Le Meurice: Localização e gastronomia imbatíveis; mas e os quartos?

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Existe uma distância estilística  não muito esperada entre o térreo do Meurice — com seus maravilhosos restaurantes e bar, alguns dos mais belos e elegantes da capital parisiense — e os andares acima, onde estão os quartos.  A sensação é a de que você está em dois hotéis diferentes, apesar de ter sido reaberto no ano 2000 depois de dois anos fechado para reforma. Se os salões deste hotel mítico, inaugurado em 1835 (ou seja, há quase duzentos anos), foram repaginados de forma muito bem sucedida por Philippe Starck, entregando exatamente  o tipo de ambiente e experiência que a gente espera de um hôtel palace, é como se, de alguma forma, o restante do hotel, todo em estilo Louis XVI, já tivesse envelhecido e se tornado datado (apesar de eu amar demais os banheiros inteiros em mármore — veja as fotos abaixo —, como no Four Seasons de Milão, que, na minha opinião, são atemporais…) O problema também  está em pagar € 1100 por noite, que é praticamente Ver Mais →

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Alain Ducasse au Plaza Athénée

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Tirando os bistrots  (Aux Lyonnais, Benoît, Rech) e o restaurante da Torre Eiffel, o Jules Verne, são dois os grandes — e estrelados — restaurantes Alain Ducasse em Paris. Os dois ocupam o térreo de hotéis-palácio (a distinção máxima do luxo na França): o Meurice e o Plaza Athénée, e os dois hotéis pertencem à Dorchester Collection, cujo dono é Hassanal Bolkiah, o sultão de Brunei.

E não há restaurante no mundo com teto mais deslumbrante do que o Alain Ducasse au Plaza Athénée (felizmente eles mantiveram a explosão de cristais, depois de uma reforma completa do hotel que manteve o restaurante fechado por dez meses em 2014). Saíram as toalhas de linho branco sobre as mesas, que ficam descobertas, nuas (uma mudança radicalíssima para um restaurante de alta gastronomia na França); e agora, o prato vem direto sobre o tampo de carvalho (nem um joguinho americano sequer), no design  de Patrick Jouin e Sanjit Manku (os panos só voltam no serviço de café da manhã do hotel, Ver Mais →

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Lafayette Gourmet

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Uma geladeira, grande, só com manteigas — Boudier, Échiré, Beillevaire, incluindo um corner  da Bordier em que eles “batem” a manteiga na sua frente (le tapage du beurre) — já seria motivo suficiente para visitar a Lafayette Gourmet, que desde 2014 passou a ocupar o prédio da seção Maison das Galeries Lafayette (numa união bastante inteligente e que é bastante prática para quem ama receber, comida e casa). Acrescente azeites especialíssimos, jamón  Pata Negra, a Bordeauxthèque (lugar imperdível, veja a nossa matéria, clicando aqui), e ainda a possibilidade de provar in loco  as carnes, os queijos, o jamón (cada departamento possui um balcão com 20, 30 cadeiras). No Steak Point, por exemplo, você pode pedir o corte de uma das carnes no açougue (provenientes da Normandia, da Escócia, do Japão), do tamanho que você quiser, e eles grelham na hora, com alguns acompanhamentos, para que você deguste lá mesmo. O mesmo com o jamón Ver Mais →

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Alain Ducasse, a matriz


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Apesar de não resultar em uma refeição empolgante, uma visita à matriz do império Alain Ducasse no mundo vale — para quem leva comida a sério — pela altíssima qualidade dos ingredientes. Do caviar à lagosta, passando pelas vieiras — nunca as tinha comido tão grandes e tão suculentas — ao frango de Bresse (até a carne do peito é úmida e macia, além de ser uma das especialidades do chef gascão), tudo é o melhor e da melhor procedência. E, talvez, seja esse o maior mérito de Ducasse e de seu chef executivo, Christophe Saintagne: o de preparar ingredientes muitíssimo bem selecionados de maneira que se possa sentir seu gosto verdadeiro, no seu melhor estado, sem malabarismos (o que me lembra um pouco o purismo e a sutileza da gastronomia fria japonesa; se o peixe não estiver bom, não há tempero ou cozimento que disfarce a textura ou o sabor). O menu todo — incluindo as sobremesas — cabe em uma única folha; só frente. É o essencial, no sabor e na oferta, Ver Mais →


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Le Meurice: sai Alléno, assume Ducasse

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TrocaDeChefs

À esquerda, Yannick Alléno; à direita, o onipresente, Alain Ducasse. 

