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Buenos Aires


Saiba como usar os mapas Simonde no celular durant...

Antes quando viajava, sempre organizava a agenda do dia por bairro (dia 10, vou explorar bairro X; dia 11, exploro Z), até perceber que, muitas vezes, um lugar estava AO LADO de outro que já tinha ido, porque estavam nas extremidades de bairros vizinhos (em Paris principalmente, já que o 8º arrondissement  fica ao lado não só do 9º, mas também do 1º; o 3º é vizinho do 4º e também do 10º arrondissement…). E eu ficava com a sensação de “se eu tivesse planejado melhor, poderia ter conhecido esse lugar no mesmo dia; perdi tempo”. Isso se resolveu quando chegou o Google Maps, onde eu podia criar os meus próprios mapas inserir todos os locais que queria visitar com a vantagem de poder visualizar todos eles de forma mais, digamos, orgânica-contextualizada-3D, e não organizados por bairros numa planilha Excel impressa que eu levava para as viagens.

O Google Maps passou por grandes mudanças nos últimos dois anos (perdendo várias features  de que eu gostava e usava na Simonde), mas a boa notícia é que agora você Ver Mais →

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Sobrevivendo de táxi em Buenos Aires

Num programa de TV a cabo sobre Buenos Aires, um jornalista munido de câmeras escondidas e notas de 50 pesos pega um táxi. Mas antes de embarcar, tira fotos dos números de série da cédula. Na hora de pagar a conta de 90 pesos, o tachero (taxista, em lunfardo, dialeto portenho) recebe a nota e começa um escândalo dizendo que o jornalista lhe passou uma nota falsa. Mas diante das “provas”, é obrigado a admitir que havia trocado as notas. Encenado ou não (confira o vídeo no Facebook, clicando aqui), o pior desse vídeo é saber que essa é uma realidade corrente em Buenos Aires. Por isso, siga esses passos para reduzir seu stress  com os famigerados tacheros:

— Sempre preste BASTANTE ATENÇÃO quando estiver pagando um taxista. Conte as notas lentamente e em voz alta na frente dele, peça para ele conferir também. Assim, você evita Ver Mais →

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Buenos Aires, uma introdução

buenos-aires-640Buenos Aires é daquelas cidades que combinam elementos irresistivelmente charmosos: agitada cena cultural, pessoas bonitas, tango (clássico e contemporâneo), bons restaurantes, jogos de polo (os atletas argentinos estão entre os melhores do mundo) e a arquitetura dos tempos áureos muito bem preservada e aproveitada no cotidiano portenho. Além dessas características — que fazem parte da cidade há décadas —, Buenos Aires ainda passa por grandes e bem-vindas transformações em bairros como Puerto Madero (numa surpreendente reurbanização com o melhor do design mundial) e Palermo Viejo (com seus bares, restaurantes e lojas hip), apesar de todos os problemas políticos e econômicos.

Muito influenciada pela Europa, numa mistura hispano-ítalo-francesa, Bs.As. (como eles escrevem abreviadamente o nome da cidade) mantém sua herança viva, seja no hábito dos argentinos de frequentar cafés lendo seus jornais, na arquitetura francesa belle époque das mansões aristocráticas em Recoleta ou nas baladas noturnas que começam às 2 h e vai até a hora que Deus quiser.

O melhor de tudo isso é que Buenos Aires está a menos de duas horas de viagem de São Paulo, o que torna a cidade um destino perfeito para qualquer fim de semana.

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El Ateneo Grand Splendid

A Ateneo Gran Splendid é uma livraria única. Ocupa um edifício que já foi um híbrido de teatro, cabaré, cinema (um dos primeiros cinemas de Buenos Aires a exibirem filmes sonorizados) e estúdio para as gravações de Carlos Gardel, o maior representante do tango argentino. No térreo de um edifício residencial, o Grand Splendid era “uma catedral das artes cênicas”, como diria seu idealizador austríaco, Max Glücksmann, que a fundou em 1919.

Considerada a maior livraria da América Latina, a Grand Splendid possui mais de 120 mil títulos de livros, 10 mil CDs, o que a torna um ótimo lugar para encontrar TODOS os livros de seus autores espanhóis e latino-americanos preferidos em seu idioma original. Possui também grande quantidade e bons Ver Mais →

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Buenos Aires, um pouco de história

As primeiras famílias espanholas chegaram à região do Rio da Prata em 1536 (antes, o território era habitado por índios nada amigáveis; os primeiros navegadores que chegaram lá foram assassinados e comidos!), onde ficaram pouco tempo, graças à falta de alimentos e aos índios hostis. Buenos Aires só seria fundada em 1580, mas permaneceu esquecida pelos espanhóis por mais de 200 anos por causa da escassez de metais preciosos na região.

Quando a região descobre seu potencial econômico — as imensas estâncias para a criação de gado nos Pampas e o porto de Buenos Aires entra na rota do comércio internacional —, a Espanha decide criar o Vice-Reino do Rio da Prata e declara, em 1776, Buenos Aires como sua capital (tirando os argentinos Ver Mais →

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A diferença entre portenhos e bonaerenses

Assim como ocorre com São Paulo e com o Rio de Janeiro (as cidade e os Estados, homônimos), na Argentina, existem a Província de Buenos Aires e a Cidade de Buenos Aires. Mas, diferentemente do que ocorre com São Paulo e Rio (São Paulo é capital de São Paulo, Rio é capital do Rio), a cidade de Buenos Aires NÃO FAZ parte da Província de Buenos Aires. Isso porque a Cidade de Buenos Aires, assim como nossa Brasília, é um distrito federal, logo, é autônoma (o nosso Distrito Federal também: apesar de estar “dentro” do estado de Goiás, também não pertence ao estado, e é tão autônomo que conta até com um governador próprio mas não tem prefeito).

O problema é que a área metropolitana que envolve a cidade de Buenos Aires, que é a capital da Argentina mas NÃO É a capital da Província de Buenos Aires (que é La Plata, a 56 km de Buenos Aires), é muito maior que a cidade. Uma pessoa pode nascer na mesma área metropolitana e não ser portenho, mas sim bonaerense. E a regra é essa: quem nasce no restrito espaço da Ciudad Autónoma de Buenos Aires é portenho (“a pessoa do porto”), quem nasce fora dela, mas ainda dentro da região metropolitana e na Provínicia de Buenos Aires, é bonaerense. Só não chame um portenho de bonaerense, é quase um insulto.

Outra curiosidade: enquanto no Brasil os gaúchos têm orgulho do seu Estado e a palavra gaúcho tem uma conotação positiva, para os portenhos, gaúcho (afinal de contas, os gaúchos estão presentes nos pampas brasileiro, uruguaio e argentino) é sinônimo de gente simples e ignorante.

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Teatro Colón

O Colón é considerado um dos mais importantes teatros líricos do mundo e sua acústica é um benchmark  difícil de superar. Tem capacidade para 3500 pessoas e já recebeu as principais figuras da música do século 20 (Caruso, Callas, Stravinsky, Richard Strauss, Nijinsky entre outros).

O teatro, desenhado por Francesco Tamburini e Víctor Meano, foi inaugurado em 1908, com a ópera Aida  de Verdi, e a sua construção — que mistura elementos da renascença italiana e do barroco francês — levou 20 anos para ser terminada. Além de servir como palco, o Colón é sede de escolas de dança, canto e atuação; mantém um corpo estável de balé, orquestra e oficinas; e além de tudo isso, tem um museu. Ver Mais →

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