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Rio de Janeiro


Nacional Gran Meliá Rio: O aguardado renascimento...

O hotel não está no nosso bairro preferido no Rio de Janeiro — Ipanema — mas alguns fatores fazem do Hotel Nacional Gran Meliá a melhor e mais bem vinda novidade hoteleira de 2016 no Rio de Janeiro (por conta das Olimpíadas, mais de TRINTA hotéis foram inaugurados só nesse ano; um acréscimo de mais de VINTE E CINCO MIL novos quartos de hotéis): 1. a arte (ocupa um edifício histórico e tombado projetado por Oscar Niemeyer, tem jardins assinados por Roberto Burle Marx e obras de importantes artistas brasileiros); 2. as vistas matadoras  (para a praia de São Conrado, para mata atlântica ainda selvagem, para a favela da Rocinha com o Corcovado ao fundo, e para a maior pedra da cidade do Rio de Janeiro — uma montanha monolítica com 844 metros de altura, a Pedra da Gávea); 3. a localização entre o Leblon e a Barra (próximo da favela do Vidigal e da Vista Chinesa, acessíveis de carro, e da estação de metrô São Conrado, a três minutos a pé, que te leva Ver Mais →

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Emiliano Rio: A melhor e mais elegante forma de as...

É só uma grande pena que o hotel Emiliano Rio — que ocupa o terreno do antigo Consulado da Áustria (uma casa não tombada, das poucas que restavam de frente para o mar na Avenida Atlântica, totalmente demolida para a construção do hotel), quase já em Ipanema — não tenha dois andarzinhos  a mais para oferecer uma vista 360º de toda Copacabana, de qualquer lugar do último andar, onde ficam a piscina em L com borda infinita, o deck e o bar, de uso exclusivo dos hóspedes. De qualquer forma, mesmo estando no meio de dois prédios mais altos (o que faz com que se tenha parede dos dois lados), a vista de tirar o fôlego do 12º e último andar, do Pão de Açúcar ao Forte de Copacabana, já faz com que o segundo Emiliano (o primeiro, inaugurado em 2001, é em São Paulo), seja indubitavelmente o melhor e mais elegante lugar para assistir não só ao nascer do sol (não se vê o pôr do sol em Copacabana, apenas em Ipanema) mas também aos fogos de artifício — e todos os Ver Mais →

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Vero: Em Ipanema, um dos precursores do gelato ita...

Sempre reclamava de que não havia sorvete decente nem em São Paulo nem no Rio (costumava ir à Gelateria Parmalat  e à Vipiteno, recém-abertas no fim dos anos 2000). Até que, passeando por Ipanema (ainda não existia a Bacio di Latte  em SP), conheci Vero Gelato Italiano, uma das primeiras gelaterie veramente artiginiale  do Brasil, e me apaixonei (ao longo dos cinco anos que conheço a sorveteria, o dono está sempre lá e não tem filiais, do jeito que a gente gosta, pois são indícios que garantem qualidade). Assim, além da Mil Frutas, o Rio tem mais uma deliciosa — mas mais cremosa — opção de sorvetes sem corantes, conservantes, estabilizantes, espessantes e gordura hidrogenada (ingredientes que compõem todos os sorvetes industrializados, incluindo os da também carioca e tradicionalíssima Itália ).

Inaugurada no nosso lugar preferido de Ipanema junto com o verão, em 21 de dezembro de 2010, a Vero muda o cardápio de sorvetes todos os dias, de acordo com os ingredientes da estação. Mas compensa com a qualidade, a textura e o sabor de ingredientes como o pistache (feito a partir de uma pasta de pistache da Sicília; a produção em Bronte, o Ver Mais →

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Fundação Eva Klabin: Um micro British Museum num...

