Aizomê: Uma chef por trás de um dos melhores restaurantes japoneses de São Paulo

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Que o Japão é um país extremamente machista, quem já foi sabe. No teatro kabuki, apenas homens interpretam personagens masculinos e femininos. Nos negócios, praticamente não existem mulheres no topo da hierarquia corporativa (e mais da metade das poucas presidentes de empresa no Japão herdaram o cargo de algum parente). Na política, você tampouco irá encontrá-las. E na gastronomia é a mesma coisa: você nunca verá uma mulher atrás de um balcão de sushi  (ou mesmo trabalhando nas cozinhas dos mais famosos restaurantes do Japão), porque acredita-se que as mãos femininas são mais quentes e menores que a dos homens, o que as tornam inapropriadas para fazer sushi  ou sashimi, que as mulheres são frágeis para o trabalho duro da cozinha, ou ainda, segundo Jiro Ono, do Sukiyabashi Jiro, em Tóquio, “porque o ciclo menstrual afeta o paladar das mulheres”  (e todas as mudanças neste panorama ainda são bem  tímidas). Mas, em São Paulo, a chef  Telma Shiraishi conquistou não só o respeito da comunidade Ver Mais →

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Osteria del Pettirosso, um dos melhores italianos de SP

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Em tempos de gastronomia midiática que não se cansa de inventar muódas  para chamar a atenção, como é bom “voltar para casa” e comer comida de verdade, tradicional, com ingredientes selecionados, bem executada e sem pretensões (essas que nem sempre dão certo). E as chances de satisfazer o estômago — e a alma — são bem maiores quando se trata de comida italiana: seja com um gelato, uma pizza  ou uma pasta  com molho de tomate fresco.

A Osteria del Pettirosso fica numa casinha despretensiosa (mas com aquele charme displicente-decadente de Roma, cidade natal do chef ) escondida nos Jardins, no fim da Lorena quase esquina com a quase-sempre-engarrafada  Rebouças. E, no melhor estilo osteria (estabelecimentos simples, informais, familiares), com o chef  Marco Renzetti na cozinha e sua esposa Erika comandando o salão, quase tudo é feito artesanalmente na casa: dos pães (do jeito que eu gosto, macios e Ver Mais →

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Breizh Café Paris

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Apesar de serem consumidas há mais de 8 mil anos, em diversas formas, as crêpes  — e as galettes (saiba a diferença entre elas, clicando aqui) — fazem parte da identidade gastronômica da Bretanha, região do Norte que só foi anexada ao Reino de França no século 15. E, com filiais na França e no Japão, engana-se quem pensa que o Breizh Café (“breizh” quer dizer “Bretanha” em bretão), que tem lojas em Saint-Malo e Cancale (ambas à beira mar), em Paris (uma no Marais) e no Japão (dez lojas!), nasceu na região dos crepes. O percurso foi completamente o contrário.

Casado com uma japonesa, o bretão Bertrand Larcher foi morar com sua esposa no Japão em 1995. E foi em Tóquio, em 1996, que abriram a primeira crêperie, lugar que se transformaria no bastião da tradição bretã no país do Sol Nascente. Só onze anos depois, em 2007, e cinco crêperies  no Japão que Bertrand abriria a filial do Breizh Café no coração do Marais, do Ver Mais →

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Frutaria São Paulo


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Apesar do ambiente casa-de-sucos-à-beira-da-praia, a Frutaria São Paulo tem preços de restaurantes de cidade grande. Mas, a proximidade do Parque do Ibirapuera faz do lugar a parada perfeita para uma agradável refeição, açaí ou suco pós-atividade física no parque. Com um cardápio repleto de opções saudáveis (frango orgânico, arroz integral, quinoa, verdes, e muitas, muitas frutas), os pratos são saborosos e bem preparados. Minha única restrição é sobre a maneira como eles montam os pratos; tudo sempre vem separado e um pouco difícil de comer.

E acontece também com o açaí: na tigela, só vem o açaí (que você pode escolher entre o comum e o premium, o “tipo A”, com o menos guaraná). Se você pedir os acompanhamentos (eu sempre peço, por exemplo, banana, leite em pó e paçoca), eles vêm todos em tigelinhas separadas. Aí, preciso pedir uma tigela maior, pra misturar tudo e comer do jeito que gosto. E aí vem a questão do sabor e do valor do conjunto. Você vai pagar R$ 19,00 pelo açaí A médio com 400 ml, R$ 3,50 por um pouco de leite em pó, mais R$ 3,50 pela banana fatiada, mais R$ 3,50 pela paçoca, o que deixa o açaí caro e você acaba não comendo todos os acompanhamentos porque a quantidade dos complementos que vêm para um açaí pequeno, de 300 ml, é a mesma que para um grande, de 500 ml. Por isso, o ideal é que duas ou três pessoas peçam açaí e se compartilhe os caros complementos.

Mas, se gastar R$ 100 por pessoa numa refeição pós-parque numa “frutaria” não é problema, a Frutaria São Paulo é uma opção, digamos, sofisticada para a sua proposta: as comidinhas são saborosas, os sucos e os smoothies são deliciosos, o lugar é agradável e você pode estacionar sua bicicleta na entrada.


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Le Jules Verne


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Se algum dia Alain Ducasse sonhou em pairar beeem acima da concorrência, ou melhor: se sendo o chef  mais estrelado do mundo ele quis ficar mais próximo das estrelas, ele conseguiu. Literalmente. A 115 metros de altura e ocupando parte do segundo andar do maior cartão postal da cidade, a Torre Eiffel (com elevador pequeno e exclusivo, não se preocupe com as massas), o Jules Verne é uma ótima opção para se comer bem, visitar a torre com elegância e ainda ter Paris a seus pés.

Com a vista majestosa (depois da refeição caminhe pelo restaurante para ver a cidade por diferentes ângulos) e o cenário à la Star Trek  (com staff habillé  em Lanvin e direito a porta automática para se chegar aos toilettes ), a sensação é a de que estamos sobrevoando a cidade no restaurante de um Zeppelin do século 21. Ver Mais →


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