Aix-en-Provence: Mercados a céu aberto, arquitetura burguesa, dança contemporânea, Cézanne e piscina

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Diferentemente de outras cidades na ensolarada Provence, como Arles ou Nîmes, e apesar de também ter sido fundada pelos romanos com o nome de Aquae Sextiae (por conta das águas termais que até hoje brotam em algumas de suas inúmeras fontes), em Aix-en-Provence você não encontrará ruínas romanas; está tudo enterrado. Mas, ainda assim, la ville aux mille fontaines  (a cidade das mil fontes, como se referia à Aix Jean Cocteau); dos muitos e coloridos mercados nas praças medievais (de flores, de frutas e legumes, de peixes, de artesanato — tem todos os dias — e a Provence é considerada “a horta da França”); e também sede de uma das minhas companhias de dança preferidas (o Angelin Preljocaj, que ocupa o Pavillon Noir, edifício contemporâneo de concreto e vidro assinado por Rudy Ricciotti, o mesmo do MUCEM de Marseille) e de um dos festivais de ópera mais importantes do mundo (o Festival d’Aix-en-Provence, tipo, imperdível), Aix é uma das cidades mais famosas e queridas — e foi das mais importantes — não só do condado independente da Provence, de que era a capital (a Provence só é anexada à França no século 15, em 1481), mas também do hexágono que ajudou a formar (“l’Héxagone” — essa figura geométrica de cinco pontas e seis lados — é um dos apelidos da França).

HOTÉIS DE CHARME DISTANTES DO CENTRO; AFINAL, ONDE FICAR?

aix-en-provence-franca-france-o-que-fazer-dicas-como-chegar-1100-46Mas apesar de sua história como principal cidade da região por muitos séculos, de sua ligação com a arte (o pintor pós-impressionista Paul Cézanne, conterrâneo do escritor Émile Zola, nasceu e morreu aqui), e de sua arquitetura (são centenas de hôtels particuliers  no coração da cidade, rivalizando em número com Paris, apesar de sempre ter tido Ver Mais →

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