Passeando pela Lagoa, a pé ou de carro, ninguém  pode imaginar que por trás das paredes de uma discreta casa em estilo normando existem 50 séculos de arte, com mais de 2 mil peças, incluindo obras de Botticelli, Ghiberti, Rembrandt, Gainsborough, Reynolds, Pissarro. Eva Klabin, junto com sua irmã Ema (descendentes de lituanos de ascendência judaica), é a nossa Frick-Morgan dos trópicos. Colecionadora das clássicas, juntou obras que vão do Egito antigo e do mundo greco-romano a Lasar Segall, passando por importantes exemplares da arte renascentista. É impressionante. (Sem falar que Eva já usava Goyard bem antes de a marca ter seu revival  no século 21: é numa caixa de chapéu para viagens da maison  que ficam os protetores para sapatos que devemos calçar para andar pela casa-museu ;-).

Destaque para a coleção de prataria judaica (única no Brasil) e inglesa, a moldura de lareira gótica da sala e a boiserie (também gótica) na sala de jantar trazida da França.

Milionária e esteta, Mme. Klabin dormia durante o dia e recebia muitos amigos e personalidades em sua casa – sempre depois da meia-noite: do amigo e paisagista Roberto Burle Marx, que planejou o charmoso jardim da casa, a ilustres como Juscelino Ver Mais →

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Saiba como usar os mapas Simonde no celular durant...

Antes quando viajava, sempre organizava a agenda do dia por bairro (dia 10, vou explorar bairro X; dia 11, exploro Z), até perceber que, muitas vezes, um lugar estava AO LADO de outro que já tinha ido, porque estavam nas extremidades de bairros vizinhos (em Paris principalmente, já que o 8º arrondissement  fica ao lado não só do 9º, mas também do 1º; o 3º é vizinho do 4º e também do 10º arrondissement…). E eu ficava com a sensação de “se eu tivesse planejado melhor, poderia ter conhecido esse lugar no mesmo dia; perdi tempo”. Isso se resolveu quando chegou o Google Maps, onde eu podia criar os meus próprios mapas inserir todos os locais que queria visitar com a vantagem de poder visualizar todos eles de forma mais, digamos, orgânica-contextualizada-3D, e não organizados por bairros numa planilha Excel impressa que eu levava para as viagens.

O Google Maps passou por grandes mudanças nos últimos dois anos (perdendo várias features  de que eu gostava e usava na Simonde), mas a boa notícia é que agora você Ver Mais →

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Museu da República: Onde Getúlio se matou, é um...

A  simplicidade do banheiro e quarto presidenciais em contraponto com a belíssima e bem preservada opulência da decoração — toda importada, da escada aos mármores — do Palácio do Catete chama a atenção. Foi no quarto singelo do terceiro andar que o presidente Getúlio Vargas — o décimo terceiro presidente a ocupar o palácio neoclássico famoso por suas sete águias de bronze no topo do prédio que foi sede do Governo Federal de 1897 a 1960 — se matou com um tiro no coração, vestido com o pijama listrado bordado com suas iniciais, hoje em exposição ainda com a mancha de sangue, e com direito à arma e a bala que ele usou para sair “da vida para entrar na História”.

Além do suicídio de Getúlio em 1954, muitos outros fatos importantes aconteceram neste palácio-urbano-com-a-porta-para-a-rua que hoje dá de frente para a estação de metrô do Catete: a morte do presidente Afonso Pena em 1909, a assinatura da declaração de guerra Ver Mais →

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Cobranças extras pelo assentos em voos domésticos

Você pode se assustar ao comprar uma passagem pela Gol e, ao tentar marcar seu assento, perceber que eles estão te cobrando R$ 30, por trecho. Mas essa tarifa não se refere ao simples ato de marcar o seu assento, mas sim à compra dos assentos Gol + Conforto, já presente em todos os aviões da companhia que operam voos domésticos (até dezembro, serão todos os aviões da companhia). Nesses assentos, que ocupam de cinco a sete primeiras fileiras dos aviões (dependendo do modelo), os passageiros possuem dez centímetros a mais entre a sua poltrona e a poltrona da frente (de 76 para 86 centímetros de espaço entre fileiras; 10 cm para pernas fazem bastante diferença) com reclinação 50% maior que as outras poltronas.

