Chou

Rua Mateus Grou 345

entre a Artur de Azevedo e a Teodoro Sampaio

Pinheiros

Cinco minutos a pé da estação de metrô Fradique Coutinho

(Linha Amarela – 4)

CEP 05415-050

55 11 / 3083-6998

As reservas são feitas a partir das 10h para os seguintes horários: de terça a quinta, entre 20h e 21h, e nas sextas e sábados, entre 20h e 20h30, sempre com 15 minutos de tolerância, pelo telefone 55 11 / 3083-6998. É bom ligar com pelo menos dois dias de antecedência.

Preço aproximado por pessoa: R$ 155, considerando entrada R$ 22 + frango R$ 38 + risoni guarnição R$ 14 + batata guarnição R$ 13 + sobremesa R$ 25 + água R$ 4,40 + café R$ 5,50 + serviço 10% R$ 12 + manobrista R$ 19 = R$ 153

Aceita os seguintes cartões de crédito: Visa, Master, Diners e Amex

Segunda-feira:

Fecha

Terça a quinta:

Jantar, das 20h às 23h45

Sextas e sábados:

Jantar, das 20h à 0h45

Domingo:

Fecha

Nos feriados segue o horário de funcionamento normal.

Dress code:

Não tem, "todo mundo é bem-vindo com a roupa que quiser", disse o Chou <3

42 lugares. Quatorze no salão e o restante no jardim

Não tem wi-fi

Tem estacionamento com manobrista a R$ 19,00

Chef Gabriela Barretto

Desde 2008

Site, clique aqui

O Chou é um restaurante de comidinhas simples, bem preparadas com ingredientes frescos, não fotogênicas mas cheias de sabor, em uma charmosa casinha decorada com móveis rústicos e que tem um agradável quintal-jardim — nosso lugar preferido para jantar —, que no inverno ganha aquecedores e mantas, e no verão pernilongos (vá de calça comprida e repelente nos braços). O Chou poderia facilmente estar em Palermo Viejo.

Pra começar, peça o couvert e entradinhas para beliscar (adoro o chevrotin, as lulinhas na chapa com aioli e os lagostins grelhados). De prato principal, selecione a carne — impecavelmente — grelhada que tiver vontade no dia, só NÃO DEIXE de pedir como guarnições o risoni (uma massa no formato de arroz) cremoso com hortelã e pecans (não se preocupe, o sabor do hortelã é bem sutil, quase imperceptível) e as batatas rústicas amassadas com ovo, cebola, mostarda e manjerona, que vem fria mas vai muito bem no conjunto. Esses dois acompanhamentos combinam com qualquer carne: do peixe fresco do dia (no Chou, eles não trabalham com peixe congelado) à coxa e sobrecoxa de frango (sem osso), passando pelas costeletas de porco e o miolo de contrafilé argentino. Se quiser manter a dieta, tem batata doce orgânica assada como opção (só peça sem manteiga). As guarnições são cobradas separadamente.

A única coisa que decepciona no Chou são as sobremesas, apesar de todos os adjetivos que as descrevem no cardápio (“decadente”, “perfumado”, “pra comer como se não houvesse amanhã”). Do cookie ao bolo de banana, nada impressiona.

O serviço é bom, mas só seria preciso ter um pouco mais de atenção quando o cliente abre a porta da casa. Raramente alguém vem te receber e você tem de sair à caça de alguém para pedir uma mesa.

Uma noite no Chou com amigos, bebidinhas e comidinhas é sempre muito agradável. E pode ser romântico também. <3

salao-restaurante-chou
O pequeno salão onde fica o bar que antecede o delicioso jardim. Imagem: Gui Galembeck – Divulgação.

 

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shoichi.simonde@gmail.com