O Grande Hotel Budapeste

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A primeira coisa que chama a atenção no filme são as proporções de tela que o diretor Wes Anderson escolheu para a exibição: 4:3 (ou 1,33:1), a “janela clássica” dos filmes 35 mm para retratar as cenas que se passam nos anos 1930; 1,85:1, usada nos cinemas americanos e ingleses a partir dos anos 1960 para as cenas de 1968; e 2,35:1, a “janela panorâmica” para as cenas que se passam em 1985 (a proporção widescreen padrão que o cinema usa hoje é de 2,39:1 ou 12:5). Apesar da decisão do diretor — que eu respeito —, o que eu queria mesmo, e muito, era ver o lindo The Grand Budapest Hotel numa enorme tela iMax, em 3D, e poder “entrar” no hotel, na cozinha da Mendl, no palácio de Madame Céline Desgoffe-und-Taxis, sentir o cheiro do L’Air de Panache

O filme é a história (sim, diferentemente de outros filmes do diretor esse tem uma história) da amizade que se desenvolve entre o lendário concierge charmosão Gustave H e o novo mensageiro, Zero, que conta para um escritor a vida de Monsieur Gustave durante a época de ouro do Grande Hotel de Nebelsbad na República Alpina Ver Mais →

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Neue Galerie: O melhor da arte e do design germânicos onde está o quadro mais emblemático de Klimt


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Assim como a Frick Collection e a Morgan Library, a Neue Galerie é o resultado do sonho de um colecionador apaixonado. A única diferença é que Ronald Lauder, herdeiro do império Estée Lauder, aos 70 anos, ainda está vivo. E sua coleção, que forma a Neue Galerie (“Galeria Nova”, em alemão, inspirada na Neue Galerie de Viena) apresenta e retrata, com obras importantes (é o maior acervo dos incríveis Gustav Klimt e Egon Schiele fora de Viena), o dinamismo e o vanguardismo da arte e do design  germânicos — principalmente alemão e austríaco — do início do século 20. 

Pense em quadros, esculturas, cartazes e móveis de Klimt, Schiele, Wiener Wersktätte (sem a qual a Bauhaus ou o Art Déco talvez não tivessem existido), Kandinsky, Klee, Bauhaus, Blaue Reiter, Breuer, Ludwig Kirchner, Mies van der Rohe, elegantemente organizados num château  de cinco andares, projetado por Carrère & Hastings (os mesmos arquitetos da New York Public Library e da casa de Frick), na Quinta Avenida. Pense nos artistas nos cafés em Viena; pense nos cabarés em Berlin. Imperdível.

Serge Sabarsky, austríaco de Viena, grande amigo de Ronald Lauder, veio para Nova York em 1939. Em 1950, Herr  Sabarsky começou a colecionar arte e, em 1968, abriu uma galeria na Madison com a 77 especializada na arte expressionista alemã e austríaca. A coleção da Neue Galerie surgiu a partir da amizade de 30 anos dos dois, que compraram o château  em 1994, inaugurando a instituição em 2001. E é aqui que está um dos quadros mais emblemáticos — e com uma das histórias mais fascinantes do mundo da arte {saiba tudo clicando aqui} — de Gustav Klimt: Adele Bloch-Bauer I, de 1907, pela qual Mr. Lauder pagou US$ 135 milhões em junho de 2006. Outro marco é Berliner Strassenszene, do Ernst Ludwig Kirchner, de 1913 (as duas obras estão na galeria aqui no post). A Neue Galerie fica na Quinta Avenida, entre o Metropolitan e o Guggenheim (a três quadras de cada uma das duas instituições) e possui um delicioso café, o Cafe Sabarsky, com deliciosos pratos, sanduíches e ainda mais deliciosas tortas típicas alemãs (só atenção porque os horários da galeria e do Cafe são diferentes), e uma livraria que é um charme só.

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