• CONTINENTE

  • PAÍS

  • REGIÃO | ESTADO

  • CIDADE

  • CARACTERÍSTICAS

  • ESTILO

  • NÍVEL DE PREÇO

  • ÉPOCA

Dicas de viagem


Dá mesmo para comprar day-use para passar o dia n...

Ela está fechada no momento para uma reforma e só reabre no fim de agosto para as comemorações do aniversário de dez anos da abertura do hotel (os quartos também começam a passar por atualizações necessárias começando pela tecnologia; aguarde mais informações em breve :-). E desde 2007 o hotel Fasano Rio tem a piscina-com-vista  mais cobiçada não só do Rio de Janeiro, mas uma das mais do mundo (o Emiliano Rio, inaugurado no fim de 2016, bem que poderia conquistar o posto — também com uma bela piscina no topo do hotel, com vista para o Pão de Açúcar e borda infinita; confira a nossa crítica do hotel clicando aqui —, mas em Copacabana infelizmente não tem pôr do sol…). No entanto, diferentemente de outros hotéis no Rio, o Fasano — assim como o Emiliano — não oferece o serviço de day-use, que é a prática de se pagar um valor para se usar a estrutura de piscina ou praia de um hotel (e que sempre é uma ótima oportunidade de se Ver Mais →

VEJA MAIS

O guia definitivo para dirigir na França: Pode be...

A tentação é grande de alugar um carrão  conversível para percorrer as estradinhas cenográficas e ensolaradas da região da Provence e Côte d’Azur com aquela liberdade que só o dirigir permite para fazer as coisas no seu tempo, explorar as paisagens, ir e voltar na hora que quiser. Mas acredite, se você quiser dirigir pelas áreas medievais, tantos os vilarejos quanto as regiões antigas e centrais das cidades, alugue um carro pequeno. Ainda assim é inevitável a apreensão em muitas ruelas, tão estreitas que nos fazem duvidar de que o carro possa passar por ali, tão curvas que se torna impossível vislumbrar uma saída (e com capacidade para receber 0,8 da largura de um carro, reze para não ter ninguém vindo na direção contrária; isso quando elas não estão à beira de enormes precipícios).

dirigir-franca-provence-cote-d-azur-aluguel-de-carros-pedagio-combustivel-estradas-mais-bonitas-1000-7Nos vilarejos, as ruazinhas – sem calçadas – podem ser ainda mais estreitas que essa. Imagem: Shoichi Iwashita

PRECISO MESMO DE UM GPS NO CARRO? S-I-M!

dirigir-franca-provence-cote-d-azur-aluguel-de-carros-pedagio-combustivel-estradas-mais-bonitas-1000-3Mesmo que você esteja com acesso a internet pelo celular através de um SIM card  local e conseguindo usar o Waze ou o Google Maps, sempre alugue o carro com GPS, pois no meio da viagem quando você estiver para pegar aquela outra estrada à direita, pode ser que aconteça de o sinal do celular desaparecer, o Maps não atualizar e, aí, adeus chegar ao Ver Mais →

VEJA MAIS

Détaxe: O guia definitivo de como fazer tax-free ...

Fazer compras e receber € 120 de volta a cada € 1000 gastos no fim da viagem é sempre uma delícia (dá aquela sensação de que os estragos na fatura do cartão de crédito serão mais amenos). E o melhor é que o processo de se obter a restituição do imposto nunca foi tão fácil na França (várias vezes eu havia deixado de fazer por preguiça das filas, da burocracia). Pois essa é uma das grandes vantagens de se fazer compras na Europa — principalmente nas grandes marcas de roupas, acessórios, joias e relógios —: além dos preços competitivos por se tratar de produção local e ter acesso a coleções completíssimas nas lojas-matrizes em Londres, Paris ou Milão, todos os países da União Europeia (não sei como vai ficar o Reino Unido depois do Brexit) devolvem uma parte do VAT, o Value-Added-Tax  (um imposto sobre consumo que é uma mistura do nosso IPI com o nosso ICMS) para os não residentes na União Europeia em viagens de menos de Ver Mais →

VEJA MAIS

Quem disse que viajar para o Japão é caro?

