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Milão


Fondazione Prada: Quando uma ex-comunista cria uma...

Durante toda a sua visita, deixe o ingresso no bolso, com acesso fácil, pois ele será pedido em cada um dos 10 pavilhões, de todos os formatos imagináveis, espalhados nos 19 mil metros quadrados (duas vezes maior que o novo Whitney do Renzo Piano em Nova York) que formam a Fondazione Prada, o maior espaço dedicado à arte contemporânea de Milão (incrivelmente, a mais internacional — e rica — das cidades italianas e uma das capitais mundiais da moda e do design  não tinha nada parecido; só o HangarBicocca, da Pirelli, do outro lado da cidade com 15 mil metros quadrados). Fundada em 1993 (a fundação) mas com a sede inaugurada apenas em maio de 2015, ela é resultado do recente interesse por arte da herdeira-que-nunca-quis-ser-estilista  que se tornou um dos maiores nomes da indústria (o grupo Prada — Prada, Miu Miu, Church’s, Car Shoe e Pasticceria Marchesi — tem hoje faturamento anual de mais de € 3,5 bilhões). Mas a resistência de Miuccia Prada de entrar para a moda, assumindo, em 1978, a marca criada por seu avô na Milão de 1913 (assim como o desconforto que ela sente em comprar arte, gesto que ela acha nada nobre) tem Ver Mais →

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Milão: As três igrejas imperdíveis além do Duomo

Duomo, a Catedral de Milão, é indiscutivelmente uma das mais belas igrejas do mundo. Mas a capital da Lombardia tem outras três igrejas, bem próximas umas das outras (elas formam um triângulo na Corso Magenta), com estilos e histórias bem diferentes e que valem muito a visita, seja por sua arte, por sua história ou pelo seu significado na vida da cidade (e ainda dá para dar uma passada na centenária Pasticceria Marchesi {para saber sobre as diferentes experiências nas duas lojas, clique aqui} ou na Biffi para um espresso  com panettone  depois ou entre as visitas). E são essas igrejas que eu convido você a conhecer hoje. Só é sempre bom lembrar que esses são lugares sagrados e, por mais que você seja ateu ou não-católico, é preciso respeitar as regras desses espaços (vale o mesmo para visitar sinagogas, mesquitas, templos xintoístas…). No dia da visita, homens não devem estar de bermudas, mas sim calças compridas; e mulheres devem estar com roupas que cubram os ombros e os joelhos. Se não for permitido tirar fotos, não tire, respeite. Ah, e não se paga nada para entrar nas igrejas.

SAN MAURIZIO AL MONASTERO MAGGIORE

igrejas-de-milao-a-visitar-dicas-o-que-fazer-em-milao-san-maurizio-al-monastero-maggiore-sant-ambrogio-santa-maria-delle-grazie-1200-1 igrejas-de-milao-a-visitar-dicas-o-que-fazer-em-milao-san-maurizio-al-monastero-maggiore-sant-ambrogio-santa-maria-delle-grazie-1200-2Quase ao lado da Pasticceria Marchesi original na Corso Magenta, é bem fácil passar batido em frente a esta igreja de fachada simples que esconde em seu interior quatro mil metros quadrados de afrescos renascentistas suntuosos ao estilo leonardesco, pintados principalemnte por Bernardino Luini (e outros artistas de seu atelier, incluindo seus filhos), um dos principais discípulos de Leonardo da Vinci no cinquecento  (século 16), recentemente restaurados (você também verá afrescos pintados pelo artista veneziano e mestre de Ver Mais →

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Pasticceria Marchesi, tradição centenária em co...

São duas experiências completamente  diferentes. Na tradicionalíssima Pasticceria Marchesi da Corso Magenta, fundada em 1824, já na quinta geração da mesma família e desde sempre uma das melhores confeitarias da cidade, volta-se no tempo com suas vitrines, balcões e paredes de madeira e mármore originais de quase duzentos anos de idade. E a experiência é bem milanese : você vai ao balcão da padaria/confeitaria de um lado ou ao balcão do café e drinques do outro, faz seu pedido, come e bebe em pé e passa no caixa — no meio, entre os dois balcões — parar acertar as contas (ainda pode pegar uma fatia do excelente e crocante panettone  na caixa de acrílico ao lado do caixa para levar e comer na rua). Mas, em 2014, a Prada comprou a Marchesi — seguindo os passos da LVMH que hoje é dona de outra tradicional e centenária confeitaria milanesa, a Cova e, aproveitando o fechamento da G. Lorenzi no número nove da Via Montenapoleone (quase em frente Ver Mais →

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Four Seasons Milano: um óasis monástico na melho...

