Paris para quem fala francês: Um roteiro além do básico para os apaixonados por cultura; teatro, cinema, literatura

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Não é preciso falar qualquer idioma perfeitamente para apreciar grande parte das experiências nas viagens: as paisagens, a arquitetura, a gastronomia, os concertos, espetáculos de dança, as exposições (a maioria dos museus tem placas e legendas versadas para o inglês), as vitrines. Mas para se aprofundar na cultura local e absorver a visão de mundo dos nativos (quase sempre muito diferente da nossa, e essa é uma das partes mais enriquecedoras das viagens), seja lendo os artigos de opinião dos jornais sobre os assuntos do momento, os debates na televisão (e na França, é o que você mais vai ver ao ligar a TV), assistir às peças dos dramaturgos que fizeram a história do país e ler o livros que não foram traduzidos para o inglês — e ainda mais raramente para o português —, a fluência no idioma é essencial. E não há governo que invista tanto em cultura quanto o governo francês (talvez até por entender que esse é um dos grandes atrativos que nos faz voltar para a França tantas Ver Mais →

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La Pagode


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Fechou em novembro de 2015, por causa de uma briga judicial entre a rede de cinemas Étoile e a dona do edifício, mas a gente ainda tem esperanças de que o Pagode reabra como cinema… Atualmente a fachada e o prédio são cobertos por vegetação, mas onde hoje é o La Pagode já foi o salão de festas do casal M. e Mme. Morin, um dos donos da loja de departamentos Bon Marché – o primeiro grand magasin  de Paris. A construção em si, que data de 1895 (coincidentemente o mesmo ano em que aconteceu a primeira exibição pública de um filme na cidade – e no mundo) e imita um pagode à la orientale  de maneira rica e ornamentada, foi encomendada por M. Morin para presentear sua esposa.  (E não, Morin não comprou o pagode inteiro no Oriente, trouxe todas as peças de navio e as montou, uma a uma, na rue de Babylone ). E tornou-se um cinema quando da separação do casal, no começo dos anos 1930. Ver Mais →


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O ano passado, onde?

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L’Année Dernière à Marienbad  (em português, O Ano Passado em Marienbad ), é um dos filmes mais incompreendidos da história do cinema, apesar de extremamente belo e poético. O filme dirigido por Alain Resnais, uma das principais figuras da nouvelle vague  (movimento do cinema francês da década de 1960 formado por jovens autores que utilizavam o cinema para transgredir as regras do cinema mais comercial, com uma visão extremamente crítica da sociedade, propondo um “novo” cinema), ganhou o Leão de Ouro no Festival de Veneza de 1961 e foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original.

Num cenário luxuoso, entre châteaux  e jardins (da cidade de Marienbad, na República Tcheca, até Munique, na Alemanha – apesar de parecer que o filme se passa apenas num só local), três personagens sem nome (X, A e M) vivem uma história, ou uma “não-história”, que mistura o passado com o presente, a imaginação, a mentira com a realidade, revolucionando a narrativa clássica.

O filme é hipnótico, segue um ritmo onde parece que o tempo não existe, como se fosse um sonho, que tentamos saber o que é real e o que é apenas imaginação. Será que A realmente se encontrou com X no ano passado? Será que lhe prometeu que ela largaria seu marido M, para fugir com ele? Perguntas que ficam sem resposta.

Além de ser um clássico do cinema, O Ano Passado em Marienbad  nos deleita com uma fotografia linda, figurino impecável e a bela atriz Delphine Seyrig no papel de A.

Uns odeiam, outros amam. Para saber de qual lado você está não tem jeito: tem que assistir.

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