Existiu uma época — poucos anos atrás, na verdade — em que uma passagem aérea para o Japão, em classe econômica, não custava menos que US$ 3.000. A distância (quase 30 horas de viagem, considerando o tempo nos aeroportos e de conexão) e o preço só para se chegar lá desencorajavam muita gente. O fato de o Japão também ter a fama de ser um dos países mais caros do mundo — o que é verdade, mas apenas em alguns aspectos, e principalmente para quem mora lá — criou o medo de se viajar para a terra do Sol Nascente e voltar maravilhado, mas falido.

Mas com a chegada das companhias aéreas do deserto, muita coisa mudou. Nesta minha última viagem, em setembro de 2016, o bilhete ida e volta, Guarulhos GRU — Haneda HND, em classe econômica, saiu por US$ 900, já com todas as taxas, parcelados em nove vezes sem juros (!), numa das promoções da Emirates, com a possibilidade de fazer uma Ver Mais →

VEJA MAIS

Como saber que o seu iPhone vai funcionar com o ch...

A primeira coisa que faço quando chego a uma cidade no exterior é passar na loja de uma operadora de celular — na própria estação de trem ou aeroporto — e comprar um chip  local para ter acesso ao telefone (ótimo para confirmar as reservas dos restaurantes) e à rede de dados 4G (para usar os aplicativos de viagem, o imprescindível Google Maps ou para postar no Instagram ou no Snapchat). (Tem bancas e quiosques que vendem os SIM cards, mas eu prefiro uma loja que tenha atendentes que entendam sobre o assunto caso haja algum problema; eles mesmo instalam, configuram se necessário, e eu já saio com o telefone funcionando; nas bancas, os caras não entendem nada e só sabem te dar o chip  e pegar o dinheiro).

E a questão é que nem todos aparelhos da Apple estão habilitados para funcionar no mundo todo. Eu tenho um iPhone 6 que comprei “desbloqueado” e que sempre havia funcionado com chips no exterior e fiquei surpreso quando cheguei em Milão em abril deste ano, comprei o chip e ele não funcionou. Achei que era erro do atendente, fui a outra loja e nada. Só depois me lembrei de que eu Ver Mais →

VEJA MAIS

Como e onde comprar moeda estrangeira; cartão pr...

Dinheiro, passaporte, saúde e, de novo, dinheiro: as coisas ESSENCIAIS de uma viagem. E a primeira lição do câmbio é: a não ser que você tenha comprado na baixa e esteja vendendo na alta, você SEMPRE vai perder dinheiro ao comprar ou vender moeda. Faz parte do custo-turista. As taxas de câmbio variam MUITO entre bancos e corretoras, de uma modalidade para outra (e de um minuto para o outro!), entre o valor oficial e o turismo, o que sempre exige um tempo de pesquisa e o da retirada ou entrega da moeda. Logo, o ideal é fazer o mínimo de operações possível. Compre dólar quando for para os Estados Unidos, libra quando viajar para os países do Reino Unido e euro para a Europa (mesmo se o país não fizer parte da zona do euro — apesar da quase onipresença do euro na nossa lembrança, ainda existem 28 moedas diferentes no continente europeu —, o euro vai ser a melhor moeda para trocar por moeda local, já que eles não aceitam real). Não vá comprar dólar Ver Mais →

VEJA MAIS

Saiba como usar os mapas Simonde no celular durant...

Antes quando viajava, sempre organizava a agenda do dia por bairro (dia 10, vou explorar bairro X; dia 11, exploro Z), até perceber que, muitas vezes, um lugar estava AO LADO de outro que já tinha ido, porque estavam nas extremidades de bairros vizinhos (em Paris principalmente, já que o 8º arrondissement  fica ao lado não só do 9º, mas também do 1º; o 3º é vizinho do 4º e também do 10º arrondissement…). E eu ficava com a sensação de “se eu tivesse planejado melhor, poderia ter conhecido esse lugar no mesmo dia; perdi tempo”. Isso se resolveu quando chegou o Google Maps, onde eu podia criar os meus próprios mapas inserir todos os locais que queria visitar com a vantagem de poder visualizar todos eles de forma mais, digamos, orgânica-contextualizada-3D, e não organizados por bairros numa planilha Excel impressa que eu levava para as viagens.

O Google Maps passou por grandes mudanças nos últimos dois anos (perdendo várias features  de que eu gostava e usava na Simonde), mas a boa notícia é que agora você Ver Mais →

VEJA MAIS

Será o fim das gorjetas em Nova York?