Apesar de também cobrarem R$ 30 extras, os assentos das saídas de emergência não são Gol + Conforto e não são todos os passageiros que podem ocupá-los, já que você deve estar apto para operar as saídas em caso de emergência (e também você não pode deixar sua bolsa ou mochila embaixo da poltrona da frente).

Nos voos Santos Dumont (SDU) — Congonhas (CGH), Brasília (BSB) — Santos Dumont (SDU), e Vitória (VIX) — Santos Dumont (SDU), existe ainda a possibilidade de se bloquear o assento do meio, o que garante ainda mais conforto durante o voo.

Os assentos Gol + Conforto são gratuitos para clientes Smiles Diamante e Delta Elite, custam a partir de R$ 30 para todos os outros passageiros, e você pode contratar o serviço no momento da compra da passagem, pela Central de Vendas (no telefone 0300 115 2121) — mas por telefone custa R$ 10 a mais — ou no momento no check-in, se houver disponibilidade.

TAM
Nos aviões TAM que fazem voos domésticos, diferentemente das poltronas + Conforto da Gol, todos os assentos e o espaço entre fileiras são iguais, e reclinam igual. A cobrança adicional é feita para os passageiros que quiserem mais espaço para as pernas e apenas nos assentos da primeira fileira de cada aeronave e nas fileiras das saídas de emergência. Mas, com restrições: nas saídas de emergência, por lei, não podem viajar gestantes ou pessoas com crianças de colo. Caso você tenha contratado o serviço e eles tiverem de te reacomodar em outro assento, é feito o reembolso integral do valor pago. Para voos dentro do Brasil, a TAM cobra R$ 30 extras por trecho, pelo site ou pelo telefone, e R$ 40 extras, pessoalmente nas lojas ou no balcão do check-in. Para voos na América do Sul o valor sobe e para a Europa o valor por trecho pode chegar a R$ 300. Você pode conferir a tabela completa clicando aqui (desça a página e clique na aba Valores e Especificações por Trecho).

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Delírio Tropical

Fast-food saudável e saboroso (quem disse que saladas precisam ser monótonas?), perfeito e delicioso para uma refeição pós-praia ou early dinner  em Ipanema, já que fica a uma quadra da areia (bem próximo do Coqueirão), na esquina da Prudente de Morais com a Garcia d’Ávila. Mas, para os “iniciantes”, entender o funcionamento da Delírio Tropical exige um pouco de paciência. O menu fica disponível na porta e são os atendentes que servem o prato numa porção pré-definida pela casa (você pode optar por duas ou três opções; e não pense que você pode pedir para colocar o feijão sobre o arroz, ele tem de vir na cumbuca; regras da casa), portanto, não pense que você poderá pegar um tiquinho daquela salada vistosa só para experimentar. Por isso, apesar da fila, vale a pena dar uma passeada pelo balcão para ver as opções ou ler pacientemente o cardápio na entrada para fazer a melhor combinação (o único senão de só ler o cardápio é que na hora da fome o apelo visual de um prato pesa mais que sua descrição).

Além do mix de saladas (simples, dupla ou tri-mix; e são três ou quatro opções por dia), você pode escolher extras cobrados à parte: grelhados (frango, salmão, filé mignon), empadas e quiches, crepes, sopas (a de batata-baroa/mandioquinha é uma delícia) e sanduíches (montados na hora) e sobremesas. Mas prefira os pratos que estão no balcão. Apesar da possibilidade de pedir um grelhado na hora, geralmente ele vem seco e/ou insosso, o que pode prejudicar aquele arrozinho delicioso que você já tem no prato. Ao fim do percurso pelo balcão, a atendente lhe dará um papel com o valor do seu pedido, que deverá ser pago no caixa, na saída.

Pegue sua bandeja e encontre um lugar para sentar em um dos quatro níveis da Delírio de Ipanema. No salão, tem disponível copos descartáveis, temperos e ainda uma caixa térmica com gelo (sempre muito útil).