Um hotel na melhor localização da cinzenta Milão, numa ruazinha estreita e intimista, com um lindo, escondido (assim como todos os cortili  da cidade) e bem cuidado oásis verde, que ocupa o pátio interno do que foi por quase trezentos anos um convento (o Santa Elisabetta funcionou aqui até 1782), faz do Four Seasons Milano um dos mais especiais endereços para você chamar de seu na cidade (outro hotel com jardim de que a gente gosta é o Bulgari, em Brera). Aberto em 1993, depois de seis anos não só de construção e reforma mas também restauração de muitos elementos que foram sendo descobertos durante as obras — como os afrescos, os pilares e as abóbadas originais que estavam escondidos por trás de paredes de tijolos de uma reforma no século 18 (o que fez com que o projeto tivesse de ser inteiramente revisto) —, o Four Seasons combina respeito à história, serviço cortês, excelente e constante, uma elegância simples nos ambientes (uma herança monástica, talvez?; com exceção dos luxuosos banheiros) e integração com as novas tecnologias (tudo bem, faltam tomadas Ver Mais →

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Armani Hotel Milano, uma autêntica experiência m...

Giorgio Armani nasceu em Piacenza, cidade a uma hora ao sul de Milão, mas foi na capital da Lombardia que começou sua carreira como vitrinista da loja de departamentos Rinascente (ao lado da Duomo) e se transformou no mais bem sucedido — e rico — estilista não só da Itália mas do mundo (em segundo lugar, vem Ralph Lauren). E se a colaboração entre nomes da moda e a hotelaria não é nova (de quartos assinados por marcas e estilistas — como as suítes Dior e Tiffany no St. Regis, em Nova York, à suíte Diane von Furstenberg no Claridge’s, em Londres — aos hotéis Bulgari, Versace, Moschino e Ferragamo, com a rede de hotéis da família, a Lungarno Collection), hospedar-se no Armani Hotel, em Milão, uma das capitais mundiais da moda e do design  (Giorgio Armani além de criar roupas e acessóris também possui sua linha Casa, com móveis, tecidos, cristais, porcelanas, luminárias), e onde o estilista construiu sua história, não poderia ser maior reflexo da alma Ver Mais →

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Princi XXV Aprile, padaria chic num dos lugares ma...

Na recém-revitalizada e gastronômica Piazza XXV Aprile (piazza venticinque aprile ), onde ficam de forma simétrica o arco neoclássico Porta Garibaldi e a Eataly de Milão (a praça ficou anos em reforma para a construção de um estacionamento subterrâneo), e também a alguns passos da 10 Corso Como (loja que a gente ama), está a Princi, a padaria elegante e italianíssima, com cinco lojas em Milão e uma no SoHo londrino, que todo mundo gostaria de ter como vizinho de casa (assim como a praça, a Princi da Piazza também foi repaginada em 2014 e ganhou mesas, cadeiras e poltronas; antes só se podia comer em pé apoiado no balcão). O serviço segue self  (sem atendimento na mesa) e sem frescuras (a pizza a trancio, em pedaço, que vem quadrada é cortada com uma tesoura e servida num prato de papel com garfinho plástico). Ao entrar, você vai ver o balcão de drinques e de café — onde você pode tomar seu aperitivo  ou espresso  em pé mesmo — e seguindo em frente vai se deparar Ver Mais →

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Armani/Ristorante Milano, um macaron Michelin, com...