A gorjeta — obrigatória, senão o garçom sai correndo atrás de você na rua — é uma instituição norte-americana (o oposto do Japão, onde gorjeta é insulto). Mas, parece que isso vai começar a mudar a partir do fim de novembro, quando os checks  do The Modern não virão mais com a linha onde você escreveria os 20% de tip. A implementação da taxa Hospitality Included em todos os 13 restaurantes do Union Square Hospitality Group (grupo ao qual pertencem o restaurante do MoMa, o Gramercy Tavern, o Union Square Cafe, entre outros) vai demorar um ano e não quer dizer que a sua conta vai ficar mais barata por causa da ausência da gorjeta, mas sim que os preços dos cardápios ficarão até 35% mais caros. Mas, Danny Meyer, dono do grupo, acredita que, assim como os clientes pagam mais caro para comer alimentos locais e orgânicos, eles vão aceitar pagar mais Ver Mais →

VEJA MAIS

Checklist definitivo para viagens: o antes

Viajar é um dos grandes prazeres da vida. Mas, também pode ser fonte de uma série de problemas (saúde, tempo, desastres naturais, greves de transporte e companhias aéreas, crimes e roubos, perda de documentos, companheiros de viagem problemáticos). Por isso, cuide daquelas variáveis que estão sob seu controle e viaje de forma organizada e tranquila seguindo a nossa lista definitiva de tarefas pré-viagem.

E vamos começar nossos preparativos com três meses de antecedência:
3 meses antes: PESQUISA DE RESTAURANTES E ATRAÇÕES QUE EXIGEM RESERVAS ANTECIPADAS
— Se você gosta de frequentar os grandes restaurantes de Nova York ou Paris é hora de fazer sua pesquisa e fechar a lista de restaurantes onde você quer comer, e já se informar sobre a política de reservas de cada endereço. Tem restaurantes que abre a agenda com dois meses de antecedência, outros com 28 dias. E, sendo muito concorridos (gente do Ver Mais →

VEJA MAIS

O café da manhã perfeito

Quando o assunto é café da manhã, não há nada mais incrível NO MUNDO que nossos queridos chapeiros, personagens centrais das padarias paulistanas, essas instituições facilmente encontradas em cada esquina. Junto com gigantesca oferta de ingredientes, eles são rápidos e acessíveis, montam o sanduíche do jeito que a gente quiser (mais ou menos queijo ou manteiga, tomates cortados fininhos, “pode muçarela em vez de queijo prato e peito de peru em vez de presunto?”, eu sempre pregunto), e junto com os sucos e vitaminas (o leite pode ser integral ou desnatado, com ou sem aveia) e o espresso  nosso de cada dia, fazem com que sejamos muito mimados e encontremos bastante dificuldade em ter a mesma atenção em cafés da manhã pelas ruas de cidades como Paris ou Nova York.

Mas é quando o assunto é ambiente e a qualidade — principalmente de pães e café (pois frequentar Paris e Nova York também nos deixa mal acostumados com suas baguettes  de crostas finas e crocantes e som inconfundível durante a mordida e espressi  e latti  tirados Ver Mais →

VEJA MAIS

EVITE: Cruzeiros em navios cada vez maiores

O embarque é uma ba-gun-ça (principalmente nos portos brasileiros). A decoração é sempre over, numa mistura de parque de diversões, Las Vegas e Emirados Árabes. As piscinas são de água salgada. E são lotadas. E barulhentas. (Ah, tem aqueles que, ANTES do café da manhã, já passam na piscina e deixam suas bolsas sobre as espreguiçadeiras para garantir seu lugar.) Para jantar, o restaurante é fixo, o horário é fixo, a mesa é fixa e se você se atrasar porque decidiu tirar aquele cochilinho de fim da tarde (teu horário de jantar pode estar marcado para às 19h), você NÃO VAI comer comida (vai ter de ir pro restaurante bandejão comer junk food; e lá, até você pegar o arroz e encontrar o feijão, no mesmo balcão mas a 500 metros de distância, sua comida já chegará à mesa fria). O fato de eu não conseguir tirar um cochilo depois de um dia inteiro de Sol e não conseguir jantar Ver Mais →

