Fondazione Prada: Quando uma ex-comunista cria uma das mais belas instituições de arte privadas do mundo

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Durante toda a sua visita, deixe o ingresso no bolso, com acesso fácil, pois ele será pedido em cada um dos 10 pavilhões, de todos os formatos imagináveis, espalhados nos 19 mil metros quadrados (duas vezes maior que o novo Whitney do Renzo Piano em Nova York) que formam a Fondazione Prada, o maior espaço dedicado à arte contemporânea de Milão (incrivelmente, a mais internacional — e rica — das cidades italianas e uma das capitais mundiais da moda e do design  não tinha nada parecido; só o HangarBicocca, da Pirelli, do outro lado da cidade com 15 mil metros quadrados). Fundada em 1993 (a fundação) mas com a sede inaugurada apenas em maio de 2015, ela é resultado do recente interesse por arte da herdeira-que-nunca-quis-ser-estilista  que se tornou um dos maiores nomes da indústria (o grupo Prada — Prada, Miu Miu, Church’s, Car Shoe e Pasticceria Marchesi — tem hoje faturamento anual de mais de € 3,5 bilhões). Mas a resistência de Miuccia Prada de entrar para a moda, assumindo, em 1978, a marca criada por seu avô na Milão de 1913 (assim como o desconforto que ela sente em comprar arte, gesto que ela acha nada nobre) tem Ver Mais →

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Vivianne Wakuda Patissière, confeitaria ocidental com influência japonesa

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Os japoneses que vêm à São Paulo e provam das sobremesas da chef pâtissière  Vivianne Wakuda se sentem em casa. Especialista em yogashi 洋菓子 ], que é a versão japonesa da arte confeiteira ocidental (com influência principalmente francesa), em contraponto com o wagashi 和菓子 ], os doces tradicionais japoneses geralmente servidos na cerimônia do chá, Vivianne fica na cozinha do restaurante japonês Aizomê, nos Jardins, onde prepara as sobremesas da casa e atende por encomenda uma clientela cada vez maior de descendentes de japoneses em busca do shuukuriimu  perfeito (シュークリーム, é assim que os japoneses falam choux à la crème, ou ainda numa versão mi-français-half-American: choux cream), mas não só: suas receitas também tem agradado os paulistanos que buscam sobremesas mais leves e com doses mais equilibradas de açúcar. (Que também é a nossa definição de sobremesa perfeita: açúcar Ver Mais →

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Boxes do Instituto Atá no Mercado de Pinheiros: ingredientes especiais do Brasil agora acessíveis aos paulistanos

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O ótimo do Mercado de Pinheiros, um dos quinze mercados municipais de São Paulo, é que além de servir como ponto de abastecimento para quem mora na região, ele também está acessível para turistas  de outras partes da cidade, já que está a uma quadra da estação de metrô Faria Lima. Ou seja, perfeito para quem quiser provar os excelentes cebiches  e empanadas da Comedoria Gonzales, os dadinhos de tapioca ou o sorvete de rapadura do Mocotó Café (ir à Vila Medeiros, só quando quiser a experiência completa), ou comprar os brasileiríssimos ingredientes de origem que o Instituto Atá, ONG do chef  Alex Atala, junto com várias entidades, traz de inúmeros pequenos produtores Brasil afora, com quatro boxes no Mercado, representado os biomas brasileiros: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pampas. (No mercado, também dá para comprar frutas, legumes, cereais, Ver Mais →

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Spotlight, quando gente de bem defende o indefensável em nome da religião

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A minha vontade hoje era escrever “Apenas assistam a este filme que já é um dos melhores de 2016” e fechar a matéria com um ponto final. Em um momento quando negros, mulheres, transexuais, entre outras tantas vítimas de “invisíveis” injustiças sociais passam a ter suas vozes ouvidas, o filme Spotlight  vem tocar numa ferida sistêmica e nos fazer relembrar um escândalo que ficou nas nossas memórias como mais uma série de tristes manchetes. O filme de Tom McCarthy vem colocar rostos, nomes e mostrar os bastidores — e as dificuldades — da investigação do maior jornal de Boston, uma rica cidade dos Estados Unidos onde a Igreja Católica detém poder em todas as esferas da sociedade (da política à educação, passando pela justiça e pela vida da maioria de seus habitantes), que trouxe à tona o abuso sexual e sistemático de milhares de crianças por centenas de Ver Mais →

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Isso É Café, fazenda centenária, café moderno

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Não temos o melhor café do mundo, mas temos cafés muito bons. E o legal do Brasil — e de São Paulo, um dos estados produtores de bom café no país — é que aqui você pode provar a bebida em estabelecimentos que, eles mesmos, plantam, colhem, selecionam, torram e entregam os grãos ou a bebida na xícara, direto nas suas mãos, sem intermediários. E, dos bons cafés paulistanos, você consegue ter essa experiência no Octavio e no Isso É Café. {para ver o nosso Guia Definitivo dos Melhores Cafés de São Paulo, clique aqui}.