No Centro da cidade, que foi onde a Delírio começou em 1983, são três unidades incluindo a da Rua Santa Luzia, do ladinho do Metrô Cinelândia, do Cine Odeon, do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, do Museu Nacional de Belas Artes. Mas só abre de segunda a sexta, das 7h30 às 16h45. Tem ainda na Gávea, na Barra e no Shopping Rio Sul. ;- )

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Sobrevivendo de táxi no Rio

Se você não é paranoico com segurança e não precisa de carro blindado e motorista para andar pelo Rio (principalmente porque a gente acaba ficando apenas em Ipanema-Leblon, com algumas incursões pelo Centro, por conta de arte e história, e pela Gávea e Jardim Botânico, pelos restaurantes), já no Aeroporto Santos Dumont, pode se dirigir à uma das extremidades do aeroporto (à direita, saindo do portão de desembarque) e procurar pela fila – sempre presente – dos táxis comuns, os amarelinhos com faixa azul. Se alguém te abordar te oferecendo transporte – em qualquer lugar do mundo tenho medo dessas pessoas; sempre imagino que são traficantes de rins –, principalmente se você se dirigir a qualquer outra saída do aeroporto que não seja a saída dos táxis, diga em alto e bom tom que você está procurando pela “fila dos táxis comuns (os taxistas que te veem em qualquer ponto querem furar a fila dos próprios taxistas, seus companheiros, olha só, e pegar passageiros antes dos outros motoristas que estão na fila). Seja civilizado, vá até a fila e aguarde sua vez. O Rio seria muito melhor sem essa esperteza. Uma corrida do Aeroporto Santos Dumont até Ipanema pode custar no amarelinho de R$ 20 a, no máximo, R$ 30 (com a bandeira 2, de dezembro, pegando um pouco de engarrafamento – que pode Ver Mais →

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O novo restaurante do Copa

O sisudo Cipriani vai ganhar um restaurante irmão-mais-modernoso para concorrer consigo dentro do hotel Copacabana Palace. No espaço do extinto Bar do Copa, o novo ambiente será um pot-pourri  pan-asiático: o nome Mee, que significa beleza  em coreano, terá no cardápio by Ken Hom (celebrity-chef sino-americano da BBC inglesa), especialidades do Sudeste Asiático (Tailândia, Malásia, Vietnã, Camboja, you name it; mais Japão, China e Coreia), chef executivo nissei (o Rafael Hidaka, que vem do Kinoshita) e a Yasmin Yonashiro, uma sommelière  de sake. O projeto do mais novo hotspot da cidade ficou a cargo de Carlos Boeschenstein e ainda vai ter o barman número 1 do Brasil (que venceu a etapa brasileira da Diageo World Class), Paulo Freitas, que já era o barman  do Bar do Copa. O investimento? R$ 3,5 milhões. Abre no dia 17 de fevereiro. Can’t wait.

Além do novo Mee, o Cipriani e o Pérgula, restaurante multiuso (café da manhã, almoço, jantar, brunch e a feijoada imperdível aos sábados) mais informal do hotel, ainda continuam como opções para comidas, comidinhas e drinques.

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Roberta Sudbrack

Roberta Sudbrack é um restaurante difícil, de sensações mistas. Não dá pra não valorizar o seu trabalho de resgate de ingredientes brasileiros pouco admirados pela gastronomia como jiló, quiabo, chuchu, inhame, fruta pão, abóbora, ou a técnica apurada que aplica sobre os ingredientes (o peixe estará no ponto perfeito, a gema caipira virá impecável no prato, o pãozinho é delicioso e vem fumegando de quente, a sobremesa é sempre um dos pontos altos…), ou ainda sua criatividade na combinação dos sabores. Mas, a experiência em geral, pelo preço que se cobra, deixa bastante a desejar.

A começar pelo ambiente. O restaurante fica instalado numa casa bem pouco charmosa numa agitada rua do Jardim Botânico (às vezes, bastante barulhenta); a decoração é rústica (rústica, não rústica-cool) com madeiras de demolição, pedras aparentes, mesas sem Ver Mais →

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