa, um spa superlativo

Não tem o serviço de bar da piscina do Fasano Rio, a paisagem não é natural como nas piscinas infinitas com vistas cinematográficas das praias e ilhas mais lindas do mundo (e fotos e selfies não são permitidas; ai, que vontade que dá…), mas se banhar na piscina do topo do prédio principal do Thermae Bath Spa, em Bath, com vista para a Abadia da cidade (onde foi coroado o primeiro rei da Inglaterra) e para toda a arquitetura georgiana e as colinas que circundam a cidade é uma das experiências mais incríveis e essenciais de uma viagem à Inglaterra. E a água é quente — naturalmente quente —, enriquecida com 43 minerais (naturalmente, já que a água vem das profundezas do solo), e é o único lugar em Bath onde você pode ter a experiência que romanos e nobres ingleses tiveram, ao longo de dois mil anos, nesta cidade que foi fundada e ficou famosa por suas três fontes termais — as únicas hot springs de todo o Reino Unido — cujas águas chegam ao solo a uma Ver Mais →

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Sala São Paulo

Assim como o Orsay, museu parisiense dedicado ao Impressionismo, a Sala São Paulo ocupa uma estação de trem, a Júlio Prestes, que era a estação central da Estrada de Ferro Sorocabana, por onde safras de algodão e café do interior paulista chegavam à capital até os anos 1920. A única diferença com relação ao Orsay, no entanto, é que a Júlio Prestes ainda segue operando como uma estação da CPTM, o que torna a Sala ainda mais especial: essa dupla-ocupação do edifício neoclássico — do auge da música erudita ao transporte popular, dos notas puras da música ao barulho dos trens nos trilhos — aconteceu na década de 1990, quando o jardim interno da estação se converteu na mais incrível sala para concertos (construída exclusivamente para esse fim) da América Latina, que hoje é a sede da OSESP, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, e também do Cultura Ver Mais →

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Torre Eiffel

Quanto mais você se aproxima, talvez assim como seria com a Margaret Thatcher, mais a primeira Dame de Fer (a “dama de ferro”) assombra. Numa cidade que conseguiu manter certa homogeneidade estilística ao longo de séculos de diferentes estilos arquitetônicos, a Torre Eiffel é brutal, monstruosa demais para ser bonita. O escritor Guy de Maupassant, que almoçava quase todos os dias no restaurante do primeiro andar da torre, quando perguntado por um jornalista “por quê?”, respondeu: “É o único lugar de Paris onde não a vejo”. Muitos foram os artistas que aderiram ao complô: Paul Verlaine, Émile Zola, Charles Garnier, Charles Gounod, Alexandre Dumas filho, que, em nome da beleza, não podiam aceitar que a cidade de Paris pudesse ceder “à imaginação mercantil de um construtor de máquinas” permitindo que ele profanasse a arquitetura da cidade com uma “torre vertiginosamente ridícula, dominando Paris, como uma chaminé de fábrica”. Hoje, a Ver Mais →

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Por que ir ao Japão em abril

A floração das cerejeiras em Chidorigafuchi no Palácio Imperial Sakura Yozakura no Maruyama Koen, em Kyoto
Dura apenas uma semana. É aguardado ansiosamente por todos os japoneses, de Kyuushu a Hokkaido. É anunciado pela Agência Meteorológica do Japão e quando começa, só se fala disso em todas as emissoras de TV do país (tá bom, tô exagerando, mas é quase isso). Mas é um dos espetáculos urbanos — e naturais — mais lindos do mundo. E como o Japão é uma ilha comprida, que se estende “verticalmente”, a floração começa no Sul do país e vai “subindo” em direção ao Norte. Em Tóquio, um dos lugares mais procurados para o hanami  é o Parque Ueno (Ueno Koen), que tem quase 9 mil cerejeiras. Em Kyoto, o Maruyama Koen (koen é parque em japonês), que é decorado com lanternas de papel à noite para que os visitantes bebam sake, comam seus bento e celebrem a floração das cerejeiras é o lugar. Esse ano, o hanami  em Kyoto aconteceu de 31 de março a 10 de abril.

Hanami é formado pelos kanji  “flor” e “ver” e pode ser traduzido como “contemplar as flores”. Yozakura (yo para “noite” e zakura para “cerejeira”) é termo que se diz para a contemplação à noite. ;-)

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High Line

É impressionante a capacidade dos nova-iorquinos de transformarem lugares degradados em hype. E o Meatpacking District – junto com o Brooklyn – foram os últimos bairros revitalizados no melhor sentido possível. Além de todas as lojas sofisticadas (Jeffrey, Vitra, Lars Bolander), os restaurantes (Pastis, Spice Market) e hotéis modernosos (Gansevoort, The Standard – a High Line passa por debaixo do Standard, bem legal -, Soho House), o Meatpacking também tem um jardim suspenso de quase 2 km de comprimento, que ocupa uma antiga e abandonada trilha suspensa de trem (como a Promenade Plantée, em Paris) construída na década de 1930 para evitar os acidentes dos trens nas ruas de Manhattan e que funcionou até 1980. No West Side (sudoeste) da ilha de Manhattan, a High Line começa na Gansevoort e vai até a rua 30 (já no Chelsea), com projetos de Ver Mais →

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