Já na quinta geração da família, em uma fazenda centenária em Mococa, interior paulista, a Fazenda Ambiental Fortaleza produz café desde 1850. E em vez de seguir plantando café commodity  em grande quantidade apenas para exportação, os herdeiros da família decidiram trilhar pelo caminho do café orgânico (não toda produção ainda), de forma humana e sustentável, sem deixar ter como objetivo café de altíssima qualidade. E Ver Mais →

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Hotel Tryp, dentro do Terminal 3, em Guarulhos

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Quem já foi para a Ásia e teve de fazer conexão depois de 12 horas de voo — para pegar outro voo de mais 10, 11 horas — sabe o quão cansativo é todo o processo, principalmente quando você precisa esperar no aeroporto por 5, 6 horas, sem poder sair ou por que não pode ou por que não dá tempo de ir à cidade e voltar. E é para esses viajantes que, em agosto de 2015, abriu na área restrita do Terminal 3 do aeroporto de Guarulhos, o hotel Tryp, um quatro estrelas com 80 quartos (o único no hemisfério sul com essa proposta).

QUEM PODE SER HOSPEDAR NO TRYP GRU NO TERMINAL 3?

O público é bem  específico. Como o Terminal 3 é exclusivo para voos internacionais e o hotel fica dentro da área restrita, ou seja, depois do controle de passaportes para quem vai viajar, isso significa que apenas passageiros chegando de outro país e indo para outro país (inter-inter, como eles chamam) podem se hospedar no Tryp; são passageiros que nem retiram suas bagagens despachadas na esteira, vão para o hotel apenas com a bagagem de mão. Para passageiros saindo do Brasil, o hotel só será útil para quem vier de outra Ver Mais →

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Cozinha francesa (com vinhos!) em food park neste fim de semana em SP

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O Piknik é o food park  que a gente adora: wi-fi, ótima localização (a 500 metros da Estação Faria Lima do metrô), ambiente agradável e confortável (banheiros usáveis, pias para lavar as mãos, mesas e cadeiras de madeira, toldos para proteger do Sol ou da chuva, cheio de plantas) e uma ótima seleção de comidinhas de food trucks  espalhados pelos dois mil metros quadrados do espaço, que tem entradas pela Avenida Rebouças e pela Rua Henrique Monteiro. E até domingo, dia 20 de setembro, o Piknik Faria Lima recebe a terceira edição do Apéritif à la française, evento organizado pelo Ministério da Agricultura e da Agroindústria da França e marcas francesas em várias cidades do mundo como Tóquio, Montréal, Copenhague, Nova York, Hong Kong e Dubai, com o objetivo — fácil — de encantar os terráqueos com os sabores, o savoir-faire  e o art de vivre à la française.

Além dos food trucks  que já ocupam o local desde a sua abertura, o Apéritif  traz para o Piknik nomes deliciosos e pratos tradicionalmente franceses: o Le Vin, que está fazendo um ótimo arroz de pato (R$ 26) servido em prato de plástico duro e transparente (você não Ver Mais →

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Frigobar Speakeasy: Um bar secreto que faz voltar no tempo

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Não tem fachada nem nome na porta, que não é nada bonita. Você toca a campainha, fala uma senha, entra meio que sem conseguir ver quem está te recebendo, é levado por um corredor sinistro escada abaixo até um porão no subsolo de um bar onde você vai entrar por u… o resto é surpresa. A questão é: se os donos queriam imprimir no Frigobar a atmosfera de um speakeasy, de um blind pig, como eram chamados os estabelecimentos que vendiam bebidas alcoólicas durante a Prohibition Era nos Estados Unidos (de 1920 a 1933), eles conseguiram.

Já não sendo o Frigobar um bar comum, o funcionamento é restrito e complexo: só abre às sextas e sábados, você só pode reservar para até quatro pessoas, precisa pagar o ingresso antecipadamente (não pode alterar a data ou número de pessoas depois do pagamento), a senha (pessoal e intransferível) só vai chegar no seu email  no dia da sua reserva, que deverá Ver Mais →

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A Dama Dourada

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Não há quadro com história mais incrível no — difícil e muitas vezes obscuro — mundo das artes que Goldene Adele ou Woman in Gold, da fase dourada do pintor austríaco Gustav Klimt, cuja história é retratada no filme A Dama Dourada. Esse é o nome que o quadro recebeu quando foi roubado pelos nazistas para esconder o fato de que a retratada, a grande dame  da sociedade vienense Frau Adele Bloch-Bauer, era judia. São quase 100 anos entre a pintura do quadro em 1907, a morte repentina de Adele em 1925, o roubo do quadro pelos nazistas (junto com outras 67 grandes obras de arte da coleção de Ferdinand Bloch-Bauer, marido de Adele) em 1938, o começo do processo em 2000 e a restituição pela Justiça e venda para o colecionador Ronald Lauder, herdeiro do império de cosméticos Estée Lauder, em 2006, por 135 milhões de dólares; o maior preço pago por um quadro na história até então. O processo judicial complexo e inédito — com desfecho Ver Mais →

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Padoca do Maní

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Com apenas 24 lugares sentados, simplesmente NÃO VÁ nos finais de semana, a não ser que você não  acorde com fome e não  se importe em ficar esperando uma hora por uma mesa, em pé, na calçada, sem lista de espera (e quando conseguir se sentar, ainda ter um menu mais restrito). Durante a semana, se você quiser tomar café de manhã, de manhã  (quando os restaurantes da Joaquim Antunes ainda estão fechados para almoço e seus manobristas ainda não estão trabalhando), também vai ter sérios problemas para parar o carro: não tem serviço de manobrista, não tem estacionamento na região, a estação de metrô mais próxima é a Fradique Coutinho (a 700 metros), é proibido parar o carro na movimentada rua e, nas ruas adjacentes, as vagas são concorridas (você vai precisar dar voltas e mais voltas). Parar o carro é um motivo de estresse já na chegada (e Ver Mais →

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