VEJA MAIS

Passo a passo: Como tirar o visto americano

Antes de qualquer coisa: primeiro tire o visto, depois compre a passagem e reserve o hotel. Se o seu visto for negado — apesar de que a taxa de brasileiros rejeitados é cada vez menor (hoje em torno de 6%) —, eles não reembolsam nem os US$ 160 (quase R$ 500) que você vai gastar para tirar o visto nem qualquer prejuízo que você tenha por não conseguir realizar a viagem. Os brasileiros gastam TANTO nos Estados Unidos que o sonho dos órgãos de promoção do turismo norte-americanos é acabar com o visto para brasileiros, mas por questões políticas (inclusive do governo brasileiro que não quer que ainda mais brasileiros optem por gastar seu dinheiro lá em vez de aqui, movimentando a economia americana) é bem improvável que isso aconteça. Ver Mais →

VEJA MAIS

Pode levar bebidas alcoólicas no avião?

Em voos internacionais, não tem jeito. Se estiver levando ou trazendo bebidas alcoólicas, tem de despachar dentro da mala (e rezar para que as garrafas — e suas roupas — cheguem intactas no destino). Mas, nos voos dentro do Brasil, você pode levar na bagagem de mão até cinco garrafas de vinho, uísque ou de cerveja (ou qualquer outra bebida com menos de 70% de álcool), desde que cada garrafa não ultrapasse um litro.

Quando você está levando preciosas garrafas para alguém, a última coisa que você quer é lidar com a frustração de não conseguir presentear seu amigo ou anfitrião. Por isso, despachar as garrafas — sabendo como os funcionários das companhias aéreas tratam as nossas malas — pode se tornar uma Ver Mais →

VEJA MAIS

Villa GRU

As salas “VIP” dos aeroportos internacionais de São Paulo e Rio estão cada vez mais lotadas (com todas parcerias, cartões de crédito, promoções), são antigas e/ou datadas, oferecem serviços limitados e apenas quem está viajando em business ou first têm acesso a elas. Inspirado no serviço de outros aeroportos do mundo, o GRU Airport — novo nome do Aeroporto Internacional de São Paulo — oferece agora a qualquer viajante que esteja voando para fora do Brasil (ou em conexão internacional) o Villa GRU: “a” sala VIP. A entrada fica na área de embarque bem no comecinho do Terminal 2 (veja fotos na galeria abaixo). Você sai do carro, tem suas malas levadas até a Ilha GRU (o nome da recepção) e uma pessoa encarregada pelo atendimento irá cuidar de tudo: fazer seu checkin — em qualquer companhia aérea, em qualquer classe, da econômica à primeira — e despachar suas bagagens, enquanto você toma um café, come uns belisquetes ou relaxa em uma elegante Ver Mais →

VEJA MAIS

Classe executiva: o preço compensa?

Classe executiva é para aqueles que vão trabalhar assim que chegarem ao destino e precisam estar descansados ao sair do avião (para assinar contratos milionários, de preferência), para quem vai fazer uma viagem muito longa e ficar apenas dois dias no destino e voltar (o extremo desconforto na classe econômica em voos acima de 12 horas pode compensar o investimento), para os caçadores de promoção com flexibilidade na agenda e, obviamente, para aqueles que não têm preocupação com orçamento. Para aqueles que não são obesos e têm até 1,80 m de altura, em voos de até doze horas e de FÉRIAS — ainda mais se o voo for noturno, quando um kit soninho (calmante, protetores auriculares, um confortável apoio para pescoço, uma bela máscara para dormir e uma manta de lã ou cashmere) nos oferece o merecido sono — vale pensar com carinho: não valeria mais a pena pagar US$ 800 por mais uma diária no hotel só para descansar + US$ 300 por uma bela massagem ao chegar + US$ 500 num belo jantar gastronômico do que a diferença de US$ 3 mil a US$ 5 mil entre uma passagem coach  e business? 

OS AVIÕES NÃO SÃO IGUAIS
Sem falar no risco que se corre ao comprar uma passagem com descuido (sem pesquisar com muito afinco o avião que irá te transportar) e encontrar um avião antigo, que não passou ainda pela reforma, cuja classe executiva nada  lembra as fotos incríveis usadas nas campanhas das companhias aéreas ou mesmo por que aquela companhia aérea tem uma executiva muito ruim mesmo, mas ainda assim cobra caro por ela. Já passei por isso e é bem frustrante. E atenção: se você comprar uma passagem em classe executiva para voos entre países dentro da Europa como complemento à sua passagem do Brasil, as chances de que você voe em um assento de econômica apenas com o assento do meio bloqueado são bem grandes; o que definitivamente não compensa a diferença de preço ou as milhas gastas para o upgrade. Por isso, uma vez definida a opção, é sempre interessante gastar um tempo pesquisando nos sites especializados.