Enquanto para ser bem sucedido na moda, gerar desejo é um dos maiores desafios para o sucesso, na restauração e na hotelaria são muitas  outras complexas variáveis envolvidas para atingir o mesmo resultado. Apesar do sólido sucesso de Giorgio Armani no mundo da moda, dos perfumes e do design  (já são 40 anos de uma carreira sem igual de tão bem sucedida), foi com desconfiança que muita gente recebeu a notícia da abertura do hotel e restaurante do estilista em Milão (cidade com tradições hoteleira e gastronômica bastante consolidadas, e um público internacional bastante exigente). Seria apenas uma aventura com prazo de validade definido (como o Gold do Dolce & Gabanna, que já fechou)?; Com filiais em Nova York e Tóquio, o restaurante seria apenas mais um lugar da moda, para ver e ser visto? Mas, depois de cinco anos de sua abertura e algumas correções ao longo do caminho, não dá para não dizer que o restaurante é um sucesso. E uma delícia. A vista panorâmica do ristorante, que fica no sétimo e penúltimo andar do Ver Mais →

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Pinacoteca di Brera, o museu mais importante ̵...

Napoleão Bonaparte não era tão alto (media 1,68) nem forte. Mas no pátio da Pinacoteca di Brera é a escultura do general-exterminador-de-monarquias que se coroou rei da França E  rei da Itália — e que colocou medo em TODOS os reis e rainhas da Europa — que você verá: alto, forte e pelado, representado pelo artista italiano Antonio Canova como Marte, o Pacificador, segurando Nike (a deusa grega da vitória) sobre um globo na mão direita e um longo bastão na mão esquerda.

É graças a Napoleão que a Pinacoteca di Brera é o museu mais incrível não só Milão mas um dos mais incríveis da Itália (se você tiver de decidir por apenas um programa cultural na cidade, simplesmente não hesite). Quando ele tomou poder das várias regiões (a Itália ainda não era um país, não era unificada), ele mandou fechar todas as ordens religiosas da Península que via pela frente e ordenou que TODAS as obras confiscadas Ver Mais →

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O vinhedo de Leonardo da Vinci, um belíssimo pass...

A vigna  que dá nome ao lugar não passa de uns cotocos de caules de uva no fundo do jardim, que fica mais exuberante nos meses mais quentes (ainda, já que o vinhedo de Leonardo abriu faz pouco, durante a Expo 2015). Mas ela é o pretexto para um mergulho — inimaginável visto da fachada, assim como quase tudo em Milão — na história de Ludovico Sforza, Leonardo da Vinci, da família Atellani, de Ettore Conti e Piero Portaluppi. Uma viagem charmosa e imperdível para a Milão dos séculos 15 ao 20, bem em frente à Igreja Santa Maria delle Grazie, com a cúpula de Donato Bramante e em cujo refeitório está A Última Ceia, uma das obras-primas do maestro  renascentista. (E dá pra fazer tudo numa visita só, sem se cansar ;- )

Para se chegar ao pequeno vinhedo (hoje, por que originalmente tinha mais de 8 mil metros quadrados) que Leonardo da Vinci ganhou de Ludovico il Moro  Sforza enquanto pintava a Última Ceia (Da Vinci veio para a corte de Milão de Florença convidado pelo letrado e esclarecido duque em 1482 e vinha de uma família de vinicultores da Toscana), você precisará entrar pela Casa degli Atellani, a casa da família que foi uma das mais importantes Ver Mais →

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Saiba como usar os mapas Simonde no celular durant...

Antes quando viajava, sempre organizava a agenda do dia por bairro (dia 10, vou explorar bairro X; dia 11, exploro Z), até perceber que, muitas vezes, um lugar estava AO LADO de outro que já tinha ido, porque estavam nas extremidades de bairros vizinhos (em Paris principalmente, já que o 8º arrondissement  fica ao lado não só do 9º, mas também do 1º; o 3º é vizinho do 4º e também do 10º arrondissement…). E eu ficava com a sensação de “se eu tivesse planejado melhor, poderia ter conhecido esse lugar no mesmo dia; perdi tempo”. Isso se resolveu quando chegou o Google Maps, onde eu podia criar os meus próprios mapas inserir todos os locais que queria visitar com a vantagem de poder visualizar todos eles de forma mais, digamos, orgânica-contextualizada-3D, e não organizados por bairros numa planilha Excel impressa que eu levava para as viagens.

