The Shard, o edifício mais alto de Londres com uma belíssima vista 360º

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Fazer xixi num banheiro com parede de vidro, a 240 metros de altura, exposto para os céus e com toda Londres a seus pés é uma experiência que só uma visita ao observatório The View from the Shard pode proporcionar (com 310 metros de altura, o Shard é o arranha-céu mais alto de Londres e o quarto maior da Europa). Numa das regiões mais antigas da cidade (e pertinho do Borough Market, que a gente ama), em Southwark, o starchitect  italiano Renzo Piano (Whitney Museum, Morgan Library, Aeroporto Kansai, The New York Times) imaginou um caco de vidro — “shard” quer dizer caco — na forma de um edifício-pirâmide que abriga: escritórios (do 2 ao 28º andar), bares e restaurantes (do 31º ao 33º), o hotel Shangri-La (do 34º ao 52º, com uma piscina no 52º), apartamentos! (do 53º ao 65º, que custaram entre £ 30.000.000 e £ 50.000.000, ou R$ 300 milhões) e o observatório, Ver Mais →

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Byblo’s

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Quando em um restaurante de comida étnica — seja italiana, japonesa ou árabe —, ver estrangeiros “de origem” ou descendentes em busca da “comida da família” entre os frequentadores é sempre um sinal muito bem vindo de que o estabelecimento 1. é fiel às tradições e, principalmente, 2. tem comida boa (por isso sempre levo meu pai a restaurantes japoneses; ele tem uma sensibilidade para o sabor e a textura do arroz que eu não tenho). E no Byblo’s, restaurante de comida libanesa situada nesta ruazinha em Campo Belo que, num único quarteirão, possui uma oferta bastante interessante de comidas e doces, eu conheci a Meme, uma senhora que frequenta sozinha o restaurante porque no Byblo’s ela come a comida de sua avó.

Não espere por sofisticação no ambiente ou no atendimento (quando a Nohad, dona e chef, desce de sua cozinha para o salão, você a verá constantemente interferindo no serviço). Mas, Ver Mais →

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The Nomad Restaurant


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Quando entrei no Nomad, foi paixão à primeira vista. O hotel-e-restaurante que leva o nome do bairro onde está situado (NOrth of MADison Square Park) é aconchegante e faz a gente se sentir em casa – e no Costes (até saber que a decoração elegante em clima de boudoir – sooo French – era assinada pelo mesmo Jacques Garcia, que também decorou o Costes lá no comecinho dos anos 1990; explicado). Tanto o Costes como o Nomad são hotéis AND restaurantes de único nome. Mas, enquanto o Costes está numa localização incrível em Paris (na Saint-Honoré com a Place Vendôme) e o Nomad meio isolado entre downtown  e uptown, entre o leste e o oeste da ilha, o Nomad ganha de longe em outro quesito: comida. Quem comanda o restaurante é o chef  suíço Daniel Humm, do Eleven Madison Park (a três quadras daqui), um três macarons  Michelin que é um dos melhores restaurantes da cidade.

O cardápio é enxuto do jeito que a gente gosta – alguns snacks, oito opções e de entradas e oito opções de principais – e são temáticos: entre as entradas você tem “alho”, “atum”, “ovo”, “timo de cordeiro”, “foie gras”; entre os principais “cenoura”, “vieiras”, “lagosta”, “pato”. Apenas peça o que você tiver vontade de comer no dia e aproveite; tudo é impecável Ver Mais →


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Z Deli


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São 16 lugares, apenas seis em cadeiras, o resto em bancos em três pequenos balcões. Antes, não tinha banheiro. Depois da reforma de 2014, a gente consegue usar o banheiro dos funcionários no fundo da cozinha, pelo menos. O Z Deli não é pequeno, é micro (por isso, só vá durante a semana em horários alternativos — ou muito tarde ou muito cedo, se não quiser ficar esperando por um bom tempo). Mas, essa característica junto com as comidinhas saborosas e bem montadas é o que faz do Z Deli especial.

O cardápio, total New York, é enxuto (duas opções de salada, duas de sobremesa, 10 opções principais, o que a gente sempre gosta) e 80% das opções são de carne vermelha: hambúrguer, pastrami, roast beef, cordeiro. Frango só na salada Caesar. Pra quem não come carne bovina (eu) a opção fica sendo o ótimo Lox and Bagel: generosas fatias de salmão defumado, tomate, cebola e cream cheese. O bagel  vem quentinho, e o sanduíche é bem montado e saboroso. Mas o que atrai mesmo as pessoas para o Z Deli são os hambúrgueres, sempre fresquíssimos (são produzidos diariamente) e que são montados com ingredientes como jalapeños, pickles, cebola roxa, camembert  e foie gras. (Tanto é que no Prêmio Veja Comer & Beber 2013, a casa levou o 2º lugar na categoria Hambúrguer Gourmet e não na Sanduíche).

Pra acompanhar tem as Fat Fries, batatas fritas com casca acompanhadas de alho e alecrim. Apesar de muito bem temperadas, a maioria vem murcha com exceção dos palitos com casca (só esses que eu como). De sobremesa, vale pedir o delicioso and monster cheesecake, cremosíssimo e enorme. Dá pra dividir entre duas ou três pessoas. E você pode escolher a calda de frutas vermelhas ou morango azedo.


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Cuordicrema


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Uma sorveteria para adultos. Com menos gordura (os sorvetes mais gordurosos – com 9,5% de gordura – são os que levam chocolate, mas sorbetti  como pera – fantástico -, acerola, banana, abacaxi e laranja, cenoura e beterraba são 0%), muito menos açúcar que os dos concorrentes como Bacio di Latte e Casa Elli (na minha opinião, os mais doces, incluindo os sorbetti e granite; doçura que chega a atrapalhar o sabor das frutas), e oferecendo sabores como chocolate Satongo com sal rosa do Himalaia (o Satongo é um blend  de chocolate 72% da Callebaut com cacau de São Tomé, da Tanzânia e de Gana); Crema Fiorentina, uma receita da Florença do século 16 que leva creme de leite fresco, mel, cascas de laranja e limão, baunilha e pedacinhos de maçã e canela; ou do limão que vem do Lago di Garda, azedinho, com raspinhas da casca e um toque amargo no final (como se estivéssemos tomando um suco da fruta in natura), a Cuordicrema (assim mesmo, escreve-se tudo junto) tende a agradar paladares mais educados, mais maduros. (Sem falar no Amaretto, o meu sorvete preferido de todos os tempos. São 89 receitas, 18 sabores Ver Mais →


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Ferrugem e Osso

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A história tinha tudo para ser contada de uma maneira piegas e beira o fantástico: o amor entre um boxeador bonitão – e garanhão – desempregado que se envolve em negócios escusos com uma treinadora de orcas que perde as pernas em seu trabalho num acidente. Mas, as cenas são lindas (inclusive as cenas cheias de violência e as cheias de amor), intensas e repletas de nuances; o filme é contado de uma maneira real, humana e delicada; Marion Cotillard e Matthias Schoenaerts se consolidam como dois gigantes do cinema francês (apesar de Schoenaerts ser belga); o que faz de Ferrugem e Osso (De Rouille et d’Os ) um grande filme; mais um para a cinematografia do diretor Jacques Audiard.

A história de Alain (Schoenaerts) e Stéphanie (Cotillard) se desenvolve através de encontros/momentos de dor e só se torna possível graças a ela. E, apesar de durão, Ali – como é chamado pelo filho – é um homem generoso e amoroso, responsável por inúmeros momentos de sensibilidade e delicadeza.

Filmaço.

São Paulo, 11 de agosto de 2013. 

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