GASTRONOMIA NAS NUVENS?
Por motivos técnicos e de logística, comida no ar NUNCA será tão boa quanto em terra por melhor  que ela seja preparada, por mais que as companhias digam que um chef  estrelado assina o menu, que eles sirvam caviar e bons vinhos. É comida requentada, né? Além do visual da comida, que nunca está no seu melhor estado, a pressurização da cabine influencia terrivelmente no nosso olfato, que influencia completamente o nosso paladar. Se você quiser saber por que você só sente gosto e não o sabor dos alimentos a 35 mil pés de altitude, não deixe de clicar aqui. Por isso, tome o champagne grande cuvée  ainda em solo.

SALAS VIP
Quem chega hoje com tanta antecedência ao aeroporto a ponto de desfrutar das salas VIP como se deve? A não ser que você faça longas conexões (mesmo assim, algumas horas em um hotel próximo ou no próprio, com uma banheira e uma cama confortável para um cochilo é bem melhor), as salas VIP não valem o quanto custam (com raras exceções, estão sempre lotadas, a comida é sempre RUIM), a não ser que o seu cartão de crédito ou o seu programa de milhagens te ofereça isso como benefício. Sem falar que mesmo tendo acesso a uma sala VIP, você ainda precisa ir andando até o portão de embarque comum a todos os passageiros para embarcar (e os aeroportos estão cada vez maiores, e as coisas cada vez mais longes), tendo de acrescentar a “visita à Sala Vip” como ainda mais uma etapa no já desgastante processo de viajar. Sala VIP só seria VIP mesmo se você saísse dela e entrasse direto no avião, sem escalas.

São Paulo, agosto de 2013. 

VEJA MAIS

Compras em viagens

Apesar de sabermos que pesquisar preços pode nos economizar MUITO dinheiro ao longo de um período de tempo, quando se está viajando fica difícil querer levar isso ao pé da letra, já que temos um fator restritivo importante: o tempo (ninguém mais fica meses viajando como era comum algumas décadas atrás). Em marcas globais e livrarias, por exemplo, se você encontrar exatamente aquilo o que você quer, no seu tamanho, compre: quando o seu roteiro inclui várias cidades, é preciso saber que nem todas as lojas, nem todas as livrarias possuem exatamente os mesmos produtos por mais que elas sejam da mesma empresa. Por isso, deixar para comprar no próximo destino é quase sempre uma aposta arriscada. No máximo, faça uma busca usando o celular, que, hoje, é a grande ferramenta para pesquisas in loco. Quando se gosta de um produto, melhor comprar onde estiver. Ou então, perceber depois que aquilo não era realmente tão necessário. ;-)

O melhor mesmo é fazer uma pesquisa ANTES de viajar. Por conta dos impostos, a diferença de preço entre países para os mesmos produtos pode ser grande.

Alguns exemplos:
— Eletrônicos e gadgets no Japão não custam barato (apesar de todo mundo pensar o contrário); o melhor lugar é Nova York ou Miami.
— Produtos Bose, apesar de ela ser uma marca alemã, são mais baratos em Nova York que na própria Alemanha.
— Ralph Lauren, compre em Nova York. Na Europa, o preço do mesmo sweater de cashmere  pode ser até 30% mais caro.
— Já as marcas de luxo francesas, compensa mais comprar na França do que nos Estados Unidos. Além de ser um pouquinho mais barato, você ainda recebe os impostos de volta (tax free, a partir de 10%) quando sai da Europa.
— E é sempre bom lembrar: buy local. Coma queijos e vinhos franceses em Paris (vinhos chilenos na França são caros), compre sabonetes, cosméticos e mimos locais. É sempre mais legal, principalmente, se eles não existirem no Brasil.

Se você tiver alguma dica ou experiência para compartilhar, utilize o box de comentários abaixo! ;-)

São Paulo, 14 de agosto de 2013.

VEJA MAIS

SIGA A SIMONDE

Interaktiv