Gelato Boutique, sorvetes exclusivos e premiados

Sorbetti de prosecco (o rosa) e o já clássico Tropicália: manga com maracujá, sem leite.

Rua Pamplona 1023

na esquina com a Alameda Itu

a 3 quarteirões do metrô Trianon

Jardins

Metrô Trianon Masp

(Linha Verde)

55 11 / 3541-1532

Preço aproximado por pessoa: R$ 25, considerando um gelato médio no copinho ou na casquinha feita na casa a R$ 12 + café espresso R$ 5 + água R$ 4 = R$ 21.

Aceita todos os cartões de crédito.

Segunda a domingo:

Das 10h às 22h

Abre também nos feriados, das 10h às 22h

50 lugares

Tem wi-fi

Não tem manobrista

Na Rua Pamplona tem vários estacionamentos ou você pode deixar o carro na Alameda Itu; nos fins de semana e à noite, costuma haver vagas

Chef Marcia Garbin

Desde 2015

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Sorvete de pistache você encontra todos os dias em todas as gelaterias de São Paulo. Mas não  na Gelato Boutique, que só produz o parfum  quando a maestra gelatiere  Marcia Garbin (paulistana que estudou pâtisserie  na França, mas foi premiada na Itália, berço do gelato) consegue comprar o pistache cru, que é torrado e triturado na própria cozinha e, então, usado para bater o sorvete (por causa da dificuldade de encontrar o ingrediente fresco aqui, ela acaba de viajar para a Itália em busca de fornecedores de pistache e avelãs). Nas outras — também boas — sorveterias, é utilizada uma pasta industrializada de pistache (sempre de Bronte, na Sicília, terra vulcânica famosa pelo ingrediente) que é misturada à massa, na máquina, na hora de produzir o gelato. “A pasta pronta 100% pistache é boa, mas não é a mesma coisa. É como comparar o atum em lata, que passa meses entre a ‘produção’, a viagem, o estoque, ao atum fresco. Cada um cumpre com a sua função mas definitivamente não é a mesma coisa; e não que seja artificial ou de má qualidade”, diz a chef. Enquanto os gelati  têm geralmente 8% de pistache, o da Boutique leva 20%. É muito mais ingrediente, muito mais sabor e aroma.

E são esses os diferenciais da Boutique, uma das pouquíssimas sorveterias paulistanas que produzem gelato  100% artesanal, sem a adição de qualquer pasta pronta, além do uso dos melhores ingredientes associados à autoralidade das criações, que você confere até nos sabores mais comuns como o Baunilha 360 (aromatizado com três variedade de baunilha fresca); o limão, que pode ser cravo ou siciliano, sempre com um twist  que pode ser manjericão, menta ou hibisco; o doce de leite, que leva cumaru, uma espécie de baunilha sul-americana; ou mesmo o tutti-fruti, feito só com frutas frescas e que consegue, de verdade, nos fazer viajar para a infância. O preço também é ótimo, pois os copinhos e casquinhas (também feitas na casa, a R$ 10, R$ 12 e R$ 14) custam o mesmo de outras gelaterias que não entregam metade da dedicação e capricho da Gelato.

Dos sabores especiais, não deixe de provar o matcha (quando houver), gelato  do pó do chá verde utilizado nas cerimônias de chá japonesas, ou o Caffè-Lime, a receita da chef  que venceu o Festival de Gelato de Firenze em 2013, que leva café espresso  em blend  do Coffee Lab com suco e raspas de limão, ou ainda o AmmaPassione (premiado no mesmo festival em 2012): um gelato  de chocolate Amma ao maracujá e grué  de cacau. Sabores e dulçor sempre muito equilibrados, e deliciosos.

O ambiente espaçoso, confortável e elegante também é um ponto forte. Sofás de couro, cadeiras de acrílico, mesas na altura correta, espresso  Illy, wi-fi  e o horário de funcionamento amplo, todos os dias, incluindo feriados, das 8h às 22h, fazem da Boutique um ótimo lugar para a leitura ou trabalho, e também comer gelato.

{Confira o Guia definitivo dos melhores sorvetes — gelato e ice cream — de São Paulo, do qual a Gelato Boutique faz parte, claro, clicando aqui}

SONY DSCTodos os gelati  ficam guardados nos pozzetti  para que tenham o mínimo contato com luz e oxigênio, preservando os aromas e os sabores de cada gelato. Imagem: Shoichi Iwashita

SONY DSCGeral da loja que fica na esquina da Rua Pamplona com a Alameda Itu vista do aconchegante mezanino. Imagem: Shoichi Iwashita

SONY DSCMesas, sofás e cadeiras no mezanino. Imagem: Shoichi Iwashita

SONY DSCA maestra gelatieri  Marcia Garbin finalizando o sorbetto  de prosecco (só leva água, açúcar, prosecco  e um pouquinho de farinha de alfarroba) adicionando a bebida rosé  na máquina. Em alguns minutos, o gelato estaria pronto. Imagem: Shoichi Iwashita

SONY DSCO sorbetto de prosecco sendo retirado na máquina direto no pozzetto, que vai para o balcão, já pronto para ser servido. Imagem: Shoichi Iwashita

SONY DSCAlém da máquina “horizontal” 100% automática, a Gelato Boutique também tem essa máquina vertical 100% manual em que o chef  precisa ele mesmo “bater” o gelato  com um bastão pesado enquanto a máquina resfria a mistura. Imagem: Shoichi Iwashita

SONY DSCTudo é feito na casa: aqui, a calda de mirtilo que vai no gelato  de iogurte. Imagem: Shoichi Iwashita

SONY DSCO gelato  de iogurte com calda de mirtilo pronto para ir para o balcão. Imagem: Shoichi Iwashita

SONY DSCAs casquinhas também são feitas na casa com receita própria. A não perder. Imagem: Shoichi Iwashita

SONY DSCNo copinho, sorbetto  de prosecco  e o já clássico Tropicália, sorbetto  de manga com maracujá. Imagem: Shoichi Iwashita

SONY DSCMais fotos do agradável mezanino. Imagens: Shoichi Iwashita

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shoichi.simonde@gmail.com