Padoca do Maní

Rua Joaquim Antunes 138

quase esquina com a Rua Gracindo de Sá

Jardim Paulistano / Pinheiros

Metrô Fradique Coutinho a 700 metros

(Linha Amarela)

55 11 / 2579-2410

Preço aproximado por pessoa: R$ 55, considerando o Café Padoca R$ 36 + bolo de brigadeiro R$ 13 + água R$ 5 = R$ 54.

Segunda-feira:

Fecha

Terça a sexta:

Das 8h às 19h

Sábado:

Das 8h às 16h

Domingo e feriados:

Das 8h às 14h

24 lugares

Tem wi-fi

Não tem manobrista

Depois do meio-dia, você pode deixar o carro com os manobristas dos restaurantes da Joaquim Antunes (do próprio Maní, por R$ 20). O estacionamento mais próximo é a Vepar, na Avenida Rebouças 2289, sentido Centro, a 400 metros da Padoca do Maní.

Desde 2015

Site, clique aqui

Com apenas 24 lugares sentados, simplesmente NÃO VÁ nos finais de semana, a não ser que você não  acorde com fome e não  se importe em ficar esperando uma hora por uma mesa, em pé, na calçada, sem lista de espera (e quando conseguir se sentar, ainda ter um menu mais restrito). Durante a semana, se você quiser tomar café de manhã, de manhã  (quando os restaurantes da Joaquim Antunes ainda estão fechados para almoço e seus manobristas ainda não estão trabalhando), também vai ter sérios problemas para parar o carro: não tem serviço de manobrista, não tem estacionamento na região, a estação de metrô mais próxima é a Fradique Coutinho (a 700 metros), é proibido parar o carro na movimentada rua e, nas ruas adjacentes, as vagas são concorridas (você vai precisar dar voltas e mais voltas). Parar o carro é um motivo de estresse já na chegada (e com fome, a irritação aumenta ainda mais). Por isso, o melhor jeito de chegar à Padoca do Maní é de táxi, bicicleta e ônibus. (Saiba o que é, para a Simonde, o café da manhã perfeito, clicando aqui.)

Mas uma vez lá, durante a semana, e com uma mesa, é só se deixar apaixonar pelo ambiente, pelas comidinhas expostas no pequeno salão e pelo café da manhã — ou da tarde — mais charmoso de São Paulo. Na Padoca do Maní, vizinho e dos mesmos donos do restaurante Maní, não tem serviço na mesa. Você vai até o caixa/balcão, pega o menu, faz o pedido, deixa o seu nome, paga, e, aí sim, vai para mesa aguardar te chamarem para que você busque a sua bandeja no balcão.

E no cardápio, tem tudo o que a gente gosta, preparado, servido e apresentado do jeito que a gente gosta (mas só durante a semana; nos fins de semana, com o alto movimento, eles só servem o combo Café Padoca, abaixo, e algumas opções de salgados e bolos): tostex integral de peito de peru com queijo Minas, tapioca Caprese, ovos mexidos perfeitos, focaccia de cebola, salada de frutas com iogurte e granola, café espresso  (Nespresso) ou pingado (espresso com espuma de leite), café coado à disposição de todos e de graça, um bolo de brigadeiro delicioso, sucos (de frutas e verde). Sem falar nas variedades de doces e salgados que variam conforme o dia (crumble de maçã e uma torta de pupunha deliciosos).

O combo Café Padoca, a R$ 36, com cesta de pães quentinhos, ovos mexidos com torrada, geleia, manteiga, requeijão, suco, espresso  e salada de frutas com iogurte e granola, é variado e tem ótima relação custo-benefício (considerando que pelo ovo mexido, solo, você pagaria R$ 16, e pelo suco + R$ 9).

A placa de boas-vindas na varanda. Imagem: Shoichi Iwashita Durante a semana, além do café da manhã, são servidos o sanduíche do dia, tortas salgadas ou quiches acompanhados de salada. Imagem: Shoichi Iwashita Os pães feitos na casa que você pode comprar pra levar. Imagem: Shoichi Iwashita O café coado na garrada térmica fica à disposição, como cortesia. Imagem: Shoichi Iwashita O Café Padoca na bandeja e um tostex de queijo meia cura. Imagem: Shoichi Iwashita O balcão ao lado do caixa onde você faz o pedido e o pagamento. Imagem: Shoichi Iwashita Ótimo crumble de maçã. Imagem: Shoichi Iwashita Com massa pesada demais para o meu gosto, a cuca de uva é uma receita do Sul do país, de onde vem a chef Helena Rizzo. Imagem: Shoichi Iwashita Na geladeira que parece um guarda-roupa antigo, vários produtos orgânicos para levar pra casa. Imagem: Shoichi Iwashita

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shoichi.simonde@gmail.com