O Google Maps passou por grandes mudanças nos últimos dois anos (perdendo várias features  de que eu gostava e usava na Simonde), mas a boa notícia é que agora você Ver Mais →

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Bulgari Milano

O legal do hotel Bulgari de Milão é que, assim como o Costes em Paris, ele sobreviveu bem àquele período inicial de buzz — ambos já não são mais novidades — e segue ainda sendo frequentado por viajantes sofisticados quando querem um endereço na cidade e pelos locais para tomar um drink (os fins de tarde no jardim são famosos), um chá ou fazer reuniões de negócios curtindo a atmosfera contemporânea e verde do hotel (muitos outros hotéis de luxo pequenos são privés demais para o nosso gosto). O Bulgari se destaca ainda mais na cena hoteleira milanesa quando o Four Seasons e o Principe di Savoia, dois grandes hotéis sempre sinônimos de luxo, ficam para trás com quartos de decoração datada e cobrando preços semelhantes (a competição fica ainda mais acirrada com a chegada do Mandarin Oriental em julho de 2015).

O selo, que leva a marca da centenária empresa famosa por suas joias (hoje parte do Grupo LVMH) e já tem três filiais (Milão, Londres e Bali), é administrado pela Marriott (sendo o Bulgari e o Ritz-Carlton os selos mais sofisticados do grupo). Tem ótima localização (fica Ver Mais →

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Milão, o começo

Ocupando um local privilegiado — e estratégico — que foi objeto de desejo entre diversas tribos e nações ao longo dos séculos, Milão esteve sob o domínio de diversos povos (etruscos, romanos, godos, lombardos, francos, espanhóis, austríacos, franceses), até finalmente fazer parte da Itália… no século 19 (!). Os primeiros a se estabelecerem às margens do Rio Po (rio que corta a Itália de leste a oeste) foram os celtas, entre os séculos 7 e 4 a.C. E assim como toda a Europa (e parte da Ásia e da África, porque os cara eram megalomaníacos), a região foi tomada pelo Império Romano, que lhe deu o nome de Mediolanum em 222 a.C. (e olha que os celtas tinham a doce ilusão, coitados, de expandir seu território para o Sul, mas encontraram os romanos no meio do caminho expandindo para o Norte e seus planos foram por água abaixo).

Mediolanum, que significava ‘no meio da planície’, se transforma em capital da Transpadania (região que abrigava também as cidades de Como, Brescia, Bergamo, Pavia até Ver Mais →

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G. Lorenzi Coltellinaio

A G.Lorenzi infelizment fechou suas portas em 15 de fevereiro de 2014. Tradicional cutelaria e primeira loja a se estabelecer na Via Montenapoleone (back in 1929, no que é hoje a rua e região que concentra todo o mercado de luxo em Milão), a G. Lorenzi nos oferece não só isqueiros para lareiras, raladores de trufas, escovas para cashmere, abridores de ostras, bolsas de chaves de fenda com trabalho em marfim e serviços de caviar em madrepérola; mas também todos os tipos e tamanhos de tesouras, facas (chefs  e gourmets  se apaixonam), canivetes, cachimbos, acessórios para o barbear, caixas de costura, umidificadores de charuto e escovas para todas as finalidades imagináveis, utilizando materiais como prata, madeira, bambu, marfim, aço, cerdas naturais, chifre de antílope, you name it ! Tudo incrivelmente trabalhado com base no savoir-faire  italiano, e sempre apresentando utensílios com um grau de especificidade Ver Mais →

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Gucci Men’s Flagship

Em São Paulo já temos uma loja Gucci dedicada exclusivamente ao público masculino, no JK Iguatemi. Agora, aproveitando a Semana de Moda de Milão, Frida Giannini acaba de inaugurar a flagship  masculina na cidade, no charmoso bairro de Brera (cheio de galerias, restaurantezinhos), bem em frente à Pinacoteca. Assim como em São Paulo, a loja oferecerá os serviços de Made to Measure (para ternos) e Made to Order (para sapatos), ambos sob medida.

Mas, o destaque para a abertura da loja é a coleção cápsula que Frida criou com o dândi herdeiro da família Agnelli da Fiat, Lapo Elkann, intitulada Lapo’s Wardrobe  com 23 looks  para homens (veja alguns na galeria) e quatro para mulheres. Ver Mais →

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