A cena gastronômica parisiense ficou mais pobre. É uma pena que, depois de dez anos, o chef-galã Yannick Alléno tenha saído do Meurice; a meu ver, o restaurante mais deslumbrante – em todos os sentidos – de Paris até então (Monsieur  Alléno foi o responsável pela conquista do terceiro macarron  Michelin para o Meurice em 2007). O décor  histórico retocado por Philippe Starck combinava perfeitamente com a criatividade, a beleza e os pratos cheios de sabor do chef  (sem falar nas sobremesas mais impressionantes e deliciosas entre muitos restaurantes três estrelas; e, não, não são todos os grandes restaurantes que têm pratos cheios de sabor).

Desde setembro, assumiu as caçarolas do mítico restaurante no hotel de mesmo nome o chef  mais estrelado do mundo, Alain Ducasse, cuja flagship  era no hotel Plaza Athénée, na Avenue  Montaigne, que, assim como o hotel Meurice, pertence à Dorchester Collection.

O Plaza Athénée fechou para uma reforma e só reabre em junho de 2014 e Alain Ducasse não deve perder o espaço que tem no hotel (a mudança de endereço foi bastante oportuna já que Alain Ducasse ficaria alguns meses sem seu principal restaurante aberto). Resta saber como ele diferenciará, com a reabertura do Plaza, os dois espaços (com personalidades bastante diferentes, a apenas 2 quilômetros de distância, ambos com três macarons  Michelin) para que os comensais tenham vontade de visitar ambos os endereços.

Para quem quiser saborear as criações de Alléno, que passa por uma reinvenção filosófica de sua cozinha (escreveu até um manifesto para a gastronomia contemporânea), só no 1947, restaurante de apenas 25 lugares, no hotel Cheval Blanc, em Courchevel, que pertence ao conglomerado de luxo LVMH. Ver Mais →

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Le Jules Verne


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Se algum dia Alain Ducasse sonhou em pairar beeem acima da concorrência, ou melhor: se sendo o chef  mais estrelado do mundo ele quis ficar mais próximo das estrelas, ele conseguiu. Literalmente. A 115 metros de altura e ocupando parte do segundo andar do maior cartão postal da cidade, a Torre Eiffel (com elevador pequeno e exclusivo, não se preocupe com as massas), o Jules Verne é uma ótima opção para se comer bem, visitar a torre com elegância e ainda ter Paris a seus pés.

Com a vista majestosa (depois da refeição caminhe pelo restaurante para ver a cidade por diferentes ângulos) e o cenário à la Star Trek  (com staff habillé  em Lanvin e direito a porta automática para se chegar aos toilettes ), a sensação é a de que estamos sobrevoando a cidade no restaurante de um Zeppelin do século 21. Ver Mais →


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Beige


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O Beige é um restaurante-experiência que você só encontra em Tóquio. Imagine jantar no prédio da Chanel (com vista para o bairro de Ginza), onde os móveis são assinados por Peter Marino, os garçons vestem Karl Lagerfeld e a comida é de Alain Ducasse. Através de uma parceria única no mundo, Ducasse se inspirou em Mademoiselle  (bege era sua cor favorita) para criar um cardápio francês contemporâneo e enxuto (a gente sempre prefere restaurantes com poucas – e boas – opções) com ingredientes locais, como a carne bovina de Kyushu, vieiras de Nemuro, legumes de Kamakura, porco Meishan de Ibaraki (um porco japonês com a carne bem gordurosa, como o Kobe Beef ), vitela de Hokkaido (da França vêm o foie gras, o frango, de Bresse, e a lagosta, da Bretagne), e você tem duas opções: 1. pode pedir o menu  (au fil de Ver Mais →


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