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Vinhos


Vinícola Guaspari: Visitando, em São Paulo!, um ...

Da mesma maneira que um dia me surpreendi quando conheci o café baiano de Piatã, considerado há anos o melhor do Brasil, foi um choque depois de algumas taças me dar conta de que um dos melhores vinhos brasileiros — brancos e tintos — é um vinho PAULISTA cujos vinhedos estão a duas horas de carro da cidade de São Paulo (!!!), na Serra da Mantiqueira, região conhecida pela produção de café desde o século 19. Por isso hoje é dia de superar o seu preconceito com os vinhos brasileiros; e hora de passar por cima do seu preconceito — que nem existia — com os vinhos paulistas.

Na propriedade de uma família antiga e muito rica que comprou em 2001 duas centenárias — e belíssimas — fazendas de café que somam 800 hectares em Espírito Santo do Pinhal, bem na divisa com Minas Gerais, não foram medidos esforços em conhecimento e tecnologia para a produção de vinhos de variedades francesas como sauvignon blanc, chardonnay, Ver Mais →

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Quanto tempo dura uma garrafa aberta de vinho tint...

Além 1. das mudanças de temperatura, 2. da vibração, 3. da luz e 4. da baixa umidade no local de armazenamento, 5. o oxigênio é o grande inimigo do vinho, esse alimento vivo tão sensível (por isso, a baixa umidade é danosa: a rolha de cortiça resseca, o ar entra na garrafa e o vinho oxida, ou seja, estraga; e pensando nos fatores acima, dá para imaginar as condições daquelas garrafas de vinho nas prateleiras dos supermercados brasileiros, que chegaram lá depois de horas em caminhões em estradas esburacadas, expostas constantemente à luz e às mudanças de temperatura de quatro estações em uma semana…). O que fazer, então, com aquela garrafa de vinho que você abriu para tomar apenas uma ou duas taças, sozinho em casa? Nem sempre os vinhos que a gente quer e gosta são vendidos em meia garrafa (375 ml) e o preço tampouco compensa (geralmente, as meias Ver Mais →

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Tastevin

Se você for ao Bernardin, em Nova York, verá que os três sommeliers  da casa usam pendurados em seus pescoços pequenos pratos rasos de prata, parecidos com cinzeiros que, na verdade, são tastevins, objetos criados na Borgonha há mais de duzentos anos para que os produtores de vinhos pudessem conferir a cor e a claridade dos vinhos tintos nas escuras caves iluminadas por velas.

O tastevin é o ancestral da taça de vinho. A pronúncia correta é “tát-vã” (não se pronuncia nem o s do meio nem o s final), significa “provar vinho”, e apesar de não ter sido criado para os sommeliers e sim para os produtores (todo vigneron bourguignon carregava um no bolso), do advento da energia elétrica (a prata e as fendas ajudavam a refletir a pouca luz dos porões) e de não permitir que se agite o vinho para liberar os aromas Ver Mais →

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Pode levar bebidas alcoólicas no avião?

Em voos internacionais, não tem jeito. Se estiver levando ou trazendo bebidas alcoólicas, tem de despachar dentro da mala (e rezar para que as garrafas — e suas roupas — cheguem intactas no destino). Mas, nos voos dentro do Brasil, você pode levar na bagagem de mão até cinco garrafas de vinho, uísque ou de cerveja (ou qualquer outra bebida com menos de 70% de álcool), desde que cada garrafa não ultrapasse um litro.

Quando você está levando preciosas garrafas para alguém, a última coisa que você quer é lidar com a frustração de não conseguir presentear seu amigo ou anfitrião. Por isso, despachar as garrafas — sabendo como os funcionários das companhias aéreas tratam as nossas malas — pode se tornar uma Ver Mais →

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Confusões em Champagne

O caviar dos esturjões do Mar Cáspio está cada vez mais raro (correndo o risco de desaparecer num futuro próximo). Trufas brancas de Alba atingem preços recordes nos leilões (em 2004, o restaurante Zafferano, de Londres, chegou a pagar US$ 52 mil por uma trufa de 850 gramas; saiba tudo sobre elas em nossa matéria exclusiva, clicando aqui). No universo das iguarias raras e caras, a questão é: no século 21, não só os locais apreciam e consomem tais produtos, mas sofisticados dos cinco continentes exigem acesso a eles. E quanto mais raro, mais exclusivo — e consequentemente mais caro —, melhor.

Apenas os vinhos espumantes produzidos na região de Champagne, com as uvas pinot noir, pinot meunier e chardonnay, e seguindo rigorosos padrões técnicos podem ser considerados e chamados de “champagne”. E apesar de muitos países produzirem vinho Ver Mais →

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La Cave

Fazer compras nas Galeries Lafayette é para os corajosos. São milhares de pessoas por dia (imagine que uma quantidade superior à metade da população da França passeiam pelas Galeries a cada ano; só perde para a Torre Eiffel em número de visitantes). Muita gente, muito grande, muita informação, muito barulho. Mas, a partir de agora, uma visita às Galeries Lafayette é obrigatória. O seu destino, você amante da boa comida e dos bons vinhos, será a Cave du Lafayette Gourmet, seção de vinho das Galeries que tem a maior adega de Bordeauxs do mundo, no primeiro andar do edifício Lafayette Maison et Gourmet, todo dedicado às coisas de casa e à gastronomia (prédio mais tranquilo, que fica atravessando a rua a partir do prédio principal, o Lafayette Coupole).

Dos 450 m² da Cave das Galeries (que também tem grandes Bourgognes, grandes Champagnes), 250 m² são dedicados aos vinhos dessa região que tem um dos terroirs mais famosos do mundo, só possível através de uma parceria inédita com a família Moueix, dona Ver Mais →

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