Quem morou no Museu do Ipiranga?

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Ao visitar palácios históricos, é quase automático tentar imaginar a vida daqueles que ali habitavam: a vida nos corredores, nos aposentos, nos jardins, o que vestiam, o que falavam. Uma vez passeando pelo Museu Paulista, conhecido pelos paulistanos como Museu do Ipiranga (quando ele ainda estava aberto e operante), parei por alguns segundos e fiquei pensando: “ok, Dom Pedro I deu o grito da Independência logo ali, mas todos os membros da família imperial e os governantes da República sempre habitaram o Rio de Janeiro, nunca São Paulo”. O que fazia aquele palácio imponente do século 19 — quando São Paulo tinha apenas 70 mil habitantes — no bairro do Ipiranga?

Ninguém NUNCA morou no edifício eclético-neo-renascentista que abriga o Museu Paulista. O edifício com ares de palácio, desde o início, fora construído como um monumento para Ver Mais →

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Cinemas em Paris

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Paris, junto com Nova York, é a cidade mais cinéfila do mundo. Mas também foi o berço do cinema. Foi aqui que os irmãos Lumière inventaram o projetor de filmes; foi aqui que o ilusionista Georges Méliès – inspirado depois de assistir à primeira exibição pública dos Lumière – gravou cenas cheias de efeitos especiais usando a novíssima tecnologia; foi aqui que aconteceu a primeira exibição paga de um filme em um cinema, em 1895; foi aqui que a arte de contar histórias através do cinema sofreu a revolução da nouvelle vague, com nomes que viriam a fazer parte da história do cinema.  Essa combinação de fatores faz com que os parisienses cultivem um carinho especial e considerem o cinema como uma verdadeira forma de arte.

Por isso, ir ao cinema em Paris é uma experiência essencial para aqueles que desejam vivenciar o estilo de vida parisiense de ser (aliás, em qualquer lugar do mundo sempre acho interessante ir ao cinema – especialmente em cinemas de bairro –: você dificilmente Ver Mais →

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La Pagode


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Fechou em novembro de 2015, por causa de uma briga judicial entre a rede de cinemas Étoile e a dona do edifício, mas a gente ainda tem esperanças de que o Pagode reabra como cinema… Atualmente a fachada e o prédio são cobertos por vegetação, mas onde hoje é o La Pagode já foi o salão de festas do casal M. e Mme. Morin, um dos donos da loja de departamentos Bon Marché – o primeiro grand magasin  de Paris. A construção em si, que data de 1895 (coincidentemente o mesmo ano em que aconteceu a primeira exibição pública de um filme na cidade – e no mundo) e imita um pagode à la orientale  de maneira rica e ornamentada, foi encomendada por M. Morin para presentear sua esposa.  (E não, Morin não comprou o pagode inteiro no Oriente, trouxe todas as peças de navio e as montou, uma a uma, na rue de Babylone ). E tornou-se um cinema quando da separação do casal, no começo dos anos 1930. Ver Mais →


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